Cultivo de arroz em águas salgadas pode alimentar 200 milhões de pessoas na China

Publicado originalmente em 05/12/17

Pesquisadores na China desenvolveram uma variedade de arroz que pode ser cultivado em água salgada. A inovação ocorreu na província de Shandong, sendo que a produtividade desta modalidade excedeu as expectativas dos cientistas, tendo sido obtidas 9,3 toneladas por hectare.

Esta é uma importante notícia, pensando na segurança alimentar de um país que possui quase 1,4 bilhão de habitantes. Existe uma área equivalente a um milhão de quilômetros quadrados onde não se podia cultivar arroz devido à alta salinidade. Estimativas apontam que o cultivo desta variedade possa vir a alimentar 200 milhões de pessoas apenas na China. Isto equivale a um aumento de 20% na produtividade do país no cultivo da commodity.

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O Vale do Silício da China e a regulação do ciberespaço

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Publicado originalmente em 18/10/17

hub tecnológico de Zhongguancun, que fica localizado na parte noroeste de Pequim, é conhecido como o “Vale do Silício” da China, fazendo alusão ao polo de produção tecnológica localizado em San Francisco, nos Estados Unidos (EUA). Os chineses estão procurando atrair capital humano qualificado para o seu país. Neste sentido, foi instituído um setor administrativo para atender às demandas de estrangeiros que queiram residir de forma permanente, trabalhando nos distritos industriais de Pequim.

Nos últimos anos, a China vem progressivamente reduzindo barreiras e facilitando os pedidos de residência para estrangeiros que tenham uma formação qualificada. As maiores empresas atuando no Vale do Silício chinês atualmente são Tencent, Huawei, Baidu, Alibaba e Didi Chuxing.

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China conclui um Acordo de Livre Comércio com a União Econômica Eurasiática

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Mapa demonstrando as Novas Rotas da Seda (Belt and Road Initiative)

Publicado originalmente em 24/10/17

A China concluiu agora em outubro (2017) um Acordo de Livre Comércio com a União Econômica Eurasiática (UEE), após mais de um ano de negociações distribuídas em cinco rodadas, três reuniões de trabalho e dois encontros ministeriais. Os temas acordados incluem harmonização de procedimentos aduaneiros; redução de barreiras não tarifárias e facilitação do comércio; cooperação entre órgãos governamentais; e tópicos como comércio digital e de bens eletrônicos.

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Le lancement du «petro-yuan» dans deux mois par la Chine sonne le glas de la domination du dollar

L’un des plus grands importateurs d’énergie au monde, la Chine, est sur le point de lancer un contrat pétrolier libellé en yuan dès cette année. Les analystes qualifient ce plan, annoncé par Pékin en septembre, d’énorme coup porté contre la domination mondiale du dollar.

Le lancement du «petro-yuan» dans deux mois par la Chine sonne le glas de la domination du dollar

Le petro-yuan, comme on l’appelle, est un « coup de semonce » pour les investisseurs qui n’ont pas prêté attention aux plans chinois, selon Adam Levinson, directeur de Graticule Asset Management Asia, cité par Bloomberg.

Plus tôt cette année, le gouvernement chinois avait annoncé son intention de lancer un contrat à terme sur le pétrole brut, évalué en yuan et convertible en or. Le contrat permettra aux partenaires commerciaux du pays de payer avec de l’or ou de convertir le yuan en or sans avoir besoin de garder de l’argent en actifs chinois ou de le convertir en dollars américains.

Le nouvel indice devrait permettre aux exportateurs, tels que la Russie, l’Iran ou le Venezuela, d’éviter les sanctions américaines en vendant du pétrole en yuan.

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A resposta sino-russa à crise da Coreia do Norte

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Publicado originalmente em 03/10/17

China e Rússia vêm empreendendo ações para lidar com a crise de segurança na península coreana. Os dois Estados realizaram no mês de setembro (2017) exercícios militares conjuntos envolvendo submarinos a 100 milhas da costa norte-coreana. Os corpos diplomáticos destes países percebem, no entanto, que a intimidação e balanceamento apenas aumentam as tensões. Adicionalmente, estes países fazem fronteira com a Coreia do Norte, o que naturalmente torna mais cautelosa a sua postura e menor a sua margem de ação.

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China’s Geography Problem

Nove países com poder nuclear têm um arsenal de 14.934 armas

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Países que possuem armas reduziram reservas nucleares nos últimos anos, mas multiplicaram investimento

Publicado originalmente em 06/10/17

As armas nucleares estão em poder de nove países. Estados UnidosRússiaFrançaReino UnidoÍndiaPaquistãoChinaIsrael e Coreia do Norte armazenavam no começo de 2017 quase 15.000 dispositivos desse tipo, de acordo com dados do Instituto de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (SIPRI).

Esses Estados reduziram suas reservas atômicas nos últimos anos, mas multiplicaram o orçamento e estão em um ambicioso processo de renovação. O Escritório de Orçamentos do Congresso norte-americano anunciou um investimento de 400 bilhões de dólares (1,26 trilhão de reais) durante o próximo decênio e o Parlamento britânico aprovou há um ano, com respaldo de 80% dos deputados, a renovação de seu envelhecido arsenal com um custo inicial de 40 bilhões de libras (165 bilhões de reais).

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