México e Brasil intensificam relação bilateral


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Publicado originalmente em 30/11/17

De acordo com a Secretaria de Relações Exteriores (SER) mexicana, no dia 24 de novembro, o chanceler Luis Videgaray Caso visitou a República Federativa do Brasil, onde se encontrou com o presidente Michel Temer e com o chanceler Aloysio Nunes, além de representantes de empresas mexicanas que possuem investimentos no Brasil.

Durante seu encontro com o mandatário brasileiro, Videgaray expressou o profundo apreço que o México tem pelo Brasil e gratidão pela ajuda humanitária enviada, após os terremotos ocorridos em setembro (2017).

Ao se encontrar com Aloysio Nunes, tratou sobre questões da agenda bilateral e internacional. Em particular, ratificaram a vontade política dos governos dos dois Estados para que o resultado das negociações comerciais, que estão ocorrendo atualmente, seja bem-sucedido, visando o aumento do intercâmbio de bens e produtos entre ambos os países.

No que tange à cooperação, as autoridades discutiram sobre o fortalecimento dos mecanismos existentes e como trabalhar em conjunto com países terceiros, particularmente, em projetos na região caribenha. Segundo o chanceler mexicano, o Caribe é importante para o Brasil e para o México, pois requer maior solidariedade dos vizinhos continentais, dado os efeitos das mudanças climáticas e dos fenômenos naturais na região.

Durante o encontro, ambos concordaram em aumentar o diálogo sobre questões multilaterais, incluindo o desafio de como tornar realidade o Pacto Global para a Migração Segura, Regular e Ordenada, atualmente negociado nas Nações Unidas (ONU).

Outro tema discutido foi a aproximação entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul, assim como o processo de entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a participação nas Operações de Manutenção da Paz da ONU e a geração de intercâmbios educacionais, científicos e culturais.

Foi decidido também que a quarta edição da Comissão Binacional (o principal fórum de diálogo político e cooperação) será realizada no primeiro trimestre de 2018 e aproveitou-se a ocasião da visita para comemorar a recente ratificação do Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimento aprovado pelo Senado mexicano.

Durante uma reunião com executivos de empresas mexicanas que operam no Brasil, o chanceler Luis Videgaray trocou opiniões sobre oportunidades de negócios existentes em ambos os países para traçar estratégias empresariais de fomento.

O Brasil é o primeiro parceiro comercial do México na América Latina; o 8º no mundo; e, também, o principal destino do investimento direto mexicano. Em 2016, tal comércio bilateral chegou a movimentar cerca de 8 bilhões de dólares.

Fonte: CEIRI Newspaper

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21 respostas em “México e Brasil intensificam relação bilateral

  1. Consideradas as maiores economias da América Latina, Brasil e México são países que estabelecem acordos comerciais e agendas de cooperação técnica com o intuito de dinamizarem suas economias e fortalecerem suas posições de preponderância na região. Ao buscar movimentar as economias latinas e os fluxos de investimentos, a bilateralidade Brasil-México se mostra extremamente benéfica para ambos os países e para tanto, o objetivo é sempre intensificá-la. O Brasil apresentou uma linha de intensificação e uniformidade, principalmente durante os governos Lula e Dilma. Já com Michel Temer e pautando-se nos discursos do novo ministro das Relações Exteriores, José Serra, existem receios que essa relação sofreria alterações, algo que não vem sendo apresentado na prática. Este artigo apresenta uma síntese das relações entre Brasil e México percorrendo os governos de Lula e Dilma e, finalmente, o estágio atual sob o governo Temer com José Serra a frente da política externa brasileira.

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  2. Embora estes dois países alcançaram um maior grau de integração na dinâmica da economia mundial, as relações econômicas entre elas permanecem longe do que seria de esperar das relações econômicas entre as duas maiores economias da América Latina. Nos últimos anos, os governos dos dois países manifestaram interesse em assinar um acordo de livre comércio, o que reflete a vontade de eliminar as barreiras comerciais não-tarifárias e as tarifas. A existência acentuada de oportunidades de comércio, interesses comerciais e motivações de natureza política deve ser o principal impulso para promover novas negociações entre os dois países para fortalecer o comércio bilateral, como ainda hoje há uma enorme divisão entre América Latina a ser capaz de estabelecer-se como uma verdadeira integração regional capaz de enfrentar o futuro com garantias.

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  3. A ideia de que estamos inseridos em uma sociedade internacional construída através de diversificados tipos de interações, dentre as quais estão as relações entre os Estados (sujeitos internacionais) representados por seus governos está demonstrada neste artigo. Reuniram-se no Brasil, o governo brasileiro e mexicano (maiores economias da América Latina), para, através da cooperação e do dialogo analisarem o contexto, conjuntura e circunstâncias para uma futura negociação que poderá desencadear, mais tarde, em um Tratado. Sendo assim, neste encontro, o Brasil assumiu diversos compromissos afim de proporcionar o aumento do fluxo das relações comerciais, no qual foi respeitado os princípios e diretrizes das negociações internacionais, bem como a legislação interna brasileira (participação do presidente Michel Temer e com o chanceler Aloysio Nunes). Dessa forma, identifica-se aqui, portanto, um acordo de forma simplificada conhecido como Pactum de contrahendo, pelo qual se fixam diretrizes e bases para relacionamento futuro ou para a negociação de um tratado

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  4. Na Constituição da República d e 1988 , consta um série de princípios e valores que devem se almejadas pelo país , coo a integração do Brasil com a América Latina , para isso a país deve criar mecanismos de aproximação como tratados internacionais.
    O Brasil e o México são grandes expoentes da América Latina , principalmente no que tange à economia , acordos entre eles são interessantes para fortalecimento de ambos em frente às grandes potências.
    Além disso, negociação entre esses países merecem atenção principalmente em relação em relação a busca de fortalecimento dos mecanismos existentes para trabalhar em conjunto com países terceiros, particularmente, em projetos na região caribenha, pois são países com menor expressão econômica na América Latina .Logo, um acordo entre o Brasil e o México pode contribui para o crescimento de outros países da região.
    Outro ponto que merece destaque é o interesse entre os Estados de estudar possibilidade concreta de um Pacto Global para a Migração Segura,que é um tema de muita relevância e está em grande destaque atualmente , principalmente após a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos , que tenta coibir imigrantes no país de foram polêmica.Logo,esse ponto é muito importante,pois não só afeta os mexicanos , mas toda a América Latina, inclusive no Brasil .

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  5. O Brasil tem voltado sua atenção para impulsionar seu comércio com o México, por meio de acordos que objetivam reduzir ou até extinguir tarifas de importação comuns entre os dois países. ao mesmo tempo em que o México também tem demonstrado interesse em aprofundar suas relações comerciais com os países do Mercosul, em especial com o Brasil. Essas alianças são importantes no sentido de fortalecer economicamente ambos os países, e também por aproximar o Mercosul e a Aliança do pacífico, o que pode gerar parcerias, reduções de tarifas, facilidades na migração de pessoas entre America Central e América Latina, fortalecendo esses países frente às grandes potências e até mesmo entre os blocos econômicos.

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  6. Muito importante e significante tanto para o México quanto para o Brasil o avanço nas conversas, negociações e pactos integrando acordos bilaterais ou multilaterais estabelecendo ou fortalecendo relações econômicas e sociais entre os países da América Latina.
    Além da necessidade de acordos e cooperação bilaterais, mister se faz a ajuda dos Estados supracitados em prol de toda a região, em especial a caribenha, para o desenvolvimento de projetos economicamente viáveis e lucrativos, mas também para possibilitar a resolução de questões humanitárias decorrentes de catástrofes naturais e mudanças climáticas frequentes na região.
    Economicamente a aproximação entre Brasil e México se faz promissora, face às já vantajosas parcerias comerciais e confiança e investimentos mexicanos no Brasil.

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  7. Nos últimos anos, o Brasil tem voltado sua atenção para impulsionar seu comércio com o México, por meio de acordos que objetivam reduzir ou até extinguir tarifas de importação comuns entre os dois países. Ademais, o México também tem demonstrado interesse em aprofundar suas relações comerciais com os países do Mercosul, em especial com o Brasil.
    Mais recentemente, os dois países têm avançado em novas Rodadas de Negociações para ampliar e aprofundar novas parcerias comerciais, o que se tornou mais urgente para o governo mexicano diante da revogação da Parceria Transpacífico pelo governo norte-americano e ameaças de alterações no Nafta (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio). Desse modo, Brasil e México têm enfatizado a importância de aprofundar a relação comercial e de investimentos entre as duas maiores economias da América Latina. Em pauta, visando o aumento do intercâmbio de bens e produtos entre ambos os países. Esta relação traz ganhos para ambos os lados movimentando assim, bilhões de dólares.

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  8. Certo é que as relações diplomáticas entre as duas nações estão muito abaixo do esperado e sua possível intensificação nos próximos anos podem denotar a postura de satisfação de mercados que cultuam a mão-de-obra exploratória. Com o advento da reforma trabalhista países que têm o capitalismo pro indústria e não se preocupam com a existência de um proletariado bem remunerado e com o mínino de força, poder sindical, para persuasão do patronato terão maior contato e aumentarão os negócios com a nação brasileira. O México ante o Brasil, que apesar de ser, conforme noticiado em um ranking como primeiro país a mais possuir relações econômicas na América Latina, ainda estão muito abaixo do esperado entre os países latinos mais desenvolvidas economicamente.

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  9.  A OMC tem por objetivo estabelecer um marco institucional comum para regular as relações comerciais entre os diversos Membros que a compõem, estabelecer um mecanismo de solução pacífica das controvérsias comerciais, tendo como base os acordos comerciais atualmente em vigor, e criar um ambiente que permita a negociação de novos acordos comerciais entre os Membros. No contexto da globalização, a identidade nacional dos produtos e das empresas que os fornecem fica cada vez mais difícil de ser identificada. Como consequência, as novas regras para o comércio internacional devem enfocar o impacto de todas as políticas econômicas sobre o funcionamento dos mercados globais, sujeitas às exigências econômicas de melhor eficiência, e sujeitas às exigências políticas de tratamento justo por parte dos governos aos interesses de outros países. Tratamento não discriminatório para produtos e para empresas, sejam nacionais ou estrangeiros, passou a ser um dos grandes temas do momento atual.

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  10. Brasil e México tem intensificado cada vez mais suas relações. Esse acordo bilateral além de estabelecer avanço nas negociações e acordos entre esses dois países impulsiona também o crescimento do mercado e comercialização, tendo em vista que ambos os países são potências significativas da América Latina e essa união os torna mais fortes frente a grandes potências comerciais mundiais.
    Sendo Brasil e México países pertencentes a dois blocos econômicos distintos, essa relação também causa uma proximidade entre os dois blocos, o Mercosul e Aliança do Pacífico, que tem objetivos parecidos no que tange a expansão e integração comercial, integração que está acontecendo entre esses países e que impulsiona cada vez mais o desenvolvimento da América Latina.

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  11. Ao se analisar esta notícia de cooperação entre Brasil e México, é possível perceber uma cooperação verdadeiramente útil aos dois países, principalmente no que diz a respeito de relações econômicas, ainda mais positivo ao Brasil a partir de uma noção de agradecimento sobre a ajuda humanitária cedida após os terremotos no outro país. O Brasil avançaria exponencialmente com uma interação maior com a aliança do pacífico, poderia ocorrer uma dinamização da sua economia e uma maior construção de relações com novos países, e se observar, a longo prazo, a construção de um novo regime internacional. Para o México, além do agradecimento, seria importante se manter com uma economia participativa em território brasileiro, e até se expandir mais para o território sul americano. Para ambos, é admirável a expansão conjunta para o caribe, além disso, seria importante para a população desses países a melhoria das políticas migratórias, pois se atingiria um desenvolvimento cultural e educacional necessário ao povo brasileiro e mexicano.

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  12. Tendo em vista que o Brasil e o México são países de grande representatividade na America Latina, o aumento de suas relações propiciam crescimento para ambos, visto que relações de cooperação são muito benéficas no que tange ao desenvolvimento econômico deles. E por mais que eles não participem do mesmo bloco econômico é muito prazeroso ver que esses países se desprendem de relações ‘internas’ para relações ‘externas’ (internacionais) proveitosas, ainda mais que são vizinhos continentais. Um exemplo de que essas relações só trazem proveito aos envolvidos é que o Brasil é o principal destino do investimento direto do México, e que em 2016 seus comércios chegaram a movimentar cerca de 8 bilhões de dólares.

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  13. Levando em consideração ambas as economias frente a realidade da América Latina, o estabelecimento de acordos comercias e agendas de cooperação , de modo a dinamizar as relações e fortalecerem as posições de influência, é uma realidade benéfica para ambas as partes envolvidas. Apesar do avanço, uma análise mais aprofundada mostra que a relação ainda não atingiu todo potencial de integração , posto que essa aliança poderia resultar em uma aproximação entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, fortalecendo essa região frente as grandes potências.

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  14. Nesta notícias há dois fatos importantes a serem analisados: Primeiro a questão da boa relação diplomática entre o México e o Brasil que são dois países americanos. Neste ponto, uma aproximação entre esses dois países demonstra que a cooperação favorece principalmente o desenvolvimento econômico de ambas as partes. Também há a percepção que com o tempo pode haver uma participação mais efetiva dois dois países na área econômica, além de “trocas” culturais que também pode haver a longo prazo. A segunda questão é a ajuda humanitária fornecida pelo Brasil no México em 2017 devido ao terremoto, isso demonstra uma cooperação por parte do Brasil, evidenciando a preocupação do país com questões relacionadas aos Direitos Humanos. Pois ajuda humanitária em época de desastres, como foi o caso do terremoto em 2017, ajuda o país afetado a se estabelecer no decorrer do tempo.

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  15. Brasil e México demonstraram interesse em uma aproximação econômica e política, por meio da cooperação mútua em diversas questões, como tornar realidade o Pacto Global para a Migração Segura, Regular e Ordenada, atualmente negociado nas Nações Unidas (ONU) e também a aproximação entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul. É importante ressaltar que no âmbito do Direito Internacional, a manutenção de relações diplomáticas e uma maior cooperação entre os países pode, e muitas vezes, gera benefícios à ambas as partes, como no caso em tela, o fato de Brasil e México se reconhecerem como mercado potencial um para o outro e buscarem uma interação maior, que abranja não só a economia, como dois Estados Soberanos também podem objetivar uma maior cooperação técnica, que possibilitaria o fortalecimento dos dois países frentes as demais economias. Outro ponto relevante é com relação ao agradecimento do chanceler mexicano pela ajuda humanitária que o Brasil enviou ao México, após os terremotos ocorridos em 2017, mais uma vez reiterando a boa relação entre os dois países e o potencial para fortalecerem ainda mais o campo de cooperação, que é de interesse mútuo e não só tende a continuar, como também pode se aprofundar, afastando o receio sobre possíveis rupturas.

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  16. O Brasil e o México são as duas maiores economias latino-americanas, são países que estabelecem acordos comerciais e agendas de cooperação técnica com o intuito de dinamizarem suas economias e fortalecerem suas posições de preponderância na região. Muitos produtos mexicanos fazem parte da vida cotidiana da sociedade brasileira, o que têm enfatizado a importância de aprofundar a relação comercial e de investimentos entre os dois países.
    O Brasil já tem acordo de livre comércio com a Colômbia, Peru e Chile. Negocia atualmente um amplo acordo com os mexicanos, mas que não é formalmente chamado de livre comércio porque há vários setores excluídos. Diante disso, Brasil e México têm enfatizado a importância de aprofundar a relação comercial e de investimentos entre as duas maiores economias da América Latina.
    A visita do ministro José Serra ocorre em momento de dinamização das relações entre o Brasil e o México. Além das discussões para a ampliação do comércio, houve também acordo dos investimentos entre os dois países.

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  17. Através da notícia acima entendo que as relações diplomáticas entre Brasil e México nunca estiveram em melhor época. São as duas maiores economias da América Latina. As relações não se resumem apenas a livres trocas ou a mercados potenciais que cada um representa para o outro, mas também a uma posição de destaque no continente que somente Brasil e México ocupam e que almejam manter a partir de uma maior integração entre os dois. Eles são os únicos da região a integrarem o ranking das 20 maiores economias do mundo. Acredito que o estabelecimento de relações bilaterais, principalmente comerciais, é de suma importância para ambos os países no que diz respeito ao cumprimento de seus objetivos conjuntos de integração e manutenção de suas posições como as maiores economias da América Latina. Penso que seja importante também para ambos os países o acordo para proporcionar maiores oportunidades de intercâmbios científicos e culturais, desenvolvendo assim o crescimento tecnológico dos mexicanos e brasileiros. Ainda vejo como uma ótima parceria que só tem ganhos, pois é sempre bom manter boas relações com outros Estados, nesse caso com a vizinhança.

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  18. Brasil e México vêm consolidando uma relação bilateral madura e de alto nível. Eles sao os maiores países da América Latina em economia e população devem buscar, sempre que possível, atuar de maneira coordenada na região e no mundo. Desde 2015 vêm assinando vários acordos e criado mecanismos de diálogo e negociação. Os dois representam cerca de 65% do PIB regional. São, também, os maiores captadores internacionais de investimentos na região (Brasil US$ 80 bilhões anuais e México US$ 30 bilhões). Os dois países possuem relações econômico-comerciais densas e significativas.

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  19. Estes dois países alcançaram uma grande integração na economia mundial. Nos últimos anos, os governos dos dois países manifestaram interesse em assinar um acordo de livre comércio, o que reflete a vontade de eliminar as barreiras comerciais não-tarifárias e as tarifas. Há existência acentuada de oportunidades de comércio. Essas alianças são importantes no sentido de fortalecer economicamente ambos os países, e por aproximar o Mercosul e a Aliança do pacífico.

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  20. Primeiramente, é importante salientar que México e Brasil possuem boas relações diplomáticas, o que facilita a formação de acordos em diversos âmbitos, tanto econômico quanto de caráter humanitário.
    Tendo em vista a situação diplomática favorável entre os países, é possível notar que as conversas trazem benefícios não só para os dois países, mas para outras nações que acabam se relacionando com ambas no âmbito internacional, como é o caso dos países da região caribenha, que requerem maior solidariedade dos países vizinhos devido às mudanças climáticas e dos fenômenos naturais, e os países integrantes da Aliança do Pacífico e do Mercosul, que também poderiam ser beneficiados por uma possível aproximação dos dois blocos econômicos.
    Sendo assim, resta comprovado o fato de que, além dos próprios países que possuem uma boa relação diplomática, vários terceiros acabam se beneficiando dessas boas relações, o que só tem a acrescentar no contexto internacional.

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  21. É fato que a cooperação entre países no meio comercial carrega inúmeros fatores positivos. No caso do texto acima, se salienta ainda, o fato de os países em questão serem americanos subdesenvolvidos. Esse tipo de cooperação tende a diminuir a dependência de países periféricos para com países centrais, ou seja, novas alianças comercias e diplomáticas tem apenas a acrescentar pois pode representar tanto trocas comerciais como possíveis alianças políticas.
    Tais vantagens no comércio tende a acrescentar benefícios estruturais em cada país, no sentido de aumento na circulação monetária e consequentemente maiores investimentos em setores importantes da economia.

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