Combats aériens US/Russie à venir ?

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Le Pentagone a confirmé dans un communiqué avoir changé la trajectoire de ses avions de chasse en Syrie pour « éviter des menaces connues sur le champ de bataille ».

Le porte-parole du département de la Défense a menacé de son côté la Russie dont les chasseurs « pourraient être combattus » par les avions de combat américains: au cas où un face-à-face se produirait (avec les Russes), les chasseurs américains se défendront ».

Dimanche soir, un F-18 américain a abattu un Sukhoi syrien au-dessus de la Syrie alors qu’il rentrait d’une campagne de bombardement contre les terroristes de Daech  au sud de la ville syrienne de Raqqa.

En réaction à cette attaque, la Russie qui l’a condamnée dans les termes les plus vifs, a annoncé avoir suspendu l’accord sur la sécurité des vols dans le ciel syrien qu’il avait signé avec les États-Unis. « N’importe quel avion US qui survolerait les zones opérationnelles russes en Syrie, serait pris pour cible », a affirmé le ministère russe de la Défense qui voit dans cet acte « une agression militaire ».

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Que cherchent les Américains en Syrie ?

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La situation militaire en Syrie s’améliore de semaine en semaine.

Autour de Damas, l’étau se desserre lentement mais sûrement. Plusieurs banlieues de l’est ont été libérées et les combattants islamistes évacués avec leurs armes légères et leurs familles.

Beaucoup se sont demandés pourquoi le régime syrien laissait ainsi partir sains et saufs des adversaires résolus, prêts à combattre à nouveau dès que possible. La réponse est simple : tout d’abord c’est une volonté des Russes, désireux d’accélérer le processus de libération du territoire syrien et de ne pas s’embourber dans un conflit sans fin, ce que l’Amérique leur avait prédit. Continuar lendo

ISIS é “parceiro” dos EUA em operações contra russos na Síria – eis o que Trump passou a funcionários russos (diz o WPost)

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Um repórter do Washington Post revelou que o caso do laptop do Estado Islâmico, que o presidente Donald Trump mencionou ao ministro russo de Relações Exteriores Sergei Lavrov na Casa Branca, semana passada, veio do próprio Estado Islâmico, trazido pela Agência Central de Inteligência [ing. Central Intelligence Agency (CIA)]. A razão do vazamento contra Trump, noticiada em seguida no Post e na mídia anglo-norte-americana também foi revelada pelo Post.

A CIA e pelo menos um alto funcionário do Conselho de Segurança Nacional que informou a CIA sobre o que Trump dissera estão furiosos contra o presidente Trump, por ele ter revelado a colaboração entre agentes do Estado Islâmico e ‘ativos’ a serviço do governo dos EUA em ataques contra alvos russos, inclusive contra passageiros russos de voos comerciais.
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Caribbean to Caliphate

17/05/2017

Why are young Muslims from the Caribbean island of Trinidad and Tobago being drawn to the conflicts in Syria and Iraq?

The Caribbean state of Trinidad and Tobago is traditionally most famous for its spectacular annual carnival, its cricketing prowess and of being the birthplace of calypso music.

But more recently it’s been getting a more disturbing reputation – as the nation with the highest recruitment rates of ISIL fighters in the Western Hemisphere.

So why have so many young Trinidadians been driven to travel thousands of kilometres to participate in the conflicts in Iraq and Syria?

According to Imam Yasin Abu Bakr, the leader of the Jamaat al-Muslimeen group, one of the main reasons why young black men are joining ISIL is their marginalisation. 

“The Africans are going to a pool of unemployment. They just sit in the ghetto and do nothing. And then drugs come in and it’s a haven for the drugs. And now the guns are in and so the murder rate is just spiralling out of control,” says Abu Bakr.

People & Power sent correspondent Juliana Ruhfus and director Dom Rotheroe to investigate how the Caribbean island nation has become a recruitment hub for ISIL.

“Politicians sometimes try to minimise the issue and say that it’s a small group of people who are criminally oriented who get involved in these things, and that is not true …”

Fonte: Al Jazeera News

Presidente Bachar Al-Assad, mensagem à América Latina: “Não acreditem no Ocidente”

Damasco, 28/05/2017, entrevista, vídeo (23”), à rede Telesur, Venezuela

TeleSur: Obrigado por nos receber, Sr. Presidente.

Presidente Bachar al-Assad: Sejam bem-vindos à Síria, o senhor e o canal TeleSur.

TeleSur: Comecemos pelo mais recente. Rússia tem advertido que é possível que novos ataques químicos forjados estejam sendo preparados. Como a Síria preparou-se contra isso?

Presidente Bachar al-Assad: Para começar, os terroristas, durante anos e em mais de uma ocasião e em mais de uma região em absolutamente toda a Síria usaram substâncias químicas. Por isso mesmo, pedimos à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) que enviasse especialistas habilitados para investigar o que acontecia, mas cada vez que pedíamos os EUA impediam as investigações ou impediam que viessem as comissões de investigação. Semana passada, aconteceu novamente: quando exigimos que se fizessem investigações sobre o suposto uso de armas químicas em Jan Sheijun, EUA e aliados impediram que a resolução fosse aprovada na OPAQ.

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La crisis de Siria bien contada en 10 minutos y 15 mapas

Trump não sabe nem o nome do país que bombardiou