#VidasNegras: Você sabe o que é filtragem racial?

Você sabe o que é filtragem racial? É quando uma pessoa é escolhida como suspeita simplesmente por causa da cor. Isso é justo?

A campanha #VidasNegras busca sensibilizar para o fim da violência contra a juventude negra no Brasil. Junte-se à ONU e compartilhe essa ideia! https://bitly.com/vnegras

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Países lusófonos em prol das políticas de gênero

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Publicado originalmente em 14/11/17

No final de outubro (2017), estiveram reunidos em Brasília autoridades de diversas nações lusófonas, que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), para debater políticas nacionais voltadas para promoção da igualdade de gênero. O evento se deu na V Reunião de Ministras e Altas Autoridades para Igualdade de Gênero da CPLP, sob a coordenação da secretária de Políticas para as Mulheres do Brasil (SPM/SEGOV), Fátima Pelaes.

Na ocasião, foi celebrado Acordo de Cooperação Mútua, em forma de Memorando de Entendimento, entre a Organização das Nações Unidas para Mulheres (ONU Mulheres) e os países da CPLP. Tal ato formaliza a participação conjunta da coalizão nos debates em cúpulas internacionais.

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ONU discute papel da ciência e da tecnologia para a saúde e o bem-estar

Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, o Mecanismo de Facilitação de Tecnologia da ONU, o Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) promoveram consulta internacional sobre o papel da ciência, da tecnologia e da inovação no cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, especialmente no que se refere à saúde e ao bem-estar.

Representantes e especialistas de setor privado, governo, organizações não governamentais e instituições de pesquisa estiveram presentes em apresentações e debates cujo foco foi o cumprimento da Agenda 2030 por meio da ciência, da tecnologia e da inovação. Discutiu-se também oportunidades de avanço na saúde e experiências de uso de plataformas online. Duas plataformas digitais sobre colaboração e participação no desenvolvimento sustentável também foram lançadas.

Mais no vídeo e em http://bit.ly/fiocruz2030

O setor algodoeiro como novo instrumento de soft power na Cooperação Sul-Sul Brasileira

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Publicado originalmente em 09/11/17

Após a expansão nacional e o alcance internacional de suas boas práticas, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano ganhou notoriedade na comunidade internacional com o recebimento do Prêmio Sasakawa – concedido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – em 2001, em decorrência do impacto do programa na redução da mortalidade infantil. Além disso, as políticas de combate à fome, segurança alimentar e nutricional e proteção social ganharam enorme visibilidade, principalmente com países Africanos, rendendo inúmeras trocas de experiências com diferentes níveis de profundidade, desde a visita de missões, organização de seminários, compartilhamento de experiências, até a formalização de acordos de cooperação.

Tanto os projetos relacionados aos Bancos de Leite Humano, quanto aqueles relacionados ao desenvolvimento social e combate à fome foram importantes ferramentas de soft power utilizadas pela diplomacia brasileira, seja como política legitimada internacionalmente, seja como conhecimento a ser compartilhado via Cooperação Sul-Sul (CSS).

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Un millier de personnes manifestent à Paris contre l’esclavage en Libye

Rassemblement contre l’esclavage en Libye, samedi 18 novembre, à Paris.

Un millier de personnes ont manifesté samedi 18 novembre à Paris contre des cas d’esclavage en Libye, selon la préfecture de police de Paris. Ils réagissaient à la diffusion d’un reportage de CNN montrant des migrants vendus aux enchères. Les manifestants ont répondu à l’appel de plusieurs associations, et notamment d’un Collectif contre l’esclavage et les camps de concentration en Libye (CECCL), créé à la suite de cette diffusion.
Brandissant des pancartes « non à l’esclavage en Libye », ils étaient rassemblés vers 16 heures, avenue Foch, non loin de la place de l’Etoile où étaient positionnées des forces de l’ordre. Plusieurs personnalités, comme le comédien Omar Sy, le footballeur Didier Drogba ou l’ancienne Miss France Sonia Rolland, avaient relayé les appels à manifester: « Soyons solidaires et au rdv pour protester contre cette torture et cette violence », avait tweeté Omar Sy.

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COP 23 e o Brasil: Espaço Brasil, boas práticas e recaídas no percurso

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Publicado originalmente em 14/11/17

Dos dias 6 a 17 de novembro, a cidade de Bonn, na Alemanha, é a sede do clima em 2017. A 23ª Conferencia das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 23) tem o objetivo de avançar na implementação do Acordo de Paris e aborda principalmente a questão da mobilidade humana e mudança climática, destacando-se o crescente deslocamento de pessoas relacionado às mudanças climáticas e a criação de um status de “refugiado do clima”, assim como a redução dos gases de efeito estufa e os meios para implementar o pacto firmado em 2015, em Paris.

A COP 23 conta com a representação de Governos estaduais e federal. Nove Estados que compõem a Amazônia Legal Brasileira participam do evento, com o intuito de debater a cooperação e o financiamento internacional para a proteção das florestas, a promoção do desenvolvimento sustentável na região amazônica e o enfrentamento da mudança climática.

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A relação da Noruega com a União Europeia e o Espaço Econômico Europeu

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União Europeia (UE) e Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA)

Publicado originalmente em 27/10/17

A Noruega faz parte da Associação Europeia de Livre Comércio – European Free Trade Association (EFTA), a qual foi criada em Estocolmo, capital da Suécia, em 4 de janeiro de 1960. Originalmente, o grupo foi formado por Suécia, Noruega, Reino Unido, Portugal, Dinamarca, Suíça e Áustria, mas sofreu um revés após o fortalecimento da Comunidade Econômica Europeia (CEE), em vigor desde 1958, cujos membros originários foram Alemanha Ocidental*, França, Itália e os três países do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo).

O EFTA nasceu com o objetivo de garantir a defesa dos interesses econômicos dos Estados-parte frente a expansão da CEE, todavia, posteriormente, a maioria de seus membros deixou a instituição, permanecendo atualmente somente Noruega, Suíça**, Islândia e Liechtenstein, tendo esses dois últimos ingressado, respectivamente, em 1971 e 1991.

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