México e Brasil intensificam relação bilateral

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Publicado originalmente em 30/11/17

De acordo com a Secretaria de Relações Exteriores (SER) mexicana, no dia 24 de novembro, o chanceler Luis Videgaray Caso visitou a República Federativa do Brasil, onde se encontrou com o presidente Michel Temer e com o chanceler Aloysio Nunes, além de representantes de empresas mexicanas que possuem investimentos no Brasil.

Durante seu encontro com o mandatário brasileiro, Videgaray expressou o profundo apreço que o México tem pelo Brasil e gratidão pela ajuda humanitária enviada, após os terremotos ocorridos em setembro (2017).

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How Gaza was made into an unlivable place

Texto 50

24/07/2017, by Michael Lynk

Gaza and Tel Aviv lie only 75 kilometres apart from each other. They share the same sandy topography and the same intensely hot Levantine summers. But the similarities largely end there. Any recent satellite image taken at night over the eastern Mediterranean would show an incandescent blaze for Tel Aviv, and only wan pinpricks of light further down the shore in Gaza.

Gaza is in the third month of an externally enforced reduction of its already meagre electrical power supply. The enclave of two million people would ordinarily require about 450 megawatts (MW) of electricity daily for around-the-clock power. However, over much of the past decade, as part of the tight Israeli blockade of Gaza, its power supplies have fluctuated around 200MW, resulting in persistent blackouts. But over the past several months, according to the Israeli human rights organisation Gisha, Gaza’s supply each day has varied from 140MW to an all-time low of 70MW, lengthening the blackouts and the human suffering.

The immediate cause of the power crisis lies with the dispute between the Palestinian Authority (PA) and Hamas over fuel taxation. This prompted the PA to request the Israel reduce the 120MW it sold daily down to around 70MW, and Israel has complied.

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More inclusive global value chains can advance productivity and growth in developing countries

Peace - Burial at Sea exhibited 1842 by Joseph Mallord William Turner 1775-1851

10/07/2017

Global value chains (GVCs) are transforming world trade, but must be more inclusive if they are to deliver greater benefits to developing countries and smaller companies, according to a new report from the World Bank Group, WTO, OECD, Institute of Developing Economies (IDE-JETRO) and the Research Center of Global Value Chains of the University of International Business and Economics (UIBE). GVCs create new opportunities for developing countries, increase their participation in global markets and enable them to diversify exports. But while global value chains have helped many developing countries to advance, some countries have benefitted more than others, with some countries, small- and medium-sized firms, and workers in developed and developing economies still being left out. The Global Value Chain Development Report 2017 analyzes new data to help policy makers and others understand global trade’s increasing complexity and consider policies that can make GVCs more inclusive.

“Global value chains are helping to advance the development process in many countries, including developing countries where they contribute to increased productivity, more international trade and faster growth, all of which benefit entire populations. Our report shows how countries can maximize the benefits of GVCs by moving to higher-value added activities, lowering trade costs and making GVCs more inclusive,” said Anabel Gonzalez, Senior Director for the World Bank Group’s Trade & Competitiveness Global Practice.

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Anarquia é o que os Estados fazem dela

 

O Grupo de Estudos de Teoria Contemporânea de Relações Internacionais da Universidade do Vale do Itajaí, aborda obras acadêmicas influentes e autores que contribuem bibliograficamente com as pesquisas na área. Na sétima reunião do Grupo, Guilherme Natan Fasolin e José Antonio Fogolari apresentam a análise do artigo de Alexander Wendt, “A Anarquia é o que os Estados fazem dela: a construção social da política de poder”.

Fonte: Estudos das Relações Internacionais – Univali

Eurogroup approves $9.5bn bailout for Greece

Texto 26

16/06/2017, by John Psaropoulos

Correction/June 16, 2017: A previous version of this story stated that Greece had been granted long-term debt relief. That was incorrect. Eurozone ministers only agreed to a bailout deal and warned that Greece would have to wait for debt relief.

Greece came away from Thursday’s Eurogroup meeting with a $9.5bn (€8.5bn) loan installment and the beginnings of a commitment to longer-term debt relief – the Syriza government’s key demand since it came to power in 2015.

The six hour-long meeting of Eurozone finance ministers effectively brought the International Monetary Fund on board with Greece’s third bailout loan, currently held only by European institutions, because the IMF insisted on debt relief as a precondition.

“Nobody claims that this is the best solution,” said IMF chief Christine Lagarde, who attended the Eurogroup session. “That would have been a final approval on debt relief so that there would be clarity. This is second best.”

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Artigo: Países da União Africana denunciam o Tribunal Penal Internacional

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13/06/17

Por Julienny Corrêa – Acadêmica do 5° semestre de Relações Internacionais da UNAMA

  A União Africana (UA) é uma organização criada em 2002 que atua na promoção do desenvolvimento e integração das nações africanas, que estabeleceu o Conselho de Paz e Segurança da União Africana para tratar de conflitos internos.

O Tribunal Penal Internacional (TPI) é uma Corte internacional permanente composta por nações que ratificaram o Estatuto de Roma, que é responsável por investigar e julgar indivíduos – e não nações como a Corte Internacional de Justiça – por crimes de grave violação dos Direitos Humanos.

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Presidente Bachar Al-Assad, mensagem à América Latina: “Não acreditem no Ocidente”

Damasco, 28/05/2017, entrevista, vídeo (23”), à rede Telesur, Venezuela

TeleSur: Obrigado por nos receber, Sr. Presidente.

Presidente Bachar al-Assad: Sejam bem-vindos à Síria, o senhor e o canal TeleSur.

TeleSur: Comecemos pelo mais recente. Rússia tem advertido que é possível que novos ataques químicos forjados estejam sendo preparados. Como a Síria preparou-se contra isso?

Presidente Bachar al-Assad: Para começar, os terroristas, durante anos e em mais de uma ocasião e em mais de uma região em absolutamente toda a Síria usaram substâncias químicas. Por isso mesmo, pedimos à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) que enviasse especialistas habilitados para investigar o que acontecia, mas cada vez que pedíamos os EUA impediam as investigações ou impediam que viessem as comissões de investigação. Semana passada, aconteceu novamente: quando exigimos que se fizessem investigações sobre o suposto uso de armas químicas em Jan Sheijun, EUA e aliados impediram que a resolução fosse aprovada na OPAQ.

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