El futuro de la lucha contra la pobreza en América Latina

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24/05/2017, by Fernando Rey

América Latina es una de las regiones más pobres y desiguales del mundo. Tras una década de progreso al amparo del crecimiento económico, la tendencia actual está en disposición de revertir los logros alcanzados. Frente al desafío que entraña emprender la erradicación de la pobreza, el trabajo conjunto de los principales actores de la región en el marco de una estrategia integral, la Agenda 2030 y sus objetivos de desarrollo sostenible (ODS), se convierte en un requisito indispensable para continuar la lucha.

La erradicación de la pobreza en todas sus formas es una de las grandes metas que persigue la cooperación para el desarrollo. Han sido múltiples las formas en las que esta lucha se ha materializado en todo el mundo, desde aquellas más asistencialistas y paternalistas hasta otras que decidieron apostar por un desarrollo local que permitiera un progreso real y autónomo.

En el marco de esta lucha, América Latina es una región paradigmática, puesto que pobreza y desigualdad son dos variables que han golpeado históricamente a los países que la forman. Los orígenes de esta realidad descansan en las relaciones sociales que se han producido en la región durante los últimos tiempos, que se materializaron en una estructura de poder oligárquica fraguada en el marco del colonialismo y cuya herencia ha perdurado. La lucha contra la pobreza alcanzó sus mayores éxitos a principios del siglo XXI, cuando tras décadas de inestabilidad e incertidumbre, tanto política como económica, la situación de la población vulnerable mejoró sustancialmente.

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Why is neoliberalism back in Latin America?

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15/07/2017, by Dawisson Belem Lopes

Even though it is a taboo word to many, neoliberalism is not good or bad in itself. Rather, it is a means to an end. The state is purposefully reduced in its scope of action to a minimum – by way of policies associated with fiscal austerity, financial deregulation, free trade and the privatisation of public assets, among others – so nothing can prevent the market and its profit-oriented agents from reaching a fair point of equilibrium between demand and supply. According to those who advocate such perspective, the state is nothing but a “necessary evil”.

In Latin America neoliberalism has been tried and has not worked. In fact, it has produced disastrous results. But instead of learning from past mistakes and seeking a different political direction, political elites in Latin America have started pursuing again those same neoliberal policies that failed so miserably in the past.

The largest and most influential countries in the region – Brazil, Mexico, Argentina – have embraced it again with passion.

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India quiere descubrir América

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El primer ministro indio, Narendra Modi

Empresarios del país asiático ven en España un puente hacia Latinoamérica

28/05/2017

Cristóbal Colón creyó que navegando hacia el oeste llegaría a las Indias. Las Indias resultaron ser las Américas. Ahora, 525 años después, los indios de India —un país que crece como ningún otro de sus características— quieren seguir los pasos del Almirante, pero con un objetivo mucho más concreto: desembarcar en un mercado de más de 600 millones de consumidores. “Latinoamérica es la última frontera de las empresas indias”, asegura en Nueva Delhi A. Didar Singh, secretario general de FICCI, que agrupa a las Cámaras de Comercio. ¿Y desde dónde quiere zarpar esa gran flota india? Desde España, claro.

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Estamos diante de uma “primavera latina”?

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A inquietude aumenta na América latina: os Estados Unidos e o Reino Unido prepararam uma “primavera” nos moldes da “primavera árabe”. Com certeza, dessa vez, não se tratará de dividir a população em linhas religiosas através do conflito-os latinos são quase todos cristãos-, mas de utilizar dos elementos de identidade cultural locais. O objetivo será portanto o mesmo: não substituir os governos por outros, mas destruir os Estados para erradicar toda a possibilidade de resistência ao imperialismo.

Com o tempo, diversos líderes políticos no mundo reinterpretaram a “primavera árabe”. O que parece revoluções espontâneas contra os governos autoritários é hoje em dia percebido pelo o que é: planos anglo-saxões de desestabilização de toda uma região do mundo para colocar no poder a Irmandade Muçulmana. A lembrança da “revolta árabe de 1916”, na qual Lawrence da Arábia ergueu a região contra o império otomano trazendo esperança de liberdade ao povo para apenas, em seguida, entregá-los ao jugo do Império Britânico- mostra que Londres detém o conhecimento prático.

Parece que os Anglo-Saxões preparam uma nova onda de pseudo-revoluções na América latina. Tudo começou com um decreto de Barack Obama, em 9 de março de 2015, declarando um estado de urgência frente à ameaça extraordinária que a situação na Venezuela poderia se tornar aos Estados Unidos. Esse documento suscita uma onda de indignação no continente, forçando o presidente dos EUA a se justificar diante de uma cúpula internacional. Mas o decreto não foi anulado e os preparativos de uma nova guerra prosseguem.

Diferente do Syrian Accountability Act de George W. Bush (2003), o texto de Obama sobre a Venezuela é um decreto presidencial e não uma lei. Por conseguinte o Executivo não precisa prestar contas ao Legislativo. Se foram precisos oito anos aos Anglo-Saxões para passar o ato no mundo árabe em geral e na Síria em particular, numerosos elementos convencem que será preciso menos tempo para lançar um programa de destruição da América latina.

Os problemas eclodiram no Brasil na ocasião dos Jogos olímpicos, contra a presidente Dilma Rousseff; a qual foi destituída através de um processo parlamentar, certamente legal, mas totalmente contrário ao espírito da Constituição. Este golpe de Estado foi conduzido sob o controle do Banco central– da qual o vice-presidente é Brasilo-Israelense-, por deputados donde muitos são hoje culpados  de corrupção. Os serviçoes de seguridade do Estado restaram estranhamente passivos durante este golpe. Isto porque, durante os Jogos olímpicos, eles foram colocados sob a coordenação… de experts israelenses. Atualmente, o novo persidente, o brasilo-libanês Michel Temer, é, por sua vez, largamente contestado.

A situação é dificilmente melhor no México. O país já está de fato dividido em quatro. O Norte passa por um forte crescimento, enquanto o Sul está em plena recessão. Os dirigentes políticos venderam a sociedade petrolífera nacional e todas as suas reservas, Pemex, aos Estados Unidos (que não precisam mais, portanto, do petróleo do Oriente Médio). Apenas o exército parece ainda crer na pátria.

Explorando os erros econômicos do governo, a oposição venezuelana conseguiu reunir grandes manifestações pacíficas. Simultaneamente, elas organizaram minúsculos grupos extremamente violentos que provocaram a morte de vários policiais e manifestantes. Criando confusão, as agências de mídia internacional deram a impressão que uma revolução começou contra os chavistas, o que não é de todo o caso.

Assim, os três principais Estados latino-americanos foram desestabilizados ao mesmo momento. Parece que os neoconservadores estado-unienses anteciparam uma possível paz na Síria e apressaram o projeto latino-americano.

Sexta-feira, durante um discurso televisionado, o presidente venezuelano Nicolás Maduro adverteu seu povo contra o projeto anglo-saxão da “primavera latina”. Ele repetida e longamente citou os precedentes líbios e sírios, diante uma plateia de intelectuais da região, da qual, sírio de coração, eu estava associado.

Fonte: Al-Watan

Reduzir desigualdades nos centros urbanos é grande desafio atual, diz diretor regional do ONU-Habitat

Publicado em

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Fazer com que o direito à cidade se torne uma realidade para todos os cidadãos é um dos principais desafios atuais, disse o diretor regional do ONU-Habitat para América Latina e Caribe, Elkin Velásquez, em entrevista à emissora do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO TV).

As desigualdades nas cidades e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável foram alguns dos temas abordados na entrevista, concedida dias antes da Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III).

CLACSO TV: O que se entende por direito à  Cidade?

Elkin Velásquez (EV): O direito à cidade tem a ver com a possibilidade de todos os cidadãos moradores de um entorno urbano terem acesso a bens e serviços de qualidade, a oportunidades, a espaços públicos, ao mínimo e necessário para ter uma qualidade de vida apropriada. Ou seja, em termos gerais, o que se conhece como direito à cidade. Um dos pontos mais importantes da discussão atual, no mundo e na América Latina, é como conseguir que esse direito à cidade se torne real, se materialize e seja garantido para todos os cidadãos.

No relatório “Construção de cidades mais equitativas: políticas públicas para a inclusão na América Latina”, o ONU-Habitat afirma que ao menos 111 milhões de pessoas vivem em assentamentos irregulares, o que representa 23,5% da população urbana da região.

CLACSO TV: Quais são as conclusões mais relevantes desse relatório?

EV: Produzido pelo ONU-Habitat e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) com o apoio da Fundação Avina, o relatório diz que nos últimos 20 anos na América Latina houve, em termos gerais, uma tendência ao crescimento da desigualdade urbana. Isso é coerente com comportamentos globais em termos de crescimento da desigualdade. É certo que a desigualdade urbana cresceu muito mais nos primeiros 15 anos desse período que analisamos, e nos últimos cinco anos houve uma tendência para a estabilização. No entanto, tememos que com a desaceleração econômica relativa na região, isso posso voltar a cair a níveis de dez anos atrás.

Essa desigualdade se manifesta de diferentes maneiras, no acesso a bens e serviços urbanos, em temas de acesso à segurança, a espaços públicos de qualidade, de acesso à moradia. Por isso, há uma desigualdade urbana que é tridimensional e, por isso, temos que olhar de que forma ela pode ser abordada.

Um segundo ponto é que tradicionalmente as soluções à desigualdade foram abordadas principalmente de uma perspectiva nacional, de políticas nacionais. O que constatamos no relatório é que existem mecanismos, ações de políticas públicas locais que podem ajudar a diminuir a desigualdade. É claro que há políticas nacionais que não dependem de uma autoridade local: políticas nacionais de emprego, políticas fiscais nacionais, mas há ações concretas e locais que contribuem para melhorar a situação da desigualdade ou pelo menos não piorar a situação da desigualdade de um território.

Um terceiro ponto é que a desigualdade urbana tem uma representação na forma urbana, conhecida como “segregação socioespacial”. Nesse sentido, notamos que nas cidades latino-americanas há uma altíssima segregação socioespacial e uma forte fragmentação. São todos resultados de um círculo vicioso de desigualdades, então é necessário focar em políticas públicas corretivas.

CLACSO TV: Que tipo de políticas públicas devem ser implementadas para reduzir essas desigualdades urbanas?

EV: Quando se trata de diminuir a desigualdade urbana, quando se trata de diminuir e de atacar a segregação socioespacial, teríamos também que falar de localização. É muito importante o fator espacial, a localização determina em boa parte o acesso das famílias a bens e serviços públicos de qualidade, a bens e serviços públicos próximos. A localização permite que as famílias possam utilizar melhor as renda, não gastar excessivamente com transporte (quando digo gastar excessivamente é em termos monetários, pecuniários, mas também em termos de tempo, o que para alguns pesquisadores também é um tema pecuniário ou de recursos). Então, é muito importante repensar a cidade segregada e olhar como vamos melhorar a localização das famílias.

Fonte: ONU BR

Latin America Could Cut Its Murder Rate By 50 Percent. Here’s How.

Publicado Originalmente: 04/10/2016

Many deaths are unavoidable. Natural disasters and incurable illnesses can claim lives suddenly, without warning. But there is one untimely death that can be avoided – homicide. It is time for Latin America and the Caribbean to set a bold goal to bring down the murder rate.

The region is one of the world’s deadliest. It is home to just 8 percent of the global population and 33 percent of all homicides. And the problem is getting worse. If nothing is done about it, the regional murder rate will continue risingfrom 21 per 100,000 to 35 per 100,000 by 2030, at least seven times higher than the global average.

We at the Igarapé Institute and Inter-American Development Bank think it is possible to bring down Latin America’s current murder rate by 50 percent in 10 years. This would save as many as 413,000 lives.

It will not be easy. Governments typically resist hard and fast targets associated with crime reduction. Politicians fear the political repercussions of failure. Human rights activists also fear that setting specific milestones could justify repressive tactics on the part of the police.

The costs of inaction are high. In spite of improvements in democratic governance and poverty reduction in Latin America and the Caribbean, violent crime has continued to spiral out of control in many countries and cities. In order to successfully reduce lethal violence, governments need to take on some intractable challenges.

One of the most significant drivers of homicidal violence anywhere is social and economic inequality. It generally follows that the more unequal a setting, the higher the rates of violence. Although poverty and inequality have dropped in most of Latin America, the decline in inequality has not been comparable. In fact,10 of the top 15 most unequal countries on the planet are located there.

Another factor influencing high homicide rates is youth unemployment. Roughly 13 percent of Latin America’s 108 million youth between the ages of 15 and 24 are unemployed. This is three times the rate of adults. Over half of those who do work are tied to the informal economy. Taken together, more than 20 million young people are not being educated, trained or employed. In Brazil, a 1 percent rise in unemployment rates for men leads to a 2.1 percent spike in murders.

High violence rates in Latin America and the Caribbean are also tightly connected to illegitimate and weak security and justice institutions. It is widely recognized that abusive, corrupt and mistrusted institutions can fuel crime (and vice versa). And in spite of massive spending on the region’s security sectors, policing, judicial and penal institutions are underperforming. In Latin America,just two in every 10 murders results in a conviction – the global rate is double that.

A major factor shaping widespread and systemic impunity is organized crime. All Latin American and Caribbean countries are affected to varying degrees by criminal organizations, especially drug cartels that manage an estimated $330 billion in revenue a year. These organizations can have a corrosive effect on policing, justice, penal, and customs institutions.

An abundance of unlicensed firearms, including those trafficked from the U.S. or leaked domestically, are also associated with the region’s disproportionately high burden of gun violence. Moreover, social norms sanctioning machismo and unequal gender relations are credited with shaping high domestic violence rates.

It is worth noting that violence is hyperconcentrated in specific places. About 170 of Latin America’s cities with populations of 250,000 or more have homicide rates above 25 per 100,000. Latin American governments and civil society would do well to start homicide reduction efforts there.

What is more, in large and medium-sized cities across the region, roughly 80 percent of the murders are concentrated in less than 2 percent of the street addresses. Public authorities should focus their limited resources on developing comprehensive solutions specifically for these hot spots. And they cannot do it alone – they need to work in partnership with the private sector and local communities.

The good news is that innovative solutions are spreading across the region. Public authorities, entrepreneurs and scholars are experimenting with data-driven, evidence-based and problem-oriented solutions. Lessons are gradually being learned.

The most successful approaches are comprehensive – focusing both on data-driven policing and access to justice coupled with targeted social and economic programs for at-risk youth and violence prevention. Some also include urban renewal schemes and improving the reliability of public transport in the hardest hit neighborhoods.

A consortium of organizations from across Latin America is launching a new campaign in 2017 to get homicide reduction on the regional agenda. To reduce the homicide rate by 50 percent in 10 years we will focus on the seven countries with the highest murder rates – Brazil, Colombia, El Salvador, Guatemala, Honduras, Mexico, and Venezuela.

The first priority is to promote a conversation about homicide and its complex causes. Next, governments and civil societies need to set clearly defined targets with explicit metrics of success. Working with the private sector, they must restrict investments to evidence-based violence prevention policies and programs. These measures will be key to ending the region’s homicide epidemic once and for all.

FONTE: Instituto Igarapé

Cristina Kirchner: América Latina está recuando politicamente

Publicado originalmente em: 23/07/2016

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Kirchner, que deixou o poder em dezembro de 2015, se reuniu pela primeira vez depois disso com os jornalistas em sua casa na cidade de El Calafate, no sul da Argentina, recebendo os representantes de mídia estrangeira, incluindo emissoras de Telesur e Al-Jazeera, RIA Novosti, Reuters e NODAL, bem como a edição La Jornada.

A ex-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, acredita que todas as acusações contra ela são desprovidas de fundamento, mas diz que não tem medo da prisão.

“Se você olhar para os jornais ao longo dos últimos três ou quatro anos, verá que eles disseram abertamente que quando eu deixasse o poder, eu teria problemas graves com os tribunais. Será que os jornalistas são clarividentes, ou eram precisamente eles quem tem estado envolvido nesta operação midiático-judicial”, disse ela.

Também durante seu discurso, a ex-presidenta da Argentina Cristina Kirchner apelou ao estudo aprofundado e autêntico da história, observando que as potências mundiais, especialmente os Estados Unidos, interpretam “de sua própria maneira” os fatos históricos e introduzem-nos na consciência de massas.

“A indústria cinematográfica americana é uma máquina para produção e transmissão da cultura e da história contada, é claro, por Hollywood. Quando assiste a um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, parece que foram apenas os ianques que obtiveram a vitória”, disse ela.

Falando sobre a ameaça do terrorismo, Kirchner disse que a comunidade internacional deve elaborar o mais rapidamente possível uma nova estratégia de combate, porque os métodos antigos já não fazem efeito.

“Vivemos num mundo muito complexo, num mundo onde não existe uma estratégia clara para combater o terrorismo. Isso impõe a responsabilidade às potências mundiais”, disse Kirchner.

“Eu acho que agora se observa uma falta de liderança na questão do desenvolvimento de uma estratégia diferente para essa luta. Se, no entanto, os velhos métodos continuarem sendo usados — a conquista de países e bombardeio — o mundo ficará pior e pior”, disse ela.

A ex-presidenta argentina Cristina Kirchner destacou que a Argentina, e a América Latina no seu todo, tem passado nos últimos meses por um recuo político que é acompanhado do crescente interesse dos EUA pela região.

“Eu acho que há um retrocesso no que se refere aos governos nacionais e populares da região, há um avanço do que podemos chamar de ‘direita conservadora’, ‘restauradora'”, afirmou a ex-presidenta, acrescentando que já foi abandonada a ideia de unidade regional que prevaleceu tanto no espírito do Mercosul, como da Unasul e da CELAC.

De acordo com ela, desde 2001, depois do ataque de 11 de setembro, os EUA deixaram de intervir na região porque apareceram outras prioridades.

“Essas prioridades se mantêm até hoje, mas os EUA começam novamente a olhar para a região, que sempre foi considerada quase como seu próprio reservatório de alimentos, energia, águas subterrâneas e minerais”, disse Kirchner.

Além disso, Cristina Kirchner notou que o recuo na Argentina apenas é visível analisando dados estatísticos:

“Em 10 de dezembro do ano passado, a Argentina já atingiu o menor nível de endividamento externo em moeda estrangeira em sua história. Nunca tivemos esse nível de redução da dívida”.
O engraçado, segundo ela, é que “o governo conseguiu esta redução da dívida depois de receber o país com a maior dívida soberana do mundo, desemprego de dois dígitos, altos níveis de desemprego e de pobreza”.

Fonte: Sputnik