Voz das Mulheres Indigenas

Publicado originalmente em: 29/01/2016

O vídeo trata sobre o programa ‘Voz das Mulheres Indígenas’, que tem como objetivo a troca de experiências entre mulheres de diversas etnias, através do diálogo e da busca de soluções para os problemas comuns enfrentados em suas comunidades. Elas falam sobre suas estratégias em defesa dos direitos, dos preconceitos, da violência, da socialização de informações para solucionar problemas comuns às várias etnias, dentre outros.

Fonte: ONU Mulheres Brasil

Climate Services

Publicado originalmente em: 15/01/2016

Many vulnerable countries do not have adequate information to manage climate risks.  The World Food Programme’s work in climate services aims to provide suitable climate information to governments, communities and individuals so that they can take better decisions to increase their food security and resilience.

Fonte: World Food Programme

New Global Estimates of Migrant Workers: The Report in Short

Publicado originalmente em: 17/12/2015

Michelle Leighton, Chief of the Labour Migration branch at the ILO, explains the key findings of the new report on Global estimates of migrant workers. Reliable, high quality and up-to-date statistics are crucial to understanding labour migration and countering misconceptions about migrants as we work towards fulfilling the goals and targets of the 2030 Sustainable Development Agenda.

Fonte: International Labour Organization

Rich or poor? A reality check

Publicado originalmente em: 26/10/2015

More than 1 million people around the world have used the OECD’s Compare your Income tool, responding to questions on how rich or poor they think they are compared to others and their vision for what a fairer sharing of the pie would be. Some early findings for a few countries are revealing.

Fonte: OECD

Mulheres refugiadas que se deslocam pela Europa estão correndo riscos, afirma a ONU

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Publicado originalmente em: 26/01/2016

Mulheres e meninas refugiadas e migrantes que se deslocam pela Europa enfrentam graves riscos de violência sexual e de gênero, destacou um relatório conjunto divulgado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA) e a Comissão para Mulheres Refugiadas (WRC, sigla em inglês).

O ACNUR, o UNFPA e a WRC realizaram uma avaliação de campo sobre os riscos envolvidos na trajetória de mulheres e meninas refugiadas e migrantes na Grécia e na Macedônia, em novembro de 2015, e concluíram que as mulheres representavam o grupo mais vulnerável e que necessitavam de medidas adicionais de proteção.

O relatório aponta que diversas mulheres e meninas refugiadas e migrantes já haviam sido expostas a diferentes formas de violência sexual e de gênero tanto em seu país de origem, quanto em seu primeiro país de refúgio, assim como ao longo da viagem de chegada à Europa.

Algumas mulheres entrevistadas afirmaram terem sido forçadas a manter relações sexuais como moeda de troca para “pagar” pelas documentações necessárias para viajar ou mesmo pela própria viagem. Em alguns casos, mulheres e meninas foram tão relutantes em adiar a sua partida e a de suas famílias que se recusaram a denunciar crimes de violência sexual e de gênero, ou mesmo a procurarem atendimento médico.

“Muitas mulheres e meninas que viajam por conta própria estão totalmente expostas, não podem contar com sua família ou comunidade para as proteger”, disse Vincent Cochetel, diretor do escritório do ACNUR para a Europa. “Mesmo aquelas que viajam com a família são vulneráveis a abusos. Muitas vezes elas não relatam os crimes e, portanto, não recebem o atendimento que necessitam. Algumas mulheres contam que chegaram a se casar por desespero”.

Este relatório conjunto foi o primeiro produto de uma série de projetos e estudos que agências de ajuda e assistência estão realizando para que se possa avaliar com precisão os problemas existentes e recomendar ações assertivas para solucionar estas questões.

O relatório apontou que “mulheres solteiras viajando sozinhas ou com crianças, mulheres grávidas e lactantes, meninas adolescentes, crianças não acompanhadas, crianças que se casam precocemente (que em alguns casos estão com seus bebês recém-nascidos), pessoas portadoras de necessidades especiais e pessoas idosas estão particularmente em situação de risco e exigem uma resposta coordenada e eficaz de proteção”.

Devido as severas condições de inverno deste mês, menos pessoas têm arriscado suas vidas em viagens marítimas para tentar chegar à Europa em comparação aos meses anteriores. Entretanto, uma média de 2.000 pessoas chegam por dia e as estatísticas mostram que uma porcentagem crescente delas são mulheres e crianças.

Até o dia 15 de janeiro de 2016, 55% das pessoas que chegaram eram mulheres e crianças. Em junho de 2015 eram apenas 27%.

Mediante as restrições impostas pelo governo e com o aumento do controle das fronteiras, as instalações de recepção e de trânsito podem ficar superlotadas e sob tensão, elevando ainda mais os riscos para as mulheres e meninas. Além disso, refugiadas e migrantes desesperadas podem recorrer a rotas ainda mais perigosas nas mãos de contrabandistas.

“A saúde e os direitos das vítimas de guerras e perseguições – especialmente mulheres, adolescentes e jovens – não deveriam ser tratados como uma reflexão posterior na resposta humanitária. O UNFPA está trabalhando com parceiros para garantir que as mulheres refugiadas e migrantes tenham acesso aos serviços de saúde sexual e reprodutiva e que possam se prevenir e combater a violência de gênero”, disse o Dr. Babatunde Osotimehin, diretor executivo do UNFPA.

A resposta humanitária nas rotas do Mediterrâneo oriental e pelos Bálcãs ocidental tem priorizado a prevenção da violência sexual e de gênero em todas as atividades implementadas. A capacidade de prevenir, identificar e responder de forma adequada, no entanto, depende em grande parte dos Estados e Agências da União Europeia em assumir suas condizentes responsabilidades e adotar medidas apropriadas.

“Pelo fato das instalações de recepção na Europa não terem sido feitas para prevenir ou responder à violência de gênero, mulheres e crianças não estão recebendo a proteção que necessitam e merecem”, disse Sarah Costa, diretora executiva da Comissão de Mulheres Refugiadas. “Deveríamos nos comprometer com as intervenções que sabemos que irão ajudar, incluindo a contratação de especialistas de violência sexual e de gênero ao longo da rota”.

A missão conjunta descobriu que a resposta atual dos governos, organizações humanitárias, instituições e agências da União Europeia e organizações da sociedade civil são inadequadas e não conseguem evitar e responder com eficácia ao perigo, exploração e múltiplas formas de violência de gênero que mulheres e meninas estão enfrentando por toda a Europa.

Como exemplo, apesar das tentativas do ACNUR e de seus parceiros em garantir o bem-estar por meio de abrigos segmentados por gênero, muitos carecem de privacidade, acesso seguro à água, saneamento adequado, centros de saúde e áreas para descanso para mulheres e crianças, expondo-as a um potencial risco de violência sexual e de gênero.

O relatório destacou algumas recomendações-chave para os governos e agências da União Europeia:

  • Estabelecer um sistema de resposta coordenada para a proteção de mulheres e meninas dentro e fora das fronteiras;
  • Reconhecer os riscos de proteção, capacitar funcionários e criar procedimentos específicos para prevenir, identificar e responder à violência sexual e de gênero;
  • Garantir que as respostas à violência sexual e de gênero não façam com que as mulheres parem de denunciar os acontecimentos, ou deixem de acessar esses serviços; e
  • Fornecer vias legais para a proteção, especialmente para mulheres, crianças e sobreviventes de violência sexual e de gênero, incluindo o reagrupamento familiar, e a priorização do realojamento e reinstalação para refugiados com necessidades específicas.

Fonte: ACNUR

 

Neymar Jr and Dani Alves introduce the World’s Largest Lesson to the children of Brazil

Postado originalmente em: 05/11/2015

Neymar Jr and Dani Alves ask children in the World’s Largest Lesson to find their superpowers and help fight poverty, inequality and the effects of climate change.

Fonte: The Global Goals

Com Brasil no foco, OMS anuncia comitê de emergência sobre zika e microcefalia

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, anunciou nesta semana que convocará um Comitê Internacional de Emergência de Regulamento de Saúde sobre o vírus zika e o aumento observado de distúrbios neurológicos e malformações congênitas.

O Brasil registrou o primeiro caso do vírus zika em maio de 2015. Desde então, a doença se espalhou pelo país e para outros 23 países e territórios da região. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados no Brasil pelo Ministério da Saúde, até 23 de janeiro.

Fonte: ONU Brasil