Argentina denuncia incremento militar británico en Malvinas

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El Gobierno afirma que Reino Unido esgrime de pretexto una supuesta e inverosímil amenaza argentina, “con el sólo objetivo de intentar justificar una presencia militar digna de una potencia colonial”. El canciller de Argentina, Héctor Timerman, denunció este lunes el injustificado aumento del gasto militar británico en las Islas Malvinas mediante notas enviadas a organismos internacionales como la Organización de las Naciones Unidas (ONU), la Organización de Estados Americanos (OEA), la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), entre otros.

Argentina señala en el comunicado que el Reino Unido alega una supuesta e inverosímil “amenaza” argentina, “con el sólo objetivo de intentar justificar una presencia militar digna de una potencia colonial”.

Asimismo señala que frente a la disposición de encontrar una solución a la controversia (respecto de Malvinas y otras islas del Atlántico sur), el Reino Unido confirma con su anuncio que apuesta “al armamentismo y al belicismo”.

“Muy por el contrario, la República Argentina sostiene que sólo el diálogo y la negociación, con apego al derecho internacional, deben primar para resolver las controversias internacionales y poner fin a esta situación colonial anacrónica que lleva más de 182 años”, resumió el comunicado de la Cancillería.

Timerman convoca al Reino Unido a sentarse a la mesa de negociaciones, “tal como lo establece la Resolución 2065 (XX) aprobada hace 50 años por la Asamblea General de las Naciones Unidas y reiterada por más de 40 resoluciones de la propia Asamblea y su Comité Especial de Descolonización”. La nación suramericana envió notas al secretario general de la ONU y al presidente del Comité Especial de Descolonización de esta organización; a los secretarios generales de la OEA y de la Unasur y al ministro de Exteriores de Uruguay, en su carácter de presidente del Comité Permanente de la Zona de Paz y Cooperación del Atlántico Sur. También al ministro de Exteriores de Ecuador, cuyo país ejerce la presidencia pro témpore de la Comunidad de América Latina y el Caribe (Celac); al ministro de Exteriores de Brasil, país que ejerce la presidencia pro témpore del Mercosur y al representante Permanente de Sudáfrica ante las Naciones Unidas, en su carácter de Presidente del Grupo de los 77 y China.

Fonte: Telesur

Embaixador brasileiro na Palestina visita hospital em Gaza que recebeu doações do Brasil

​O Brasil doou 35 caixas de suprimentos médicos, contribuindo com a assistência médica básica para os refugiados da Palestina em Gaza. Na imagem, o Centro de Saúde Rukn Eddin, em Damasco, na Síria. Foto: UNRWA/Taghrid Mohammad

Nesta quarta-feira (25), durante sua visita anual à Gaza, o embaixador do Brasil na Palestina, Paulo França, visitou o Centro de Saúde de Rimal, administrado pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), para observar o impacto do apoio médico brasileiro sobre os refugiados da Palestina.

A visita contou com um evento que homenageou a parceria entre a UNRWA e o Governo brasileiro, que com seu apoio humanitário ajudou a agência da ONU a repor seus estoques de suprimentos médicos, que foram esgotados durante o conflito de junho de 2014.

O Brasil doou 35 caixas de suprimentos médicos, contendo antibióticos, remédios para diabetes e hipertensão arterial e materiais descartáveis, contribuindo com a assistência médica básica para os refugiados da Palestina em Gaza. O Centro de Saúde de Rimal, para onde foram destinadas as doações, atendeu 130 mil pessoas no ano passado.

O vice-diretor de Operações da Agência na região, Scott Anderson, disse que “o Brasil é um amigo importante para a UNRWA e para os refugiados da Palestina. O forte apoio às pessoas de Gaza expressas pelo embaixador Paulo França durante as hostilidades e no atual suporte, principalmente com os suprimentos médicos, está contribuindo para dar aos mais vulneráveis em Gaza uma chance de sobreviver em um ambiente constantemente desafiador”.

O apoio brasileiro ajudou a UNRWA a manter os serviços sociais em Gaza confiáveis e ágeis, contribuindo com os cuidados de saúde, educação e assistência alimentar. Além do apoio financeiro de quase 9 milhões de dólares desde 2011, o Brasil doou 11.500 toneladas de arroz, que teve uma parte destinada ao programa alimentar de emergência em 2014.

Este ano o Brasil prometeu uma doação adicional de 6 mil toneladas métricas de arroz para a assistência alimentar de emergência em Gaza.

Fonte: ONU no Brasil

Retrospectiva da ONU 2014

ONU: Livres & Iguais – Nações Unidas: Um bilhão se mobilizam

Livres & Iguais – Nações Unidas: Um bilhão se mobilizam

Há um ano, as Nações Unidas lançaram uma campanha global sem precedentes de conscientização pelos direitos da população LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e trans: Livres & Iguais. O que aconteceu desde então? Assista este vídeo para descobrir.

Acesse o site da campanha: http://www.unfe.org/pt

Saiba mais sobre as ações e a campanha no Brasil: http://www.onu.org.br/livreseiguais

CIJ – “The International Court of Justice is “committed to fulfilling its high judicial mission impartially and effectively”, declares the President of the Court to the United Nations General Assembly”

His Excellency Judge Peter Tomka, President of the International Court of Justice (“the ICJ”), declared yesterday to the United Nations General Assembly that the Court “always strives to ensure that the disputes submitted to it are settled promptly”, emphasizing that “hearings have been held and deliberations are underway in every case on the Court’s General List in which the written procedure has closed”.

In his address, the President gave a brief overview of the Court’s judicial activities. He recalled that, during the reporting period, the total number of contentious cases pending before the Court had been 13 (and now stood at 14); in four of these the Court had held hearings. Three of these hearings had dealt with requests for provisional measures: in October 2013 in the case concerning Certain Activities carried out by Nicaragua in the Border Area (Costa Rica v. Nicaragua); in November 2013 in the case concerning Construction of a Road in Costa Rica along the San Juan River (Nicaragua v. Costa Rica); and in January 2014 on Questions relating to the Seizure and Detention of Certain Documents and Data (Timor-Leste v. Australia).

In addition, in March 2014 the Court had held hearings on the merits in the case concerning the Application of the Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide (Croatia v. Serbia). The President explained that the Court was now deliberating the case, and was in process of drafting its Judgment, which it planned to deliver ahead of the triennial renewal of its composition next February.

President Tomka went on to inform the Assembly that the Court had handed down three Judgments during the reporting period, the first in the case concerning the Request for Interpretation of the Judgment of 15 June 1962 in the Case concerning the Temple of Preah Vihear (Cambodia v. Thailand) (Cambodia v. Thailand), the second in the Maritime Dispute (Peru v.Chile) and the third in the case concerning Whaling in the Antarctic (Australia v. Japan); it had also issued three Orders on requests for the indication of provisional measures.

The President then summarized the cases submitted to the Court since August 2013, including the proceedings instituted on 28 August last — and thus after the end of the Court’s reporting period — by the Federal Republic of Somalia against the Republic of Kenya with regard to a dispute concerning the delimitation of the two countries’ respective maritime areas in the Indian Ocean. The President observed that this case had brought to 14 the total number of cases currently entered on the Court’s General List.

Fonte: http://www.icj-cij.org/presscom/files/6/18386.pdf

Brasil apresenta ações para reduzir emissão de gases do efeito estufa em cúpula da ONU

Lavrov: US must stop acting like global prosecutor (FULL INTERVIEW)