The Partition: The British game of ‘divide and rule’

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10/08/2017, by Sashi Tharoor

On August 15, 1947, India won independence: a moment of birth that was also an abortion, since freedom came with the horrors of the partition, when East and West Pakistan were hacked off the stooped shoulders of India by the departing British.

Seventy years later, it is hard to look back without horror at the savagery of the country’s vivisection, when rioting, rape and murder scarred the land, millions were uprooted from their homes, and billions of rupees worth of property were damaged and destroyed. Within months, India and Pakistan were embroiled in a war over Kashmir, the consequences of which still affect us today.

There was an intangible partition, too. Friendships were destroyed, families ruined, geography hacked, history misread, tradition denied, minds and hearts torn apart. The creation and perpetuation of Hindu-Muslim antagonism was the most significant accomplishment of British imperial policy: the colonial project of “divide et impera” (divide and rule) fomented religious antagonisms to facilitate continued imperial rule and reached its tragic culmination in 1947.

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Especialista explica como banco do BRICS incentivará inovações em países da Ásia-Pacífico

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03/07/17

Países de diferentes tamanhos e níveis de desenvolvimento vão aderir ao Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS até o ano de 2021, ampliando a geografia da entidade financeira até todas as regiões do mundo, porém, o processo se efetuará em várias etapas, frisa o documento estratégico para os próximos 5 anos aprovado em 30 de junho.

A respectiva estratégia foi adotada em 30 de junho, traçando as perspectivas de desenvolvimento para o período entre 2017 e 2021.

 

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Ocidente não sabe nem do cheiro do que a Eurásia está cozinhando

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Reunião da OCX aconteceu no começo do mês de junho em Astana, no Cazaquistão

19/06/17

OCX já é não apenas a maior organização política – por área e por população – do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares; o G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina

Na reunião anual da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), fundada em 2001, os dois países, Índia e Paquistão foram admitidos como membros plenos, como Rússia, China e quatro ‘-stões’ da Ásia Central (Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tadjiquistão).

Assim sendo, a OCX já é, não apenas a maior organização política – por área e por população –, do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares. O G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina. Ação à vera doravante, à parte o G-20, virá desse G-8 alternativo.

Permanentemente desqualificada no Ocidente já há uma década e meia como se não passasse de mero salão de conversas, a OCX, lentamente, mas sem parar nunca, continua a promover um quadro que o presidente Xi Jinping da China qualifica, de forma discreta muito atenuada, como “um novo tipo de relações internacionais com vistas a cooperação ganha-ganha”.

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SIPRI: Trends in world nuclear forces, 2017

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At the start of 2017 nine states—the United States, Russia, the United Kingdom, France, China, India, Pakistan, Israel and North Korea—possessed approximately 4150 operationally deployed nuclear weapons. If all nuclear warheads are counted, these states together possessed a total of approximately 14 935 nuclear weapons. While the overall number of nuclear weapons in the world continues to decline, none of the nuclear weapon-possessing states are prepared to give up their nuclear arsenals for the foreseeable future. This Fact Sheet estimates the nuclear weapon inventory of the nine nuclear-weapon possessing states and highlights some key aspects of the states’ recent nuclear-force developments.

ABOUT THE AUTHOR(S)/EDITORS

Hans M. Kristensen is an Associate Senior Fellow with the SIPRI Disarmament, Arms Control and Non-proliferation Programme and Director of the Nuclear Information Project at the Federation of American Scientists (FAS).

Shannon N. Kile is a Senior Researcher with the SIPRI Arms Control and Non-proliferation Programme.

See the full publication on: SIPRI 

O que o BRICS está pensando? Entidade divulga comunicado conjunto

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20/06/17

Após reunião de dois dias em Pequim, os ministros das Relações Exteriores do BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – divulgaram um comunicado conjunto sobre as análises e deliberações do bloco. A Sputnik traz alguns dos pontos mais relevantes do documento.

 

Organização das Nações Unidas (ONU)

A necessidade de reformar a ONU, assim como seu conselho de segurança, foi reafirmada pela publicação, para torná-lo “mais representativo, efetivo e eficiente”. O bloco entende que os países em desenvolvimento devem ter sua representação aumentada.

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Índia quer sediar Olimpíada de 2032 e Jogos Asiáticos de 2030, diz associação

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Akshardham Temple

21/06/17

Por Sudipto Ganguly

MUMBAI (Reuters) – A Associação Olímpica da Índia (IOA, na sigla em inglês) pediu permissão ao governo para entrar na disputa para sediar a Olimpíada de 2032 e os Jogos Asiáticos de 2030, como parte da iniciativa para colocar o país no cerne da comunidade esportiva internacional, disse o presidente da IOA, N. Ramachandran, à Reuters.

Ramachandran disse que a IOA também quer que a Índia sedie os Jogos de Praia Asiáticos de 2020, o Conselho Olímpico da Assembleia-Geral da Ásia no mesmo ano e a sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI) em 2021.

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Les BRICS joueront un rôle plus important dans le développement de l’humanité

BEIJING, (Xinhua) – A un tournant historique, les pays des BRICS ont été récemment occupés à préparer la voie pour ouvrir leur deuxième décennie.

Les BRICS joueront un rôle plus important dans le développement de l’humanité

Après la clôture du 8 juin du Forum des médias des BRICS, qui a appelé à élargir la coopération entre les médias et à renforcer la compréhension du public, les pays des BRICS ont eu une autre réunion des ministres des Affaires étrangères lundi à Beijing.

Au cours de la réunion, les ministres des AE ont applaudi aux résultats conjointement obtenus par les pays des BRICS, réitéré leurs valeurs partagées sur des questions telles que la mondialisation économique, le changement climatique et la lutte contre le terrorisme, et exprimé l’espoir de promouvoir la coopération entre les pays.

Lors de sa rencontre avec les chefs des délégations, le président chinois Xi Jinping a fait l’éloge des BRICS et de leur mécanisme de coopération.

« La coopération au sein des BRICS est une innovation, qui transcende le schéma traditionnel d’alliances politique et militaire et vise les partenariats plutôt que des alliances », a noté M. Xi.

« Elle dépasse l’ancienne mentalité d’un jeu à somme nulle et pratique un nouveau concept de bénéfices mutuels et de coopération gagnant-gagnant », a-t-il poursuivi.

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