Moçambique e Malawi aprofundam os laços de cooperação

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Publicado originalmente em 20/09/17

Moçambique e Malawi deram importantes passos para o aprofundamento das suas relações bilaterais. Na última quarta-feira (13 de setembro de 2017), os Governos de ambas as nações consolidaram o Fórum de Coordenação Entre Fronteiras. A organização terá como função primordial tratar de questões envolvendo a migração entre os dois países.

O fluxo de moçambicanos rumo ao Malawi aumentou consideravelmente nos últimos dois anos. O fato se deve, principalmente, aos conflitos entre os braços armados dos dois principais partidos políticos do país, ocorridos majoritariamente na região central. Somente para o ano de 2016, estima-se que 15 mil pessoas migraram de Moçambique para o país vizinho.

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Um panorama atualizado do perfil das empresas chinesas atuando na África

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29/08/17

A presença da China na África cresceu enormemente desde os anos 2000, devido à procura por recursos naturais, tais como petróleo, ferro, cobre e zinco. O impulso da demanda chinesa alavancou diversas economias no Continente.crescimento médio do PIB africano foi de 4,9% no período de 2000-2008, caindo para 3,3% no período 2010-2015. A queda dos preços das commodities foi um fator de impacto para esta redução nos índices de crescimento.

A China é atualmente o maior parceiro econômico da África e estima-se que existam mais de 10.000 corporações chinesas sediadas e atuando no Continente, com presença significativa de empresas privadas. No que diz respeito à distribuição setorial, mais de 30% destas se encontram na indústria, 25% das empresas atuam no setor de serviços e o restante se encontra dividido entre o comércio, construção civil e o setor imobiliário.

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Katherine Jin, jovem cientista, vence sexismo e apoia luta contra o ebola na África

Para jovens mulheres cientistas, vencer os preconceitos sexistas pode ser uma luta árdua. Uma delas, Katherine Jin, já promoveu um grande impacto na área, ajudando a comunidade internacional a vencer o ebola na África Ocidental. Confira sua história – em suas próprias palavras.

How can young people secure a better future for Africa?

Texto 49

03/08/2017, by Gerald Chirinda

With 70% of Africa’s population under the age of 30, we as a continent are presented with a great opportunity and, possibly, a great challenge. Young Africans today are taking actions that not only have an immediate impact, but will also determine the future of the continent for decades to come.

Never has there been such weighty responsibility on the shoulders of young people. Never has there been the influence in the hands of young people like the influence they carry now. But for Africa to reap the dividends she has longed for, it is up to our generation to make sure that influence is channelled correctly and directed towards relevant issues that affect not only ourselves, but generations after us. This can only be achieved if we come together as young people and begin to address the challenges before us as a continent.

The role of African youth is drastically changing, but so are some of the challenges we face, such as employability and entrepreneurship opportunities. The strength of any society is within the strength and resolve of its youth – what investment are young people making in our continent today?

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As the world faces an unprecedented famine threat, the G7 nations must act

Texto 39

24/05/2017, by Winnie Byanyima

We all celebrated. Poverty in the world halved in just two decades – historic success, humankind at its best, a world altogether more free, less exposed to disease, less violent. More girls in school, too! We Africans were told that “war, famine and dictators have become rarer.”

Today that celebration stops.often speak about how our progress for a better world is threatened by a spiraling gap between rich and poor, withering global governance, climate change and more. Now, in failing to tackle these, something profoundly catastrophic is taking hold.

The UN sounded the alarm earlier this year, joined by Oxfam and others. Our world of plenty is on the brink of unprecedented famine. Even as one famine in one country should be unacceptable – today we face the risk of four. People are dying and unless political decisions change, deaths will increase exponentially.

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Crise econômica e abusos na Líbia têm forçado refugiados e migrantes a fugir para a Europa

Texto 36

06/07/2017

Cerca da metade das pessoas que chegam à Líbia está em busca de trabalho, mas acabam sendo forçadas a fugir para a Europa para escapar de riscos de morte, instabilidade, difíceis condições econômicas, assim como exploração e abusos generalizados no país. A conclusão é de novo estudo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) sobre fluxos de refugiados e migrantes divulgado na segunda-feira (3).

Os cidadãos estrangeiros que estão indo para a Líbia fazem parte de um fluxo migratório misto, ou seja, composto por pessoas vindas de diferentes contextos, mas que viajam juntos pelas mesmas rotas, muitas vezes com o auxílio de contrabandistas e gangues criminosas. Os grupos são compostos por refugiados, solicitantes de refúgio, migrantes econômicos, menores desacompanhados, deslocados por motivos de catástrofes ambientais, vítimas de tráfico humano, entre outros.

Nos últimos anos, o número de pessoas que cruzou o mar do norte da África para o sul da Europa aumentou consideravelmente. Ao que tudo indica, a tendência é de que continue nesse ritmo, de acordo com o ACNUR. Das três principais rotas utilizadas por refugiados e migrantes para chegar à Europa – as rotas ocidental, central e oriental do Mediterrâneo – A Líbia se tornou a mais comum e também a mais mortal.

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O que o BRICS está pensando? Entidade divulga comunicado conjunto

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20/06/17

Após reunião de dois dias em Pequim, os ministros das Relações Exteriores do BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – divulgaram um comunicado conjunto sobre as análises e deliberações do bloco. A Sputnik traz alguns dos pontos mais relevantes do documento.

 

Organização das Nações Unidas (ONU)

A necessidade de reformar a ONU, assim como seu conselho de segurança, foi reafirmada pela publicação, para torná-lo “mais representativo, efetivo e eficiente”. O bloco entende que os países em desenvolvimento devem ter sua representação aumentada.

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