Rules of war (in a nutshell)

 

Since the beginning, humans have resorted to violence as a way to settle disagreements.
Yet through the ages, people from around the world have tried to limit the brutality of war.
It was this humanitarian spirit that led to the First Geneva Convention of 1864,and to the birth of modern International Humanitarian Law.
Setting the basic limits on how wars can be fought, these universal laws of war protect those not fighting, as well as those no longer able to.
To do this, a distinction must always be made between who or what may be attacked, and who or what must be spared and protected.
– CIVILIANS –
Most importantly, civilians can never be targeted. To do so is a war crime.
“When they drove into our village, they shouted that they were going to kill everyone. I was so scared, I ran to hide in the bush.
I heard my mother screaming. I thought I would never see her again.”
Every possible care must be taken to avoid harming civilians or destroying things essential for their survival.
They have a right to receive the help they need.
– DETAINEES –
“The conditions prisoners lived in never used to bother me.
People like him were the reason my brother was dead.
He was the enemy and was nothing to me.
But then I realized that behind bars, he was out of action and no longer a threat to me or my family.”
The laws of war prohibit torture and other ill-treatment of detainees, whatever their past.
They must be given food and water and allowed to communicate with loved ones. This preserves their dignity and keeps them alive.
– SICK & WOUNDED –
Medical workers save lives, sometimes in the most dangerous conditions.
“Several fighters from both sides had been critically wounded in a fierce battle and we were taking them to the closest hospital.
At a checkpoint, a soldier threatened us, demanding that we only treat his men. Time was running out and I was afraid they were all going to die.”
Medical workers must always be allowed to do their job and the Red Cross or Red Crescent must not be attacked.
The sick or wounded have a right to be cared for, regardless of whose side they are on.
– LIMITS TO WARFARE –
Advances in weapons technology has meant that the rules of war have also had to adapt.
Because some weapons and methods of warfare don’t distinguish between fighters and civilians, limits on their use have been agreed.
In the future, wars may be fought with fully autonomous robots.
But will such robots ever have the ability to distinguish between a military target and someone who must never be attacked?
No matter how sophisticated weapons become it is essential that they are in line with the rules of war.
International Humanitarian Law is all about making choices that preserve a minimum of human dignity in times of war, and makes sure that living together again is possible once the last bullet has been shot.

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The Real News Network: Catalonia and Spain ‘Playing Chicken’ Ahead of Independence Vote

How America became a superpower

Alexandre Zakhartchenko annonce la création d’un nouvel état – la Malorussie – pour remplacer l’Ukraine

Aujourd’hui, 18 juillet, la capitale de la République Populaire de Donetsk a accueilli un événement historique – la signature d’une déclaration politique sur la création d’un nouvel état, qui deviendra le successeur légal de l’« Ukraine ». Le nouvel état sera constitué de 19 régions de l’ancienne Ukraine et sera appelée Malorussie, avec la capitale du nouvel état à Donetsk. Kiev restera un centre historique et culturel sans statut de capitale.

Alexandre Zakhartchenko annonce la création d’un nouvel état – la Malorussie – pour remplacer l’Ukraine

« Ici, nous allons tous discuter du futur. Nous proposons un plan pour la réintégration du pays grâce à la loi et à la constitution. Nous devons construire un nouveau pays dans lequel les concepts de conscience et d’honneur ne sont pas oubliés. Nous offrons aux citoyens de l’Ukraine une manière pacifique de sortir de cette situation difficile, sans guerre. Ceci est notre dernière offre non seulement pour les Ukrainiens, mais aussi pour tous les pays qui soutiennent la guerre civile dans le Donbass. Je suis convaincu que nous ferons tout ce qui est possible et impossible, » a déclaré le chef de la RPD, Alexandre Zakhartchenko.

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Crime contra Assange: a história não contada, por John Pilger

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19/05/2017 John Pilger,* Counterpunch

Julian Assange foi vingado, porque todo o caso contra ele, construído pelo Judiciário sueco, foi ato de corrupção da Justiça. A Procuradora Marianne Ny cometeu crime de obstrução da justiça e tem de ser processada. A obsessão dela contra Assange não apenas envergonha seus colegas juízes e procuradores, mas também deixa à vista de todos a colusão entre o Estado sueco e os EUA nos crimes de guerra dos norte-americanos e suas famigeradas “entregas especiais” [ing. rendition] de [prisioneiros a governos estrangeiros, para serem torturados, assassinados ou todas as anteriores (NTs)].

Se Assange não tivesse procurado abrigo na embaixada do Equador em Londres, teria sido metido num dos buracos de tortura e ilegalidade que os EUA mantêm, para um dos quais foi enviada Chelsea Manning.

Essa ameaça muito real foi mascarada pela farsa que o Judiciário sueco prestou-se a representar. “Chega a ser cômico” – disse James Catlin, um dos advogados australianos de Assange. – “Dava a impressão que iam inventando o próximo passo enquanto um passo se ‘desenvolvia’ no Judiciário sueco”.

Pode até ter parecido cômico, mas sempre foi feito muito a sério. Em 2008, documento secreto do Pentágono redigido pelo “Setor de Avaliação de Cibercontrainteligência” [ing. “Cyber Counterintelligence Assessments Branch”] expôs um plano detalhado para desacreditar WikiLeaks e destruir a reputação pessoal de Assange.

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‘Governos precisam respeitar privacidade como direito universal na era digital’, diz especialista

Apresentando relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, o relator especial para o direito à privacidade, Joseph Cannataci, denunciou a atual legislação de vigilância e pediu que os governos “desistam de jogar a ‘carta do medo’ e melhorem a segurança através de medidas proporcionais e eficazes, e não com leis indevidamente desproporcionais e intrusivas à privacidade”.

Publicado originalmente em: 10/03/2017

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Apresentando relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, o relator especial para o direito à privacidade, Joseph Cannataci, denunciou na quarta-feira (8) a atual legislação de vigilância e pediu aos governos que respeitem a privacidade como um direito universal na era digital.

“A questão da vigilância governamental merece mais atenção do que nunca. Estou profundamente preocupado com o fato de o direito à privacidade simplesmente não passar por uma transição completa na era digital. Em geral, as leis são elaboradas e apresentadas através do processo legislativo dos Estados com políticas claras para legitimar práticas que nunca deviam ter sido implementadas”, disse.

“Há pouca ou nenhuma evidência para me persuadir da eficácia ou da proporcionalidade de algumas das medidas extremamente intrusivas que foram introduzidas pelas novas leis de vigilância na França, na Alemanha, no Reino Unido e nos Estados Unidos”, continuou.

Cannataci criticou ainda a manipulação do medo do terrorismo por parte de líderes políticos, e pediu que os governos “desistam de jogar a ‘carta do medo’ e melhorem a segurança através de medidas proporcionais e eficazes, e não com leis indevidamente desproporcionais e intrusivas à privacidade”.

“Os Estados precisam se preparar para assegurar que a privacidade, nos níveis nacional e internacional, seja respeitada com um direito verdadeiramente universal, especialmente a vigilância realizada na Internet”, frisou.

Ele pediu maior cooperação internacional e transparência com o público, exigindo proteção e medidas sem fronteiras. “O que o mundo precisa não é mais uma brincadeira patrocinada pelo Estado na internet, mas um acordo racional e civilizado sobre o comportamento apropriado do Estado no ciberespaço.”

“É plausível e razoável que um significativo números de Estados se unam em torno de um instrumento legal para regular a vigilância e proteger a privacidade no ciberespaço. Isso será bom para a sociedade, para os governos, para a privacidade e para os negócios”, concluiu.

Fonte: ONU BR

Uma história. Duas vidas. 70 anos de diferença

Publicado originalmente em 10/03/2017

 

Fonte: ONU BR