Americans Are Embracing Transgender Rights

Elaine Thompson/AP

Publicado Originalmente: 25/08/2016

Change in America is a funny thing. It took two centuries for the country to agree that a black woman could marry a white man. On the other hand, same-sex marriage bans collapsed just a decade after the first state awarded recognition to gay couples. And there’s new evidence that national views are swinging even more quickly when it comes transgender Americans.

A poll released today by the Public Religion Research Institute found 72 percent of Americans now favor passing laws to protect lesbian, gay and transgender people from discrimination, including three-quarters of Democrats and two-thirds of Republicans. A majority of Americans also oppose so-called “bathroom bills,” which require transgender people to use the restrooms that correspond to their sex at birth.

The poll found Americans are so supportive of federal non-discrimination legislation that most think it already exists. Just over 80 percent of Americans believe the federal government already bars employers from firing gay or transgender employees because of their orientation or gender identity. (It doesn’t.) “People in their head just logically think, if marriage is legal, then workplace protections must also be in place,” said Robert P. Jones, PRRI’s CEO.

Support for those protections hasn’t actually grown all that much in the past year—just one percentage point, up to 72 percent. (Non-discrimination laws have always been more popular than marriage equality, Jones said; it’s a historical accident that the tougher fight was won first.) But it appears that personal friendships are driving a new awareness of trans issues. In 2015, a Human Rights Campaign survey found 17 percent of Americans knew a transgender person. This year, that figure jumped to 35 percent. Trans rights seem to be following the path of marriage equality—as people came to know the gay people in their own lives, support for same-sex marriages went up.

But—and not to be a party-pooper—hasn’t it also been a bit of a bad year? March saw the passage of North Carolina’s infamous HB 2, which banned local non-discrimination laws and required trans people to use the bathroom matching their birth gender. (The legislation, in a bit of conservative kitchen-sink-throwing, also barred local communities from passing a higher minimum wage or adopting stricter child labor rules.) Last year, Houston voters struck down the city’s non-discrimination ordinance, ending protections for gay residents amid a flurry of “No Men in Women’s Bathrooms” signs. And just this week, Scottsdale, Arizona,killed its own non-discrimination proposal after a city councilor demanded a small-business provision that would exempt three-quarters of the city’s establishments.

Perhaps Americans are eager to support gay rights in theory, but more reticent when an actual proposal lands in their community. But Jones doesn’t think so. Respondents are usually more willing to cop to an unpopular opinion in an online poll versus a live-caller survey, but PRRI didn’t see any disparity between the two methods on questions about gay issues. Support is probably genuine, he concluded; it’s the Republican elites who haven’t caught up with the electorate, starting battles that many voters don’t want to fight.

Indeed, a rising number of folks on both sides of the aisle believe it’s unacceptable to oppose same-sex marriage: Forty-four percent of Americans now say they wouldn’t vote for a presidential candidate who is against gay unions. Though Republicans are less likely than Democrats to think gay and transgender people face discrimination, 62 percent of GOP voters support workplace and housing protections. (They’re a bit more split on bathroom accommodations—44 percent support restrictions, 44 percent don’t.)

“For elected officials, there is everything to gain and nothing to lose by supporting employee discrimination protections,” said Brandon Lorenz, a spokesman for the Human Rights Campaign. “In a political climate where so much is polarized, the issue of LGBT equality is one issue where both sides are coming together.”

To be clear, GOP leaders do have something to gain by opposing gay causes—the support of the religious right. But even that may be changing. For a long time, an individual’s opinion on gay rights was closely linked to their party and their religion. Party identification is still a strong dividing line to this day. Religion is less so. Among every demographic, fewer people see a conflict with their faith and acceptance of gay couples now than they did in 2003. That might not translate into votes yet. But it’s more evidence that change is coming, and ever more rapidly.

FONTE: The Atlantic

How to better integrate small and medium-sized enterprises (SMEs) in global trade?

Published on Jun 21, 2016

In many countries micro, small and medium-sized enterprises are responsible for the bulk of job creation, economic dynamism and innovation. But most times they do not participate in trade and in the global economy to a level that matches their potential.

World Trade Organization

Febre do Pokemon GO catapulta Nintendo na bolsa de Tóquio

Published on Jul 20, 2016

A Nintendo retomou a caça aos monstrinhos Pokémon, voltou a tomar conta das mentes mais necessitadas de uma novidade tecnológica e, com isso, os títulos da empresa nipónica dispararam. Em cerca de uma semana e meia, a empresa valorizou-se em 114,04 por cento e já vale mais que a Sony.

euronews

 

 

ONU cumprimenta Brasil por conclusão bem sucedida das Olimpíadas

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cumprimentou o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro, assim como o Comitê Organizador da Rio 2016 e o Comitê Olímpico Internacional, pelo encerramento bem sucedido dos Jogos Olímpicos.

Após duas semanas de competições, disputas e dezenas de recordes, os Jogos Rio 2016 foram encerrados no domingo (21), tendo como um dos seus principais legados a participação da inédita Equipe Olímpica de Atletas Refugiados.

Publicado originalmente em: 23/08/2016

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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cumprimentou o Brasil, a cidade do Rio de Janeiro, o povo brasileiro, o Comitê Organizador da Rio 2016 e o Comitê Olímpico Internacional pelo encerramento bem sucedido dos Jogos Olímpicos, de acordo com comunicado emitido por seu porta-voz nesta segunda-feira (22).

Tendo o prazer e a honra mais cedo neste mês de ter participado da cerimônia de abertura, do revezamento da Tocha Olímpica, da visita à Vila Olímpica, se reunido com a Equipe Olímpica de Atletas Refugiados e participado de alguns eventos, o secretário-geral apreciou profundamente a hospitalidade, a diversidade e a capacidade do povo brasileiro e do mundo esportivo, mobilizados nas primeiras Olimpíadas da América Latina.”

De acordo com o porta-voz, o secretário-geral aplaudiu este histórico evento e encorajou todos os atores a garantir a construção do desenvolvimento sustentável nos Jogos.

Equipe Olímpica de Atletas Refugiados

Após duas semanas de competições, disputas e dezenas de recordes, os Jogos Rio 2016 foram encerrados no domingo (21), tendo como um dos seus principais legados a participação da inédita Equipe Olímpica de Atletas Refugiados.

Composta por dez atletas de quatro nacionalidades diferentes, a equipe participou das competições de natação, judô e atletismo. Mesmo sem conquistar medalha, foi uma das equipes mais aplaudidas pelo público durante os Jogos — desde a festa de abertura até o encerramento — e recebeu vasta cobertura de veículos de comunicação de todo o mundo.

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Atletas refugiados tornaram-se estrelas da Vila Olímpica, recebendo pedidos de fotos por parte de competidores. Durante a cerimônia de encerramento, no estádio do Maracanã, a equipe mereceu uma menção especial do presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach.

Obrigado, caros atletas refugiados. Vocês nos inspiraram com seu talento e espírito humano. Vocês são um símbolo de esperança para milhões de refugiados no mundo e terão um lugar no nossos corações para sempre”, afirmou Bach.

O último atleta da equipe a participar da Rio 2016 foi o etíope Yonas Kinde, que correu a tradicional prova da maratona e chegou em 90º lugar, com o tempo de duas horas e 24 minutos. Assim como os demais atletas refugiados, Yonas declarou estar satisfeito com seu desempenho e ressaltou a importância da participação da equipe nos Jogos.

Estamos mostrando às pessoas que somos seres humanos. Devemos lembrar os milhões de refugiados e mostrar nosso respeito e amor a essas pessoas”, disse Yonas, logo após concluir a maratona. “Hoje, com minha performance, mostrei que todos os refugiados podem fazer algo importante. Não apenas no atletismo, mas em qualquer outra coisa”, ressaltou o atleta.

A capacidade de realização, determinação e superação dos refugiados foi naturalmente ressaltada pela equipe, em todas as competições das quais participou. Após visitar os atletas no último fim de semana, a vice-chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Kelly Clements, afirmou que os atletas “são um símbolo máximo de espírito humano, determinação e paixão”. Para ela, os atletas representam “histórias verdadeiras de coragem e heroísmo”.

Sobre os resultados alcançados nas provas da Rio 2016, Clements lembrou que as Olimpíadas não têm a ver necessariamente com ganhar. Ela disse que “o espírito olímpico está relacionado com a maneira de competir e se apresentar”.

Neste sentido, Clements disse acreditar que os atletas refugiados “são verdadeiramente olímpicos” e que a equipe mostrou que “há razões para esperança” em relação às soluções para a maior crise de refugiados da história desde a Segunda Guerra Mundial.

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Legado e futuro

Autoridades do COI e do ACNUR já fazem planos sobre o futuro desta iniciativa, liderada pelo Comitê Olímpico Internacional — com o apoio da Agência da ONU para Refugiados.

“A equipe capturou a atenção do mundo e, num curto período de tempo, mudou a conversa sobre refugiados. Não há dúvidas de deixaram um legado ao participar destes Jogos Olímpicos e também inspiraram todos nós a trabalhar mais pela paz e ajudar as pessoas que são obrigadas a fugir das guerras e dos conflitos”, afirmou Clements.

Segundo ela, o ACNUR e o Comitê Olímpico Internacional irão continuar a trabalhar juntos para “oferecer oportunidades aos atletas refugiados e a outros refugiados para que encontrem um futuro em face às adversidades que enfrentam”.

Na semana passada, ao fazer um balanço sobre os Jogos em entrevista a veículos de imprensa, o presidente do COI disse que o Comitê e o ACNUR “irão cuidar dos refugiados atletas”.

No domingo, na cerimônia de encerramento, ele ressaltou este compromisso. “Vamos continuar ao lado de vocês após os Jogos Olímpicos. Vocês chegaram ao Brasil como convidados, e hoje saem daqui como amigos”, disse o presidente do COI, para quem os Jogos do Rio “demonstraram que a diversidade é enriquecedora para todo o mundo”.

Sobre a equipe de refugiados

A Equipe Olímpica de Atletas Refugiados foi formada a partir de uma iniciativa do COI, que solicitou ao ACNUR a identificação de refugiados com experiência esportiva.

Cerca de 50 nomes foram encaminhados pelo ACNUR ao COI, que atuou com as federações e os comitês nacionais em um programa de treinamento dos atletas, culminando com a seleção dos dez refugiados que vieram ao Rio de Janeiro (saiba mais sobre o perfil dos atletas refugiados em http://bit.ly/2bqg9fP).

O ACNUR e o COI são parceiros há mais de 20 anos. Desde 1994, as duas entidades atuam juntas no desenvolvimento de projetos que promovem o esporte como fator de desenvolvimento e bem-estar de refugiados, principalmente crianças. Os projetos incluem a construção de espaços para a prática esportiva, o fornecimento de equipamento e programas de treinamento.

Fonte: ONU Br

Keiser Report: Cryptocurrency Drama

Published on August 23, 2016

In this episode of the Keiser Report Max and Stacy discuss the Venezuela in the capital markets. In the second half they talk to Simon Dixon of BnkToTheFuture.com about the crypto-novela playing out with much drama in the crypto-currency space. In an exclusive, they also unveil the logo for Kim Dotcom’s BitCache.

RT

How Turkey Became a Nation Divided

Published on August 19, 2016

A botched coup in July resulted in over 250 deaths as Turkey’s military attempted to overthrow its president, Recep Tayyip Erdogan. He’s a divisive figure in a country that is politically and geographically torn between East and West.

Bloomberg

ONU defende importância da ajuda humanitária em meio a recorde de pessoas sob risco

Publicado originalmente em:19/08/2016

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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o diretor-executivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Babatunde Osotimehin, enfatizaram a importância da ajuda humanitária em meio a um recorde de mais de 130 milhões de pessoas no mundo em situação de emergência por conflitos, desastres naturais, entre outros riscos. As declarações foram feitas para o Dia Mundial Humanitário, lembrado em 19 de agosto.

“Um recorde de 130 milhões de pessoas são dependentes de ajuda humanitária para sobreviver. Reunidas, essas pessoas em necessidade seriam a décima nação mais populosa da Terra”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, em comunicado.

Segundo Ban, apesar de estarrecedores, esses números ainda não contam “a história toda”, uma vez que escondidos atrás das estatísticas estão indivíduos, famílias e comunidades cujas vidas foram devastadas. “São pessoas não muito diferentes de mim e de você: crianças, mulheres e homens que enfrentam escolhas impossíveis todos os dias”, declarou.

São pais que precisam escolher entre comprar comida ou remédios para suas crianças; crianças que precisam escolher entre ir à escola ou trabalhar para ajudar suas famílias; famílias que correm o risco de enfrentar um bombardeio em casa ou uma perigosa fuga pelo mar”, descreveu Ban.

De acordo com o secretário-geral da ONU, as soluções para as crises não são simples nem rápidas. No entanto, há coisas que todos podem fazer. “Podemos demonstrar compaixão, podemos levantar nossas vozes contra a injustiça, e podemos trabalhar por mudanças”.

Além de ser a ocasião de lembrar a necessidade de agir para aliviar o sofrimento de milhares, o Dia Mundial Humanitário também homenageia trabalhadores humanitários e voluntários na linha de frente das crises, segundo Ban. “Homenageio esses homens e mulheres dedicados que de forma corajosa enfrentam o perigo para ajudar outros que enfrentam riscos maiores”.

Mais cedo neste ano, 9 mil participantes reuniram-se em Istambul para a primeira Cúpula Mundial Humanitária, na qual líderes mundiais se comprometeram em transformar as vidas de pessoas vivendo em conflitos, desastres e vulnerabilidade aguda. A cúpula deu origem à Agenda pela Humanidade, cujo objetivo é não deixar ninguém para trás.

Essa promessa é também o centro dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, conjunto de metas com foco nos direitos humanos, na resiliência e na erradicação da pobreza, que oferece um plano de 15 anos para reduzir as necessidades e vulnerabilidades e promover a paz mundial, a dignidade e a oportunidade para todos.

“Para ter sucesso nessa jornada coletiva, precisamos que cada um exerça seu papel. Cada um de nós pode fazer diferença. Neste Dia Mundial Humanitário, vamos nos unir em nome da humanidade e mostrar que não podemos deixar e não deixaremos ninguém para trás”, concluiu o secretário-geral.

 

Fundo de População das Nações Unidas

Em sua mensagem para o Dia Mundial Humanitário, o diretor-executivo do UNFPA, Babatunde Osotimehin, pediu por sua vez solidariedade global e união para auxiliar os afetados por crises, em especial meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade.

Compartilhamos a responsabilidade de atingir aqueles deixados para trás, ajudar os mais vulneráveis e apoiar mais de 130 milhões de pessoas que precisam de assistência humanitária — uma em quatro pessoas desse total é mulher ou menina em idade fértil”, declarou.

Em resposta aos desafios humanitários atuais, o UNFPA fornece serviços emergenciais, suprimentos e informação para saúde sexual e reprodutiva, prevenindo e respondendo à violência baseada em gênero nos locais de crise.

O Fundo da ONU também está trabalhando com parceiros para transformar os compromissos da Cúpula Mundial Humanitária em ação concreta, segundo Osotimehin. “Por meio do novo Compacto para Jovens em Ação Humanitária, adotaremos iniciativas para atender prioridades e garantir a participação da juventude”, declarou, em comunicado.

“Nosso foco vai além de atender necessidades imediatas para reduzir riscos, construindo paz, fortalecendo a resiliência e apoiando desenvolvimento de longo prazo.”

Segundo o diretor-executivo do UNFPA, isso é especialmente importante enquanto países e comunidade internacional trabalham para entregar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. “Para atingir esses objetivos, precisamos alcançar mulheres, meninas e jovens vivendo em países afetados por crises”, disse.

Ele lembrou que após o forte terremoto no Nepal em 2015, o UNFPA respondeu rapidamente com o fornecimento de equipamentos médicos e kits de saúde reprodutiva entregues a mais de 200 centros de saúde, beneficiando 150 mil pessoas e garantindo partos seguros para grávidas. Quatorze espaços foram criados para fornecer segurança, serviços e aconselhamento a 100 mil mulheres e meninas.

Em resposta à grave crise na Síria, o UNFPA está apoiando aproximadamente 200 mil serviços de saúde reprodutiva a cada mês, incluindo 6 mil partos dentro do país e em nações vizinhas. Também forneceu serviços para evitar e mitigar o impacto da violência baseada em gênero.

“Estes são apenas alguns exemplos das diferentes maneiras com as quais estamos trabalhando com parceiros para atingir pessoas em crise. Mas ainda há muito a ser feito”, disse Osotimehin. Em Alepo e em outras zonas de conflito, centros de saúde e outras infraestruturas civis estão sendo atacadas, deixando pessoas com poucos lugares para atendimento emergencial, e as mulheres estão pagando um preço muito alto, declarou.

Imagine ter de se colocar em risco de violência sexual enquanto busca comida ou água para sua família. Imagine estar grávida e tentar dar à luz sozinha, esperando não haver nenhuma complicação ou risco de vida para o bebê, ou enfrentando tiroteio e ataques aéreos para encontrar uma clínica ou hospital funcionando.”

Atualmente, mais de 65 milhões de pessoas foram deslocadas de forma forçada no mundo, incluindo mais de 21 milhões de refugiados, dos quais 47% são mulheres e 51% jovens menores de 18 anos.

A cada dia, mais de 500 mulheres e meninas adolescentes morrem por gravidez e partos em instalações não apropriadas, de acordo com o UNFPA. O acesso a serviços, parto seguro, prevenção à gravidez indesejada e a proteção contra o HIV são tão cruciais quanto comida, água e abrigo, disse Osotimehin.

“Toda pessoa precisa ter seus direitos humanos garantidos sem qualquer tipo de discriminação. Mesmo assim, todos os dias, pessoas afetadas por crises enfrentam escolhas impossíveis que prejudicam sua saúde, segurança e dignidade”, salientou.

 

Fonte: ONU BR