Independência da Catalunha será imediata se não houver referendo

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22/05/2017

Governo regional manteve em segredo uma lei com a qual pretende romper com a Espanha

Será com ou sem referendo. A Generalitat (governo regional autônomo) já tem definido o mecanismo para colocar em prática uma separação imediata da Catalunha em relação ao restante da Espanha caso o Governo central impeça a realização de uma consulta popular sobre a independência prevista para o final de setembro ou começo de outubro deste ano. O EL PAÍS teve acesso ao esboço secreto da Lei de Transição Jurídica, conhecida como lei da ruptura. Trata-se de um documento que pretende funcionar como uma constituição provisória catalã pelo prazo de dois meses que, de acordo com o próprio texto, o parlamento regional teria para promover um processo constitucional que desembocaria na “república parlamentar” da Catalunha. “Se o Estado espanhol impedir a realização do referendo, esta lei entrará em vigor de forma integral e imediata assim que o Parlamento constatar esse impedimento”, afirma a última cláusula do texto.

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Hassan Rouhani wins Iran’s presidential election

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20/05/2017

Iran’s reformist President Hassan Rouhani has decisively won the country’s presidential election, according to official results, fending off a challenge by principlist rival Ebrahim Raisi.

With all of votes in Friday’s poll counted, Rouhani was re-elected with 57 percent, Interior Minister Abdolreza Rahmanifazli said on Saturday.

“Of some 41.2 million total votes cast, Rouhani got 23.5 … and won the election,” Rahmanifazli said in remarks carried live by state TV.

Raisi, Rouhani’s closest rival, got 15.8 million votes, he added.

A big turnout on Friday led to the vote being extended by several hours to deal with long queues.

Campaign pledges

The election was seen by many as a verdict on Rouhani’s policy of opening up Iran to the world and his efforts to rebuild its stagnant economy. 

Rouhani swept into office four years ago on a promise to reduce Iran’s international isolation.

Friday’s poll was the first since he negotiated a historic deal with world powers in 2015 to curb the country’s nuclear programme in exchange for sanctions relief.

In the campaign trail, Rouhani sought to frame the vote as a choice between greater civil liberties and “extremism”, criticising the continued arrest of reformist leaders and activists.

Raisi, for his part, accused Rouhani of mismanaging the economy and positioned himself as a defender of the poor, calling for a much tougher line with the West.

Political commentator Mostafa Khoshcheshm said that in contrast to the 2013 election campaign, when Rouhani spoke about the removal of sanctions and the improvement of the economy, this time his message was different.

“He resorted to other campaign slogans, like [calling for] social and political freedom, and he pushed the boundaries in order to gather public support, especially in large cities,” Khoshcheshm told Al Jazeera.

“If he has secured this result, it’s because of the large cities and the middle-class society living there – they have voted for him and made him a president and they expect him to do his promises.”

Obstacles ahead

Rouhani’s re-election is likely to safeguard the 2015 agreement, under which most international sanctions have been lifted in return for Iran curbing its nuclear programme.

Rouhani has vowed to work towards removing the remaining non-nuclear sanctions, but critics argue that will be hard with Donald Trump as US president. Trump has repeatedly described it as “one of the worst deals ever signed”, although his administration re-authorised waivers from sanctions this week.

Rouhani is also expected to face the same restrictions that prevented him from delivering substantial social change in his first term.

Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei has veto power over all policies and ultimate control of the security forces, while Rouhani has been unable to secure the release of reformist leaders from house arrest.

Al Jazeera’s Jonah Hull, reporting from Iran’s capital, Tehran, said that Rouhani, during an “increasingly acrimonious election campaign, alienated a lot of Iran’s significant state institutions who may be in no mood to cooperate with him going forward”.

Slow pace of change

While the nuclear deal was at the forefront of the election, the campaign was dominated by the issues of poverty and unemployment.

Rouhani has brought inflation down from around 40 percent when he took over in 2013, but prices are still rising by more than seven percent a year.

Oil sales have rebounded since the nuclear deal took effect in January 2016, but growth in the rest of the economy has been limited, leaving unemployment at 12.5 percent overall – close to 30 percent for the young – and many more are underemployed or struggling to get by.

“Rouhani now gets his second term, and will be able to continue the work that he started in his first four-year term trying to reform Iran,” Hull said.

“And moving on, crucially, from the nuclear deal to try and bring much more economic progress to satisfy the people who have found themselves extremely disappointed with the very slow pace of change since that agreement was signed.”

Fonte: Al Jazeera

São José investe em ciências e fecha acordo na educação com a NASA

Postado originalmente – 19/05/17

Além de ter o maior polo aeroespacial do hemisfério sul do planeta, São José dos Campos que aprimorar o ensino e as experiências no campo científico desde a formação básica dos estudantes. E para isso tem estabelecido programas e parcerias com grandes entidades científicas mundiais.

Nesta semana, a prefeitura recebeu o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB) e ex funcionário do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), José Raimundo Braga Coelho,  para o lançamento do programa Globe Brasil. Trata-se de atividades desenvolvidas em conjunto com a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA), dos Estados Unidos.

O programa será inserido no currículo das escolas municipais de ensino fundamental. Desde 1994, o Globe Program se encontra em entidades de ensino de todo o mundo. O Brasil recebeu as primeiras atividades em 2015.

Essa é a primeira vez que estudantes de São José dos Campos terão essa experiência. Os alunos serão responsáveis pela coleta de dados ambientais sobre clima, solo e vegetação. Entre os estímulos está a busca por jovens vocacionados a estudarem cursos ligados a área de ciências da Terra e Espaciais, renovando a mão de obra dos institutos e empresas da cidade.

As informações ambientais serão compiladas e remetidas para a NASA, sendo utilizadas em pesquisas. O programa contemplará 25 escolas de ensino fundamental até o final deste mês. Junto a essa ação, a prefeitura informou que as aulas de ciências serão feitas em campo também, fora do ambiente de classe. Estão sendo criadas hortas dentro das escolas para o aprendizado prático de ciências ambientais dos alunos.

“O Globe trata de ciências naturais, ambientais, que aquilo que é mais importante para a garantia da nossa permanência no planeta”, ressalta o presidente da AEB, José Raimundo Braga.“Trata-se de uma oportunidade muito forte para que você comece uma estruturação de ensino de outra maneira, com a preocupação pelo aprendizado”, destaca o presidente da Agência Espacial Brasileira.

Os professores e técnicos de educação e saúde serão capacitados por uma equipe habilitada pela Agência Espacial Americana para ensinar as crianças a coletar os dados e realizar os estudos.

“Estamos ampliando o workshop que será realizado no final do mês para técnicos de saúde já que uma das atividades será o de gerenciar o comportamento do mosquito Aedes Aegypti”, detalha Márcio José Catalani, assessor técnico pedagógico da Secretaria de Educação e Cidadania.

Márcio ainda detalha os termos dessa cooperação. “A Nasa irá oferecer todo o suporte necessário, porém trata-se de um programa autossustentável, através da capacitação dos nossos profissionais”, explica o assessor técnico pedagógico.

Os canteiros de plantio foram distribuídos por diversas escolas de educação infantil e de ensino fundamental. O objetivo é propiciar o ensinamento da ciência por meio de aulas práticas e contato direto com a natureza.

O Centro Comunitário de Convivência Infantil (Cecoi) Célio Lemos,  na região central, já tem sua horta pronta e tida como uma das pioneiras. Os estudantes tem atividades no local partir dos 3 anos de idade, cuidando do plantio das sementes, da manutenção ao longo do crescimento e colheita das verduras e legumes plantados por eles.

O presidente da Obra Social Célio Lemos, que administra o CECOI, Paulo Roberto Fernandes, o Projeto Semear existe há quatro anos e se expandirá. “Nosso objetivo é multiplicar o conhecimento sobre a natureza. Recebemos alunos e professores de outras escolas e o objetivo é incentivar outras instituições a desenvolverem o projeto com seus alunos”, destacou.

Em apenas um ano, essa entidade deixou de encaminhar ao aterro sanitário do município cerca de seis toneladas de resíduos orgânicos, que atualmente é utilizado em compostagens para a melhoria do solo da horta.

Fonte: Defesanet

The cause of the tension on the Korean Peninsula: a North Korean perspective

N. Korean researcher argues that the DPRK was forced to pursue a nuclear program by U.S. hostility

Kim Kwang Hak
April 7th, 2017

This article was contributed to NK News by the DPRK’s Institute of American Studies under the country’s Ministry of Foreign Affairs. While it has been edited for content and to conform with most aspects of NK News style, the North Korean state media custom of lower-casing the first letters in “north” and “south” Korea – reflecting the view that they are legitimately one nation – has been maintained. 

Throughout the centuries the Korean Peninsula has been drawn to a vortex of the vicious cycle of the escalation of the tension year after year.

There surely exists a problem on the Korean Peninsula, which has drawn the attentions and interests of the world and also made a number of politicians, policymakers and experts argue over the “solutions” for some decades.

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Comment, au nom du climat, la France cherche à imposer ses intérêts et ses entreprises à l’Afrique

L’Initiative africaine pour les énergies renouvelables, lancée lors de la COP21, devait être un projet exemplaire porté par les Africains pour les Africains, permettant d’assurer l’accès de tous à l’électricité sur le continent tout en préservant le climat. Mais la Commission européenne et la France cherchent aujourd’hui à s’approprier l’Initiative pour lui faire financer des projets énergétiques douteux, qui répondent davantage aux intérêts de leurs entreprises qu’aux besoins des populations. Responsables africains et société civile dénoncent un passage en force.

Ce devait être un projet pour les Africains et par les Africains. L’« Initiative africaine pour les énergies renouvelables » (IAER) fait partie de ces quelques belles idées annoncées au moment de la COP21 à Paris. Ce programme devait être doté de 10 milliards d’euros, apportés par les pays du Nord, mais mis en œuvre par les Africains eux-mêmes, en partant des besoins des gens sur le terrain, plutôt que des souhaits des grandes entreprises. L’objectif est de créer au moins 10 milliards de watts de capacité de production d’électricité renouvelable d’ici 2020, et d’assurer l’accès à l’électricité de tous les Africains d’ici 2030. Le tout en minimisant les impacts sociaux et environnementaux des projets financés, en respectant les droits des populations et en évitant les phénomènes d’accaparement de terres.

C’était sans compter sur l’Europe et en particulier sur la France. Suite à la dernière réunion de l’Initiative, qui s’est tenue à Conakry en mars dernier, son concepteur et haut responsable, le Malien Youba Sokona, a démissionné avec fracas, accusant les Européens et tout particulièrement Ségolène Royal, ministre française de l’Environnement sortante, d’avoir imposé aux Africains « leur » liste de projets à financer. Des projets qui ne sont ni nouveaux, ni vraiment « verts », et souvent portés par des multinationales ou des hommes d’affaires européens.

Passage en force

Selon le compte-rendu du site Climate Home (traduit en français ici), lors de la réunion de Conakry, de nombreux responsables africains ont émis des réserves sur les projets proposés et sur une décision prématurée qui ne respectait les principes fondateurs de l’IAER ni sur la forme ni sur le fond. Les Européens ont pu compter sur le soutien des présidents tchadien et guinéen Idriss Déby et Alpha Condé, deux proches alliés de Paris, pour passer en force. Immédiatement après la réunion, la Commission européenne s’est empressée de proclamer sur son site que l’Initiative avait effectivement validé 19 projets, pour un montant de 4,8 milliards d’euros.

Les projets approuvés incluent plusieurs infrastructures de réseaux, qui serviront aussi bien aux énergies « sales » qu’aux énergies renouvelables. La liste inclut également un série de projets de centrales solaires ou de barrages. Une centrale solaire au Tchad, par exemple, est portée par des entreprises basées à Londres et à Paris (la Compagnie des énergies nouvelles ou CDEN) qui semblent s’être constituées exclusivement pour profiter des nouvelles opportunités « vertes » en Afrique. La liste mêle projets à petite échelle et initiatives de très grande envergure, sans que la répartition des fonds alloués soit précisée. Autant d’ouvrages qui risquent de profiter directement (en tant que constructeurs ou concessionnaires) ou indirectement (en tant que financeurs, consultants, fournisseurs ou clients) aux grandes entreprises européennes ou autres.

Le climat, une opportunité économique pour la France ?

La COP21 avait été explicitement vue comme le gouvernement français comme une occasion de promouvoir et vendre l’expertise de ses champions nationaux, à commencer par Engie et EDF, dans le domaine des énergies « vertes ». Ce dont témoignait le choix des sponsors officiels de l’événement (lire notre enquête à l’époque) ou encore l’organisation du salon « Solutions COP21 » (lire ici). Cette ligne politique s’est maintenue une fois la Conférence de Paris passée, et l’Initiative africaine pour les énergies renouvelables est rapidement apparue comme une cible prioritaire.

En septembre 2016, Ségolène Royal a signé un rapport « proposant », en tant que présidente officielle de la COP, une liste de 240 projets à l’IAER. Un véritable fourre-tout incluant de nombreux mégaprojets très controversés, à l’image du grand barrage Inga 3 en République démocratique du Congo, dans lequel sont impliqués des cabinets d’ingénieurs français. Les deux seuls projets concrets proposés pour le Cameroun sont le barrage de Nachtingal, un projet d’EDF, ainsi qu’un kit solaire « pay as you go » également proposé… par EDF. Inutile de dire que les considérations sociales et environnementales – et plus largement démocratiques – qui présidaient à la conception initiale de l’IAER sont superbement ignorées. Le rapport, tout à la gloire de Ségolène Royal, comprend plusieurs dizaines de photos d’elle en train de rencontrer des dirigeants africains.

L’Afrique au centre des convoitises

Suite à la réunion de Conakry et à la démission de Youba Sokona, un collectif d’organisations africaines a publié une déclaration dénonçant vigoureusement le « détournement » de l’Initiative africaine par la France et l’Europe. « Nous en appelons à tous les États, leaders et peuples africains pour qu’ils exigent une énergie renouvelable véritablement centrée sur les besoins et les droits des gens en Afrique, sur la base du modèle formidable esquissé par l’IAER et validé par tous les pays africains », proclament ces organisations. Elles accusent également les Européens de mentir sur leur niveau réel d’investissement dans l’IAER, en affichant le chiffre de 4,8 milliards alors que la somme réellement apportée serait au mieux de 300 millions, dans des conditions imprécises.

Ces tensions autour de l’IAER ne sont que l’une des facettes d’une lutte d’influence plus large. L’Afrique apparaît en effet comme un terrain de choix pour les multinationales souhaitant développer de grandes infrastructures très profitables, d’autant plus qu’aux financements internationaux dédiés au « développement » s’ajoute désormais la manne de la finance verte. Le groupe Engie, par exemple, s’est positionné sur le marché africain à travers son partenariat avec la famille royale marocaine, via la holding SNI et sa filiale Nareva. Dans le cadre de la COP22, les deux partenaires ont signé un accord stratégique visant à développer de nouveaux projets énergétiques au Maroc et dans le reste du continent africain (Égypte, Côte d’Ivoire, Sénégal, Ghana et Cameroun).

Dans le cas de la France, cette attirance pour les marchés des infrastructures et de l’énergie verte en Afrique se double de relents de paternalisme et de néocolonialisme. L’ancien ministre Jean-Louis Borloo avait ainsi lancé, peu avant la COP21, une fondation pour « électrifier l’Afrique en dix ans », avec le soutien de l’Élysée. Parmi les partenaires de l’initiative, on retrouvait déjà toutes les grandes entreprises du CAC40, à commencer par EDF, Engie et Total. Les représentants officiels africains ont choisi de privilégier plutôt la création de l’Initiative africaine sur les énergies renouvelables, précisément parce que celle-ci était directement pilotée par les Africains. Jean-Louis Borloo a fini par jeter l’éponge, tout en revendiquant la « paternité » de l’IAER. Mais la bataille des Africains contre les convoitises de la France et de l’Europe est loin d’être finie.

Fonte: Multinationales

Tecnologias de energia limpa reduzem emissão de poluentes, mas ampliam uso de metais

Postado por Felipe Poli Rodrigues

Postado originalmente em 19/05/2017

Uma transformação radical na forma com a qual a energia é fornecida e utilizada será necessária caso o mundo pretenda atingir sua meta de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2 graus Celsius, como previsto pelo Acordo de Paris. No entanto, os impactos ambientais dessa mudança ainda não estão claros.

Segundo relatório de painel ligado à ONU Meio Ambiente, enquanto há claros benefícios ambientais com o uso dessas tecnologias, particularmente nas reduções da emissão de gases do efeito estufa, há também considerações a serem feitas, como um maior uso de metais.

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Uma transformação radical na forma com a qual a energia é fornecida e utilizada será necessária caso o mundo pretenda atingir sua meta de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2 graus Celsius, como previsto pelo Acordo de Paris. No entanto, os impactos ambientais dessa mudança ainda não estão claros.

O Painel Internacional de Recursos, um grupo de especialistas em gestão de recursos naturais ligado à ONU Meio Ambiente, forneceu uma avaliação global sobre benefícios, riscos e compensações do uso combinado de tecnologias de eficiência energética e de energia elétrica de baixo carbono.

Em seu mais novo relatório, lançado na sexta-feira (12) durante fórum em Viena, na Áustria, o painel analisou oito tecnologias de eficiência energética e 36 subtecnologias dos setores de construção civil, indústria e transportes.

O relatório mostrou que enquanto há claros benefícios ambientais com o uso dessas tecnologias, particularmente nas reduções da emissão de gases do efeito estufa, poluição do ar e do uso da água e da terra, há também considerações a serem feitas, como um maior uso de metais.

“Estamos no caminho certo. Sabemos que limpar o ar que respiramos nos trará enormes benefícios tanto para a saúde humana como ambiental, e sabemos, também, que a energia de baixo carbono pode nos ajudar a reduzir os danos provocados pelas mudanças climáticas”, disse Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente.

“Mas também temos consciência da necessidade de mais ações para a construção de uma economia circular que reduza o lixo e de inovações produtivas que também criem novos empregos verdes e criativos.”

O relatório é importante porque apenas tendo uma foto completa dos impactos das tecnologias de baixo carbono por todo seu ciclo que os governos e reguladores poderão adotar políticas para maximizar seus benefícios ambientais.

O documento comparou dois cenários — uma elevação de 6 graus Celsius da temperatura global e um cenário em que a meta global de aumento de até 2 graus Celsius seja atingida.

O relatório concluiu que a produção de energia de baixo carbono e as tecnologias de eficiência energética são necessárias para uma redução substancial das emissões globais de gases do efeito estufa.

No cenário de até 2 graus, as tecnologias combinadas têm o potencial de reduzir cerca de 25 bilhões de toneladas por ano de emissões de gases do efeito estufa até 2050, 34% menos que as emissões esperadas para o período caso nada seja feito.

As tecnologias de energia de baixo carbono evitam mais do que as emissões de gases do efeito estufa. O relatório concluiu que no cenário de aumento de até 2 graus Celsius, mais de 17 milhões de toneladas por ano de material particulado (PM, resíduo da queima de combustíveis fósseis) e mais de 3 bilhões de toneladas de emissões tóxicas para humanos poderiam ser evitadas.

As tecnologias de energia de baixo carbono também aliviam a pressão sobre a terra e a água, mas podem aumentar a pressão sobre recursos metálicos. Mais de 200 bilhões de metros cúbicos de água por ano e quase 150 mil quilômetros quadrados de terra poderiam ser poupados até 2050, afirmou o relatório, mas as tecnologias de baixo carbono demandariam mais de 600 milhões de toneladas de recursos metálicos no mesmo período para infraestrutura adicional e fios elétricos.

Até  2050, 90% de penetração das luz de LED, junto com a esperada melhora da eficiência e a descarbonização da geração de energia elétrica, permitiriam que a demanda global por eletricidade crescesse de 2,5 a 3 vezes, com contínua redução do total de energia consumida. Já as tecnologias de energia solar consideradas no relatório reduziriam de 30% a 50% a emissão de gases do efeito estufa de sistemas de aquecimento e esfriamento.

Clique aqui para acessar o relatório.

Fonte: ONU Brasil

The Soft Underbelly of Scandinavian “High-Tax Happy-Capitalism”

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18/05/2017

A media mini-industry touts Scandinavia’s “happiness” as the result of its high-tax, generous welfare state-capitalism. This mini-industry conveniently fails to report the soft underbelly of Scandinavia’s “High-Tax Happy-Capitalism”: The high-tax, generous welfare model is just as dependent on unsustainable credit bubbles as every other version of state-capitalism.

The glossy surface story goes like this: state-capitalism creates a happy, secure society if taxes are high enough to fund generous social welfare benefits for everyone. People are happy to pay the higher taxes because they value the generous benefits they receive.

The story has an implicit message: every state-capitalist society could become happy if only taxes were raised high enough to fund generous social welfare for all. There are many versions of this narrative, for example, the appealing (but financially impractical) “tax the robots” funded Universal Basic Income (UBI) that I have repeatedly debunked.

Put another way: state-managed capitalism works just great if high earners and companies pay high enough taxes to fund a rebalancing of wealth and income via social welfare transfers.

The reality is quite different from this glossy PR narrative. The Scandinavian economies have pursued the same unsustainable debt-bubble “fix” for their structural insolvency as other state-managed nations.

As the charts below reveal, the “happy” Scandinavian nations are now dependent on unprecedented debt/housing bubbles inflated by extreme monetary stimulus. The script is the same as in every other monetary “experiment” intended to create the illusion of solvency in an insolvent system: lower interest rates to zero (or below-zero if you’re really desperate), juice the financial system with liquidity/ easy credit, and base your measures of financial “health” on housing bubbles and other debt-based gimmicks. (Charts courtesy of the Acting Man blog)

Also left unmentioned is the Scandinavian reliance on export sectors for national income. This is of course the German model: make your money exporting to other nations that are over-borrowing to fund consumption.

So what happens when consumption in the importing nations crashes when debt bubbles pop? The economies of the export-dependent nations also implode. This is the inconvenient consequence of having an export-dependent economy.

Also left unsaid is the imperialist wealth amassed by the mini-empires of Denmark and Sweden. Denmark and Sweden had smaller but no less imperialist interests as the larger imperial powers, and ownership of foreign assets remains a hidden mainstay of their national incomes.

Put another way: if you want to be rich, start out rich.

Norway is a special case in two ways. Norway only won its full political independence from Denmark and then Sweden in 1905. Its current wealth is the direct result of a depleting resource: North Sea oil and gas. While Norway has amassed a large sovereign-wealth fund, it has already started to draw upon this fund.

The fund is of course largely invested in the usual debt-bubble-dependent “assets” that are doomed to implode along with the fiat currencies they prop up.

Does this explosion in Norway’s M2 money supply look healthy or sustainable to you? If so–what are you high on?

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Does Sweden’s insane real estate bubble look healthy or sustainable to you? If so–what are you high on?

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Does Denmark’s unprecedented levels of household debt look healthy or sustainable to you? If so–what are you high on?
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Take away these unsustainable bubbles, and how “happy” will these economies (or their suddenly impoverished residents) be? Central planning based on central-bank inflated debt-asset bubbles works until it doesn’t. The day of reckoning draws ever nearer in every economy that’s created the illusion of solvency with debt/asset bubbles and export-dependent economies.
Fonte: Max Keiser – Financial War Reports