L’ancien modèle de la mondialisation est obsolète

L’ancien modèle de la mondialisation est obsolète

Un des dirigeants européens assistant à la conférence sur la «Nouvelle Route de la Soie» à Pékin, était le Premier ministre hongrois Viktor Orbán. A Pékin, il s’est exprimé en détail dans une interview accordée à la télévision chinoise. Le communiqué de presse du gouvernement hongrois présenté ci-dessous, cite des passages importants de ses déclarations de façon directe et indirecte.

Selon le Premier ministre [Viktor Orbán], nous avons atteint un pic entre diverses périodes historiques: le vieux modèle de la mondialisation – construit sur l’idée que l’argent, le profit et le savoir-faire technologique se trouvent en Occident, «d’où ils influencent les pays orientaux moins développés» – a perdu son élan.
Cette ancienne vue des choses s’est transformée au cours des dernières décennies, a-t-il précisé, et notamment pendant les dix dernières années: les lieux de production de l’économie mondiale ne se trouvent plus à l’Ouest, mais à l’Est. Plus précisément, «l’Orient a rattrapé l’Occident», a-t-il déclaré. En ce qui concerne l’état de leur développement technologique, les entreprises de l’Est sont sur un pied d’égalité avec l’Occident, «les plus grandes quantités d’argent ont été accumulées en Asie» et «elles retournent maintenant à l’Ouest».

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What Does Southeast Asia Think About the Trump Presidency?

A recent survey depicts a dim view of U.S. regional engagement, and an opening for China.

10/05/2017, Catherine Putz

The pivot is dead and Southeast Asia knows it.

A recent online survey of regional experts conducted by the ISEAS-Yusof Ishak Institute’s ASEAN Studies Center in Singapore depicts a dim view of the Donald J. Trump administration. It’s uncertain if outreach efforts, such as Secretary of State Rex Tillerson’s meeting with ASEAN foreign ministers and senior officials last week, can repair the damage to U.S-ASEAN relations the surveyed experts — academics, think tankers, government officials, and members of civil society and non-governmental organizations — perceive.

A significant 69.8 percent of those surveyed agree or strongly agree that Southeast Asia is more stable with active U.S. engagement. Views as to whether the administration was interested in the region were split — with 43.3 percent saying the Trump administration wasn’t interested, 37 percent saying it was interested, and 5.4 percent that the administration was highly interested. Most expect a decrease (43.3 percent) or substantial decrease (13 percent) in U.S. engagement with the region.

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Which are the fastest growing economies in ASEAN?

Published on Jun 03, 2016

World Economic Forum

A longa luta dos norte-coreanos por liberdade

Publicado Originalmente: 20/05/2016

Economia global enfrenta seu maior desafio desde a crise de 2008

Publicado originalmente em: 24/01/2016

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O tom de chumbo que predominou nas reuniões desta edição do Fórum Econômico Mundial tem uma explicação imediata: muitos dos participantes perdiam bilhões na Bolsa enquanto estavam na reunião na Suíça. As dúvidas em torno da China surgem como primeira explicação, mas não a única. As previsões de crescimento são progressivamente reduzidas, a queda do preço do petróleo ameaça provocar uma onda de quebras no setor, os países emergentes têm que lidar com uma crescente desconfiança dos investidores, e as moedas despontam como próximo ponto de conflito entre as economias.

“Não é 2008… ainda. Mas os Governos precisam agir rápido”, alertou num dos debates em Davos o economista Nouriel Roubini, apelidado de Doutor Catástrofe. Roubini perdeu parte de sua autoridade em razão de seu pessimismo empedernido, mas suas palavras não caem nunca totalmente no vazio. Com uma queda do índice acionário norte-americano S&P 500 de 6,7% neste ano, não é de estranhar que os executivos de Davos passem por episódios de ansiedade. O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou logo antes da reunião na Suíça uma redução das previsões globais de crescimento, para 3,4% neste ano e 3,6% no próximo, 0,2 ponto percentual abaixo do previsto em outubro e o terceiro corte em menos de um ano. “Em 2016 o crescimento será modesto e desigual. Há um otimismo moderado, mas os riscos são significativos”, disse no sábado a diretora gerente do FMI, Christine Lagarde.

Os investidores estão desconfiados, e a prova disso é que pedem juros mais altos para os empréstimos de curto prazo que no horizonte de dez anos, fato que é chamado de curva invertida de taxas de juro e é um dos indicadores que sinalizam uma recessão. Embora nem sempre, segundo o presidente da empresa de investimentos Bridgewater, Ray Dalio, que considera mais provável que a economia continue sofrendo com uma notável fraqueza. “Mas, caso tenhamos uma recessão, ela será mais difícil de reverter. Este é o momento de maior desafio desde a crise financeira”, explica, numa sala com lareira e vista para a montanha que por estes dias é seu escritório temporário.

A bala de prata que se acreditava estar nos bancos centrais e nas novas medidas de estímulo monetário não consegue tirar da letargia a economia global. “Apesar da enorme quantidade de dinheiro posta em circulação ao longo destes anos, as pressões deflacionárias são constantes”, diz Dalio, que põe o dedo na ferida de um dos temores mais profundos dos analistas: a falta de ferramentas para responder a uma nova crise.

Na atual conjuntura, todas as estradas levam à China. A transição para um modelo de maior demanda interna e os passos em direção a maior abertura financeira estão se mostrando uma combinação difícil de manejar para Pequim –e difícil de interpretar, para os investidores. As autoridades chinesas em Davos insistiram que a segunda maior economia do mundo está se adaptando a uma nova normalidade, de crescimento mais baixo, e que se trata de um problema somente na hora de comunicar suas políticas. “O setor financeiro está mais desconectado que nunca da economia real”, afirmou Shi Wenchao, presidente da Unionpay. Mas há uma longa lista de tarefas ainda a resolver. “A China precisa reestruturar suas dívidas e sua economia, que se está debilitando e exige um relaxamento da política monetária, enquanto está sofrendo uma considerável saída de capitais”, rebate Dalio.

A desaceleração provocada por esse caminho para uma nova normalidade chinesa provocou um terremoto nos mercados de matérias-primas, como mostra o colapso do petróleo. “A baixa do preço do petróleo vai forçar muitas empresas a suspender pagamentos, e isso vai trazer muita instabilidade”, disse Larry Fink, presidente da maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock. Após uma quebra de empresas fica uma dívida sem pagar, e os balanços dos bancos não têm condição de suportar maiores exigências de capital.

Fuga de capitais na China

O Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) revelou que, pela primeira vez na história recente, a China sofreu no ano passado uma saída de capitais, de 676 bilhões de dólares, 90% de todos os fluxos que deixaram os mercados emergentes (735 bilhões de dólares). A entidade prevê outro saldo negativo para este ano, de 448 bilhões de dólares. “As perspectivas para esses países ficam mais sombrias”, afirmou o presidente do IIF, Tim Adams. O futuro escurece, e as moedas se desvalorizam, o que deixa em sérios apuros as economias com elevada dívida em dólares, como Brasil, África do Sul e Turquia.

“A situação na América Latina se parece cada vez mais com a crise da dívida dos anos oitenta, embora ela não deva ser tão danosa”, afirma Dalio. Se houve algum consenso em Davos é que as quatro reduções de taxas de juros esperadas do Federal Reserve (banco central dos EUA) serão diminuídas para no máximo duas. A combinação de dólar forte e pressões deflacionárias pode ser fatal para a recuperação. “O dólar pode aguentar durante um tempo, acho que em torno de um ano, como a moeda forte”, crava o financista.

Fonte: El País

Asian markets mixed after global shares turmoil

Publicado originalmente em :  21/01/2016

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Asian stocks opened with slight gains after turmoil on financial markets saw European and US indexes tumble following another oil price fall.

But the small rises on Thursday pale in comparison to the losses the financial markets have seen over past days.

Investors remain worried over slumping oil prices and slowing growth in China.

On Wednesday, stocks had dived to their lowest levels since May 2009, with UK, French and Japanese shares falling more than 20% below their 2015 highs.

Wall Street was not immune either. The Dow Jones closed 1.6% lower after a volatile trading day had seen stocks as much as 3% down.

“Overnight markets in the Europe and US had a terrible day, where sentiments around a ‘drunk’ Asia spilled over,” market strategist Bernard Aw of IG explained in a note.

Mixed open in Asia

Mainland China’s main market in Shanghai fell by another 1% at the start of trading, confirming international concerns over the world’s second largest economy.

Hong Kong, though, managed to come back slightly from the previous day’s record loss. The Hang Seng index recovered 1% after losing almost 4% on Wednesday.

Earlier in the day, Australia was the first to buck the share market rout, with the ASX/200 gaining 1%.

The rise came despite Australia being particularly dependent on China’s economic performance as most of the commodities driving the economy down under are exported to China.

Japan and South Korea were also higher with the Nikkei up by 1.3% while the Kospi rose by 0.4%.

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Commodity slump

“Markets are just very uncertain about the slowdown in the Chinese economy,” Stephen Koukoulas, chief strategist TD Securities, told the BBC.

“We saw the official numbers, but frankly not many people put a lot of weight on the reliability of them and instead look at commodity prices as a barometer for how the Chinese economy is going.”

Oil prices have fallen below $28 a barrel, while coal, iron ore and other metals are all also in a drawn-out slump.

“So, investors are particularly nervous about the loss of momentum in China,” Mr Koukoulas said. “The question is: Is it just an adjustment to some of the previous excesses or is this the start of something a little more nasty that will drag the economy to a much weaker growth path?”

Analysis: Andrew Walker, economics correspondent:

Some observers think that many markets were riding for a fall. Asset prices were pumped up by ultra-low interest rates in the developed world and also by the central banks that have engaged in quantitative easing, buying financial assets with newly created money.

That happened with shares, with bonds and with commodities. For commodities the boom is well and truly over, partly due to the slowdown in China and in the case of oil mainly due to plentiful supplies.

Clearly there are some troublesome developments and the IMF has a warning: “If these key challenges are not successfully managed, global growth could be derailed.”

That at bottom is what the markets are worried about.

Fonte: BBC

CrossTalk: China’s South Sea? (Ft. Pepe Escobar)

Publicado em 20 de mai de 2015

Beijing and Washington are not mere ships passing each other in the South China Sea – they are the two countries vying to play the commanding role in Asia. While China seeks to redress what it sees as violations of its sovereignty, Washington does have policy options, but are any of them effective?
CrossTalking with Pepe Escobar, Zachary Keck and James Bradley.