A Cooperação Marítima Sino-Russa de 2017

04/08/17

No fim do último mês (Julho), teve início a cooperação marítima de 2017 entre a Rússia e a China. A primeira fase do exercício ocorreu entre os dias 21 a 28 de julho, no Mar Báltico, a qual contou com a participação inédita de navios chineses na Europa e teve a colaboração de navios, aviões e helicópteros de ambos os atores. A segunda fase está marcada para ser feita em setembro deste ano (2017) no Mar de Okhotsk e no Mar do Japão.

treinamento conjunto já foi feito em diversas localidades da Ásia, tais como no Mar Amarelo (2012), no Mar do Japão (2013) e no Mar do Sul da China (2016), e tem por objetivo: aumentar a eficiência das frotas no âmbito do combate marítimo; auferir maior coerência entre as tripulações; e reforçar a lógica da cooperação entre os marinheiros.

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Pékin doit répliquer si Washington frappe Pyongyang d’abord, selon la presse chinoise

Au moins, le message est clair. Selon le très officiel « Global Times », la Chine défendrait le régime de Kim Jong-un si Washington venait à déclencher une guerre. Elle resterait neutre si c’est Pyongyang qui attaque en premier. Pendant ce temps, la « guerre des mots » continue.

Pékin doit répliquer si Washington frappe Pyongyang d’abord, selon la presse chinoise

Enfin, serait-on tenté dire. Depuis une semaine, Trump s’égosille pour que la Chine s’interpose dans la guerre psychologique avec la Corée du Nord. C’est chose faite, mais pas dans le sens rêvé par le président américain. « Si la Corée du Nord lance des missiles qui menacent le sol américain et que les États-Unis ripostent, la Chine restera neutre », a lancé le Global Times dans un éditorial. Mais, ajoute le journal officiel du Parti, « si les États-Unis et la Corée du Sud effectuent des frappes et essayent de renverser le régime nord-coréen, la Chine les empêchera de le faire ». Bien sûr, la Chine a voté pour les sanctions onusiennes contre la Corée du Nord le samedi 5 août. Le Global Times réaffirme également son opposition à « la prolifération nucléaire et à la guerre dans la péninsule coréenne ». Mais attention, pas touche aux intérêts vitaux des Chinois. Aux yeux de Pékin, tout vaut mieux qu’un effondrement du régime de Kim Jong-un, qui provoquerait d’abord une arrivée massive de réfugiés dans le Nord-Est chinois, et serait suivie d’une réunification de la péninsule sous la houlette du Sud, soutenue militairement par les Américains. Ce serait laisser Washington étendre son influence jusqu’à la frontière chinoise. Inacceptable. En définitive, la Corée du Nord, État tampon indispensable, sert les intérêts stratégiques de Pékin, souligne le South China Morning Post. C’est pourquoi la Chine milite pour le maintien du statu quo dans la péninsule coréenne.

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A formação do complexo industrial militar da China

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04/07/17

A China vem fazendo esforços para desenvolver o seu complexo industrial militar*, com o setor privado despontando neste processo. A cooperação com a Rússia, que despontou nos anos 1990, foi o impulso necessário para que os chineses pudessem desenvolver maior autonomia na área da indústria de defesa. Atualmente, o tecido industrial do país se tornou mais complexo, incluindo o surgimento de empresas privadas que reduziram a dependência da China em relação aos russos, no que tange à tecnologia militar.

Neste ano (2017) foi criada uma Comissão no nível de Estado para integração entre o setor civil e o setor militar. Presidida pelo mandatário Xi Jinping, tal Comissão visa estimular o investimento em tecnologia e inovação. A integração entre civis e militares é um dos objetivos do 13º Plano Econômico Quinquenal, vigente para o período de 2016-2020, o qual enfatiza a importância da indústria de Defesa para a manutenção do crescimento da economia do país. A China está progressivamente inovando e internalizando elos das cadeias produtivas do setor bélico, no sentido de reduzir a dependência do país em relação a componentes advindos do exterior.

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Les pays BRICS portent un coup fatal à la suprématie du dollar américain

Les États-Unis ont déclaré une guerre de sanctions contre la Russie et continuent d’exercer une pression commerciale sur la Chine. Il n’est pas exclu que les États-Unis limitent les approvisionnements de produits en acier en provenance de la Chine. A leur tour, Moscou et Pékin ont l’intention de bannir le dollar américain dans les règlements au sein de l’organisation BRICS. Le mouvement marquera la fin de l’ère de la domination financière absolue des États-Unis d’Amérique dans le monde.

Aussitôt après l’adoption par le Congrès des États-Unis d’un paquet de nouvelles sanctions contre la Russie, le vice-ministre des Affaires étrangères de la Fédération de Russie Sergei Ryabkov a envoyé à Washington un redoutable avertissement. « Les sanctions américaines contre la Russie ne pourront qu’inciter la Russie à créer un système économique alternatif, dans lequel les dollars ne seront pas nécessaires », a déclaré le diplomate russe.

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Cresce a contribuição da China para as Missões de Paz da ONU

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19/07/17

A participação da China na Organização das Nações Unidas (ONU) vem crescendo substancialmente nas últimas duas décadas. O país é o segundo maior doador de fundos para missões de paz e o terceiro maior doador para o orçamento geral da organização. Os chineses possuem atualmente 2.833 militares alocados nas diversas missões estabelecidas pela ONU, sendo cedidos ainda cerca de 8.000 militares para o contingente de reserva.

A República Popular da China é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU* desde o ano de 1971, o que lhe confere certo poder decisório e mesmo a possibilidade de Veto sobre decisões importantes acerca da estabilidade da ordem internacional. Não obstante, o país utilizou o recurso do Veto apenas 12 vezes (menos do que qualquer outro dos membros permanentes) e os últimos seis empregados dizem respeito à situação da Guerra na Síria, tendo sido alinhados à posição da Rússia.

A atuação e o apoio a organismos internacionais são importantes instrumentos para projeção de influência e poder brando, sobretudo para potências emergentes. No caso da China, o apoio à ONU e às missões de paz pode servir para projetar uma imagem de liderança e benevolência para os demais integrantes do sistema internacional. No sentido contrário, um dos questionamentos à posição chinesa reside no respeito aos direitos humanos, um tema de grande importância no arcabouço da Organização, sendo uma área na qual o país sofre críticas.

Por fim, a China reconhece que o apoio à cooperação internacional é um importante fator estratégico para sua política externa, visto que pode fortalecer o peso dos seus posicionamentos no Conselho de Segurança da ONU. Deve-se ressaltar que o Estado chinês enviou tropas para as missões de paz da Organização pela primeira vez no ano de 2013, representando o rápido crescimento do seu engajamento em tão pouco tempo.

Fonte: CEIRI Newspaper

Especialista explica como banco do BRICS incentivará inovações em países da Ásia-Pacífico

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03/07/17

Países de diferentes tamanhos e níveis de desenvolvimento vão aderir ao Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS até o ano de 2021, ampliando a geografia da entidade financeira até todas as regiões do mundo, porém, o processo se efetuará em várias etapas, frisa o documento estratégico para os próximos 5 anos aprovado em 30 de junho.

A respectiva estratégia foi adotada em 30 de junho, traçando as perspectivas de desenvolvimento para o período entre 2017 e 2021.

 

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China causes outrage by banning online content of ‘abnormal’ homosexual relationships

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The three characters mean “homosexual” in Chinese.
Image Credit: Flickr/Jonathan

 

01/07/17

Human rights group condemns China as the ‘worst abuser of internet freedom’ in the world

New regulations issued by Bejing will prohibit portrayals of homosexuality, prostitution and drug addiction. The China Netcasting Services Association (CNSA) is targeting what they consider “abnormal” sexual activity.

The rules which were issued on Friday demand that online video platforms hire at least three “professional censors”. They were ordered to view entire programmes and take down any considered not sticking to the “correct political and aesthetic standards,” according to the latest regulations.

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