Law professor explains the dangers of ISDS

Published on Oct 9, 2015

Alessandra Arcuri, associate professor of economic international law at Erasmus University, explains what’s wrong with settlement courts like ISDS. The international trade agreement TTIP is said to give multinational corporations the power to sue foreign governments, moving the power balance even more in the favor of already powerful countries.

Erasmus University

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Trade talks and trade wars: How high are the gains and the costs?

Published on Jun 14, 2017

The WTO Trade Dialogues lecture series focuses on the latest research on international trade and globalization.

Ralph Ossa discussed the costs of trade wars and highlighted the benefits of multilateral trade cooperation.

Ralph Ossa is currently Professor of Economics of Globalization and Emerging Markets at the University of Zurich.

World Trade Organization

O que é o Corredor Econômico China-Paquistão e como o futuro do mundo multipolar depende dele?

24/4/2017, Andrew Gorybko

A ordem mundial passa atualmente por mudanças profundas, na transição, de sistema unipolar controlado pelo Ocidente, para um modelo não ocidental de multipolaridade. A fricção multifacetada que se tem hoje entre as forças opostas é como um resumo complexo da Nova Guerra Fria. EUA e aliados lutam para preservara absoluta dominação sobre todos os assuntos globais; e Rússia, China e respectivos parceiros trabalham com empenho para conseguir avanços pacíficos no trabalho de minar o controle até aqui exercido pelo lado adversário.

Desenvolver sistemas alternativos de governança, como o grupo BRICS, a Associação de Cooperação de Xangai, OCX [ing. Shanghai Cooperation Organization (SCO)] e o Banco Asiático para Infraestrutura e Investimento, BAII [ing. Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB)] é iniciativa central para que projetos já concebidos como multipolares comecem a alterar o sistema mundial. Mas o mais imediatamente necessário é integrar os países afro-eurasianos do Hemisfério Ocidental numa rede ganha-ganha de relações econômicas de setores reais. A solução chinesa para essa necessidade premente é o projeto “Um Cinturão, Uma Estrada” [ing. One Belt, One Road (OBOR)], visão global da conectividade das Novas Rotas da Seda, que visa a construir uma série de projetos de infraestrutura ligados por conectividade transnacional multipolar – para operar precisamente aquela interligação.

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El País: Por que o Brasil está certo ao buscar adesão à OCDE

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Palácio do Itamaraty – Fernando Bizerra Jr. (EFE)

Oliver Stuenkel

08/05/2017

Quando o Governo brasileiro formalizar, em breve, seu pedido de adesão à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), haverá críticos que acusarão o Governo de entreguismo e de, ao querer se juntar ao “clube dos ricos”, limitar desnecessariamente a autonomia do Brasil no sistema internacional.

Tais argumentos aumentarão o custo político do processo de adesão, mas são em grande parte ideológicos e dificilmente apoiados por fatos. Vale lembrar que, depois dos primeiros acordos feitos no segundo mandato de FHC, foi durante a presidência de Lula que o Brasil e a OCDE se aproximaram por meio do “engajamento ampliado” – o que podia ser visto como um primeiro passo em direção à adesão. Dilma assinou um acordo para aprofundar, ainda mais, a relação entre o Brasil e essa entidade.

No contexto atual, em que o Brasil se recupera de uma crise profunda, juntar-se à OCDE traria ao menos três benefícios tangíveis para o país. A adesão proporcionaria aos futuros Governos instrumentos adicionais para modernizar o país; tornaria o Brasil mais atraente para os investidores estrangeiros; e, ainda, representaria importantes ganhos estratégicos no mundo multipolar do século 21.

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Diretor do BRICS Overseas, Luiz Pinto analisa nova conjuntura dos emergentes

Publicado originalmente em: 11/4/2017

Professor visitante da Qatar University e diretor-executivo da consultoria BRICS Overseas, Luiz Pinto fala dos impactos da chamada “desglobalização” sobre o grupo dos principais países emergentes – em particular, o Brasil. Ainda, o professor explica o papel complementar do Banco dos BRICS na ordem financeira global e ressalta o foco em projetos de infraestrutura da instituição.

Sobre o Brasil, Pinto aborda as reformas do BNDES, o impacto da Operação Lava Jato sobre conglomerados nacionais, a urgente necessidade de parcerias público-privadas (PPPs) e a cautela de investidores estrangeiros diante da instabilidade política do País.

Fecomercio SP

A posição do Brasil na economia atual, na análise de Edmund Amann

Publicado em 3/3/2017

Edmund Amann, economista e professor de Estudos Brasileiros na Universidade de Leiden, na Holanda, conversa com Renato Galeno sobre o modelo brasileiro de desenvolvimento e as perspectivas para novas reformas diante do atual cenário econômico. O professor da Leiden discute ainda as relações entre Brasil e China, os problemas com a falta de infraestrutura no País e o cenário internacional com a chegada de Donald Trump à Casa Branca.

Fecomercio SP

Os fatores que limitam a economia brasileira, por José Scheinkman

Publicado em: 27/1/2017

Baixa produtividade e eficiência estagnada têm limitado o crescimento econômico brasileiro, segundo a análise do professor emérito da Universidade Columbia, José Alexandre Scheinkman.

Nesta entrevista conduzida por Érica Fraga, o economista defende que a produtividade do agronegócio poderia ser um modelo a ser seguido pelos demais setores. Sua tese tem como base os cases de sucesso da Embrapa, que tornou a agricultura nacional tão competitiva quanto a dos Estados Unidos, por exemplo.

Fecomercio SP