Chefe da ONU nomeia diplomata russo para liderar combate ao terrorismo

21/06/17

Por Michelle Nichols e Shadia Nasralla

NAÇÕES UNIDAS/VIENA (Reuters) – O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, nomeou nesta quarta-feira um diplomata russo para liderar o recém-criado escritório de combate ao terrorismo da ONU, dando a um representante de Moscou importante cargo na sede da organização em Nova York.

O embaixador russo para organizações internacionais em Viena, Vladimir Voronkov, disse à Reuters que encontrou com Guterres na terça-feira. A Reuters informou de maneira exclusiva sobre a nomeação mais cedo nesta quarta-feira.

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The CIA and Islamic State: Iran’s twin threats

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16/06/2017, by Mahan Abedin

Last Wednesday’s twin terrorist attacks in Tehran shattered a more than three- decades-long sense of security in the Iranian capital.

The last time there were major terrorist incidents in Tehran was way back in the early 1980s during the turbulent immediate post-revolutionary period.

The attacks by so-called Islamic State (IS) were followed by intense counter-terror activity. In the latest reported incident, Iranian security forces shot dead four IS-aligned terrorists in the southern Hormozgan province.

These operations underscore the scale of the terror threat and appear to validate the contents of IS’s first Farsi-language video which was released less than three months ago. In the video, IS made a direct appeal to disaffected Iranian Sunnis to rise up against the Iranian authorities by staging terrorist attacks.

The risk of repeated terror attacks is a clear worry for the Iranian authorities, not least because terrorism undermines one of the key sources of Iranian prestige, namely the ability to provide homeland security in a turbulent region. By creating a perception of instability, the Islamic State group is waging a smart psychological warfare campaign against the Iranian establishment.

But in real security terms, Iran is faced with a potentially bigger threat, this time emanating from America’s Central Intelligence Agency.

Earlier this month it was revealed that the newly appointed head of Iran operations at the CIA, Michael D’Andrea (dubbed “Ayatollah Mike”) is expected to go on the offensive against the Islamic Republic.

Managing the twin threats of IS-inspired terrorism and CIA espionage – and crucially, the potential intersection of these threats in the context of escalating regional tensions – will be the ultimate test of the Iranian security establishment’s skill and resolve.

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Caribbean to Caliphate

17/05/2017

Why are young Muslims from the Caribbean island of Trinidad and Tobago being drawn to the conflicts in Syria and Iraq?

The Caribbean state of Trinidad and Tobago is traditionally most famous for its spectacular annual carnival, its cricketing prowess and of being the birthplace of calypso music.

But more recently it’s been getting a more disturbing reputation – as the nation with the highest recruitment rates of ISIL fighters in the Western Hemisphere.

So why have so many young Trinidadians been driven to travel thousands of kilometres to participate in the conflicts in Iraq and Syria?

According to Imam Yasin Abu Bakr, the leader of the Jamaat al-Muslimeen group, one of the main reasons why young black men are joining ISIL is their marginalisation. 

“The Africans are going to a pool of unemployment. They just sit in the ghetto and do nothing. And then drugs come in and it’s a haven for the drugs. And now the guns are in and so the murder rate is just spiralling out of control,” says Abu Bakr.

People & Power sent correspondent Juliana Ruhfus and director Dom Rotheroe to investigate how the Caribbean island nation has become a recruitment hub for ISIL.

“Politicians sometimes try to minimise the issue and say that it’s a small group of people who are criminally oriented who get involved in these things, and that is not true …”

Fonte: Al Jazeera News

Presidente Bachar Al-Assad, mensagem à América Latina: “Não acreditem no Ocidente”

Damasco, 28/05/2017, entrevista, vídeo (23”), à rede Telesur, Venezuela

TeleSur: Obrigado por nos receber, Sr. Presidente.

Presidente Bachar al-Assad: Sejam bem-vindos à Síria, o senhor e o canal TeleSur.

TeleSur: Comecemos pelo mais recente. Rússia tem advertido que é possível que novos ataques químicos forjados estejam sendo preparados. Como a Síria preparou-se contra isso?

Presidente Bachar al-Assad: Para começar, os terroristas, durante anos e em mais de uma ocasião e em mais de uma região em absolutamente toda a Síria usaram substâncias químicas. Por isso mesmo, pedimos à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) que enviasse especialistas habilitados para investigar o que acontecia, mas cada vez que pedíamos os EUA impediam as investigações ou impediam que viessem as comissões de investigação. Semana passada, aconteceu novamente: quando exigimos que se fizessem investigações sobre o suposto uso de armas químicas em Jan Sheijun, EUA e aliados impediram que a resolução fosse aprovada na OPAQ.

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Ataque em Nice é ‘golpe de extremistas no coração da humanidade’, diz chefe de Direitos Humanos

Palavras de condenação agora são como ‘folhas ao vento’ diante de ‘mais uma tempestade violenta’ da onda recente de atentados em diferentes partes do mundo, lamentou o chefe de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein. Para o alto comissário, combate ao terror deve envolver luta contra ideologia que motivas fanáticos a ‘matar por matar’.

Outros dirigentes e chefes de agências da ONU também se pronunciaram nesta sexta-feira (15).

Publicado originalmente:15/07/2016

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Dirigentes e chefes de agências da ONU criticaram nesta sexta-feira (15) o ataque terrorista que deixou ao menos 84 mortos, incluindo dez crianças e adolescentes, e mais de 200 feridos em Nice, na França, após um caminhão avançar sobre pessoas que comemoravam o 14 de julho ao longo da costa da cidade.

“Chocado” pelo atentado, o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, disse que “o ataque assassino a pessoas comuns, usando um simples caminhão como arma mortal, é mais um golpe direcionado ao coração da humanidade por extremistas”.

“Há agora tantos ataques fatais — em Bagdá, Bruxelas, Dakka, Istambul, Medina, Orlando —, para citar apenas uma fração dos que ocorreram em meses recentes, que palavras de condenação soam como folhas murchas ao vento que vão rumo ao chão após mais uma tempestade violenta”, lamentou o dirigente.

Zeid destacou que “embora as razões que motivaram o assassino de ontem em Nice ainda estejam sendo definidas, em geral estamos (mais uma vez) diante de uma ideologia que parece criar uma cadeia infinita de fanáticos preparados para matar por matar”.

“Quando um meio de cometer assassinatos — sequestrar aviões, instalar bombas, se apropriar de rifles de assalto — se torna mais difícil, eles simplesmente encontram outro. E nossa resposta precisa ser cuidadosamente calculada e altamente sofisticada”, alertou o alto comissário.

Não se trata simplesmente de aumentar a segurança. Trata-se de esvaziar a própria ideologia (por trás do ataque) até que ela recue para o lugar onde pertence, ou seja, lugar nenhum”, concluiu.

Descrevendo o episódio como “uma carnificina”, o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Mogens Lykketoft, afirmou que esse “massacre de civis inocentes é mais um exemplo horrível do total desprezo de terroristas por qualquer forma de humanidade”.

Nós temos visto vários desses assassinatos em massa pelo mundo nas últimas semanas e isso representa um chamado urgente por uma cooperação internacional contra o terror ainda mais forte”, enfatizou.

Lykketoft expressou suas condolências às famílias e amigos das vítimas e seu apoio ao governo e povo franceses, “que têm sofrido demais com tanta matança ultimamente”.

UNESCO também se manifestou

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, enfatizou que o “ataque bárbaro nunca vai vencer nossa determinação compartilhada em incansavelmente buscar nossos esforços para prevenir o extremismo violento através da educação para a cidadania global e os direitos humanos, do respeito pela diversidade cultural e do poder da cultura enquanto uma força para a inclusão social”.

Já o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, Taleb Rifai, alertou que “diante dessas forças das trevas, temos mais do que nunca que permanecer unidos para combater essa ameaça global”.

Fonte: ONU Brasil

UN condemns terrorist attack on crowds celebrating Bastille Day in Nice

Publicado Originalmente: 15/07/2016

Senior officials from across the United Nations family today condemned the deadly attack in Nice, France, calling for stepped up efforts to fight terrorism and violent extremism.

UN Secretary-General Ban Ki-moon, in a statement from his spokesperson, expressed his deepest sympathy and condolences to the families of the victims of “this horrific act,” including to the Government and all the people of France.

He underscored the need to intensify regional and international efforts to combat terrorism and violent extremism.

“The Secretary-General hopes that all those responsible for this massacre will be rapidly identified and brought to justice,” according to the statement.

This morning, Ambassador Koro Bessho of Japan, as the President of the Security Council for the month of July, read out a statement issued last night in which the Council “condemned in the strongest terms the barbaric and cowardly terrorist attack” and stressed that terrorism constituted one of the most serious threats to international peace and security.

“The members of the Security Council reiterated that any acts of terrorism are criminal and unjustifiable, regardless of their motivation, wherever, whenever and by whomsoever committed,” Mr. Bessho said.

When the Council met later to discuss the situation in Iraq, all members stood to observe a moment of silence in memory of the victims.

According to media reports, a truck rammed into pedestrians gathered to celebrate the French holiday in the southern seaside city of Nice on Thursday night, killing more than 80 – including children. Dozens of people have been injured.

The President of the General Assembly, Mogens Lykketoft, expressed “horror” at the number of people killed and injured.

“This slaughter of innocent civilians is yet another horrific example of the terrorist movement’s total contempt for any kind of humanity,” he said.

Mr. Lykketoft noted that this is one of a number of these mass killings across the world in recent weeks, and it is “a dire call” for even stronger international counterterrorism cooperation.

Appalled by the horrendous carnage, Zeid Ra’ad Al Hussein, the High Commissioner for Human Rights, said that the murderous assault on ordinary people, using a simple truck as a deadly weapon, is yet another blow aimed at the heart of humanity by extremists, according to his Office (OHCHR).

“There are now so many deadly attacks – in Baghdad, Brussels, Dhaka, Istanbul, Medina, Orlando – to name just a fraction of those that have occurred in recent months, that words of condemnation sound like damp leaves fluttering to the ground after another violent storm,” Mr. Zeid said through his spokesperson in Geneva.

He noted that while the driver’s motives are still to be established, “we are confronted by an ideology that seems to be creating an endless supply of fanatics prepared to kill for the sake of killing.”

The response, Mr. Zeid cautioned, needs to be “carefully calculated and highly sophisticated” so that it is not simply about heightening security but about deflating the ideology itself.

Irina Bokova, who heads the France-based UN Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), expressed the organization’s “deep sadness and sincere condolences” and stressed the importance of education and social inclusion in fighting terrorism.

“This barbaric attack will never win over our shared resolve to unrelentingly pursue our efforts to prevent violent extremism through education for global citizenship and human rights, respect for cultural diversity and the power of culture as a force for social inclusion,” Ms. Bokova said.

Adding his voice to the chorus of condemnations, Nassir Abdulaziz Al-Nasser, the High Representative for the United Nations Alliance of Civilizations, also called the incident an “outrageous attack” and a “barbaric crime that is unjustifiable by all means.”

Taleb Rifai, the Secretary-General of the World Tourism Organization, said that “in the face of these forces of darkness, we must more than ever remain united to fight this global threat.” He added that Nice will continue to be one of the leading tourism destinations in France and in the world.

FONTE: ONU

Síria: ‘O genocídio ocorreu e está em curso’, diz comissão da ONU sobre yazidis atacados pelo ISIL

Uma menina yazidi, parte de uma minoria étnica no Iraque. Eles são alguns dos mais vulneráveis entre as milhões de pessoas afetadas pelo conflito. Foto: UNICEF Iraque/Wathiq Khuzaie

Menina yazidi, parte de uma minoria étnica no Iraque. Eles são alguns dos mais vulneráveis entre as milhões de pessoas afetadas pelo conflito. FONTE: UNICEF Iraque/Wathiq Khuzale

Publicado Originalmente: 18/06/016

Em pelo menos cinco províncias da Síria, meninas e mulheres são oferecidas e vendidas em mercados de escravos; as que tentaram escapar foram punidas com espancamentos e, em alguns casos, estupros coletivos. Além dos assassinatos e torturas, o grupo terrorista impõe transferências forçadas e conversão religiosa que minam a identidade do grupo e impõe “condições de vida que provocam uma morte lenta”.

O relatório foi apresentado nesta semana pela Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre a Síria, presidida pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro. As conclusões do documento são baseadas em entrevistas com sobreviventes, líderes religiosos, contrabandistas, ativistas, advogados, pessoal médico e jornalistas, bem como extenso material documental.

O Estado Islâmico do Iraque e Al-Sham (ISIS) – grupo terrorista também conhecido como ISIL ou Da’esh – está cometendo genocídio contra a minoria yazidi, constituindo-se em crimes contra a humanidade e crimes de guerra, disse na quinta-feira (16) uma comissão de investigação da ONU sobre a Síria.

“O genocídio ocorreu e está em curso”, disse o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, presidente da Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre a Síria, ao divulgar relatório em Genebra sobre o tema.

“O ISIL submeteu cada mulher, criança ou homem yazidi que capturou às mais terríveis atrocidades”, disse Pinheiro no comunicado de imprensa emitido pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). O documento é intitulado “’Eles vieram para destruir’: os crimes do ISIL contra os yazidis” (acesse aqui).

O mandato da Comissão permite que o relatório trate apenas das violações cometidas contra yazidis dentro da Síria. Neste país, milhares de mulheres e meninas ainda estão sendo mantidas em cativeiro e sofrendo diversas violações aos direitos humanos – muitas vezes como escravas.

A Comissão examinou também a forma como o grupo terrorista transferiu à força yazidis para a Síria depois de promover ataques na região de Sinjar, no norte do Iraque, no início de agosto de 2014. A informação recolhida pela Comissão tornou evidente a intenção e responsabilidade penal dos comandantes militares, combatentes, líderes religiosos e líderes ideológicos do ISIL, disse a Comissão.

As conclusões são baseadas em entrevistas com sobreviventes, líderes religiosos, contrabandistas, ativistas, advogados, pessoal médico e jornalistas, bem como extenso material documental, que corroboram as informações recolhidas pela Comissão.

“O ISIL tem procurado apagar os yazidis através de assassinatos; escravidão sexual; escravidão; tortura e tratamentos desumanos e degradantes; transferência forçada, causando sérios danos físicos e mentais; imposição de condições de vida que provocam uma morte lenta”, descreveu o relatório.

A publicação acrescenta outras atrocidades do grupo terrorista: “Imposição de medidas destinadas a evitar que as crianças yazidis nasçam, incluindo a conversão forçada de adultos; a separação de homens e mulheres yazidis e o trauma mental; e a transferência de crianças yazidis de suas famílias, tornando-as combatentes do ISIL, os separando das crenças e práticas da sua própria comunidade religiosa”.

O ISIL tem separado homens e meninos yazidis com idade superior a 12 anos de suas famílias, assassinando aqueles que se recusaram a se converter, a fim de destruir sua identidade como yazidis. As mulheres e as crianças muitas vezes testemunham esses assassinatos antes de serem transferidas à força para locais no Iraque e, posteriormente, para a Síria, onde a maioria dos prisioneiros permanece, concluiu a Comissão.

Estupros coletivos e espancamentos documentados

Milhares de mulheres e meninas, algumas com apenas 9 anos de idade, foram vendidas em mercados de escravos nas províncias sírias de Raqqah, Alepo, Homs, Hasakah e Dayr AZ- Zawr. O ISIL e seus combatentes as mantêm na escravidão – incluindo a escravidão sexual, mas não apenas –, diz o relatório, com as mulheres e meninas yazidis sendo constantemente vendidas, doadas ou desejadas entre os combatentes.

“As sobreviventes que escaparam do cativeiro do ISIL na Síria descrevem como elas suportaram estupros brutais, muitas vezes diariamente, e foram punidas ao tentaram escapar com espancamentos graves, e às vezes estupros coletivos”, disse Vitit Muntarbhorn, um dos integrantes da Comissão da ONU.

A Comissão ouviu também relatos sobre como algumas mulheres e meninas yazidis se suicidaram após escapar das atrocidades.

O relatório observou que o ISIL, que considera os yazidis “infiéis”, citou publicamente a fé dos yazidis como base para o ataque do dia 3 de agosto de 2014, e para posteriormente abusar deles.

A Comissão disse que o ISIL referiu-se ao yazidi como uma “minoria pagã [cuja] existência […] os muçulmanos devem questionar”, acrescentando que “as suas mulheres podiam ser escravizadas […] como espólios de guerra”.

“O ISIL não fez segredo sobre sua intenção de destruir os yazidis de Sinjar, e que é um dos elementos que nos permitiram concluir que suas ações correspondem a um genocídio”, disse uma outra integrante da Comissão, Carla del Ponte.

Comissão pede que crimes sejam levados a tribunal

Pinheiro ressaltou que não deve haver impunidade para crimes dessa natureza, recordando as obrigações dos países sob a Convenção do Genocídio de prevenir e punir o genocídio.

A Comissão reiterou o seu apelo ao Conselho de Segurança para levar “urgentemente” a situação na Síria ao Tribunal Penal Internacional, ou para estabelecer um tribunal ad hoc para julgar as violações do direito internacional cometidas durante o conflito armado não internacional.

A Comissão observou ainda que, sem opções na justiça penal internacional, é provável que os julgamentos de crimes do ISIL contra os yazidis ocorram na jurisdição interna. É essencial que os países promulguem leis contra o genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra, acrescentou a Comissão.

A Comissão pediu ainda o reconhecimento internacional do genocídio, e disse que mais precisa ser feito para garantir a proteção da minoria religiosa yazidi no Oriente Médio, bem como o financiamento de atenção especial, incluindo apoio psicossocial e financeiro, para as vítimas do genocídio.

Além de Pinheiro, del Ponte e Muntarbhorn, a Comissão também é composta por Karen Koning AbuZayd, que também é assessora especial da ONU para a Cúpula de setembro que tratará dos grandes movimentos de refugiados e migrantes.

A Comissão de Inquérito da Síria recebeu o mandato do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em março de 2011, com o objetivo de investigar e registrar todas as violações do direito internacional na Síria. Por esse motivo, o grupo não tratou, no relatório, de outras violações contra os yazidis, como os ocorridos no Iraque.

FONTE: ONU