Chefe da ONU para refugiados pede futuro de esperança para povo rohingya

O alto-comissário das Nações Unidas para Refugiados, Filippo Grandi, visitou Bangladesh na semana passada (11), durante sua primeira visita oficial ao Sudeste da Ásia. O chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apelou por mais oportunidades para os refugiados de Mianmar em Bangladesh, em meio a negociações encorajadoras entre os dois países.

Filippo Grandi também pediu ações para melhorar as condições para que os refugiados possam voltar para casa de modo sustentável.

Cerca de 350 mil pessoas da etnia rohingya – muçulmanos perseguidos em Mianmar – fugiram em busca de proteção em Bangladesh, incluindo cerca de 74 mil que chegaram ao final de 2016 como resultado de uma operação de segurança no norte do estado de Rakhine. Confira no vídeo; outros detalhes em http://bit.ly/2vDQ0k3 e http://www.acnur.org.br.

As the world faces an unprecedented famine threat, the G7 nations must act

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24/05/2017, by Winnie Byanyima

We all celebrated. Poverty in the world halved in just two decades – historic success, humankind at its best, a world altogether more free, less exposed to disease, less violent. More girls in school, too! We Africans were told that “war, famine and dictators have become rarer.”

Today that celebration stops.often speak about how our progress for a better world is threatened by a spiraling gap between rich and poor, withering global governance, climate change and more. Now, in failing to tackle these, something profoundly catastrophic is taking hold.

The UN sounded the alarm earlier this year, joined by Oxfam and others. Our world of plenty is on the brink of unprecedented famine. Even as one famine in one country should be unacceptable – today we face the risk of four. People are dying and unless political decisions change, deaths will increase exponentially.

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Especialista explica como banco do BRICS incentivará inovações em países da Ásia-Pacífico

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03/07/17

Países de diferentes tamanhos e níveis de desenvolvimento vão aderir ao Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS até o ano de 2021, ampliando a geografia da entidade financeira até todas as regiões do mundo, porém, o processo se efetuará em várias etapas, frisa o documento estratégico para os próximos 5 anos aprovado em 30 de junho.

A respectiva estratégia foi adotada em 30 de junho, traçando as perspectivas de desenvolvimento para o período entre 2017 e 2021.

 

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Ocidente não sabe nem do cheiro do que a Eurásia está cozinhando

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Reunião da OCX aconteceu no começo do mês de junho em Astana, no Cazaquistão

19/06/17

OCX já é não apenas a maior organização política – por área e por população – do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares; o G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina

Na reunião anual da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), fundada em 2001, os dois países, Índia e Paquistão foram admitidos como membros plenos, como Rússia, China e quatro ‘-stões’ da Ásia Central (Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tadjiquistão).

Assim sendo, a OCX já é, não apenas a maior organização política – por área e por população –, do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares. O G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina. Ação à vera doravante, à parte o G-20, virá desse G-8 alternativo.

Permanentemente desqualificada no Ocidente já há uma década e meia como se não passasse de mero salão de conversas, a OCX, lentamente, mas sem parar nunca, continua a promover um quadro que o presidente Xi Jinping da China qualifica, de forma discreta muito atenuada, como “um novo tipo de relações internacionais com vistas a cooperação ganha-ganha”.

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L’ancien modèle de la mondialisation est obsolète

L’ancien modèle de la mondialisation est obsolète

Un des dirigeants européens assistant à la conférence sur la «Nouvelle Route de la Soie» à Pékin, était le Premier ministre hongrois Viktor Orbán. A Pékin, il s’est exprimé en détail dans une interview accordée à la télévision chinoise. Le communiqué de presse du gouvernement hongrois présenté ci-dessous, cite des passages importants de ses déclarations de façon directe et indirecte.

Selon le Premier ministre [Viktor Orbán], nous avons atteint un pic entre diverses périodes historiques: le vieux modèle de la mondialisation – construit sur l’idée que l’argent, le profit et le savoir-faire technologique se trouvent en Occident, «d’où ils influencent les pays orientaux moins développés» – a perdu son élan.
Cette ancienne vue des choses s’est transformée au cours des dernières décennies, a-t-il précisé, et notamment pendant les dix dernières années: les lieux de production de l’économie mondiale ne se trouvent plus à l’Ouest, mais à l’Est. Plus précisément, «l’Orient a rattrapé l’Occident», a-t-il déclaré. En ce qui concerne l’état de leur développement technologique, les entreprises de l’Est sont sur un pied d’égalité avec l’Occident, «les plus grandes quantités d’argent ont été accumulées en Asie» et «elles retournent maintenant à l’Ouest».

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What Does Southeast Asia Think About the Trump Presidency?

A recent survey depicts a dim view of U.S. regional engagement, and an opening for China.

10/05/2017, Catherine Putz

The pivot is dead and Southeast Asia knows it.

A recent online survey of regional experts conducted by the ISEAS-Yusof Ishak Institute’s ASEAN Studies Center in Singapore depicts a dim view of the Donald J. Trump administration. It’s uncertain if outreach efforts, such as Secretary of State Rex Tillerson’s meeting with ASEAN foreign ministers and senior officials last week, can repair the damage to U.S-ASEAN relations the surveyed experts — academics, think tankers, government officials, and members of civil society and non-governmental organizations — perceive.

A significant 69.8 percent of those surveyed agree or strongly agree that Southeast Asia is more stable with active U.S. engagement. Views as to whether the administration was interested in the region were split — with 43.3 percent saying the Trump administration wasn’t interested, 37 percent saying it was interested, and 5.4 percent that the administration was highly interested. Most expect a decrease (43.3 percent) or substantial decrease (13 percent) in U.S. engagement with the region.

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Which are the fastest growing economies in ASEAN?

Published on Jun 03, 2016

World Economic Forum