The cause of the tension on the Korean Peninsula: a North Korean perspective

N. Korean researcher argues that the DPRK was forced to pursue a nuclear program by U.S. hostility

Kim Kwang Hak
April 7th, 2017

This article was contributed to NK News by the DPRK’s Institute of American Studies under the country’s Ministry of Foreign Affairs. While it has been edited for content and to conform with most aspects of NK News style, the North Korean state media custom of lower-casing the first letters in “north” and “south” Korea – reflecting the view that they are legitimately one nation – has been maintained. 

Throughout the centuries the Korean Peninsula has been drawn to a vortex of the vicious cycle of the escalation of the tension year after year.

There surely exists a problem on the Korean Peninsula, which has drawn the attentions and interests of the world and also made a number of politicians, policymakers and experts argue over the “solutions” for some decades.

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Interferência russa? “Democratas questionam intenções de Trump ao demitir Comey”

destituição do diretor do FBI, James Comey, cujo protagonismo na política americana gerou polêmica nos últimos meses, surpreendeu Washington. A decisão foi anunciada pela Casa Branca na tarde desta terça-feira. Entre os democratas, a reação foi de ampla rejeição, pelo temor de que Donald Trump estaria tirando de campo a pessoa que investiga os possíveis laços de sua campanha com os russos. Entre os republicanos há opiniões divididas quanto à decisão. Estas são as reações iniciais mais importantes:

O congressista democrata Adam Schiff, que encabeça o Comitê de Inteligência da Câmara de Representantes – um dos grupos parlamentares que também investigam o possível conluio da equipe de Trump com os russos durante a campanha – afirmou que a demissão de Comey “gera graves dúvidas sobre se a Casa Branca estaria interferindo numa investigação criminal”.

Elizabeth Warren, proeminente e veterana senadora democrata, escreveu no Twitter que “já é hora de o Congresso parar de olhar para o outro lado. Donald Trump não pode escolher a próxima pessoa que prosseguirá com esta investigação crítica”. Warren, assim como outros legisladores, é partidária da nomeação de um promotor independente para investigar o presidente.

O líder da minoria democrata no Senado, Charles Schumer, afirmou em entrevista coletiva que Trump estava cometendo um “grave erro”. “A primeira pergunta é: por que agora? Por acaso as investigações sobre a Rússia estavam se aproximando demais do presidente?”, questionou o veterano senador.

Bernie Sanders, ex-candidato à presidência e rival de Hillary Clinton nas primárias do Partido Democrata em 2016, somou-se às críticas a Trump, questionando se o republicano tem algo a esconder.

Republicanos

Na falta de uma reação do líder dos republicanos na Câmara, Paul Ryan, algumas figuras importantes do partido expressaram suas opiniões iniciais à decisão.

John McCain, ex-candidato presidencial e veterano senador republicano pelo Estado do Arizona, criticou a destituição de Comey. “Esta decisão do presidente só confirma a necessidade e a urgência de um comitê especial para investigar a interferência russa nas eleições de 2016”, afirmou McCain, que elogiou o agora ex-diretor do FBI, qualificando-o como “um homem honrado e íntegro”.

O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, não comentou a decisão e se limitou a dizer que a Câmara Alta estará pronta para confirmar o nome indicado pelo presidente para substituir Comey.

Lindsey Graham, senador pela Carolina do Sul e um dos poucos republicanos que foi taxativo com Trump até agora, assumiu uma posição mais moderada que McCain. “Dadas as polêmicas recentes em torno do diretor, acredito que uma mudança virá bem para a agência e o país. Sei que foi uma decisão difícil para todos”, afirmou o parlamentar.

Fonte: El Pais

Trump não sabe nem o nome do país que bombardiou

Pepe Escobar: “Trump vs. Estado Profundo: bastidores da rinha”

28/2/2017, SputnikNews (traduzido pelo pessoal da Vila Vudu)

Segundo me diz minha fonte insider, que aqui chamei de “X”, “Flynn foi removido porque estava agitando a favor de um ataque ao Irã, que teria consequências desastrosas. Levaria os iranianos a atacarem suprimentos ocidentais de petróleo no Oriente Médio, o que faria subir o preço do petróleo a mais de $200 o barril, e a União Europeia teria de unir-se ao bloco russo-chinês para conseguir energia suficiente para sobreviver. E os EUA estariam, nesse caso, completamente isolados.”

Quando ainda de serviço como Conselheiro Nacional de Segurança, Flynn, disse publicamente que já pusera o Irã “de sobreaviso”. Para todas as finalidades práticas, virtual declaração de guerra. “X” elabora sobre as ramificações: “A chave aqui é a Turquia, e a Turquia quer acordo com o Irã. O perigo chave para a OTAN é a Turquia, que controla a Sérvia, e Turquia-Sérvia mina a Romênia e a Bulgária, numa manobra de contornar pelo flanco até a parte sul-sudeste da OTAN. A Sérvia ligada à Rússia na 1ª Guerra Mundial, e a Turquia ligada à Alemanha. Tito ligado à Rússia na 2ª Guerra Mundial, e Turquia neutra. Se Turquia, Sérvia, Rússia se unem as três, a OTAN estará deixada de fora e para trás. Rússia está ligada ao Irã. Turquia está ligando-se à Rússia e ao Irã, depois do que, como Erdogan vê as coisas, foi tentativa fracassada de golpe da CIA contra ele. E tudo isso é muito mais do que Flynn conseguiria operar simultaneamente.”

“X” insiste que a abertura que o governo Obama construiu na direção do Irã, e que levou ao acordo nuclear, foi, na essência, uma tática para enfraquecer a Gazprom russa – assumindo que um gasoduto Irã-Iraque seria construído diretamente até a Turquia e dali conectado com mercados da União Europeia.

Mas esse grande gambito no Oleogasodutostão exigiria investimento maior e anos até ser completado. Paralelamente, desde o início Teerã aumentou suas vendas de energia para vizinhos eurasianos, especialmente para a China. O objetivo só pode ter sido fazer subir a “tensão” EUA-Irã. Flynn pode ter-se metido em águas “nas quais não tinha pé”, nas palavras de “X”, no que tenha a ver com como se movimentar sobre o hipercomplexo tabuleiro de xadrez do Sudoeste Asiático.

“X”, contra um consenso virtual em todo o Departamento de Estado, insiste que “a reaproximação com a Rússia não dependia de Flynn. Depende dos que supervisionam Trump, e esses o põem lá para a finalidade de criar uma deriva de aproximação na direção da Rússia. O conflito no estado profundo é irrelevante. Todos ali são profissionais que sabem como e quando mudar de política. Mantêm-se de olho aberto sobre todos que ocupam altas posições e pode destruí-los todos à vontade. Flynn meteu-se no caminho deles e já foi expelido.”

“X” revela outra vez o que enlouquece o Pentágono, em tudo que tenha a ver com a Rússia: “A Rússia não é ameaça econômica aos EUA. A base da manufatura russa está centrada na produção militar. Desenvolveu-se desde o bombardeio de Belgrado [final dos anos 1990s] e é hoje a maior potência militar mundial em termos de autodefesa. Os mísseis de defesa russos realmente vedam o respectivo espaço aéreo; e os mísseis balísticos intercontinentais russos são os mais avançados do mundo. O míssil de defesa norte-americano recentemente testado e localizado na Romênia é praticamente imprestável, apesar do ‘sucesso’ inventado para consumo na Europa e para manter unida a OTAN. A Rússia é aliada natural dos EUA. Os EUA tomarão o rumo da Rússia, e a saída de Rússia é relativamente sem significado, exceto pelo que valha como entretenimento.”

Golpe para tirar Trump

Agora comparem essa análise com a ‘boataria’ que a CIA fez circular servindo-se de seus estenógrafos em toda a mídia-empresa nos EUA, e que só falam de uma batalha interna terrível que estaria em curso dentro do governo Trump. Houve realmente uma batalha, e a inteligência dos EUA adorou poder ajudar, porque aquela gente jamais gostou de Flynn, e vice-versa.

Acrescentem àquela inteligência-polvo os obamistas, como aquele patético ex-conselheiro Ben Rhodes mais sortimento variado de operadores do estado profundo, aposentados ou outros. A coisa vai ficando cada vez mais estranha, quando até o neoconservador Michael Ledeen, coautor com Flynn do livro islamófobo The Field of Fight, lamenta que seu assassinato político tenha sido levado a cabo por “uma quadrilha de funcionários da CIA e obamistas, mancomunados com aliados na mídia-empresa.”

Para todas as finalidades práticas, as mais poderosas facções estado-profundo-neoconservador/neoliberais conservadores realmente lançaram operação clandestina para tirar Flynn e continuar avançando para, eventualmente, tirar Trump – seguindo cada possível via de impeachment que haja pelo caminho. Seja qual for a estratégia profunda dos verdadeiros Masters of the Universe como “X” a detalhou, Trump realmente está diante de um formidável eixo de neoconservadores/neoliberais conservadores, com a CIA, a mídia-empresa neoliberal, da CNN ao Washington Post, e a máquina dos Clintons, ainda operante.

O que realmente mudaria profundamente o jogo – um verdadeiro reset com a Rússia – pode estar visivelmente já sob risco, apesar da análise que “X” oferece. Ou, o que é ainda mais atraente, podemos estar bem no meio de um espetáculo muito sofisticado do teatro de sombras wayang –, dado que os Masters, como Kissinger prescreveu, planejam, na verdade, alinhar-se com a Rússia para desafiar e quebrar a integração da Eurásia, que vai sendo levada adiante, essencialmente, pela parceria estratégica Rússia-China-Irã.

Entrementes, surgem distrações sujas, como aquela dupla de senadores senis, fantasmagóricos, McCain-Graham, a empurrar Kiev, como se viu no início do ano, para a guerra contra a República Popular de Donetsk – ao mesmo tempo em que berram para a arquibancada que a culpa ‘é’ do presidente Putin.

O tenente-general HR McMaster em pessoa, novo Conselheiro de Segurança Nacional, pode ser distração tática implantada espertamente pela Equipe Trump. McMaster é o status quo do estado profundo politicamente correto; para ele, Rússia é “um adversário”, seguidor empenhado da doutrina do Pentágono que vê a Rússia como “ameaça existencial” em pés de igualdade com a China.

Assim sendo, é ainda cedo demais para dar Trump por derrubado pelos neoconservadores. Estamos no meio de uma rinha fratricida, doentia, viciosa –, estado profundo versus elites norte-americanas. Coisa amplamente previsível, mesmo antes de conhecido o resultado final das eleições presidenciais nos EUA.

“X” parece acertar fundamentalmente, ao insistir em que Trump foi apoiado pelos Masters of the Universe para reorientar/reorganizar/reimpulsionar todo o projeto do Império do Caos. O aumento de $54 bilhões no gasto dos militares é movimento longamente planejado. “T. Rex” Tillerson, silenciosamente, já dizimou metade de todo o pessoal do Departamento de Estado de Obama; drenagem do pântano, no coração da matéria. O Big Oil e setor substancial do complexo industrial-militar apoiam Trump firmemente. Esses interesses já sabem que demonizar a Rússia é péssimo para os negócios.

Mas o eixo dos perdedores continuará a criar cada vez mais agitação, ao mesmo tempo em que o caos atual vai-se desenvolvendo como teatro de sombras turbinado. Steve Maquiavel/Richelieu Bannon pode ter entregado o jogo – em código – quando diz que se trata de processo de destruição criativa que leva a uma forma completamente nova para a estrutura de poder nos EUA. Nessas circunstâncias, Flynn não passou de peão descartável. E que ninguém se engane: o obstinado neo-Maquiavel e seu Príncipe platinado, estão firmemente empenhados no longo jogo.

Pepe Escobar: “E Deus inventou Maria…”

Spokeswoman of the Russian Foreign Ministry Zakharova attends a news briefing in Moscow
10/3/2017, Maria Zakharova, porta-voz do
Ministério de Relações Exteriores da Rússia, em conferência com jornalistas

 Jornalista: Foi anunciado recentemente que os EUA planejam enviar a artilharia do Marine Corps para a Síria, o que caracteriza claro afastamento da promessa do governo anterior, de que não haveria coturnos em solo. Como Moscou reagirá a isso?

Maria Zakharova: Mas… como Moscou ‘reagirá’ a quê?! E de que ‘governo interior’ você está falando? Que governo anterior? Nunca apresentou estratégia consistente para a Síria durante oito anos! Um dia, bombardeamos tudo; dia seguinte, nada de bombas; mais um dia, retiram-se da Síria; dia seguinte, invadimos a Síria; um dia derrubamos o governo; dia seguinte, nos acertamos com ele, para ‘ação conjunta’. Essas flutuações aconteceram mês após mês… Um lado do governo não compreende o que o outro lado faz. A posição que é preciso implementar na arena internacional como abordagem norte-americana consolidada (a comunidade internacional precisa compreender essa política, porque aí se trata de ações na arena internacional). Mas a abordagem norte-americana consolidade nunca apareceu! Primeiro era um conceito. Depois mudaram de ideia. Nos últimos seis meses antes das eleições, assistimos à agonia da política de Washington para a Síria.

Por um lado, houve atividade sempre crescente na área da política exterior e, ao mesmo tempo, era atividade que nunca foi apoiada por ação em campo de militares norte-americanos. Lembram-se da distância que separava a posição de algumas forças no Departamento de Estado, e os militares norte-americanos?

Depois aconteceu evento ainda mais misterioso: seguiram em frente e abandonaram toda a política síria, sem nem ideia do que poderia acontecer, sem fim à vista. Na sequência, concentraram-se em Aleppo, mas não para resolver alguma coisa, só para inflar o mais possível a histeria e uma campanha de (des)informação orientada exclusivamente para as eleições. O que se pode dizer, se se analisa a abordagem do ‘governo anterior’?

Fonte:  Pepe Escobar, Facebook) [excerto] 

 

Adidas CEO Says Well Positioned for Global Brand Battle

Published on Mar 08, 2017

Kasper Rorsted, chief executive officer at Adidas, discusses his growth plan for the brand, how import taxes may impact the entire industry, capturing the “cool” factor in the company’s products, and turning around the Reebok brand.

Bloomberg

Controle de fronteiras não pode ser baseado em discriminação, diz chefe da ONU

Publicado originalmente em 31/01/2017

Refugiados que fogem de conflitos e perseguições têm direito a proteção, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (31), expressando preocupação com decisões no mundo todo que têm minado a integridade do regime internacional de proteção a refugiados.

O comunicado se segue à assinatura na sexta-feira (27) pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de uma ordem executiva que, entre outras coisas, suspende o programa de refugiados dos EUA por 120 dias e, de acordo com a imprensa, barra a entrada de refugiados de diversos países de maioria muçulmana, incluindo Síria, até nova ordem.

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Refugiados que fogem de conflitos e perseguições têm direito a proteção, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta terça-feira (31), expressando preocupação com decisões no mundo todo que têm minado a integridade do regime internacional de proteção a refugiados.

“Os refugiados fugindo de conflitos e perseguições estão encontrando mais e mais fronteiras fechadas e cada vez mais acesso restrito à proteção de que  precisam e à qual têm direito de acordo com o Direito Internacional dos Refugiados”, disse Guterres em comunicado.

O chefe da ONU mencionou especificamente o caso da Etiópia, país que recebe mais refugiados na África e que, segundo ele, “por décadas têm mantido suas fronteiras abertas a centenas de milhares de refugiados de seus vizinhos, muitas vezes em situações dramáticas de segurança”.

Lembrando que os países têm o direito e a obrigação e gerir de forma responsável suas fronteiras para evitar infiltração de membros de organizações terroristas, Guterres declarou que essa proteção não pode ser baseada em nenhuma forma de discriminação relacionada a religião, etnia ou nacionalidade, e que isso “violaria os princípios e valores fundamentais nos quais as sociedades são baseadas”.

Ele também alertou que ações como essa podem “disseminar ansiedade e raiva que muitas vezes facilitam a propaganda dessas mesmas organizações terroristas que queremos combater” e que “medidas cegas, não baseadas em inteligência sólida, tendem a ser ineficazes porque podem ser superadas por sofisticados movimentos terroristas globais”.

Segundo o porta-voz do secretário-geral da ONU, Stéphane Dujarric, Guterres está atualmente retornando para Nova York após a cúpula da União Africana na capital da Etiópia, Addis Ababa, e teve a chance de expressar seu desacordo com uma ordem executiva emitida pelos Estados Unidos sobre refugiados.

O comunicado se segue à assinatura na sexta-feira (27) pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de uma ordem executiva que, entre outras coisas, suspende o programa de refugiados dos EUA por 120 dias e, de acordo com a imprensa, barra a entrada de refugiados de diversos países de maioria muçulmana, incluindo Síria, até nova ordem.

Fonte: ONU BR