A cooperação Sul-Sul rumo aos 40 anos

2018 será um ano importante para o desenvolvimento de parcerias de cooperação Sul-Sul. Será celebrado os 40 anos da Conferência sobre Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento de 1978 (BAPA+40), que contou com a participação de 138 Estados e resultou na adoção do Plano de Ação de Buenos Aires, que visava promover e implementar a cooperação para o desenvolvimento entre países do Sul global. Simbolicamente, trata-se do primeiro esforço coletivo de discussão e desenho de programas e projetos de cooperação técnica entre países em desenvolvimento.

Dois eventos já foram programados com a finalidade de congregar atores para pensarem o futuro das parcerias para o desenvolvimento: o Fórum de Alto Nível sobre Cooperação para o Desenvolvimento, em 2018; e a Segunda Conferência das Nações Unidas sobre Cooperação Sul-Sul, em 2019.

O último evento citado ocorrerá na Argentina, justamente no mesmo lugar onde foi assinado o Plano de Ação de Buenos Aires, em 1978. Ele será um marco para celebrar as conquistas alcançadas até o momento, dentre elas o papel do plano de ação para fortalecer a parceria entre as Nações Unidas e os países em desenvolvimento no contexto da Cooperação Sul-Sul.

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O discreto milagre da esquerda uruguaia: 15 anos de crescimento ininterrupto

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Com Brasil e Argentina em queda, esse pequeno país traçou terceira via e manteve sua estabilidade

25/07/17

Até o ministro da Economia uruguaio, o veterano Danilo Astori, de 77 anos, tem dificuldade em acreditar. Seu país, uma pequena ilha de paz política, social e econômica entre dois gigantes convulsionados como Brasil e Argentina, protagoniza o que chamam de desacople(desacoplamento). Enquanto os dois colossos sofrem – em 2016 ambas as economias encolheram – e outras experiências, como a venezuelana, afundam, o Uruguai, dirigido desde 2005 pela esquerda tranquila da Frente Ampla, está prestes a completar 15 anos de crescimento ininterrupto, um recorde histórico para essa pequena nação de 3,3 milhões de habitantes. O país não tem petróleo ou cobre, mas soube explorar outros recursos: soja, gado, turismo e um intangível: uma grande estabilidade política sem grandes escândalos de corrupção.

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Venezuela : Poutine avertit les Etats-Unis : « Ne cherchez pas à déstabiliser le Venezuela »

La Russie a accusé les Etats-Unis d’exercer des pressions politiques sur le Venezuela et a averti que la déstabilisation de ce pays serait une menace aussi bien pour la démocratie vénézuélienne que pour toute l’Amérique Latine.

Venezuela : Poutine avertit les Etats-Unis : « Ne cherchez pas à déstabiliser le Venezuela »

« Nous voyons avec inquiétude l’augmentation des tendances négatives et de la situation de déstabilisation en République Bolivarienne du Venezuela qui est unie à la Russie par des liens étroits d’amitié et d’association stratégique, » a déclaré le ministre russe des Affaires Etrangères dans un communiqué.

La Russie considère que la tendance actuelle « est une menace pour la stabilité démocratique de ce pays et peur avoir des conséquences très graves sur la situation dans la région latino-américaine en général. »

« L’augmentation agressive des pressions politiques et des menaces de sanctions de Washington sur Caracas est en désaccord avec la position de nombreux membres de la communauté internationale qui plaident pour la recherche de solutions constructives aux problèmes intérieurs du Venezuela, » a-t-il noté.

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La guerre des États-Unis contre le Venezuela

La guerre des États-Unis contre le Venezuela

L’attaque terroriste aérienne contre le Ministère de la Justice et de la Paix et la Cour Suprême de Justice, attaque perpétrée par un hélicoptère volé à l’aéroport de La Carlota et qui a ouvert le feu et lancé des grenades d’origine colombienne provenant d’Israël, montre à l’évidence les efforts désespérés de Washington face à son échec pour abattre le gouvernement du président Nicholas Maduro et mettre fin à la révolution. bolivarienne.

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Muito empenho por nada: fracassa tentativa de pressionar Venezuela na OEA

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22/06/17

Países liderados pelo México tentaram negociar até o fim declaração crítica ao Governo de Maduro

Se existe uma instituição que se mostrou ativa no sentido de abordar a crise institucional e humanitária que vive a Venezuela nos últimos anos, esta foi a Organização de Estados Americanos (OEA). Seu secretário geral, Luis Almagro, se tornou um tipo de diplomata ativista que não parou de criticar a falta de rumo do Governo de Nicolás Maduro. O empenho, no entanto, é inversamente proporcional ao resultado obtido. A OEA encerrou sua Assembleia Geral sem obter qualquer menção à situação da Venezuela. A protagonista do último dia voltou a ser a ministra das Relações Exteriores Delcy Rodríguez, que anunciou que deixava seu cargo para participar da Assembleia Constituinte. “Boa sorte”, soltou, ironicamente, seu colega mexicano, Luis Videgaray.

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Maduro e Castro Tentam envolver o Brasil no conflito

Postado originalmente – 17/05/17

O Castrochavismo em atitude desesperada procura envolver o Brasil em seu conflito. Partindo para um assunto sensível a todos os Venezuelanos que é o reclamo de posse da área de Esequibo na Guyana.

Chávez foi complacente com a questão de Esequibo seguindo a linha de Cuba, que era de não discutir fronteiras pois isso era uma questão colonialista. Mas apresentava mapas com a região como contestada.

A tentativa tem sido sempre de sufocar economicamente o pequeno país. Os reclamos da Venezuela equivalem a 2/3 do território da Guyana.

Na noite de 16 Maio (terça-feira), a Venezuela lançou uma típica ação de Guerra Híbrida (Desinformação). Através de um meio nacionalista chamado ANTROCANAL (@antrocanal), com a #EsequiboEsVenezuela, lançaram uma campanha de que o Exército Brasileiro iniciaria, após o período de chuvas, perfurações petrolíferas no sul da região de Esequibo.

E mensagem é baseada nas fontes do próprio Governo da Guyana. Tendo como início uma declaração do Embaixador Talbot, daquele país, em Brasília DF. A edição do dia 12 MAIO 2017, do Government News  Brief, edição oficial do Governo da Guyana tem a declaração do Embaixador.

Também é uma ação pela posição do Presidente Michel Temer, ter recebido a líder oposicionista venezuelana Lilian Tintori, em 11 MAIO 2017. Pela primeira vez um político não chavista é recebido no Palácio do Planalto, em 18 anos.

Fonte: Defesanet

El País: Por que o Brasil está certo ao buscar adesão à OCDE

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Palácio do Itamaraty – Fernando Bizerra Jr. (EFE)

Oliver Stuenkel

08/05/2017

Quando o Governo brasileiro formalizar, em breve, seu pedido de adesão à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), haverá críticos que acusarão o Governo de entreguismo e de, ao querer se juntar ao “clube dos ricos”, limitar desnecessariamente a autonomia do Brasil no sistema internacional.

Tais argumentos aumentarão o custo político do processo de adesão, mas são em grande parte ideológicos e dificilmente apoiados por fatos. Vale lembrar que, depois dos primeiros acordos feitos no segundo mandato de FHC, foi durante a presidência de Lula que o Brasil e a OCDE se aproximaram por meio do “engajamento ampliado” – o que podia ser visto como um primeiro passo em direção à adesão. Dilma assinou um acordo para aprofundar, ainda mais, a relação entre o Brasil e essa entidade.

No contexto atual, em que o Brasil se recupera de uma crise profunda, juntar-se à OCDE traria ao menos três benefícios tangíveis para o país. A adesão proporcionaria aos futuros Governos instrumentos adicionais para modernizar o país; tornaria o Brasil mais atraente para os investidores estrangeiros; e, ainda, representaria importantes ganhos estratégicos no mundo multipolar do século 21.

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