Concorrência entre China e EUA: quem ganhará luta pelo Canal do Panamá?

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13/06/17

O Panamá está disposto a compensar a forte influência dos EUA desenvolvendo suas relações com a China. Os projetos para a construção do Canal da Nicarágua e da ferrovia transcontinental Brasil-Bolívia-Peru com capital chinês podem ter empurrado o Panamá para rever as relações com a China.

O especialista do Instituto da América Latina da Academia de Ciências da Rússia, Aleksandr Kharlamenko, comentou à Sputnik China a decisão do Panamá de romper as relações oficiais com Taiwan e estabelecer relações diplomáticas com a China.

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Reuters: Panamá estabelece laços diplomáticos com China e rompe com Taiwan

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13/06/17

Por Elida Moreno e Philip Wen

CIDADE DO PANAMÁ/PEQUIM (Reuters) – O Panamá estabeleceu laços diplomáticos com a China e rompeu com Taiwan, em uma grande vitória para Pequim, que continua a atrair para si os poucos países que ainda têm relações formais com a ilha autogovernada.

Na segunda-feira, o presidente panamenho, Juan Carlos Varela, disse em um discurso televisionado que seu país está intensificando suas relações comerciais com a China e estabelecendo vínculos diplomáticos plenos com o segundo cliente mais importante de seu crucial canal de navegação.

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EUA e China desencadearão Terceira Guerra Mundial?

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05/06/2017

O discurso do chefe do Pentágono no Fórum Diálogo de Shangri-La, que foi realizado em Singapura, alarmou especialistas de todo o mundo, os quais advertem sobre a ameaça de guerra entre Estados Unidos e China.

Ao comparecer no fórum regional, que é dedicado aos problemas de segurança coletiva, o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, voltou a condenar as atividades de Pequim no mar do Sul da China.

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Can China Lead the World in Fighting Climate Change?

06/05/2017, Li Shuo

As Trump looks to quit the Paris Agreement, China is seeking global climate leadership.

In 2011, Beijing experienced a silent spring moment. Choking smog had hung over Northern China for days, and citizens took to social media to vent their frustration. This populist outburst fueled a war on pollution, which has seen emissions inspections, public air quality monitoring, and a three-year drop in coal consumption.

Now, as the Trump administration in the United States appears closer than ever to quitting the Paris Agreement on climate change, another major development is underway in China, but one that seems to originate from policymakers themselves. Discussions in Beijing suggest China is edging into a global climate leadership position. The question now is what the United States is doing to keep up.

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O que é o Corredor Econômico China-Paquistão e como o futuro do mundo multipolar depende dele?

24/4/2017, Andrew Gorybko

A ordem mundial passa atualmente por mudanças profundas, na transição, de sistema unipolar controlado pelo Ocidente, para um modelo não ocidental de multipolaridade. A fricção multifacetada que se tem hoje entre as forças opostas é como um resumo complexo da Nova Guerra Fria. EUA e aliados lutam para preservara absoluta dominação sobre todos os assuntos globais; e Rússia, China e respectivos parceiros trabalham com empenho para conseguir avanços pacíficos no trabalho de minar o controle até aqui exercido pelo lado adversário.

Desenvolver sistemas alternativos de governança, como o grupo BRICS, a Associação de Cooperação de Xangai, OCX [ing. Shanghai Cooperation Organization (SCO)] e o Banco Asiático para Infraestrutura e Investimento, BAII [ing. Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB)] é iniciativa central para que projetos já concebidos como multipolares comecem a alterar o sistema mundial. Mas o mais imediatamente necessário é integrar os países afro-eurasianos do Hemisfério Ocidental numa rede ganha-ganha de relações econômicas de setores reais. A solução chinesa para essa necessidade premente é o projeto “Um Cinturão, Uma Estrada” [ing. One Belt, One Road (OBOR)], visão global da conectividade das Novas Rotas da Seda, que visa a construir uma série de projetos de infraestrutura ligados por conectividade transnacional multipolar – para operar precisamente aquela interligação.

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WannaCry: China descobre nova mutação do vírus responsável por ciberataque mundial

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Tela da Agência de Segurança e Internet da Coreia mostra expansão do vírus. YONHAP (EFE)

15/05/2017

As autoridades chinesas anunciaram a descoberta de uma nova mutação do vírus WannaCry, responsável pelo ciberataque mundial que afetou mais de 150 países e 200.000 computadores desde sexta-feira, informa o jornal oficial Global Times.

Em nota emitida no domingo, a Agência do Ciberespaço, o Departamento de Segurança Pública e a Comissão Municipal de Economia e Tecnologia da Informação de Pequim afirmam que a nova versão do vírus, o WannaCry 2.0, driblou as medidas de segurança implantadas após o primeiro ataque.

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Coreia do Sul: novo presidente inicia diálogo com China e Japão sobre Coreia do Norte

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11/05/2017

O novo presidente sul-coreano já começou a dialogar com os vizinhos sobre a situação da Coreia do Norte. Com uma postura mais flexível que os governos anteriores, Moon Jae-in afirmou que diálogo e sanções são a saída para a crise.

Antigo advogado de direitos humanos, Moon tomou posse nesta quarta-feira (11) e afirmou em seu primeiro discurso como mandatário que irá tratar da tensão na península coreana imediatamente.

A primeira conversa de Moon foi com presidente chinês Xi Jinping. O diálogo foi sobre como lidar com o desenvolvimento do programa nuclear da Coreia do Norte.

“A resolução da questão nuclear da Coreia do Norte precisa de uma resposta compreensiva e sequencial, com pressão e sanções em paralelo às negociações”, disse Moon a Xi Kinping, segundo o porta-voz Yoon Young-chan. Moon afirmou que estaria disposto a visitar Pyongyang “sob as condições certas”.

A posição do novo presidente contrasta com a política de Trump, que afirma que a Coreia do Norte deve abandonar seu programa nuclear antes de voltar a negociar.
Ainda assim, Trump, que conversou com Moon no dia de sua posse, também já disse que poderia visitar Kim Jong-un.

“As ameaças do programa de mísseis e do programa nuclear da Coreia do Norte entraram em um novo estágio”, disse o primeiro-ministro Shinzo Abe, de acordo com seu chefe de gabinete.

Abe ainda afirmou que o “diálogo pelo diálogo” seria infrutífero e pediu uma demonstração “concreta e sincera” das intenções de Pyongyang.

Fonte: Sputnik