Shanghai’s pro-innovation strategy paying rich dividends

Publicado originalmente em: 06/02/2016

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Shanghai’s 20-point strategy to attract leading talent into the scientific research and innovation sector, launched six months ago, is already paying dividends, according to municipal authorities.

Ying Yong, deputy secretary of the CPC Shanghai Municipal Committee, said the incentives being offered have significantly increased the number and variety of professionals coming to work and live in the city.

The policies include easing restrictions on permanent residency, reducing tax rates for startups, offering space in specially built high-tech business parks, and a pilot program that provides support to researchers to commercialize their findings.

Officials also allow teams to take up to 70 percent of the profits from successfully commercialized research.

One of the drivers of the policy program is the Shanghai Institute of Materia Medica, which is under the aegis of the Chinese Academy of Sciences, which has set up 15 new research and development centers in those six months, which have attracted businesses with total contract value of 800 million yuan ($121.8 million) on their books.

Officials at the Shanghai Statistics Bureau, say that’s more than the previous five years combined.

The bureau has also been easing the visa application approval process for overseas students and foreign experts.

The overall result is that some 88,000 overseas experts from various sectors have settled in Shanghai in that time, as have 130,000 Chinese students, who had been tempted to work there after studying abroad.

Ying said the wide range of measures to attract people to the city is now having a significant knock-on effect, too, on Shanghai’s wider industrial upgrading and its economy.

“Economic growth in Shanghai is becoming of higher quality and efficiency”.

“The city’s overall revenue last year reached 551.95 billion yuan ($84 billion), a 13.3 percent increase year-on-year, which is nearly twice that in 2010,” said Ying.

The domestic and overseas enterprises set up in the past six months have been increasing their investments in research, say officials.

The latest numbers show that the Shanghai Institute’s 15 new centers have helped raise the city’s total population of foreign-funded high-tech enterprises to just under 400.

Fonte: China Daily

 

 

 

 

 

 

FÓRUM DE COOPERAÇÃO CHINA-ÁFRICA 2015: A VIª REUNIÃO DO FOCAC

Publicado originalmente em 29 de janeiro de 2016.

O Fórum de Cooperação China-África (FOCAC)[ii], criado em 2000, institucionalizou as relações sino-africanas ao criar uma arena propicia ao diálogo bilateral entre os diversos países africanos e a República Popular da China (RPC). Essa relação é pautada na Cooperação Sul-Sul e visa o estreitamento do diálogo político e das relações econômicas e comercias entre duas regiões. Até agora já foram ministradas seis reuniões que ocorrem a cada três anos desde 2000. Juntos, China e África estão consolidando um novo tipo de parceria estratégica, aumentando o volume de comércio, que cresceu de forma significativa nos últimos anos, chegando a alcançar em 2014 cerca de 201.1 bilhões de dólares (FOCAC…, 2015). Assim, os encontros do FOCAC visam atrelar as economias dos países membros, de forma que ambos tenham ganhos proporcionais.

O Plano de Ação desenvolvido na Vª Reunião Ministerial, em 2012, para o encontro em Johanesburgo, em dezembro de 2015, previa a continuação do CAD Fund – Banco de Desenvolvimento China-Africa, criado em 2007, na proposta de aumentar o fundo de investimento para US$ 5 milhões. O Plano propunha, também, a disponibilização de uma linha de crédito para infraestrutura, agricultura e desenvolvimento de pequenas e médias empresas africanas no valor de US$ 20 milhões. Além disso, houve a manutenção dos objetivos que visavam o investimento em capacitação e treinamento de profissionais e o incentivo à educação, à cooperação para a redução da pobreza na África e ações para o desenvolvimento sustentável, para a melhoria do sistema de saúde e da tecnologia, ciência e comunicação. (LOPES; NASCIMENTO; VADELL, 2013).

Neste contexto, a crise de 2008, iniciada nos Estados Unidos, reflete agora nas economias dos países emergentes como a China, levando a uma desaceleração do crescimento econômico da sua economia. Por exemplo, o crescimento do PIB caiu de 14% em 2008 para 7,4% em 2014 (CHINA…, 2015).  Segundo Rasmus[iii] (apud ALCOFORADO, 2015, p.1) “as causas da desaceleração da economia chinesa são as mudanças internas de sua economia e o aumento de problemas nas economias da zona do euro e dos mercados emergentes cuja demanda vem caindo”.

Essa desaceleração pode levar, consequentemente, a um resfriamento de diversas economias africanas. O impacto mais visível seria no nível de investimento destinado ao continente, principalmente os destinados ao desenvolvimento de infraestrutura.  Além disso, houve uma queda considerável do preço das commodities exportadas pela África. (FIVE…, 2015). Mesmo assim, não é de interesse chinês uma diminuição das relações com a África, pois mesmo em cenário de crise, os win-sets da cooperação ainda são maiores do que o da defecção.  E ainda, da mesma forma que acontecimentos como a Primavera Árabe e seus desdobramentos na Líbia, em 2012, não comprometeram a reunião daquele ano, a crise de Ebola recorrente no Oeste Africano, não afetariam as expectativas e planos para 2015. (FOCAC:…, 2015).

A VIª Reunião do FOCAC ocorreu entre os dias 04 e 05 de dezembro de 2015, em Johanesburgo, África do Sul e contou com a participação de 52 Estados-Membros do FOCAC e da presidente da União Africana (UA), Nkosazana Dlamini-Zuma. (EMBASSY…, 2015). Ao final, foi publicado a Declaração da Cúpula de Johanesburgo e o Plano de Ação de Johanesburgo para 2018.

Com o tema Africa-China Progressing together: Win-win cooperation, a Cúpula discutiu os principais pontos da relação sino-africana para os próximos três anos. Assim, o presidente chinês Xi Jinping, em seu discurso de abertura, anunciou 10 planos para impulsionar a cooperação entre as duas regiões em áreas especificas: “industrialização; modernização agrícola; infraestrutura; serviços financeiros; desenvolvimento verde; facilitação do comércio e investimento; redução da pobreza e bem-estar público; saúde pública; intercâmbio de pessoas; e paz e segurança”. (FOCAC, 2015). Esses planos serão desenvolvidos com o objetivo de amenizar os três gargalos de desenvolvimento africano: “escassez de talentos e de fundos; aceleração da industrialização e modernização agrícola; e realização de um desenvolvimento independente e sustentável”. (FOCAC, 2015). Desse modo, os planos estrarão em consenso com o apresentado na Agenda 2063[iv].

Para ajudar na implementação dos planos, Xi Jinping anunciou um pacote de apoio financeiro de 60 bilhões de dólares, divididos em quatro áreas: “US$ 35 bilhões para empréstimos preferenciais e linhas de crédito para a exportação; US$ 05 bilhões em subsídios; US$ 15 bilhões de capital para o CAD Fund; e US$ 05 bilhões para empréstimos voltados ao desenvolvimento de pequenas e médias empresas africanas. (VISWANATHAN, 2015).

 Desse modo, as expectativas de que os investimentos chineses na África seriam menores devido a desaceleração da economia, não se concretizaram. Os 60 bilhões de dólares anunciados por Xi Jinping surpreenderam a todos. Além disso, os investimentos no CAD Fund foram maiores do que o planejado.

Fonte: GPPM

Camex aplica antidumping sobre produtos siderúrgicos originários da China

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27/01/2016

Brasília (27 de janeiro) – Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União, duas resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex), sobre aplicação de direito antidumping para produtos siderúrgicos oriundos da China. A Resolução nº 2/2016 estende o direito às importações brasileiras de chapas grossas em bobina, anteriormente aplicado pela Resolução Camex nº 77/2013. Já a Resolução nº 5 de 2016determina a cobrança de direito antidumping provisório (por até seis meses) para as importações brasileiras da China de tubos de aço carbono não ligado. O dumping é uma prática desleal de comércio que acontece quando uma empresa exporta seu produto a preços inferiores aos praticados no mercado de origem.

Chapas grossas em bobinas
A medida foi tomada com o objetivo de evitar uma prática desleal de comércio chamada de circunvenção, na qual se procura burlar a aplicação de uma medida de defesa comercial em vigor.

A decisão foi baseada em investigação realizada pelo Departamento de Defesa Comercial (Decom) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que verificou aumento expressivo das importações de chapas em bobinas após a aplicação do direito antidumping das “chapas grossas”. Como não há diferenças significativas entre os dois produtos, a apresentação das chapas grossas em bobinas se configurou como uma alteração marginal, sem mudar as destinações do produto sujeito à medida antidumping.

Assim, a Camex decidiu estender o antidumping definitivo apurado na investigação original às importações de chapas grossas em rolos (bobinas, contendo ou não boro em teor igual ou superior a 0,0008%), da China. O produto está classificado nos códigos 7208.36.10, 7208.36.90, 7208.37.00 e 7225.30.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). A medida terá prazo de até cinco anos, seguindo a determinação da aplicação da medida antidumping original. A cobrança será feita em dólares por tonelada, no montante abaixo especificado:
Origem Produtor/Exportador
Direito Antidumping Estendido (US$/t)
 China  todos  211,56
Originalmente, a investigação de dumping das chapas grossas teve início em 2012. Ao final da investigação, a medida foi aplicada contra as importações originárias da África do Sul, China, Coreia do Sul e Ucrânia, pela Resolução Camex nº 77/2013.
Em 2014, também por existência de circunvenção, a aplicação do direito definitivo foi estendida às importações de chapas grossas pintadas, originárias da China, e às importações de chapas grossas com adição de boro, originárias da China e da Ucrânia (Resolução Camex nº 119/2014). Em 2015, o antidumping foi estendido às importações de chapas grossas com adição de cromo, originárias da China, por  circunvenção, conforme consta na Resolução Camex n° 82/2015.
Tubos de aço carbono não ligado
A cobrança de direito antidumping foi aplicada para as importações de tubos de aço carbono não ligado com as seguintes especificações técnicas: sem costura, de seção circular, com diâmetro externo não superior a 374 milímetros.

O produto, utilizado na condução e armazenamento de fluidos, trocadores de calor, caldeiraria, fabricação mecânica de peças, segmento automotivo, estruturas, usinas de açúcar e álcool, mineração, construção civil, máquinas agrícolas, montadoras de automóveis, dentre outros processos industriais, está classificado nos códigos 7304.31.10, 7304.31.90, 7304.39.10, 7304.39.20 e 7304.39.90 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). O direito será recolhido sob a forma de alíquota específica, nos montantes especificados no quadro abaixo:

Produtor/Exportador Direito Antidumping Provisório (US$/t)
Yangzhou Lontrin Steel Tube Co., Ltd. 810,46
Hangzhou Zhedong Steel Tube Products Co., Ltd.
Hubei Xinyegang Steel Co., Ltd.
Wuxi Jiangnan High Precision Cold-Drawn Pipe Co., Ltd.
1.151,76
Produtores/Exportadores identificados no Anexo II 1.151,76
Demais 1.151,76
O direito provisório é aplicado para evitar danos adicionais a indústria nacional durante o curso da investigação, que é realizada pelo Decom. A medida provisória é adotada quando existem elementos que demonstram a existência do dumping, do dano à indústria doméstica e do nexo de causalidade entre os dois.

Economia global enfrenta seu maior desafio desde a crise de 2008

Publicado originalmente em: 24/01/2016

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O tom de chumbo que predominou nas reuniões desta edição do Fórum Econômico Mundial tem uma explicação imediata: muitos dos participantes perdiam bilhões na Bolsa enquanto estavam na reunião na Suíça. As dúvidas em torno da China surgem como primeira explicação, mas não a única. As previsões de crescimento são progressivamente reduzidas, a queda do preço do petróleo ameaça provocar uma onda de quebras no setor, os países emergentes têm que lidar com uma crescente desconfiança dos investidores, e as moedas despontam como próximo ponto de conflito entre as economias.

“Não é 2008… ainda. Mas os Governos precisam agir rápido”, alertou num dos debates em Davos o economista Nouriel Roubini, apelidado de Doutor Catástrofe. Roubini perdeu parte de sua autoridade em razão de seu pessimismo empedernido, mas suas palavras não caem nunca totalmente no vazio. Com uma queda do índice acionário norte-americano S&P 500 de 6,7% neste ano, não é de estranhar que os executivos de Davos passem por episódios de ansiedade. O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou logo antes da reunião na Suíça uma redução das previsões globais de crescimento, para 3,4% neste ano e 3,6% no próximo, 0,2 ponto percentual abaixo do previsto em outubro e o terceiro corte em menos de um ano. “Em 2016 o crescimento será modesto e desigual. Há um otimismo moderado, mas os riscos são significativos”, disse no sábado a diretora gerente do FMI, Christine Lagarde.

Os investidores estão desconfiados, e a prova disso é que pedem juros mais altos para os empréstimos de curto prazo que no horizonte de dez anos, fato que é chamado de curva invertida de taxas de juro e é um dos indicadores que sinalizam uma recessão. Embora nem sempre, segundo o presidente da empresa de investimentos Bridgewater, Ray Dalio, que considera mais provável que a economia continue sofrendo com uma notável fraqueza. “Mas, caso tenhamos uma recessão, ela será mais difícil de reverter. Este é o momento de maior desafio desde a crise financeira”, explica, numa sala com lareira e vista para a montanha que por estes dias é seu escritório temporário.

A bala de prata que se acreditava estar nos bancos centrais e nas novas medidas de estímulo monetário não consegue tirar da letargia a economia global. “Apesar da enorme quantidade de dinheiro posta em circulação ao longo destes anos, as pressões deflacionárias são constantes”, diz Dalio, que põe o dedo na ferida de um dos temores mais profundos dos analistas: a falta de ferramentas para responder a uma nova crise.

Na atual conjuntura, todas as estradas levam à China. A transição para um modelo de maior demanda interna e os passos em direção a maior abertura financeira estão se mostrando uma combinação difícil de manejar para Pequim –e difícil de interpretar, para os investidores. As autoridades chinesas em Davos insistiram que a segunda maior economia do mundo está se adaptando a uma nova normalidade, de crescimento mais baixo, e que se trata de um problema somente na hora de comunicar suas políticas. “O setor financeiro está mais desconectado que nunca da economia real”, afirmou Shi Wenchao, presidente da Unionpay. Mas há uma longa lista de tarefas ainda a resolver. “A China precisa reestruturar suas dívidas e sua economia, que se está debilitando e exige um relaxamento da política monetária, enquanto está sofrendo uma considerável saída de capitais”, rebate Dalio.

A desaceleração provocada por esse caminho para uma nova normalidade chinesa provocou um terremoto nos mercados de matérias-primas, como mostra o colapso do petróleo. “A baixa do preço do petróleo vai forçar muitas empresas a suspender pagamentos, e isso vai trazer muita instabilidade”, disse Larry Fink, presidente da maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock. Após uma quebra de empresas fica uma dívida sem pagar, e os balanços dos bancos não têm condição de suportar maiores exigências de capital.

Fuga de capitais na China

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) revelou que, pela primeira vez na história recente, a China sofreu no ano passado uma saída de capitais, de 676 bilhões de dólares, 90% de todos os fluxos que deixaram os mercados emergentes (735 bilhões de dólares). A entidade prevê outro saldo negativo para este ano, de 448 bilhões de dólares. “As perspectivas para esses países ficam mais sombrias”, afirmou o presidente do IIF, Tim Adams. O futuro escurece, e as moedas se desvalorizam, o que deixa em sérios apuros as economias com elevada dívida em dólares, como Brasil, África do Sul e Turquia.

“A situação na América Latina se parece cada vez mais com a crise da dívida dos anos oitenta, embora ela não deva ser tão danosa”, afirma Dalio. Se houve algum consenso em Davos é que as quatro reduções de taxas de juros esperadas do Federal Reserve (banco central dos EUA) serão diminuídas para no máximo duas. A combinação de dólar forte e pressões deflacionárias pode ser fatal para a recuperação. “O dólar pode aguentar durante um tempo, acho que em torno de um ano, como a moeda forte”, crava o financista.

Fonte: El País

China: Streamlining Electronic Waste

Publicado originalmente em: 20/01/2016

Electronic waste or e-waste is becoming one of the largest rubbish streams in the world. China and the United States together account for one-third of the world’s e-waste. Experts say if e-waste is not recycled properly, humans and the environment will suffer from exposure to carcinogens and toxic fumes emanating from obsolete electronics languishing in garbage dumps around the world.

Fonte: United Nations 

The new geo-politics in Asia…and farewell

Publicado originalmente em 25 de janeiro de 2016.

Author: Peter Drysdale, East Asia Forum

Many are trying to get their minds around what the huge change in the contours of regional power mean for the stability of the political order in Asia today. Are we doomed to inevitable conflict between the established powers, the United States in particular, and the emerging powers, notably China, as they jostle for political space?

On the surface it looks as though a tussle for hegemony over Asia might re-emerge around the flashpoints of territorial and other tensions in the East and South China Seas. To some, China and the United States appear to be muscling up to each other in the Asia Pacific security theatre, playing out traditional great-power politics in an increasingly dangerous game. John Mearsheimer reckons, for example, that rising powers must expand to survive, commonly leading them to seek regional hegemony and provoking conflict. Others suggest that international stability is a function of the number of great powers and the distribution of capabilities among them. A world in which there are more centres of power, in this view, is more prone to instability and conflict than one in which there is only one or two, so maybe China and the United States can do what Hugh White argues they need to — sort out mutually compatible regional roles.

The growth of Asia’s economic power and the potential that brings for the projection of political and military power (though not inevitably as the example of Japan thus far attests) has thrust the region onto centre stage of changing great-power global politics.

But does the economic and political transformation of Asia inevitably portend the rivalrous carve-up of Asia into the big-power fiefdoms that much of what passes for security thinking about the geo-politics of the region these days presumes?

Andrew Sheng says that the past year will be remembered as a year of shambolic shifts towards a more multipolar economic and political order in Asia and the Pacific. ‘The United States alone can no longer shape global destiny but will have to share power with allies and rivals, even as regional powers find themselves threatened by their own challenges’.

Sheng says there are four big interlocking forces that underscore the need for power-sharing, cooperation and adaptation: geopolitics, geo-finance, technology and climate change. At the geo-political level, the US pivot policy to the Asia Pacific in 2011 opened up the South China Sea as a new front of tension, even before the United States had managed to withdraw from the Middle East. Managing competing interests in the South China Sea even as China projects its peripheral power will be tricky into the future. The rise of regional powers, Sheng argues, means geo-political tussles with higher stakes, as in the South China Sea. ‘The potential for regional economic crisis, widespread technological shifts and climate change are three pressing issues that can no longer be solved by a declining hegemonic power alone, but require cooperation between affected states’.

In this week’s lead essay, Amitav Acharya underlines similar contradictions, agreeing with Sheng, in effect, that ‘the economic imperatives for cooperation have become as important as shifting political alliances’. ‘Take the United States and China’, says Acharya. ‘Washington insists that its rebalancing strategy enhances regional stability. Sure enough, it is possible to see the military dimension of rebalancing as crucial to maintaining the military balance of power in the region. But the economic aspect of rebalancing — the Trans-Pacific Partnership (TPP) — excludes China and challenges United States–China economic interdependence. Similarly, China professes a deep interest in enhancing regional economic interdependence. But its own initiatives, the Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB) and One Belt One Road, challenge long-standing modalities of regional economic cooperation’.

Security pluralism, argues Acharya, characterises the new political order in Asia. Security pluralism is not a purely balance of power system; it relies on other mechanisms. Security pluralism drives ‘mutual accommodation among unequal and culturally diverse states that preserves the relative autonomy of each and prevents the hegemony of any or a few … (and) respects political and cultural diversity, but fosters accommodation among the great powers and their restraint towards the weaker actors, such as ASEAN members’.

This is a better description of the Asia we live in today, reckons Acharya, than one that is straitjacketed into the paradigm of great power politics. If it is, one must agree with him that it’s a region ripe for institutional restructuring and innovation.

…and farewell

The month of May this year will mark the eighth anniversary of my posting these pieces on East Asia Forum in the form of EAF’s weekly editorial. The first posts, I’m amazed to be reminded, flowed every day or two for a couple of months after EAF hosted a major international policy forum in Sydney to explore developments in the regional economy and political relations after the global financial crisis. That forum was the genesis for what became an expanded East Asia Summit — including the United States and Russia as well as ASEAN plus six — via the failure of former Australian prime minister Kevin Rudd’s hastily conceived and ill-fated Asia Pacific Community idea.

Eight is a good round number — even a propitious number. This will be the last individually authored editorial I shall publish on EAF. It’s time for succession and to call in the team.

The weekly editorial will continue as a collective effort.

An expanded editors’ group in the Crawford School of Public Policy in the College of Asia and the Pacific at The Australian National University will join Shiro Armstrong and me to continue the work that was begun eight years ago. We hope that you continue to find our Editorial Board’s collective effort valuable and relevant.

EAF has become the world’s leading centre of commentary on Asian affairs, with its twice daily contributions from top analysts and rising stars from around the region. This achievement is importantly a product of the ownership our contributors feel towards the product they produce each and every day of the year — and their partnership with EAF in stringent review and editing of their work. With over 30,000 subscribers of influence and their uptake in quality mainstream media, the EAF weekly editorials and posts will continue to take the responsibility to you, our readers, as seriously as your keen and loyal readership properly demands.

Fonte: East Asia Forum

China’s consumer finance expected to be a market without ceiling

Publicado originalmente em 27/01/2016

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According to Luo, a monthly repayment of 100 yuan is considered affordable now. Although its business might appear risky, qufenqi.com does due diligence of its debtors.

“We screen consumers’ online shopping records to assess their consumption power. We also verify the contact information of their parents. We have 10,000 part-time employees who visit student dormitories at colleges for due diligence,” Luo said.

Like qufenqi.com, China’s Internet giants such as Baidu Inc, Tencent Holdings Ltd and Alibaba Group Holding Ltd, as well as smaller players, have jumped on the online consumer finance bandwagon.

Borrowers love what they offer: convenience, lower rates and ease of obtaining loans.

Online lenders steer clear of lengthy application processing and stiff qualifications for borrowers that typify banks and traditional private lenders.

For instance, qufenqi.com waives interest in the first month. So, borrowers repaying within a month can avail interest-free loans. A 1,000-yuan loan for three months entails monthly payments of 347.88 yuan each. That is, repayments total 1,043.64 yuan, suggesting an interest amount of 43.64 yuan per quarter, marginally lower than the 50 yuan that credit card firms charge on comparable loans.

For its part, JD.com’s consumer finance division started Baitiao in 2014, a virtual credit card service that allows some of its online shoppers to buy products first and repay in installments.

The rise of online firms suggests the consumer finance market in China is too big for credit card issuers alone to serve.

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Some 800 million Chinese constitute the potential consumer finance market. Of them, about 500 million do not have any credit information in traditional banking organizations, said analysts.

“This means, it is difficult for them to apply for credit cards or borrow money from traditional banks,” said Liu Yannan, chief executive officer of Beijing Tiandao Jiran Technology Co Ltd, which, in 2015, launched an app offering loans to buyers of used cars and consumer electronics.

“It is very difficult for traditional banks to offer small loans to consumers without any credit record. The cost and risk would be very high compared with offering loans to big-name enterprises.

“But through big data technology, it is easy for Internet firms to find out who can be good debtors, by analyzing their online footprints, such as their shopping records, occupation and educational backgroud of their friends on social networking apps,” said Liu.

Xu of JD Finance agreed. The cost of finding a qualified borrower is next to zero for JD Finance thanks to parent JD.com’s vast data on its online shoppers, he said. JD Finance, he said, has “profiled”, or verified the creditworthiness of, 100 million shoppers on JD.com.

Even consumers who have credit cards appear to prefer online consumer finance due to its convenience and efficiency, said Min Jie, 30, who recently bought a new flat. He spent tens of thousands of yuan online in 2015, decorating it. After maxing out his credit card, he turned to Internet finance companies.

“Asking banks to raise my credit limit was proving to be time-consuming. You need to make phone calls first, then demonstrate your financial situation and wait for their approval. So I used JD’s Baitiao service as an alternative. Based on my previous shopping record, they immediately granted me 10,000 yuan in credit,” Min said.

Xiong Yuan, 27, a female white-collar worker in Beijing, took another route to easy finance. She did not really need the money but wanted to boost her online credit score. So, she logged into Ant Check Later, an Internet consumer finance product of Ant Financial Service Group, which is backed by Alibaba Group Holding Ltd.

Ant Financial’s credit scores, ranging from 350 to 950, are based on analysis of consumers’ online behavior. A score higher than 750 attracts VIP perks like travel to Singapore without visa application or priority check-in at some airports in China.

“By borrowing about 1,000 yuan every month via Ant Check Later, I made online purchases, but repaid the money in time over the last six months. So, my credit score has increased from 670 to 709 and nearing my goal of exceeding 750,” Xiong said.

According to Ant Financial, its consumer finance service has significantly boosted the consumption of online shoppers. “Those who used to spend less than 1,000 yuan a month have increased their spending by 50 percent after using the service,” the company said in an email to China Daily.

Consumer finance is clearly a priority for the government as well, given the thrust on economic growth through domestic consumption rather than exports.

In June 2015, the government expanded its pilot zone of consumer finance from 16 cities to the entire nation. Private companies, domestic and overseas banks, and Internet firms are all encouraged to set up consumer finance business.

Analysts said it is unlikely that regulators will restrict the development of the sector. Li Chao, an analyst with iResearch, said for the consumer finance market to blossom fully, service providers need to improve their risk management and create more “offline scenarios”.

“There is still room for improvement in the accuracy and cost of risk control, given the market is still in its early stage. Consumer finance companies need to come up with more ideas to encourage people to use their services.

“Most of the small loans are made to online shoppers, those who are about to travel or buy cars. They need to think more creatively to create more opportunities for consumers to use the service,” Li said.

Like in any lending business, bad debts are but natural. But, Internet finance firms, being mostly privately held startups, are not obliged to disclose the rate of bad debts. Industry insiders, however, estimated defaults could be around 1 percent of total loans.

Fonte: China Daily