Nove países com poder nuclear têm um arsenal de 14.934 armas

1505524987_911757_1505526683_noticia_normal_recorte1

Países que possuem armas reduziram reservas nucleares nos últimos anos, mas multiplicaram investimento

Publicado originalmente em 06/10/17

As armas nucleares estão em poder de nove países. Estados UnidosRússiaFrançaReino UnidoÍndiaPaquistãoChinaIsrael e Coreia do Norte armazenavam no começo de 2017 quase 15.000 dispositivos desse tipo, de acordo com dados do Instituto de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (SIPRI).

Esses Estados reduziram suas reservas atômicas nos últimos anos, mas multiplicaram o orçamento e estão em um ambicioso processo de renovação. O Escritório de Orçamentos do Congresso norte-americano anunciou um investimento de 400 bilhões de dólares (1,26 trilhão de reais) durante o próximo decênio e o Parlamento britânico aprovou há um ano, com respaldo de 80% dos deputados, a renovação de seu envelhecido arsenal com um custo inicial de 40 bilhões de libras (165 bilhões de reais).

Continuar lendo

Anúncios

Brazilian Malaise in the ‘Asian Century’

37016630295_33e7203d24_o

Is Brasília paying attention to Asia?

12/09/17

The world is rapidly heading east. Evidence of this trend abounds in the west, especially in the realm of foreign policy-making. Former U.S. President Barack Obama inaugurated his mandate with an acknowledgment of Asia’s major role in the world. The “Pivot to Asia” doctrine, conceived to position Washington in favorable ways towards the recently noticed preeminence of China and India, not to mention the heightened importance of Japan, Indonesia and Russia. It would not take much longer for France, England and Germany to follow the same track and start investing heavily in bilateral and multilateral relations with eastern nations. Even a few peripheral states have managed to adapt their diplomatic strategies in order to better handle tomorrow’s international economics and politics – deeply influenced by the rise of Asia.

Continuar lendo

China and India: A Lesson in Conflict Resolution

thediplomat-doklam_standoff-386x265

In a violent world, the two behemoths offer a welcome respite.

01/09/17

China and India just reminded the world – especially those who have seen the slaughter in the killing fields in the Middle East and Africa – that differences among people can be settled without firing a shot, without anyone getting killed. The dispute began when China started to pave a road in a Himalayan region at a plateau in Doklam, a territory China considers part of its land but India recognizes as part of the kingdom of Bhutan, its close ally. India sent its troops to stop China, and in turn China sent its troops to reinforce its claims.

Continuar lendo

Crescem as tensões na fronteira entre Índia e China

Sino-Indian_Geography

16/08/17

Estão aumentando as tensões na fronteira entre Índia e China, mais precisamente na região de Doklam, nos Himalaias, que é um território reivindicado pela China e pelo Butão. As ações começaram no mês de junho deste ano (2017) e a Índia posicionou tropas no Tibete, após ter ocorrido um pedido de ajuda do Butão para a resolução deste impasse. O Governo chinês, por sua vez, alertou que a Índia deve retirar suas tropas imediatamente.

É importante lembrar que Índia e China já travaram uma guerra por questões fronteiriças* no ano de 1962, durante a Guerra Fria. Naquele contexto a China obteve a vitória, conseguindo anexar uma parte dos territórios em disputa. A conjuntura política e militar do sistema internacional e dos atores envolvidos é muito diferente no período atual e a probabilidade de que estas tensões escalem para um conflito armado é pequena, devido à posse de armamento nuclear por ambas as partes.

Continuar lendo

Índia amplia sua atuação no Sul global

UNDP_Achim Steiner_India_UNOSSC_14 July 2017_Andrew Hein

22/08/17

A Índia, em parceria com a Agência das Nações Unidas para Cooperação Sul-Sul (UNOSSC, sigla em inglês), criou recentemente o Fundo Índia-ONU de Parceria para o Desenvolvimento. Como pontapé inicial, o país asiático já contribuiu com um milhão de dólares.

Esta iniciativa visa apoiar projetos de desenvolvimento sustentável em países do Sul global, em especial aqueles de menor renda per capita, e as pequenas ilhas-Estado. Ela também servirá para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, tais como ações de combate à pobreza, à subnutrição e às mudanças climáticas.

Continuar lendo

The Partition: The British game of ‘divide and rule’

Texto 52

10/08/2017, by Sashi Tharoor

On August 15, 1947, India won independence: a moment of birth that was also an abortion, since freedom came with the horrors of the partition, when East and West Pakistan were hacked off the stooped shoulders of India by the departing British.

Seventy years later, it is hard to look back without horror at the savagery of the country’s vivisection, when rioting, rape and murder scarred the land, millions were uprooted from their homes, and billions of rupees worth of property were damaged and destroyed. Within months, India and Pakistan were embroiled in a war over Kashmir, the consequences of which still affect us today.

There was an intangible partition, too. Friendships were destroyed, families ruined, geography hacked, history misread, tradition denied, minds and hearts torn apart. The creation and perpetuation of Hindu-Muslim antagonism was the most significant accomplishment of British imperial policy: the colonial project of “divide et impera” (divide and rule) fomented religious antagonisms to facilitate continued imperial rule and reached its tragic culmination in 1947.

Continuar lendo →

Especialista explica como banco do BRICS incentivará inovações em países da Ásia-Pacífico

4161950

03/07/17

Países de diferentes tamanhos e níveis de desenvolvimento vão aderir ao Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS até o ano de 2021, ampliando a geografia da entidade financeira até todas as regiões do mundo, porém, o processo se efetuará em várias etapas, frisa o documento estratégico para os próximos 5 anos aprovado em 30 de junho.

A respectiva estratégia foi adotada em 30 de junho, traçando as perspectivas de desenvolvimento para o período entre 2017 e 2021.

 

Continuar lendo