Alexandre Zakhartchenko annonce la création d’un nouvel état – la Malorussie – pour remplacer l’Ukraine

Aujourd’hui, 18 juillet, la capitale de la République Populaire de Donetsk a accueilli un événement historique – la signature d’une déclaration politique sur la création d’un nouvel état, qui deviendra le successeur légal de l’« Ukraine ». Le nouvel état sera constitué de 19 régions de l’ancienne Ukraine et sera appelée Malorussie, avec la capitale du nouvel état à Donetsk. Kiev restera un centre historique et culturel sans statut de capitale.

Alexandre Zakhartchenko annonce la création d’un nouvel état – la Malorussie – pour remplacer l’Ukraine

« Ici, nous allons tous discuter du futur. Nous proposons un plan pour la réintégration du pays grâce à la loi et à la constitution. Nous devons construire un nouveau pays dans lequel les concepts de conscience et d’honneur ne sont pas oubliés. Nous offrons aux citoyens de l’Ukraine une manière pacifique de sortir de cette situation difficile, sans guerre. Ceci est notre dernière offre non seulement pour les Ukrainiens, mais aussi pour tous les pays qui soutiennent la guerre civile dans le Donbass. Je suis convaincu que nous ferons tout ce qui est possible et impossible, » a déclaré le chef de la RPD, Alexandre Zakhartchenko.

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Crime contra Assange: a história não contada, por John Pilger

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19/05/2017 John Pilger,* Counterpunch

Julian Assange foi vingado, porque todo o caso contra ele, construído pelo Judiciário sueco, foi ato de corrupção da Justiça. A Procuradora Marianne Ny cometeu crime de obstrução da justiça e tem de ser processada. A obsessão dela contra Assange não apenas envergonha seus colegas juízes e procuradores, mas também deixa à vista de todos a colusão entre o Estado sueco e os EUA nos crimes de guerra dos norte-americanos e suas famigeradas “entregas especiais” [ing. rendition] de [prisioneiros a governos estrangeiros, para serem torturados, assassinados ou todas as anteriores (NTs)].

Se Assange não tivesse procurado abrigo na embaixada do Equador em Londres, teria sido metido num dos buracos de tortura e ilegalidade que os EUA mantêm, para um dos quais foi enviada Chelsea Manning.

Essa ameaça muito real foi mascarada pela farsa que o Judiciário sueco prestou-se a representar. “Chega a ser cômico” – disse James Catlin, um dos advogados australianos de Assange. – “Dava a impressão que iam inventando o próximo passo enquanto um passo se ‘desenvolvia’ no Judiciário sueco”.

Pode até ter parecido cômico, mas sempre foi feito muito a sério. Em 2008, documento secreto do Pentágono redigido pelo “Setor de Avaliação de Cibercontrainteligência” [ing. “Cyber Counterintelligence Assessments Branch”] expôs um plano detalhado para desacreditar WikiLeaks e destruir a reputação pessoal de Assange.

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‘Governos precisam respeitar privacidade como direito universal na era digital’, diz especialista

Apresentando relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, o relator especial para o direito à privacidade, Joseph Cannataci, denunciou a atual legislação de vigilância e pediu que os governos “desistam de jogar a ‘carta do medo’ e melhorem a segurança através de medidas proporcionais e eficazes, e não com leis indevidamente desproporcionais e intrusivas à privacidade”.

Publicado originalmente em: 10/03/2017

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Apresentando relatório ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, o relator especial para o direito à privacidade, Joseph Cannataci, denunciou na quarta-feira (8) a atual legislação de vigilância e pediu aos governos que respeitem a privacidade como um direito universal na era digital.

“A questão da vigilância governamental merece mais atenção do que nunca. Estou profundamente preocupado com o fato de o direito à privacidade simplesmente não passar por uma transição completa na era digital. Em geral, as leis são elaboradas e apresentadas através do processo legislativo dos Estados com políticas claras para legitimar práticas que nunca deviam ter sido implementadas”, disse.

“Há pouca ou nenhuma evidência para me persuadir da eficácia ou da proporcionalidade de algumas das medidas extremamente intrusivas que foram introduzidas pelas novas leis de vigilância na França, na Alemanha, no Reino Unido e nos Estados Unidos”, continuou.

Cannataci criticou ainda a manipulação do medo do terrorismo por parte de líderes políticos, e pediu que os governos “desistam de jogar a ‘carta do medo’ e melhorem a segurança através de medidas proporcionais e eficazes, e não com leis indevidamente desproporcionais e intrusivas à privacidade”.

“Os Estados precisam se preparar para assegurar que a privacidade, nos níveis nacional e internacional, seja respeitada com um direito verdadeiramente universal, especialmente a vigilância realizada na Internet”, frisou.

Ele pediu maior cooperação internacional e transparência com o público, exigindo proteção e medidas sem fronteiras. “O que o mundo precisa não é mais uma brincadeira patrocinada pelo Estado na internet, mas um acordo racional e civilizado sobre o comportamento apropriado do Estado no ciberespaço.”

“É plausível e razoável que um significativo números de Estados se unam em torno de um instrumento legal para regular a vigilância e proteger a privacidade no ciberespaço. Isso será bom para a sociedade, para os governos, para a privacidade e para os negócios”, concluiu.

Fonte: ONU BR

Uma história. Duas vidas. 70 anos de diferença

Publicado originalmente em 10/03/2017

 

Fonte: ONU BR

 

Respeito e dignidade para refugiados e migrantes

Publicado originalmente em 03/02/2017

As Nações Unidas querem que refugiados e migrantes sejam tratados com respeito e dignidade. A ONU lançou a campanha JUNTOS, para combater a discriminação e o preconceito contra os que precisam deixar seus lares e buscar novas oportunidades de vida em outros países.

 

Fonte: ONU BR

Controle de fronteiras não pode ser baseado em discriminação, diz chefe da ONU

Publicado originalmente em 31/01/2017

Refugiados que fogem de conflitos e perseguições têm direito a proteção, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (31), expressando preocupação com decisões no mundo todo que têm minado a integridade do regime internacional de proteção a refugiados.

O comunicado se segue à assinatura na sexta-feira (27) pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de uma ordem executiva que, entre outras coisas, suspende o programa de refugiados dos EUA por 120 dias e, de acordo com a imprensa, barra a entrada de refugiados de diversos países de maioria muçulmana, incluindo Síria, até nova ordem.

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Refugiados que fogem de conflitos e perseguições têm direito a proteção, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (31), expressando preocupação com decisões no mundo todo que têm minado a integridade do regime internacional de proteção a refugiados.

“Os refugiados fugindo de conflitos e perseguições estão encontrando mais e mais fronteiras fechadas e cada vez mais acesso restrito à proteção de que  precisam e à qual têm direito de acordo com o Direito Internacional dos Refugiados”, disse Guterres em comunicado.

O chefe da ONU mencionou especificamente o caso da Etiópia, país que recebe mais refugiados na África e que, segundo ele, “por décadas têm mantido suas fronteiras abertas a centenas de milhares de refugiados de seus vizinhos, muitas vezes em situações dramáticas de segurança”.

Lembrando que os países têm o direito e a obrigação e gerir de forma responsável suas fronteiras para evitar infiltração de membros de organizações terroristas, Guterres declarou que essa proteção não pode ser baseada em nenhuma forma de discriminação relacionada a religião, etnia ou nacionalidade, e que isso “violaria os princípios e valores fundamentais nos quais as sociedades são baseadas”.

Ele também alertou que ações como essa podem “disseminar ansiedade e raiva que muitas vezes facilitam a propaganda dessas mesmas organizações terroristas que queremos combater” e que “medidas cegas, não baseadas em inteligência sólida, tendem a ser ineficazes porque podem ser superadas por sofisticados movimentos terroristas globais”.

Segundo o porta-voz do secretário-geral da ONU, Stéphane Dujarric, Guterres está atualmente retornando para Nova York após a cúpula da União Africana na capital da Etiópia, Addis Ababa, e teve a chance de expressar seu desacordo com uma ordem executiva emitida pelos Estados Unidos sobre refugiados.

O comunicado se segue à assinatura na sexta-feira (27) pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de uma ordem executiva que, entre outras coisas, suspende o programa de refugiados dos EUA por 120 dias e, de acordo com a imprensa, barra a entrada de refugiados de diversos países de maioria muçulmana, incluindo Síria, até nova ordem.

Fonte: ONU BR

Secretário-geral da ONU pede anulação de política anti-imigração dos EUA

Publicado originalmente em 01/02/2017

Reagindo à recente suspensão pelos Estados Unidos de seu programa de recebimento de refugiados, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse nesta quarta-feira (1) que o reassentamento é frequentemente “a única solução possível” para pessoas que fogem de conflitos e perseguições, e que a nova política norte-americana, que barra a entrada de sírios no país, “deve ser removida o mais rápido possível”

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Reagindo à recente suspensão pelos Estados Unidos de seu programa de recebimento de refugiados, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse nesta quarta-feira (1) que o reassentamento é frequentemente “a única solução possível” para pessoas que fogem de conflitos e perseguições, e que a nova política norte-americana, que barra a entrada de sírios no país, “deve ser removida o mais rápido possível”.

Questionado sobre o impacto da ordem executiva assinada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, na sexta-feira (27), que, entre outras coisas, interrompe todo o programa de refugiados dos EUA por 120 dias, barra a entrada de refugiados de sete países de maioria muçulmana por 90 dias e suspende a entrada de sírios até nova ordem, o chefe da ONU disse que os reassentamentos “são necessários (…) e os EUA sempre foram vanguarda na proteção de refugiados”. “Os sírios são aqueles que atualmente têm as necessidades mais dramáticas”.

Guterres, falando à imprensa na sede da ONU em Nova York logo depois de retornar de uma viagem à Etiópia para a Cúpula da União Africana, enfatizou: “na minha opinião, a política dos EUA não é o caminho (…) para melhor proteger o país ou qualquer outro frente às sérias preocupações que existem sobre a possibilidade de uma infiltração terrorista”. “Não acredito que isso seja uma forma efetiva de fazê-lo e acredito que essas medidas precisam ser removidas o mais rápido possível”.

O secretário-geral da ONU afirmou que as medidas “violam nossos princípios básicos” e não são efetivas se o objetivo for evitar que terroristas entrem nos EUA.

Fonte: ONU BR