O que é o Conselho de Direitos Humanos da ONU?

Fonte: ONU Brasil

CrossTalk: When China Rules

Publicado em 29 de jul de 2015

When China rules, what will the world be like? Will Beijing govern as a global hegemon or be one among other great powers? Western capitals and their media often warn us about China’s rise, though hardly mention the dangers of the West’s decline. When China rules, will the world be a safer place?
CrossTalking with James Bradley, Martin McCauley, and Scott Kennedy.

Fonte: RT

Keiser Report: $32 trillion in pointless trading (E799)RT

Publicado em 20 de ago de 2015

In this special episode of the Keiser Report from Chicago, Max Keiser and Stacy Herbert discuss the $32 trillion in pointless trading each and every year, which results in bankers and brokers getting rich at the expense of churned chumps. In the second half, Max interviews Janet Tavakoli of Tavakoli Structured Finance about the latest use of derivatives to transfer wealth from the general fool public

Fonte: Keiser Report

CrossTalk: Undiplomatic Power

Fonte: RT

Papa adere à campanha por solução negociada sobre soberania das Malvinas

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 19/08/2015 23h04 Buenos Aires
Monica Yanakiew – Correspondente da Agência Brasil/EBC

O papa Francisco aderiu a uma campanha que pede ao Reino Unido que aceite dialogar com a Argentina sobre a posse das Ilhas Malvinas – ou Falkland Islands para os britânicos. O remoto arquipélago, no Atlântico Sul, é motivo de disputa entre os dois países há dois séculos.

Os argentinos reivindicam a soberania das ilhas, que herdaram da Espanha e foram ocupadas pelo Reino Unido. A Organização das Nações Unidas (ONU) considera o arquipélago um território em disputa e há 50 anos emitiu a Resolução 2.065, instando os dois países a buscarem uma solução negociada.

Mas, o Reino Unido considera que o futuro das ilhas deve ser decidido pelos próprios moradores, reivindicando o princípio de autodeterminação dos povos. A Argentina diz que o princípio só se aplica a uma população nativa e os moradores das Malvinas são descendentes dos colonos britânicos.

A disputa resultou numa guerra, em 1982, quando os militares argentinos tentaram recuperar o arquipélago e foram derrotadas pelas Forças Armadas britânicas. Mas, a Argentina continua reivindicando a soberania das ilhas. Este ano, no cinquentenário da Resolução 2.065, foi lançada uma campanha pedindo diálogo entre os dois países para dar por encerrada a questão.

Sete ganhadores de Prêmio Nobel endossaram a campanha. E o papa – que é argentino – tirou uma foto com o cartaz que diz: É tempo de diálogo entre a Argentina e o Reino Unido pelas Malvinas. A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, divulgou a foto pelas redes sociais nesta quarta-feira (19).

Edição: Aécio Amado

Relatório da FAO destaca avanços do Brasil na luta contra fome e pobreza

27/05/2015 11:00

Ações de transferência de renda e de segurança alimentar são citadas como exemplo de que a proteção social gera um círculo virtuoso de crescimento inclusivo


Brasília, 27 –
O relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015, divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) nesta quarta-feira (27), destaca os avanços brasileiros na redução do número de pessoas em situação de fome conquistado nos últimos anos. O Brasil é o país, entre os mais populosos, que teve a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014, que foi de 82,1%. No mesmo período, a América Latina reduziu em 43,1% esta quantidade.

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Entre os mais populosos, o país também é aquele que apresenta a menor quantidade de pessoas subalimentadas. São 3,4 milhões no Brasil, pouco menos de 10% da quantidade total da América Latina, que é de 34,3 milhões. “O relatório confirma o esforço e reconhece a trajetória do Brasil na ação de redução da pobreza e do combate à fome”, ressaltou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

“O Brasil, ao contrário de outros países do mundo, sempre foi um grande produtor de alimentos. E, mesmo assim, a população passava fome. O nosso problema não era a disponibilidade de alimentos, o nosso problema era acesso aos alimentos e à renda. E isso conseguimos alcançar com políticas públicas”, explicou.

A publicação aponta também que o país alcançou todas as metas das Nações Unidas em relação à fome. O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) era de reduzir pela metade a fome e o da Cúpula Mundial de Alimentação era de reduzir pela metade os números absolutos de subalimentados. O Brasil é um dos 29 países que conseguiram alcançar essas duas metas. “O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que está em processo de formatação, tem o objetivo de reduzir até menos de 5% até 2030. Desde o ano passado, nós já conseguimos alcançar esta meta”, contou a ministra.

As ações de segurança alimentar desenvolvidas e o Programa Bolsa Família foram citados como cruciais para o crescimento inclusivo que o Brasil alcançou. “A proteção social pode estabelecer um círculo virtuoso de progresso à população pobre com melhores salários, empregos e rendas”, destaca o relatório. “Estes programas reduziram significativamente a desigualdade de renda – entre 2000 e 2012, a renda média do quintil [20%] mais pobre da população cresceu três vezes mais rápido que a dos 20% mais ricos.”

A ministra Tereza Campello explica que o país agora enfrenta um novo desafio. “O Brasil saiu do Mapa da Fome. Temos a primeira geração de crianças alimentadas, que estão na escola e não vão repetir a trajetória de seus pais. E nos deparamos com o Brasil vivendo problemas de saúde típicos de países desenvolvidos, como a obesidade. E, principalmente, a obesidade infantil”, destacando que é um dos principais temas que serão tratados pelos governos e sociedade durante a 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, no segundo semestre deste ano.

Fonte: MDS
Sugestão da Natalia Carolina Silva Leonardo

MDIC simplifica procedimento de exportação

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Brasília (06 de julho) – O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciou hoje uma alteração nos procedimentos para correção de dados dos Registros de Exportação (RE) de mercadorias já tenham embarcado para o exterior. A partir de agora, as empresas exportadoras não precisarão mais da anuência do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), exigida nos casos de alterações de peso, preço e número do Ato Concessório de Drawback, regime aduaneiro especial que consiste na desoneração de tributos incidentes sobre insumos importados, ou adquiridos no mercado interno, para utilização em produto exportado.
Dos mais de 4,5 milhões de RE averbados em 2014, cerca de 28,9 mil precisaram de alteração após o embarque das mercadorias. Dessas operações, mais de 50%, aproximadamente 15 mil, tratavam de correção de peso, preço ou número do Ato Concessório.
Segundo o Secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho, a simplificação adotada reduz o tempo gasto para ajustes e desonera os exportadores do pagamento de taxas que eram cobradas pela execução do serviço. “A partir de agora, as alterações serão finalizadas imediatamente após o comando realizado pelo exportador no sistema”, afirma.
Godinho acredita ainda que a mudança no procedimento possa gerar um impacto positivo no setor exportador. “A medida adotada faz parte do pilar de facilitação de comércio do Plano Nacional de Exportações. A conclusão de mais uma das ações previstas para o ano de 2015 reflete a disposição do governo para ampliar a desburocratização do comércio exterior e assim impulsionar as vendas externas brasileiras”, avalia.
O Plano
Com vigência até 2018, o Plano Nacional de Exportações é um passo importante para conferir novo status ao comércio exterior, com ações estruturais que vão além de uma visão de curto prazo e que são as bases para dinamizar e tornar mais competitiva nossa economia.
O plano está estruturado em cinco pilares: acesso a mercados; promoção comercial; facilitação de comércio; financiamento e garantias às exportações e aperfeiçoamento de mecanismos e regimes tributários para o apoio às exportações.
O objetivo é aumentar as exportações brasileiras a partir da ampliação do número de empresas no comércio exterior, inclusive com uma maior participação das micro, pequenas e médias empresas, e da diversificação da pauta, com foco nos produtos de maior densidade tecnológica. O plano contempla também medidas para ampliação das exportações do agronegócio e para a recuperação das exportações de produtos manufaturados.
Para ler o texto do plano na íntegra, clique aqui.