Le Parlement iranien donne son feu vert aux Gardiens pour riposter contre les USA

Le Comité de la sécurité nationale et de la politique étrangère au Parlement iranien, a annoncé son soutien aux Gardiens de la révolution islamique dans toute mesure de riposte prise à l’encontre des forces américaines, au cas où Trump mettrait en exécution ses menaces contre les gardiens de la révolution, a rapporté la chaine satellitaire iranienne alAlam.

Le Parlement iranien donne son feu vert aux Gardiens pour riposter contre les USA

Dans sa déclaration le Comité de la sécurité nationale et la politique étrangère condamne le comportement irrationnel des USA et déclare que si leurs menaces impulsives sont exécutées, le conseil accorde son feu vert aux forces des Gardiens de la révolution pour riposter de manière adéquate aux forces américaines. Et ce, conformément à l’article 4 de la loi anti-actions américaines. Le comité estime que les gardiens de la révolution jouissent du droit légitime d’affronter les forces américaines tout comme ils ont affronté les groupes terroristes ».

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China concede crédito para o Irã em meio às sanções do Ocidente

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Publicado originalmente em 27/09/17

A China forneceu uma linha de crédito de US$ 10 bilhões ao Irã, destinada a projetos de infraestrutura nas áreas de energia, transporte, gestão de recursos hídricos, entre outros. O Irã vem crescendo como um parceiro estratégico para os investimentos chineses. As linhas de crédito são denominadas em Yuan (Renminbi), visando contribuir para o processo de internacionalização da moeda chinesa.

A China é o maior parceiro comercial do Irã, sendo consequentemente o maior receptor do petróleo iraniano, que constitui 66% de sua pauta exportadora com este país. Em contrapartida, os chineses exportam produtos industrializados, tais como smartphones, centrífugas, carros, entre outros. O maior projeto bilateral em curso até o momento consiste em uma ferrovia de alta velocidade que sai da província de Xinjiang no oeste da China até o Irã, perpassando 2.000 quilômetros através da Ásia Central, percorrendo países como Quirquistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Cazaquistão e Uzbequistão.

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L’accord nucléaire iranien devient un cocktail atomique

La visite non programmée en  Russie du ministre iranien des Affaires étrangères Mohammad Javad Zarif, en tant qu’employé spécial du président Hassan Rouhani et sa rencontre avec le président Vladimir Poutine mercredi, peuvent être considérées comme un point d’inflexion en train d’émerger dans la sécurité régionale et internationale. Il y a une préoccupation grandissante sur le fait que l’administration Trump pourrait être en train de rouvrir le dossier de l’accord nucléaire États-Unis-Iran de juillet 2015.

L’accord nucléaire iranien devient un cocktail atomique

Au cours de la campagne pour l’élection de novembre, le candidat Trump avait dédaigneusement menacé de déchirer l’accord iranien. Mais en tant que président, il a déjà certifié par deux fois au Congrès des États-Unis que l’Iran mettait en œuvre sa partie de l’accord. Il est obligé de le faire une troisième fois à la mi-octobre. Bien sûr, Trump n’est pas un modèle de cohérence. Il avait promis de liquider la guerre afghane, mais a approuvé une stratégie pour la guerre ouverte. Progressivement, il s’est exposé à être un homme de paille.

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A reaproximação entre Iraque e Arábia Saudita

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Bandeira da Milícia Jaysh al Mahdi, comandada por Muqtada al–Sadr

25/08/17

No dia 30 de julho de 2017, um dos líderes religiosos do Iraque, Muqtada al-Sadr, foi recebido pelo príncipe da coroa saudita. Segundo analistas, o motivo por trás do encontro foi estabelecer um diálogo sobre a influência do Irã no território do Iraque e foi sugerido que o religioso xiita iraquiano busque um papel de liderança em seu país, bem como que trabalhe pela redução do nível de sectarismo na região.

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The energy factor in the GCC crisis

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28/07/2017, by Susan Kurdli

As top diplomats from various countries flock to the Gulf in an attempt to solve the GCC rift, major energy companies continue to vie for competitive projects in the oil and gas fields in the region. The latest of these projects is the development of the South Pars/North Field, the world’s largest natural gas field, which is owned by both Iran and Qatar. This field plays a central yet often underrated role in the development of foreign and national policies in both Qatar and Iran. In light of this, any attempt for isolation or pressure on either country to alter select policies is futile insofar as it disregards this fact. 

As several experts have previously noted, the tension arose briefly after the Riyadh Summit, when US President Donald Trump assured Saudi Arabia of his commitment to the region in the face of the “Iranian threat”. The US’ hope of forging an impenetrable GCC shield against Iran fails to appreciate the centrality of the energy question and exhibits a narrow sightedness based on the pursuit of self-interest. It is, therefore, predestined to fail.

Similarly, the ensuing Saudi-led blockade against Qatar is destined to eventually subside and give way to normalised relations in spite of the current tension. As a sign, perhaps, that energy trumps political antagonism, it is noteworthy that shortly after the rift, Qatar announced it would not disrupt liquefied natural gas (LNG) exports to the United Arab Emirates (UAE), which runs through the Dolphin pipeline.

The UAE receives about two billion cubic feet on a daily basis from Qatar. Egypt, similarly, will continue receiving Qatari LNG shipments which it secured till the end of 2017. Qatar’s LNG ships continue to make their way unhindered to Asia through the Hormuz Strait and to Europe through the Suez Canal.

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A catástrofe humanitária no Iêmen

YEMEN-CONFLICT

19/07/17

O Iêmen vive hoje uma das situações consideradas mais delicadas no Oriente Médio. O país encontra-se devastado por uma guerra entre o governo do presidente Abdrabbuh Mansour Hadi* e os membros do movimento rebelde Houthi. Observadores apontam que os ataques aéreos e o bloqueio fronteiriço da coalizão multinacional** liderada pela Arábia Saudita impulsionaram um desastre, pois, atualmente, 70% da população necessita de ajuda humanitária.

As campanhas aéreas sauditas e de oito Estados árabes de maioria sunita contra o país começaram após o empoderamento do movimento Houthi, grupo supostamente apoiado pelo Irã, e buscaram auxiliar no estabelecimento do governo de Mansour Hadi. O conflito instaurou-se a partir do insucesso na transição política que deveria trazer estabilidade ao Iêmen, em 2011, com uma forte onda de protestos que forçaram o antigo presidente Ali Abdullah Saleh a renunciar sua posição, entregando o Governo a Mansour Hadi – o Vice-Presidente. O Governo Hadi vivenciou problemas severos em sua gestão, incluindo ataques realizados pela al-Qaeda, por movimentos separatistas e por militares aliados ao presidente Saleh, sem contar com questões estruturais, como acusações de corrupção, desemprego e insegurança alimentar.

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Ocidente não sabe nem do cheiro do que a Eurásia está cozinhando

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Reunião da OCX aconteceu no começo do mês de junho em Astana, no Cazaquistão

19/06/17

OCX já é não apenas a maior organização política – por área e por população – do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares; o G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina

Na reunião anual da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), fundada em 2001, os dois países, Índia e Paquistão foram admitidos como membros plenos, como Rússia, China e quatro ‘-stões’ da Ásia Central (Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tadjiquistão).

Assim sendo, a OCX já é, não apenas a maior organização política – por área e por população –, do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares. O G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina. Ação à vera doravante, à parte o G-20, virá desse G-8 alternativo.

Permanentemente desqualificada no Ocidente já há uma década e meia como se não passasse de mero salão de conversas, a OCX, lentamente, mas sem parar nunca, continua a promover um quadro que o presidente Xi Jinping da China qualifica, de forma discreta muito atenuada, como “um novo tipo de relações internacionais com vistas a cooperação ganha-ganha”.

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