China concede crédito para o Irã em meio às sanções do Ocidente

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Publicado originalmente em 27/09/17

A China forneceu uma linha de crédito de US$ 10 bilhões ao Irã, destinada a projetos de infraestrutura nas áreas de energia, transporte, gestão de recursos hídricos, entre outros. O Irã vem crescendo como um parceiro estratégico para os investimentos chineses. As linhas de crédito são denominadas em Yuan (Renminbi), visando contribuir para o processo de internacionalização da moeda chinesa.

A China é o maior parceiro comercial do Irã, sendo consequentemente o maior receptor do petróleo iraniano, que constitui 66% de sua pauta exportadora com este país. Em contrapartida, os chineses exportam produtos industrializados, tais como smartphones, centrífugas, carros, entre outros. O maior projeto bilateral em curso até o momento consiste em uma ferrovia de alta velocidade que sai da província de Xinjiang no oeste da China até o Irã, perpassando 2.000 quilômetros através da Ásia Central, percorrendo países como Quirquistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Cazaquistão e Uzbequistão.

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Atividade industrial na China cresce em setembro no ritmo mais rápido em 5 anos, mostra PMI oficial

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30/09/17

PEQUIM (Reuters) – A atividade industrial da China cresceu em setembro no ritmo mais rápido desde 2012, conforme as fábricas aumentaram a produção para aproveitar a forte demanda e os preços altos, aliviando temores de uma desaceleração antes de uma importante reunião política no próximo mês.

A produção, o total de novas encomendas e os preços subiram ao nível mais alto em pelo menos um ano, enquanto a leitura da atividade de construção sinalizou que o boom do setor não perdeu força.

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Brazilian Malaise in the ‘Asian Century’

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Is Brasília paying attention to Asia?

12/09/17

The world is rapidly heading east. Evidence of this trend abounds in the west, especially in the realm of foreign policy-making. Former U.S. President Barack Obama inaugurated his mandate with an acknowledgment of Asia’s major role in the world. The “Pivot to Asia” doctrine, conceived to position Washington in favorable ways towards the recently noticed preeminence of China and India, not to mention the heightened importance of Japan, Indonesia and Russia. It would not take much longer for France, England and Germany to follow the same track and start investing heavily in bilateral and multilateral relations with eastern nations. Even a few peripheral states have managed to adapt their diplomatic strategies in order to better handle tomorrow’s international economics and politics – deeply influenced by the rise of Asia.

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Opinião: China está comprando o Brasil?

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27/09/17

Há um grande número de operações de compra, venda e fusões e aquisições entre empresas privadas brasileiras, notadamente pelo capital chinês, que em 2016 esteve presente em 35% dos negócios efetuados no Brasil. A crescente participação da China no país tem preocupado a muitos. Mas, segundo o economista Fernando Pinho, não há razões para temer.

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Ouvrir l’horizon : un objectif clé de la deuxième décennie dorée des BRICS

Ouvrir l’horizon : un objectif clé de la deuxième décennie dorée des BRICS

Passé inaperçu en Occident, le sommet du BRICS de Xianmen marque une nouvelle étape dans le développement de cette institution internationale. Zhao Minghao rapporte les trois principaux objectifs du sommet et le concept de « BRICS Plus ».

Après plusieurs mois, le conflit à propos de la frontière du Doklam opposant la Chine et l’Inde s’est résolu de manière pacifique. Les deux partis sont des membres fondateurs du BRICS et espèrent tous deux maintenir leur unité avec les autres économies émergentes. Comme a dit le président Xi Jingping : « La coopération du BRICS est une innovation, qui transcende le vieux schéma d’alliance politique et militaire et qui préfère les partenariats aux alliances. » De plus, les pays du BRICS tentent les uns les autres de dépasser les différences entre leurs idéologies et systèmes politiques respectifs pour chercher des ententes gagnants-gagnants plutôt que de jouer à somme nulle.

La première réunion des ministres des Affaires étrangères du BRICS fut convoquée en septembre 2006, marquant alors la fondation du mécanisme du BRICS. Dix ans plus tard, le BRICS était devenu un bloc économique international majeur représentant quelques-uns des plus importants pays en développement et économies émergentes.

Depuis, les États membres du BRICS ont accru leur part de l’économie globale, passant de 12 % à 23 %, leur commerce a augmenté de 11 % à 16 % et l’investissement est passé de 7 % à 12 %. Plus important encore, la contribution des économies du BRICS à la croissance de l’économie mondiale a maintenant dépassé les 50 %.

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Um panorama atualizado do perfil das empresas chinesas atuando na África

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29/08/17

A presença da China na África cresceu enormemente desde os anos 2000, devido à procura por recursos naturais, tais como petróleo, ferro, cobre e zinco. O impulso da demanda chinesa alavancou diversas economias no Continente.crescimento médio do PIB africano foi de 4,9% no período de 2000-2008, caindo para 3,3% no período 2010-2015. A queda dos preços das commodities foi um fator de impacto para esta redução nos índices de crescimento.

A China é atualmente o maior parceiro econômico da África e estima-se que existam mais de 10.000 corporações chinesas sediadas e atuando no Continente, com presença significativa de empresas privadas. No que diz respeito à distribuição setorial, mais de 30% destas se encontram na indústria, 25% das empresas atuam no setor de serviços e o restante se encontra dividido entre o comércio, construção civil e o setor imobiliário.

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Les pays BRICS portent un coup fatal à la suprématie du dollar américain

Les États-Unis ont déclaré une guerre de sanctions contre la Russie et continuent d’exercer une pression commerciale sur la Chine. Il n’est pas exclu que les États-Unis limitent les approvisionnements de produits en acier en provenance de la Chine. A leur tour, Moscou et Pékin ont l’intention de bannir le dollar américain dans les règlements au sein de l’organisation BRICS. Le mouvement marquera la fin de l’ère de la domination financière absolue des États-Unis d’Amérique dans le monde.

Aussitôt après l’adoption par le Congrès des États-Unis d’un paquet de nouvelles sanctions contre la Russie, le vice-ministre des Affaires étrangères de la Fédération de Russie Sergei Ryabkov a envoyé à Washington un redoutable avertissement. « Les sanctions américaines contre la Russie ne pourront qu’inciter la Russie à créer un système économique alternatif, dans lequel les dollars ne seront pas nécessaires », a déclaré le diplomate russe.

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