128 members vote for UNGA resolution on Jerusalem al-Quds; 9 against, 35 abstained

 

In a blow to the US and Israel and despite their diplomatic pressures and threats, the UN General Assembly has overwhelmingly rejected Washington’s recognition of Jerusalem al-Quds as Israel’s capital. The draft resolution that had been co-sponsored by Muslim, Arab and Latin American countries was approved by a decisive vote of 128. Nine members voted against the motion including the Israeli regime, the U-S and a number of small countries. Thirty-five countries, among them Mexico, Benin, Croatia and the Czech Republic, abstained. The resolution which is non-binding has called for the administration of U-S President Donald Trump to withdraw its decision to recognize al-Quds as Israel’s capital

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Nikki Haley’s speech condemning UNGA vote against U.S. decision on Jerusalem

 

 

Israël disparaîtra dans moins de 25 ans

L’ex-directeur du bureau de Haaretz aux États-Unis en est sûr : le Premier ministre israélien Benyamin Netanyahu est un « cadeau pour les ennemis d’Israël » de par sa gestion catastrophique et ses politiques sans lendemain. « Cette gestion provoquera l’anéantissement d’Israël dans moins de 25 ans, bien plus rapidement que ne l’a prévu l’Iran », estime-t-il.

Israël disparaîtra dans moins de 25 ans (Eldor)

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How Gaza was made into an unlivable place

Texto 50

24/07/2017, by Michael Lynk

Gaza and Tel Aviv lie only 75 kilometres apart from each other. They share the same sandy topography and the same intensely hot Levantine summers. But the similarities largely end there. Any recent satellite image taken at night over the eastern Mediterranean would show an incandescent blaze for Tel Aviv, and only wan pinpricks of light further down the shore in Gaza.

Gaza is in the third month of an externally enforced reduction of its already meagre electrical power supply. The enclave of two million people would ordinarily require about 450 megawatts (MW) of electricity daily for around-the-clock power. However, over much of the past decade, as part of the tight Israeli blockade of Gaza, its power supplies have fluctuated around 200MW, resulting in persistent blackouts. But over the past several months, according to the Israeli human rights organisation Gisha, Gaza’s supply each day has varied from 140MW to an all-time low of 70MW, lengthening the blackouts and the human suffering.

The immediate cause of the power crisis lies with the dispute between the Palestinian Authority (PA) and Hamas over fuel taxation. This prompted the PA to request the Israel reduce the 120MW it sold daily down to around 70MW, and Israel has complied.

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The myth of a ‘Palestinian economy’

Texto 33

06/07/2017, by Nur Arafeh

Though it is rumoured that US President Donald Trump may withdraw from Israeli-Palestinian peace talks after White House Senior Adviser Jared Kushner’s fruitless meetings in Jerusalem and Ramallah, certain policies touted by Trump are likely to continue regardless. For instance, Trump recently declared that he welcomed measures to “unlock the Palestinian economy“.

These measures, approved by Israel, include facilitating the travel of Palestinians between Jordan and the West Bank; zoning Israeli-occupied land in the West Bank for Palestinian residential, agricultural, and industrial use; developing two industrial zones; and expanding hours of operation at checkpoints between the West Bank and Israel to ease movement for Palestinians.

In the meantime, Israel continues to place the Gaza Strip in an economic stranglehold. It is currently suffering from a debilitating electricity crisis.

Such economic measures, at least in regard to the West Bank, are based on the assumption that a lack of Palestinian prosperity is the main cause of the conflict.The claim goes that economic success and joint economic projects between Israelis and Palestinians will improve the lives of Palestinians and pave the way for peace.

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O que o BRICS está pensando? Entidade divulga comunicado conjunto

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20/06/17

Após reunião de dois dias em Pequim, os ministros das Relações Exteriores do BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – divulgaram um comunicado conjunto sobre as análises e deliberações do bloco. A Sputnik traz alguns dos pontos mais relevantes do documento.

 

Organização das Nações Unidas (ONU)

A necessidade de reformar a ONU, assim como seu conselho de segurança, foi reafirmada pela publicação, para torná-lo “mais representativo, efetivo e eficiente”. O bloco entende que os países em desenvolvimento devem ter sua representação aumentada.

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Solução do conflito Israel-Palestina corre risco de resultar em ‘Estado único’, diz ONU

Há 23 anos era assinado o primeiro Acordo de Oslo entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina. “Infelizmente estamos ainda mais distantes deste objetivo. A solução de dois Estados está correndo o risco de ser substituída pela realidade de um Estado único, com violência e ocupação permanentes”, alertou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Publicado originalmente em: 21/09/2016

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O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu na semana passada (15) a intensificação das negociações de paz entre israelenses e palestinos. Em discurso ao Conselho de Segurança, Ban alertou que o conflito caminha para uma “realidade de um Estado único”.

“Vinte e três anos atrás era assinado o primeiro Acordo de Oslo entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina”, lembrou o secretário-geral. “Infelizmente estamos ainda mais distantes deste objetivo. A solução de dois Estados está correndo o risco de ser substituída pela realidade de um Estado único, com violência e ocupação permanentes”, afirmou.

Há 23 anos era assinado o primeiro Acordo de Oslo entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina. “Infelizmente estamos ainda mais distantes deste objetivo. A solução de dois Estados está correndo o risco de ser substituída pela realidade de um Estado único, com violência e ocupação permanentes”, alertou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu na semana passada (15) a intensificação das negociações de paz entre israelenses e palestinos. Em discurso ao Conselho de Segurança, Ban alertou que o conflito caminha para uma “realidade de um Estado único”.

“Vinte e três anos atrás era assinado o primeiro Acordo de Oslo entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina”, lembrou o secretário-geral. “Infelizmente estamos ainda mais distantes deste objetivo. A solução de dois Estados está correndo o risco de ser substituída pela realidade de um Estado único, com violência e ocupação permanentes”, afirmou.

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De acordo como secretário-geral, ambos os lados fizeram declarações que alimentam o ambiente de desconfiança. Ele classificou as declarações do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, como perturbadoras. Netanyahu havia afirmado, em vídeo, que opositores da política de assentamento apoiavam a limpeza étnica.

“Isso é inaceitável e revoltante”, afirmou Ban. “Me deixem ser absolutamente claro: assentamentos são ilegais de acordo com o direito internacional. A ocupação é sufocante e opressora e precisa acabar.”

Ele também criticou o enaltecimento por parte do lado palestino de atos desprezíveis, como o ataque terrorista de 1972 contra atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique.

A comunidade internacional, incluindo o Conselho de Segurança e o quarteto diplomático no processo de paz no Oriente Médio – composto por ONU, Rússia, Estados Unidos e União Europeia – vê a expansão dos assentamentos como um obstáculo para a paz, afirmou o secretário-geral.

Eleições palestinas

Ban Ki-moon afirmou estar particularmente preocupado com uma decisão recente da Corte Superior da Palestina. O órgão suspendeu todas as preparações para o processo eleitoral, em meio a uma petição que pede o cancelamento das eleições – a primeira em mais de dez anos que inclui tanto a Cisjordânia quanto Gaza.

Se conduzidas de acordo com os padrões internacionais, as eleições poderiam promover uma importante renovação para democracia palestina e um primeiro passo para o avanço da unidade nacional, reforçou Ban.

Para ele, as partes interessadas devem continuar buscando negociar o fim da ocupação e o estabelecimento de uma Palestina democrática e viável, em paz com Israel – “ambos respeitando as conexões históricas e religiosas de cada um a essa terra santa”, afirmou.

Faixa de Gaza

Sobre Gaza, ele observou que houve progresso na reconstrução da área nos dois anos desde o cessar-fogo do conflito de 2014. No entanto, 65 mil pessoas continuam deslocadas. Ban destacou a necessidade de um maior apoio na reconstrução de aproximadamente 5 mil casas destruídas.

Para além da reconstrução, as necessidades humanitárias de Gaza são “profundas”, conforme afirmou o secretário-geral. Mais de 1,3 milhão de pessoas das 1,9 milhão que lá residem necessitam de assistência.

O chefe da ONU pediu que os países-membros da Organização forneçam apoio financeiro para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA).

Neste panorama, Gaza continua fechada e é uma “bomba-relógio”. Um progresso duradouro em Gaza só pode ser alcançado com a unificação da Palestina, o fim do armamentismo ilegal e de atividades militares, e o fim das restrições de acesso e movimentação.

Ao falar da situação nas colinas de Golã, Ban demonstrou que continua preocupado com as contínuas violações da linha de cessar-fogo e pelos confrontos em áreas limites e de separação. Segundo ele, esses acontecimentos enfraquecem o Acordo de Retirada de Forças de 1974, e prejudicam o cessar-fogo entre Israel e Síria.

O recente incêndio das Forças Armadas Árabes da Síria impactou particularmente a Golã ocupada por Israel. Em ambas as ocasiões, as Forças de Defesa israelenses responderam com um ataque aéreo. “Eu peço para que Israel e Síria cumpram os termos do Acordo de Retirada”, disse Ban.

Fonte: ONU BR