Maduro e Castro Tentam envolver o Brasil no conflito

Postado originalmente – 17/05/17

O Castrochavismo em atitude desesperada procura envolver o Brasil em seu conflito. Partindo para um assunto sensível a todos os Venezuelanos que é o reclamo de posse da área de Esequibo na Guyana.

Chávez foi complacente com a questão de Esequibo seguindo a linha de Cuba, que era de não discutir fronteiras pois isso era uma questão colonialista. Mas apresentava mapas com a região como contestada.

A tentativa tem sido sempre de sufocar economicamente o pequeno país. Os reclamos da Venezuela equivalem a 2/3 do território da Guyana.

Na noite de 16 Maio (terça-feira), a Venezuela lançou uma típica ação de Guerra Híbrida (Desinformação). Através de um meio nacionalista chamado ANTROCANAL (@antrocanal), com a #EsequiboEsVenezuela, lançaram uma campanha de que o Exército Brasileiro iniciaria, após o período de chuvas, perfurações petrolíferas no sul da região de Esequibo.

E mensagem é baseada nas fontes do próprio Governo da Guyana. Tendo como início uma declaração do Embaixador Talbot, daquele país, em Brasília DF. A edição do dia 12 MAIO 2017, do Government News  Brief, edição oficial do Governo da Guyana tem a declaração do Embaixador.

Também é uma ação pela posição do Presidente Michel Temer, ter recebido a líder oposicionista venezuelana Lilian Tintori, em 11 MAIO 2017. Pela primeira vez um político não chavista é recebido no Palácio do Planalto, em 18 anos.

Fonte: Defesanet

Estamos diante de uma “primavera latina”?

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A inquietude aumenta na América latina: os Estados Unidos e o Reino Unido prepararam uma “primavera” nos moldes da “primavera árabe”. Com certeza, dessa vez, não se tratará de dividir a população em linhas religiosas através do conflito-os latinos são quase todos cristãos-, mas de utilizar dos elementos de identidade cultural locais. O objetivo será portanto o mesmo: não substituir os governos por outros, mas destruir os Estados para erradicar toda a possibilidade de resistência ao imperialismo.

Com o tempo, diversos líderes políticos no mundo reinterpretaram a “primavera árabe”. O que parece revoluções espontâneas contra os governos autoritários é hoje em dia percebido pelo o que é: planos anglo-saxões de desestabilização de toda uma região do mundo para colocar no poder a Irmandade Muçulmana. A lembrança da “revolta árabe de 1916”, na qual Lawrence da Arábia ergueu a região contra o império otomano trazendo esperança de liberdade ao povo para apenas, em seguida, entregá-los ao jugo do Império Britânico- mostra que Londres detém o conhecimento prático.

Parece que os Anglo-Saxões preparam uma nova onda de pseudo-revoluções na América latina. Tudo começou com um decreto de Barack Obama, em 9 de março de 2015, declarando um estado de urgência frente à ameaça extraordinária que a situação na Venezuela poderia se tornar aos Estados Unidos. Esse documento suscita uma onda de indignação no continente, forçando o presidente dos EUA a se justificar diante de uma cúpula internacional. Mas o decreto não foi anulado e os preparativos de uma nova guerra prosseguem.

Diferente do Syrian Accountability Act de George W. Bush (2003), o texto de Obama sobre a Venezuela é um decreto presidencial e não uma lei. Por conseguinte o Executivo não precisa prestar contas ao Legislativo. Se foram precisos oito anos aos Anglo-Saxões para passar o ato no mundo árabe em geral e na Síria em particular, numerosos elementos convencem que será preciso menos tempo para lançar um programa de destruição da América latina.

Os problemas eclodiram no Brasil na ocasião dos Jogos olímpicos, contra a presidente Dilma Rousseff; a qual foi destituída através de um processo parlamentar, certamente legal, mas totalmente contrário ao espírito da Constituição. Este golpe de Estado foi conduzido sob o controle do Banco central– da qual o vice-presidente é Brasilo-Israelense-, por deputados donde muitos são hoje culpados  de corrupção. Os serviçoes de seguridade do Estado restaram estranhamente passivos durante este golpe. Isto porque, durante os Jogos olímpicos, eles foram colocados sob a coordenação… de experts israelenses. Atualmente, o novo persidente, o brasilo-libanês Michel Temer, é, por sua vez, largamente contestado.

A situação é dificilmente melhor no México. O país já está de fato dividido em quatro. O Norte passa por um forte crescimento, enquanto o Sul está em plena recessão. Os dirigentes políticos venderam a sociedade petrolífera nacional e todas as suas reservas, Pemex, aos Estados Unidos (que não precisam mais, portanto, do petróleo do Oriente Médio). Apenas o exército parece ainda crer na pátria.

Explorando os erros econômicos do governo, a oposição venezuelana conseguiu reunir grandes manifestações pacíficas. Simultaneamente, elas organizaram minúsculos grupos extremamente violentos que provocaram a morte de vários policiais e manifestantes. Criando confusão, as agências de mídia internacional deram a impressão que uma revolução começou contra os chavistas, o que não é de todo o caso.

Assim, os três principais Estados latino-americanos foram desestabilizados ao mesmo momento. Parece que os neoconservadores estado-unienses anteciparam uma possível paz na Síria e apressaram o projeto latino-americano.

Sexta-feira, durante um discurso televisionado, o presidente venezuelano Nicolás Maduro adverteu seu povo contra o projeto anglo-saxão da “primavera latina”. Ele repetida e longamente citou os precedentes líbios e sírios, diante uma plateia de intelectuais da região, da qual, sírio de coração, eu estava associado.

Fonte: Al-Watan

Como trazer o verde de volta à paisagem do Rio Doce?

Postado em 17/05/2017 por Felipe Poli Rodrigues

Postado originalmente em 16/05/2017

Pesquisa busca estabelecer técnica mais eficiente para recuperar a mata ciliar afetada pela lama da Samarco; um dos objetivos é evitar que ações de restauração sejam desperdiçadas.

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As árvores fortes o suficiente para suportar a onda de lama que varreu a bacia do Rio Doce, quando a barragem de rejeitos da mineradora Samarco se rompeu, registram ainda hoje em seus próprios troncos, como marcas arqueológicas, a dimensão da tragédia. A maior parte da vegetação das margens, no entanto, foi carregada ou soterrada sob uma grossa crosta que impede agora o nascimento de novas espécies e dificulta a recuperação natural do solo. Para trazer de volta o verde onde o marrom tomou conta, pesquisadores buscam estabelecer qual o melhor método de restauração das matas a partir da melhor relação custo x benefício.

Diante das condições atuais, o estudo Comparação de Metodologias de Restauração Ecológica da Vegetação Nativa na Mitigação dos Impactos do Despejo de Rejeitos de Mineração na Região de Mariana (MG) se propôs a testar três diferentes técnicas de restauração em duas situações comuns na região: no pasto abandonado e no solo com lama de rejeito. Os blocos experimentais estão entre os municípios de Mariana e Barra Longa.

marcas lama arvores

As técnicas avaliadas são o plantio de mudas arbóreas nativas; semeadura de espécies arbóreas nativas intercalada com semeadura de adubação verde; e plantio de mudas arbóreas nativas com semeadura de adubação verde. É chamada adubação verde a técnica de se adicionar alguns tipos de plantas de crescimento rápido, como as leguminosas, para aumentar a quantidade de nitrogênio no solo.

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A pesquisa, que foi financiada com doações arrecadadas pelo coletivo Rio de Gente e sob gestão e implementação do Greenpeace Brasil, é executada pelo Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP) em parceria com a empresa Bioflora Tecnologia da Restauração, sob coordenação do Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues (LERF) e do engenheiro agrônomo André Gustavo Nave (LERF e BIOFLORA).

De acordo com os pesquisadores, a recuperação das matas ciliares é essencial. A vegetação forma uma cobertura protetora que evita assoreamento e erosão de córregos e rios, age como um filtro contra poluentes, permite o recarregamento dos aquíferos através do aumento da permeabilidade dos solos à água das chuvas e produz matéria orgânica que entra na cadeia alimentar da fauna aquática.

“A heterogeneidade dos rejeitos, em termos de profusão e composição, e a heterogeneidade da influência da água nesses rejeitos, mostra que precisamos desenvolver uma metodologia que ainda não existe e que seja baseada em melhor qualidade e menor custo”, afirma o professor Ricardo Ribeiro Rodrigues.

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Para avaliar a eficiência de cada técnica, são consideradas muitas variáveis, como a altura das árvores, a quantidade de indivíduos de uma mesma espécie em determinada área, o tamanho de copa, a cobertura e condições físico-química dos solos, além da análise de custos referentes à aquisição de sementes, mudas, insumos, mão de obra, maquinário e do rendimento hora-homem.

Recuperação a médio prazo

“Os resultados preliminares indicam que a metodologia que utiliza mudas nativas com adubação verde nas entrelinhas do plantio foi a mais eficaz para o brotamento das primeiras mudas”, explica Rodrigues. Uma segunda fase, que deve durar até setembro de 2017, deve apontar os resultados referentes ao crescimento das mudas.

Os testes já foram iniciados e seus resultados serão verificados ao longo do tempo. De acordo com o engenheiro agrônomo André Nave, “numa situação normal, em torno de um ano e meio a dois anos a gente já consegue ter um aspecto de capoeira, com uma floresta diversa, que vai se desenvolver e transformar em uma floresta madura. Quando a gente tem uma situação que é o extremo, como aqui, eu suponho que isso possa demorar três, quatro, cinco anos, dependendo das condições de solo.”

adubacao muda

“Recuperar as florestas nas margens do Rio Doce é uma maneira de ressuscitá-lo”, afirma a coordenadora da Campanha de Água Fabiana Alves. “A empresa Samarco, infelizmente, não fez nenhum tipo de restauração às margens do rio, limitando-se a plantar um mix de gramíneas e leguminosas. E o que o estudo mostra é que isso não recupera a vegetação nem o rio”, ressalta.

Para baixar o estudo, clique aqui.

Fonte: Greenpeace

 

Áreas protegidas sofrem “ofensiva sem precedentes” com Temer, diz ONG

Postado em 17/05/2017 por Felipe Poli Rodrigues

Postado originalmente em 17/05/2017

Aliança entre a base aliada do governo, o agronegócio e a mineração tem tido sucesso em reduzir e extinguir áreas de proteção, abrindo caminho para o desmatamento.

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Florestas e parques nacionais brasileiros podem perder em breve uma área protegida de 80 mil quilômetros quadrados, o equivalente ao território de Portugal. É o que aponta o dossiê Unidades de Conservação sob Risco, publicado nesta quarta-feira 17 pela ONG ambientalista WWF sobre medidas para reduzir, recategorizar ou extinguir áreas de proteção, abrindo caminho para o desmatamento.

“O Brasil vive uma ofensiva sem precedentes às áreas protegidas”, diz o documento, em seu primeiro parágrafo. “Pressões para desfazer ou diminuir o tamanho ou o status de proteção de Unidades de Conservação (UCs) promovidas por integrantes da base parlamentar do governo Michel Temer e com forte lobby dos setores ruralista e de mineração têm encontrado espaço para prosperar, com o apoio do Palácio do Planalto”, continua o texto.

Entre os ataques citados pelo texto estão as Medidas Provisórias 756 e 758, editadas por Temer em dezembro de 2016 e aprovadas entre a noite de terça-feira 16 e a madrugada desta quarta-feira 17 pelo plenário da Câmara dos Deputados.

As MPs ampliam as possibilidades de exploração em áreas importantes da Amazônia e têm como alvo principal a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, no Pará, criada em 2006 para impedir o desmatamento na região da BR-163 (rodovia Cuiabá-Santarém). Segundo estudo do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) citado pela WWF, a Flona do Jamanxim foi a unidade de conservação federal mais desmatada na Amazônia entre 2012 e 2015.

De acordo com o texto aprovado pelos deputados para a MP 756, por exemplo, a Flona do Jamanxim será ainda mais reduzida do que previa o texto original. Do total de 1,3 milhão de hectares, 486 mil serão transformados em Área de Proteção Ambiental (APA), o que representa um rebaixamento dentro das categorias de conservação.

Ao contrário da Flona, que possui as regras mais rígidas de proteção ambiental, a APA permite a venda de terras, o desmatamento do tipo “corte-raso” e a realização de atividades econômicas como mineração e agropecuária no território.

Outra medida citada pelo dossiê é o PL 3751, que invalida unidades de conservação criadas onde havia proprietários privados e que não receberam a indenização em um período de cinco anos. A aprovação da proposta pode levar ao desaparecimento de 56 mil quilômetros quadrados de reservas, segundo estimativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

O relatório da WWF lembra que o conflito – liderado por produtores rurais, empresas de mineração e grileiros de terras públicas – não é novo, mas argumenta que as investidas do governo e de sua base aliada têm potencial enorme de “estrago”. A WWF afirma, ainda, que o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), alvo do desmonte, “colocou o Brasil ao final da década passada na posição de líder mundial em extensão de áreas protegidas”.

A ofensiva em curso, conclui o relatório, “pode resultar em mais desmatamento da Amazônia, com prejuízo às metas brasileiras para a redução das emissões de gases de efeito estufa na Convenção do Clima das Nações Unidas, além de implicar o desmonte do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) e ameaçar o cumprimento dos compromissos assumidos na Convenção da Diversidade Biológica (CDB)”.

Fonte: Carta Capital

Governo Temer está destruindo as conquistas ambientais

Postado em 17/05/2017 por Felipe Poli Rodrigues

Postado originalmente em 16/05/2017

incêndio

Nuvens carregadas tomaram conta do céu de Brasília e de lá se espalham pelo resto do país de maneira persistente, sem trégua. Não me refiro apenas ao cenário político e denúncias que atingem os nossos atuais governantes ou do assustador desmonte das leis trabalhistas e da Previdência Social.

Quero alertar para a completa destruição da legislação ambiental brasileira, que está na mira dos setores mais conservadores que hoje dão as cartas no Planalto Central, seja nos Ministérios, seja no Congresso Nacional.

São ministros que atacam as próprias pastas que representam e parlamentares cujas mais importantes ações estão centradas em suprimir direitos de minorias e avançar sobre áreas ambientais protegidas há muitos anos.

Segundo carta publicada pelo Observatório do Clima, Nenhum hectare a menos!, vivemos “talvez a maior ofensiva antiambiental desde a elaboração da Constituição de 1988”. O documento também deixa claro que os retrocessos em curso no governo e no Congresso colocam em risco as metas climáticas assinadas por Temer e que fazem parte do Acordo de Paris ratificado pelo Brasil.

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Para ficar em alguns exemplos, a redução em mais de 1,1 milhão de hectares das unidades de Conservação aprovada por comissões no Congresso ataca diretamente as florestas brasileiras e representa um incentivo brutal à grilagem e ao desmatamento sem limites.

Outro caso emblemático é o enfraquecimento do licenciamento ambiental (PL 3.729/2004 – Lei Geral de Licenciamento). Temos outros tristes exemplos de terra arrasada, literalmente, como a liberação indiscriminada de agrotóxicos, a facilitação da ocupação de terras públicas e o novo Código de Mineração, que pode fazer com que casos como o de Mariana deixem de ser exceção.

Se o governo de Dilma Roussef estava longe de ser amigável ao meio ambiente, o de Michel Temer representa uma visão retrógrada que, certamente, colocará o Brasil de volta ao século 19.

Os sinais são perturbadores e chegam num momento em que a situação já não era favorável. Nos últimos dois anos o desmatamento na Amazônia cresceu 60%. A manutenção de tais números torna letra morta a meta brasileira de chegar a 2020 com uma redução de 80% do desmatamento, compromisso brasileiro no Acordo de Paris para a redução dos índices de emissão de gases de efeito estufa do país.

Aumento da violência

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O Brasil já era apontado como o país com maior risco no mundo para ambientalistas, mas nunca, como agora, a bandidagem que atua no meio rural se sentiu tão à vontade para agir. Não à toa, estão se multiplicando casos de ataque contra indígenas, trabalhadores rurais, extrativistas e quilombolas.

Entre os casos mais recentes e bárbaros está a chacina de dez trabalhadores num assentamento rural de Colniza, cidade a quase mil quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso. Já no Maranhão, uma disputa de terras feriu 12 indígenas da tribo Gamela, no município de Viana, alguns em estado grave, sendo que um deles além de levar dois tiros teve as mãos decepadas.

Uma ação efetiva para punir os crimes e interromper essa selvageria parece não ser a preocupação de nossas “excelências”. Ao invés disso, a CPI da Funai na Câmara dos Deputados decidiu por indiciar índios, antropólogos e entidades que atuam na proteção das tribos indígenas por, entre outras razões, tentar recuperar terras griladas que lhes foram roubadas.

Luta desigual e suas consequências

É muito difícil enfrentar essa ação coordenada dos ruralistas. O movimento ambientalista faz o que pode para tentar se contrapor a essa avalanche. Nesta semana, mais de 130 organizações e entidades lançaram uma carta pública (#Resista), denunciando esses ataques e chamando os brasileiros para um movimento de resistência contra as medidas do governo e da bancada ruralista.

Importante ressaltar que a repercussão internacional negativa poderá ser um enorme tiro no pé para governo e ruralistas. No caso da gestão Temer, que busca legitimidade e a recuperação econômica, não parece ser inteligente, aos olhos do mundo, rasgar compromissos e ser carimbado como um governo responsável por um enorme retrocesso ambiental em pleno século 21.

Para o agronegócio, que recentemente passou pelo vexame da carne estragada, ser acusado de não respeitar direitos e ser responsável por assassinatos e violência no campo em virtude de disputa de terras e descumprimento de leis ambientais, deverá causar repulsa e perda de contratos em várias partes do mundo.

No fim e ao cabo, a sociedade brasileira também precisa reagir, pois essa truculência e avanço sobre direitos adquiridos não se restringem a um problema meramente rural: elas colocam em risco nossa própria existência como país civilizado. Por isso, #Resista você também.

Fonte: Envolverde

 

WannaCry: China descobre nova mutação do vírus responsável por ciberataque mundial

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Tela da Agência de Segurança e Internet da Coreia mostra expansão do vírus. YONHAP (EFE)

15/05/2017

As autoridades chinesas anunciaram a descoberta de uma nova mutação do vírus WannaCry, responsável pelo ciberataque mundial que afetou mais de 150 países e 200.000 computadores desde sexta-feira, informa o jornal oficial Global Times.

Em nota emitida no domingo, a Agência do Ciberespaço, o Departamento de Segurança Pública e a Comissão Municipal de Economia e Tecnologia da Informação de Pequim afirmam que a nova versão do vírus, o WannaCry 2.0, driblou as medidas de segurança implantadas após o primeiro ataque.

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The 29’s Crack and The Great Depression (español)