WannaCry: China descobre nova mutação do vírus responsável por ciberataque mundial

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Tela da Agência de Segurança e Internet da Coreia mostra expansão do vírus. YONHAP (EFE)

15/05/2017

As autoridades chinesas anunciaram a descoberta de uma nova mutação do vírus WannaCry, responsável pelo ciberataque mundial que afetou mais de 150 países e 200.000 computadores desde sexta-feira, informa o jornal oficial Global Times.

Em nota emitida no domingo, a Agência do Ciberespaço, o Departamento de Segurança Pública e a Comissão Municipal de Economia e Tecnologia da Informação de Pequim afirmam que a nova versão do vírus, o WannaCry 2.0, driblou as medidas de segurança implantadas após o primeiro ataque.

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Coreia do Sul: novo presidente inicia diálogo com China e Japão sobre Coreia do Norte

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11/05/2017

O novo presidente sul-coreano já começou a dialogar com os vizinhos sobre a situação da Coreia do Norte. Com uma postura mais flexível que os governos anteriores, Moon Jae-in afirmou que diálogo e sanções são a saída para a crise.

Antigo advogado de direitos humanos, Moon tomou posse nesta quarta-feira (11) e afirmou em seu primeiro discurso como mandatário que irá tratar da tensão na península coreana imediatamente.

A primeira conversa de Moon foi com presidente chinês Xi Jinping. O diálogo foi sobre como lidar com o desenvolvimento do programa nuclear da Coreia do Norte.

“A resolução da questão nuclear da Coreia do Norte precisa de uma resposta compreensiva e sequencial, com pressão e sanções em paralelo às negociações”, disse Moon a Xi Kinping, segundo o porta-voz Yoon Young-chan. Moon afirmou que estaria disposto a visitar Pyongyang “sob as condições certas”.

A posição do novo presidente contrasta com a política de Trump, que afirma que a Coreia do Norte deve abandonar seu programa nuclear antes de voltar a negociar.
Ainda assim, Trump, que conversou com Moon no dia de sua posse, também já disse que poderia visitar Kim Jong-un.

“As ameaças do programa de mísseis e do programa nuclear da Coreia do Norte entraram em um novo estágio”, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe, de acordo com seu chefe de gabinete.

Abe ainda afirmou que o “diálogo pelo diálogo” seria infrutífero e pediu uma demonstração “concreta e sincera” das intenções de Pyongyang.

Fonte: Sputnik

Problemas e futuro da cooperação inter-regional China-Rússia

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25/04/2017, Wan Qingsong

Entreouvido na Vila Vudu:

A quem diga que ‘isso aí não me interessa’, responda:
“Interessa, sim senhor, e muito! Porque: (a) São notícias do mundo multipolar. E se é mundo multipolar interessa muito mais, em todos os casos, que os problemas do mundo unipolar dependente do dólar e de Wall Street. Porque: (b) Aí se trata de construir integração entre “regiões não adjacentes”, quer dizer, construir integração necessária para finalidades POLÍTICO-ESTRATÉGICAS, não integração determinada por destino geográfico. E porque: (c) Em todos os casos, essa discussão sempre interessará muito mais que o opininionismo tosco e tendencioso do ‘jornalismo’ Br-17, q só repete baboseiras das redes norte-americanas sobre eleições na França, ou ‘noticiário’ suposto ‘local’ e elucubrações sobre o que algum golpista diz-que pensa sobre Constituição e Lei.”

Componente crucial da parceria estratégica abrangente russo-chinesa, a cooperação regional é ponto focal para os dois países e recebe o indispensável apoio das autoridades locais e da alta cúpula do governo dos dois países. Assim, a cooperação regional tem enorme potencial em termos do desenvolvimento de relações bilaterais.

A cooperação entre regiões não adjacentes nos dois países está gradualmente ganhando energia. Trata-se basicamente da interação entre a Região do Alto e Médio [rio] Yangtze da China e o Distrito Federal do [rio] Volga da Rússia. A cooperação no formato Volga-Yangtze começou a ser construída em maio de 2013. Em julho de 2016, aconteceu em Ulyanovsk a primeira reunião do Conselho para Cooperação Inter-Regional que pôs os processos de cooperação e desenvolvimento em novo nível. O Conselho terá sua segunda reunião em junho de 2017, na Província Anhui, China.

A cooperação entre essas duas regiões tem enorme potencial. Destaco aqui oito dos problemas que vários tipos de negócios chineses enfrentam para tornar efetiva a cooperação com negócios russos, nas respectivas áreas.

Principais problemas dos negócios da região do Alto Yangtze:

1. A cooperação comercial e econômica com a Rússia não apresenta vantagens estratégicas óbvias e está em posição inferior. Nem China, nem Rússia tomaram qualquer providência para criar condições favoráveis para o comércio regional e a cooperação econômica.

2. As leis e regulações russas mudam frequentemente, forçando as empresas e comerciantes a desperdiçar enormes recursos para adaptar-se à situação.

3. O procedimento administrativo russo não é eficiente, e o processo até produzirem-se indispensáveis autorizações administrativas é excessivamente lento.

4. A Rússia não dá sinais de ter interesse em oferecer garantias de estado a caros projetos de longo prazo, de infraestrutura.

5. O atual regime de vistos é extremamente restritivo, na Rússia e na China.

6. O potencial dos negócios chineses na Rússia continua disperso; não há entidades comerciais oficiais especializadas em proteger interesses empresariais.

7. Os riscos financeiros são comparativamente altos no mercado russo.

8. Os canais de troca de informações Rússia-China são insuficientemente desenvolvidos.

Falando em termos gerais, os problemas mais óbvios no contexto da cooperação inter-regional são a falta de entendimento e a inadequação dos canais de informação. O Centro para Estudos Russos da Universidade Pedagógica do Leste da China propôs que se estabelecesse em Xangai o Centro de Análise Conjunta Volga-Yangtze.

A iniciativa foi implementada com suporte e participação ativa do Ministério de Relações Exteriores da China e outras agências governamentais. 50 especialistas chineses participaram do primeiro fórum do novo Centro de Análise Conjunta. Os quatro principais objetivos do Centro são:

1) Submeter análises das questões da cooperação Volga-Yangtze aos escalões superiores e agências governamentais e diretamente a empresários e comerciantes das seis províncias .

2) Alcançar o desenvolvimento conjunto de orientações para investimento dirigidas aos empresários e comerciantes envolvidos nos programas; essas orientações devem incluir estudo das perspectivas futuras da cooperação e estimativas dos riscos dos investimentos.

3) A normalização do diálogo entre empresários que participam dos programas Volga-Yangtze mediante melhor troca de informações, pela criação de uma plataforma online e organização de fóruns comerciais.

4) Treinamento conjunto de especialistas cooperação inter-regional e provisão de mecanismos operacionais de troca.

A China está preparada para focar as seguintes três principais áreas ao longo dos próximos dois anos:

1) Generalizar a experiência de desenvolvimento das duas regiões e procurar oportunidades para estabelecer mecanismos de troca.

2) Conhecer mais profundamente os mercados de 14 entidades federadas russas, incluindo aspectos da legislação e gestão econômicas locais.

3) Estudar seis províncias da China e 14 entidades constituintes da Federação Russa, do ângulo de complementariedade mútua, na produção de padrões e capacidades industriais.

Esse é apenas o primeiro passo para resolver problemas da cooperação inter-regional China-Rússia, alguns dos quais são questões resistentes e de longo prazo, que não podem ser resolvidos da noite para o dia. Teremos de explicar as causas desses problemas e mapeá-los, para que possamos enfrentá-los. É bem claro que nada disso pode ser feito só pela China, e que é indispensável o ativo envolvimento da Rússia.*****

* WAN Qingsong é pesquisador associado no Centro para Estudos Russos, Universidade Pedagógica do Leste da China (Xanghai, China).

Fonte: Valdai Discussion Club

Reuters: Japan, China to boost financial ties amid protectionist, North Korean tensions

 

Chinese Finance Minister Xiao Jie (R) and Japanese Finance Minister Taro Aso shake hands in Yokohama

Chinese Finance Minister Xiao Jie (R) and Japanese Finance Minister Taro Aso shake hands during their bilateral meeting, on the sidelines of Asian Development Bank (ADB) annual meeting, in Yokohama, Japan, Saturday, May 6, 2017. REUTERS/Koji Sasahara/Pool

By Tetsushi Kajimoto | YOKOHAMA, JAPAN

06/05/2017

Japan and China agreed to bolster economic and financial cooperation, Japanese Finance Minister Taro Aso said on Saturday, as U.S. President Donald Trump’s protectionist stance and tension over North Korea weigh on Asia’s growth outlook.

Chinese Finance Minister Xiao Jie, who missed a trilateral meeting with his Japanese and South Korean counterparts on Friday for an emergency domestic meeting, had flown in for the talks with Aso, seeking to dispel speculation his absence had any diplomatic implications.

“We actively exchanged views on economic and financial situations in Japan and China and our cooperation in the financial field,” Aso told reporters after the meeting, which included senior finance ministry and central bank officials.

“It was significant that we reconfirmed the need of financial cooperation between the two countries while sharing our experiences in dealing with economic policies and structural issues,” he added.

The two countries agreed to launch joint research on issues of mutual interest – without elaborating – and to report the outcomes at the next talks, which will be held in 2018 in China.

They did not discuss issues such as currencies and geopolitical risks from North Korea’s nuclear and missile program during the dialogue, held on the sidelines of the Asian Development Bank’s (ADB) annual meeting in Yokohama, eastern Japan, Aso said.

Relations between Japan and China have been strained over territorial rows and Japan’s occupation of parts of China in World War Two, though leaders have recently sought to mend ties through dialogue.

Still, China’s increasing presence in infrastructure finance has alarmed some Japanese policymakers, who worry that Beijing’s new development bank, the Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), may overshadow the Japan-backed ADB.

Shortly before the bilateral talks on Saturday, Xiao voiced hope that the ADB will boost ties with China’s high profile “One Belt One Road” infrastructure development initiatives.

“China hopes the ADB … strengthens the strategic ties between its programs and the One Belt One Road initiative to maximize synergy effects and promote Asia’s further development,” Xiao told the ADB’s annual gathering.

Japan and China do agree on the need to respect free trade, which they see as crucial to Asia’s trade-dependent economies.

Finance officials from Japan, China and South Korea agreed to resist all forms of protectionism in Friday’s trilateral meeting, taking a stronger stand than G20 major economies against the protectionist policies advocated by Trump.

China has positioned itself as a supporter of free trade in the wake of Trump’s calls to put America’s interests first and pull out of multilateral trade agreements.

Japan has taken a more accommodative stance toward Washington’s argument that trade must not just be free but fair.

(Reporting by Tetsushi Kajimoto; Editing by Nick Macfie and Alexander Smith)

Fonte: Reuters

2017 Annual Forecast Preview

Published on Dec 23, 2016

Stratfor Vice President of Global Analysis Reva Goujon highlights the key geopolitical trends for the coming year.

STRATFOR

USA vs China Which economy is more competitive?

Published on Oct 11, 2016

World Economic Forum

China may not be as strong as you think

Published on Sept 16, 2016

George Friedman, the founder of Geopolitical Futures, explains where China’s real wealth resides, how its natural military buffer helps and hinders it, and why the country should not be concerned with islands in the South China Sea.

Business Insider