[KR736] Keiser Report: Debtism vs Capitalism

Posted on March 26, 2015Stacy Herbert 179 Comments ↓

We warn against trusting bureaucrats bearing false economy as ‘shocking austerity’ and ‘bed blocking costs more than is allegedly saved. In the second half, Max interviews Daniel Hassan of the Robin Hood Minor Asset Management Cooperative hedge fund which rides the wave of trading whales with the best performance record. Having outperformed the S&P index regularly since its inception, profits are shared between the cooperative members and groups expanding the commons and the public domain.

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Fred Block: The Tenacity of Free Market Ideology

What is it about free market ideas that give them tenacious staying power in the face of such manifest failures as persistent unemployment, widening inequality, and the severe financial crises that have stressed Western economies over the past 40 years? In this interview with Institute President Rob Johnson, Fred Block discusses his book The Power of Market Fundamentalism, which extends the work of the great political economist Karl Polanyi to explain why these ideas have been revived from disrepute after the Great Depression and World War II to become the dominant economic ideology of our time.

Block’s book discusses Polanyi’s contention that the free market championed by market liberals never actually existed. Growing up in the Great Depression and during two World Wars, Polanyi’s came to a similar conclusion about markets as John Maynard Keynes, which is to say that while both conceded that markets were essential to enable individual choice, they also made the argument that self-regulating markets could not work because they require ongoing state action.

Polanyi further noted that there needed to be a paradigm shift in regard to freedom itself. In a complex society, the Robinson Crusoe notion of freedom (i.e. “do no harm” or “leave me alone”) is an unacceptably low threshold to encourage the full development of the individual. We require a state mechanism that creates the space to develop one’s capacity via strengthening democracy and restricting the scope of market fundamentalism by adopting a higher form of political development.

It was Polanyi’s argument that the free market could not by itself provide such necessities of social existence as education, health care, social and personal security, and the right to earn a livelihood. When these public goods are subjected to market principles, social life is threatened and major crises ensue, as the events of 2008 so vividly illustrated.

Despite the manifest shortcomings of market fundamentalism that have been on display over the past few years, Block argues that these principles remain powerfully seductive because they promise to diminish the role of politics in civic and social life, which is a particularly attractive feature for the “haves” who want to maximize their assets at the expense of the “have-nots.” Since politics entails coercion and unsatisfying compromises among groups with deep conflicts, the wish to narrow its scope is understandable. But like Marx’s theory that communism leads to a “withering away of the State,” the flip-side argument that free markets can replace government is just as utopian and dangerous, as Block seeks to demonstrate in this interview.

Keiser Report: Bubonic Plague of Finance (E694)

Comissão Europeia apresenta prognósticos econômicos sombrios

Cinco anos após o início da crise do euro, economia da UE continua perdendo força, e nem mesmo a locomotiva Alemanha escapa. Bloco deve crescer apenas 1,3% neste ano, e perspectivas só melhoram para 2016.

Mal a nova Comissão Europeia foi empossada, sob a presidência de Jean-Claude Juncker, e os problemas já começaram. Enquanto o finlandês Jyrki Katainen – vice-presidente para o Emprego, Crescimento, Investimento e Competitividade do órgão executivo – é conhecido como adepto do Pacto de Estabilidade e Crescimento da Zona do Euro, não se pode dizer o mesmo de seu colega de equipe, Pierre Moscovici.

Na qualidade de antigo ministro das Finanças da França, Moscovici é responsabilizado pelo endividamento excessivo do Estado francês. Como comissário para Assuntos Econômicos e Financeiros e Fiscalidade, ele terá que trabalhar em conjunto com Katainen.

Entretanto, nesta terça-feira (04/11), a coletiva de imprensa para apresentação do prognóstico econômico para o quarto trimestre na União Europeia (UE) e na zona do euro mostrou que a colaboração entre os dois ainda não está funcionando muito bem.

Inesperadamente, Moscovici anunciou que pretendia viajar para a Grécia, a fim de conversar sobre o breve fim do programa de apoio financeiro da UE para o país. Katainen disse, então, que tinha a mesma a intenção e que talvez ambos pudessem viajar para Atenas juntos. Assim, a primeira lição que os dois precisam aprender é como coordenar suas agendas.

O que ambos tinham a anunciar em seguida, porém, eram os lamentáveis dados sobre o desenvolvimento econômico na zona do euro, coletados por seus antecessores. A tendência é sombria, e só com muito esforço os dois comissários conseguiram passar alguma esperança de melhora.

Se, no início do ano, Bruxelas ainda contava com uma taxa de crescimento de 1,6% para a UE, agora está claro que ela não passará de 1,3%. Na zona do euro, o crescimento deve ser de 0,8%, em vez do antes previsto 1,2%. As previsões para 2015 são igualmente desoladoras: crescimento de 1,5% para a UE e de 1,1% para a zona do euro. Somente para o ano seguinte, as perspectivas melhoram ligeiramente.

Como primeira razão dessa dinâmica tão lenta, Katainen citou os problemas estruturais profundos, conhecidos mesmo antes da crise do euro. Em segundo lugar, vem o excesso de dívidas públicas e privadas; em terceiro, as tensões nos mercados financeiros desde a crise; e por último, um curso de reformas instável e não implementado em alguns Estados-membros.

Segundo a Comissão Europeia, mesmo na Alemanha, até então país-modelo, as coisas não vão mais tão bem: em 2014 a economia alemã se arrasta à beira de uma recessão, mas ainda alcança 1,3% de crescimento. No ano seguinte, o nível permanece baixo, e só em 2016, a conjuntura alemã volta a ganhar impulso. Por enquanto, o país estará bem restrito em seu papel de locomotiva econômica da UE. Katainen aconselha investimentos em infraestrutura.

Confiança na UE em xeque

No entanto, os prognósticos ficam realmente negativos quando se trata da maior economia nacional da zona do euro, a França: no ano em curso, seu crescimento fica abaixo de 1%, insuficiente para progredir na redução da dívida pública. E o novo endividamento francês aumenta implacavelmente, devendo chegar a até 4,7% do PIB até 2016 – bem distante dos 3% prescritos pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento.

A questão é se – e como – a Comissão pode dar mais tempo para o país reduzir suas dívidas, já que ela tem até o fim do mês para se manifestar a respeito do planejamento orçamentário de Paris. A princípio, está claro que não haverá uma advertência de Bruxelas, porém, ainda não está à vista nenhum curso de reforma e austeridade plausível para a França.

Por sua vez, Moscovici reforçou que está na hora de a política europeia agir. “Nas últimas eleições europeias, partiu dos eleitores uma mensagem inquietante para nós: eles nos dizem que querem crescimento e empregos. Por isso, faz tanto sentido o presidente Juncker nos chamar de ‘a Comissão da última chance’.”

Caso não haja nos próximos cinco anos uma vontade definida nem ação decidida no sentido de crescimento e de vagas de trabalho, os cidadãos poderão ter dúvidas sobre o projeto europeu, advertiu o comissário francês. “Por isso, temos que acrescentar uma nova dimensão à política europeia: estabilização era e é necessária. Agora precisamos de mais dinamismo.”

Com isso, Moscovici se referiu a novos investimentos e, nesse ponto, continua defendendo a linha do governo francês. Para a Comissão Europeia, contudo, o impulso virá na forma do pacote de investimentos de 300 bilhões de euros anunciado por Juncker, cujos detalhes ainda são desconhecidos.

Desemprego elevado

Para citar pontos positivos dos prognósticos apresentados em Bruxelas: a economia da Irlanda cresceu sensacionais 3,6% – a lembrança da crise nacional de endividamento quase já vai longe. A Espanha também se encontra em rota ascendente, com expectativa de 1,7% de crescimento para 2015. O que continua sendo catastrófico no país, contudo, é o desemprego, cuja taxa é claramente superior a 20%.

No que tange à zona do euro, em geral, nos próximos dois anos os índices de desemprego só baixarão discretamente, mantendo-se bem acima de 10%. A Comissão segue prescrevendo reformas estruturais e investimentos públicos como antídoto.

A questão que o comissário Katainen não conseguiu responder a contento, é por que a zona do euro apresenta os mais baixos índices de crescimento entre as regiões econômicas mais desenvolvidas. Por um lado, disse, as crises pelo mundo, da Ucrânia até o Oriente Médio, afetam com violência especial sobre a Europa. Além disso, alguns países-membros se acomodaram numa falsa segurança, acrescentou. Afinal, a zona do euro só pode ser tão forte quanto a soma de seus membros.

FONTE: http://www.dw.de/comissão-europeia-apresenta-prognósticos-econômicos-sombrios/a-18039238

Matheus Luiz Puppe Magalhaes

David Harvey | Para entender ‘O capital’

The State of the World – Tariq Ali in Conversation with David Harvey –

David Harvey and Gar Alperovitz on Cooperation and Capitalism