Independência da Catalunha será imediata se não houver referendo

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22/05/2017

Governo regional manteve em segredo uma lei com a qual pretende romper com a Espanha

Será com ou sem referendo. A Generalitat (governo regional autônomo) já tem definido o mecanismo para colocar em prática uma separação imediata da Catalunha em relação ao restante da Espanha caso o Governo central impeça a realização de uma consulta popular sobre a independência prevista para o final de setembro ou começo de outubro deste ano. O EL PAÍS teve acesso ao esboço secreto da Lei de Transição Jurídica, conhecida como lei da ruptura. Trata-se de um documento que pretende funcionar como uma constituição provisória catalã pelo prazo de dois meses que, de acordo com o próprio texto, o parlamento regional teria para promover um processo constitucional que desembocaria na “república parlamentar” da Catalunha. “Se o Estado espanhol impedir a realização do referendo, esta lei entrará em vigor de forma integral e imediata assim que o Parlamento constatar esse impedimento”, afirma a última cláusula do texto.

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The cause of the tension on the Korean Peninsula: a North Korean perspective

N. Korean researcher argues that the DPRK was forced to pursue a nuclear program by U.S. hostility

Kim Kwang Hak
April 7th, 2017

This article was contributed to NK News by the DPRK’s Institute of American Studies under the country’s Ministry of Foreign Affairs. While it has been edited for content and to conform with most aspects of NK News style, the North Korean state media custom of lower-casing the first letters in “north” and “south” Korea – reflecting the view that they are legitimately one nation – has been maintained. 

Throughout the centuries the Korean Peninsula has been drawn to a vortex of the vicious cycle of the escalation of the tension year after year.

There surely exists a problem on the Korean Peninsula, which has drawn the attentions and interests of the world and also made a number of politicians, policymakers and experts argue over the “solutions” for some decades.

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WannaCry: China descobre nova mutação do vírus responsável por ciberataque mundial

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Tela da Agência de Segurança e Internet da Coreia mostra expansão do vírus. YONHAP (EFE)

15/05/2017

As autoridades chinesas anunciaram a descoberta de uma nova mutação do vírus WannaCry, responsável pelo ciberataque mundial que afetou mais de 150 países e 200.000 computadores desde sexta-feira, informa o jornal oficial Global Times.

Em nota emitida no domingo, a Agência do Ciberespaço, o Departamento de Segurança Pública e a Comissão Municipal de Economia e Tecnologia da Informação de Pequim afirmam que a nova versão do vírus, o WannaCry 2.0, driblou as medidas de segurança implantadas após o primeiro ataque.

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Coreia do Sul: novo presidente inicia diálogo com China e Japão sobre Coreia do Norte

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11/05/2017

O novo presidente sul-coreano já começou a dialogar com os vizinhos sobre a situação da Coreia do Norte. Com uma postura mais flexível que os governos anteriores, Moon Jae-in afirmou que diálogo e sanções são a saída para a crise.

Antigo advogado de direitos humanos, Moon tomou posse nesta quarta-feira (11) e afirmou em seu primeiro discurso como mandatário que irá tratar da tensão na península coreana imediatamente.

A primeira conversa de Moon foi com presidente chinês Xi Jinping. O diálogo foi sobre como lidar com o desenvolvimento do programa nuclear da Coreia do Norte.

“A resolução da questão nuclear da Coreia do Norte precisa de uma resposta compreensiva e sequencial, com pressão e sanções em paralelo às negociações”, disse Moon a Xi Kinping, segundo o porta-voz Yoon Young-chan. Moon afirmou que estaria disposto a visitar Pyongyang “sob as condições certas”.

A posição do novo presidente contrasta com a política de Trump, que afirma que a Coreia do Norte deve abandonar seu programa nuclear antes de voltar a negociar.
Ainda assim, Trump, que conversou com Moon no dia de sua posse, também já disse que poderia visitar Kim Jong-un.

“As ameaças do programa de mísseis e do programa nuclear da Coreia do Norte entraram em um novo estágio”, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe, de acordo com seu chefe de gabinete.

Abe ainda afirmou que o “diálogo pelo diálogo” seria infrutífero e pediu uma demonstração “concreta e sincera” das intenções de Pyongyang.

Fonte: Sputnik

El País: Por que o Brasil está certo ao buscar adesão à OCDE

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Palácio do Itamaraty – Fernando Bizerra Jr. (EFE)

Oliver Stuenkel

08/05/2017

Quando o Governo brasileiro formalizar, em breve, seu pedido de adesão à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), haverá críticos que acusarão o Governo de entreguismo e de, ao querer se juntar ao “clube dos ricos”, limitar desnecessariamente a autonomia do Brasil no sistema internacional.

Tais argumentos aumentarão o custo político do processo de adesão, mas são em grande parte ideológicos e dificilmente apoiados por fatos. Vale lembrar que, depois dos primeiros acordos feitos no segundo mandato de FHC, foi durante a presidência de Lula que o Brasil e a OCDE se aproximaram por meio do “engajamento ampliado” – o que podia ser visto como um primeiro passo em direção à adesão. Dilma assinou um acordo para aprofundar, ainda mais, a relação entre o Brasil e essa entidade.

No contexto atual, em que o Brasil se recupera de uma crise profunda, juntar-se à OCDE traria ao menos três benefícios tangíveis para o país. A adesão proporcionaria aos futuros Governos instrumentos adicionais para modernizar o país; tornaria o Brasil mais atraente para os investidores estrangeiros; e, ainda, representaria importantes ganhos estratégicos no mundo multipolar do século 21.

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Qual é a escala do ciberataque que ‘sequestrou’ computadores pelo mundo?

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13/05/2017

Especialistas em segurança digital se reuniram neste sábado (13) para discutir o impacto global do ataque cibernético contra dezenas de países, governos e empresas ocorrido nesta semana.

A expectativa é de conseguir identificar os responsáveis pelo ataque do tipo ransomware — uma espécie de vírus que bloqueia o computador da vítima e pede um resgate. Os usuários atingidos recebiam um pedido de dinheiro que aumentava conforme o passar do tempo sob a ameaça de que os seus arquivos seriam destruídos se o pagamento não fosse feito. Os relatos são de que o valor começava em 300 dólares.

“O ataque recente está em um nível sem precedentes e exigirá uma investigação internacional complexa para identificar os culpados”, disse a Europol, agência policial da Europa.

Mikko Hypponen, chefe de pesquisa da F-Secure, disse à agência AFP que a investida hacker foi “o maior ataque do gênero na história”, afirmando que 130 mil sistemas em mais de 100 países foram afetados.
Ele disse que a Rússia e a Índia foram particularmente atingidas já que o Windows XP ainda é altamente utilizado nestes países. A Microsoft, fabricante do software, disse que a situação era “dolorosa” e que estava tomando “todas as ações possíveis para proteger nossos clientes”.

Já a empresa Symantec, uma das líderes do mercado de segurança digital, afirmou que a maioria das organizações afetadas está na Europa e que o ataque não teve alvos específicos

É possível que o ataque tenha usado uma ferramenta da própria Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) que vazou.

Nos Estados Unidos, a companhia de logística FedEx reconheceu ter sido atingida pelo malware e disse que estava “implementando reparos o mais rápido possível”. A montadora francesa Renault foi forçada a parar a produção nas fábricas na França, Eslovênia e Romênia, afirmando que a medida visava impedir que o vírus se espalhasse.

O Ministério do Interior russo disse que alguns de seus computadores foram atingidos por um “ataque de vírus” e que os esforços estavam em andamento para destruí-lo.

Fonte: Sputnik

Reuters: Japan, China to boost financial ties amid protectionist, North Korean tensions

 

Chinese Finance Minister Xiao Jie (R) and Japanese Finance Minister Taro Aso shake hands in Yokohama

Chinese Finance Minister Xiao Jie (R) and Japanese Finance Minister Taro Aso shake hands during their bilateral meeting, on the sidelines of Asian Development Bank (ADB) annual meeting, in Yokohama, Japan, Saturday, May 6, 2017. REUTERS/Koji Sasahara/Pool

By Tetsushi Kajimoto | YOKOHAMA, JAPAN

06/05/2017

Japan and China agreed to bolster economic and financial cooperation, Japanese Finance Minister Taro Aso said on Saturday, as U.S. President Donald Trump’s protectionist stance and tension over North Korea weigh on Asia’s growth outlook.

Chinese Finance Minister Xiao Jie, who missed a trilateral meeting with his Japanese and South Korean counterparts on Friday for an emergency domestic meeting, had flown in for the talks with Aso, seeking to dispel speculation his absence had any diplomatic implications.

“We actively exchanged views on economic and financial situations in Japan and China and our cooperation in the financial field,” Aso told reporters after the meeting, which included senior finance ministry and central bank officials.

“It was significant that we reconfirmed the need of financial cooperation between the two countries while sharing our experiences in dealing with economic policies and structural issues,” he added.

The two countries agreed to launch joint research on issues of mutual interest – without elaborating – and to report the outcomes at the next talks, which will be held in 2018 in China.

They did not discuss issues such as currencies and geopolitical risks from North Korea’s nuclear and missile program during the dialogue, held on the sidelines of the Asian Development Bank’s (ADB) annual meeting in Yokohama, eastern Japan, Aso said.

Relations between Japan and China have been strained over territorial rows and Japan’s occupation of parts of China in World War Two, though leaders have recently sought to mend ties through dialogue.

Still, China’s increasing presence in infrastructure finance has alarmed some Japanese policymakers, who worry that Beijing’s new development bank, the Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB), may overshadow the Japan-backed ADB.

Shortly before the bilateral talks on Saturday, Xiao voiced hope that the ADB will boost ties with China’s high profile “One Belt One Road” infrastructure development initiatives.

“China hopes the ADB … strengthens the strategic ties between its programs and the One Belt One Road initiative to maximize synergy effects and promote Asia’s further development,” Xiao told the ADB’s annual gathering.

Japan and China do agree on the need to respect free trade, which they see as crucial to Asia’s trade-dependent economies.

Finance officials from Japan, China and South Korea agreed to resist all forms of protectionism in Friday’s trilateral meeting, taking a stronger stand than G20 major economies against the protectionist policies advocated by Trump.

China has positioned itself as a supporter of free trade in the wake of Trump’s calls to put America’s interests first and pull out of multilateral trade agreements.

Japan has taken a more accommodative stance toward Washington’s argument that trade must not just be free but fair.

(Reporting by Tetsushi Kajimoto; Editing by Nick Macfie and Alexander Smith)

Fonte: Reuters