Le gazoduc Nord Stream 2 sera construit à temps, malgré les sanctions US

La construction de Nord Stream 2 ne sera pas affectée par les sanctions antirusses des États-Unis et le gazoduc sera mis en place dans les délais prévus, a déclaré le ministre russe de l’Énergie Alexandre Novak.

Le ministre russe de l’Énergie, Alexandre Novak, a affirmé que les sanctions américaines n’influenceraient en rien les travaux de construction du gazoduc Nord Stream 2.

Le gazoduc Nord Stream 2 sera construit à temps, malgré les sanctions US

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Berlin ne veut pas accepter les nouvelles sanctions US contre la Russie

«Nous n’acceptons en aucun cas une application extraterritoriale des sanctions américaines contre des entreprises européennes», a déclaré le ministère allemand des Affaires étrangères, commentant le projet de loi US portant sur de nouvelles sanctions antirusses.

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L’Allemagne a vivement critiqué l’adoption par le Sénat américain du projet de loi portant sur de nouvelles sanctions antirusses car cette mesure impacterait aussi la partie allemande.

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El País: G20 começa com choques entre manifestantes e polícia em Hamburgo

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06/07/17

Polícia tenta dispersar com gás lacrimogêneo e canhões de água milhares de manifestantes

“Bem-vindo ao inferno.” Este é o lema da manifestação com que os grupos antissistema recebem nesta quinta-feira o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os demais líderes do G20, os países mais industrializados do planeta, que aterrissaram durante o dia em Hamburgo, na Alemanha. A cidade natal da chanceler (primeira-ministra), Angela Merkel, anfitriã da cúpula, está hoje fortificada, envolta em arame farpado e repleta de barricadas. O ministro da Fazenda do Brasil, Henrique Meirelles, foi um dos que desembarcaram no país, já o presidente Michel Temer também estava a caminho de Hamburgo nesta quinta à tarde para participar da reunião.

O clima na cidade, porém, era de tensão. Milhares de manifestantes procedentes de toda a Europa se reuniram no centro da cidade para protagonizar a passeata mais temida, batizada como “G20 Welcome to Hell“. Muitos deles, vestidos de preto e de capuz, levaram um cubo de plástico gigante, também preto, em alusão ao movimento black bloc, de protestos antiglobalização. 

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Parlamento alemão aprova casamento gay

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30/06/17

Em votação histórica, Merkel vota contra legalização do matrimônio homoafetivo, mas diz esperar que aprovação traga coesão social. Nova legislação permite também que casais do mesmo sexo adotem uma criança.

O Bundestag (Parlamento alemão) aprovou o casamento gay nesta sexta-feira (30/06). Em votação histórica, sobre o chamado “casamento para todos”, 393 parlamentares votaram a favor da legalização, e 226, contra. Houve quatro abstenções.

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El País: Merkel afaga Argentina em giro na América Latina que exclui Brasil

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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, recebe na Casa Rosada a chanceler alemã, Angela Merkel.

08/06/2017

Chanceler alemã e Macri se unem contra Trump e por livre comércio às vésperas de troca no G20

Já é uma constante em seu primeiro ano e meio de mandato: Mauricio Macri recebe notícias muito melhores do exterior do que de sua terra. Aplaudido pelos países centrais, que agradecem por ter acabado com 13 anos de kirchnerismo, o presidente argentino recebeu a visita que faltava para fechar o círculo do retorno de seu país ao eixo central das relações internacionais: a chanceler alemã Angela Merkel chegou a Buenos Aires com a intenção de fortalecer as relações, mostrar seu apoio a Macri e passar o bastão do G-20, do qual foi a anfitriã este ano e que em 2018 acontecerá na Argentina. Merkel passará ainda pelo México, também membro do G20, mas o Brasil, outro país latino-americano do grupo e em profunda crise doméstica, não foi incluído no périplo.

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Banco Central Europeu e Alemanha divergem sobre pacote de estímulo

Vítor Constancio, vice-presidente do BCE diz que sua intervenção livrou a região do euro de “deflação”

Publicado originalmente em: 12/03/2016

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Berlim contra Frankfurt. Empresários, os think tanks e a imprensa alemã pularam na jugular de Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE), depois que o novo pacote de estímulo para combater a anemia da zona do euro foi anunciado na quinta-feira. O establishment alemão defende seus poupadores com unhas e dentes e critica algumas medidas, mais em linha com a estagnação secular na Europa do que com o ciclo econômico na Alemanha, que enfrenta uma enorme crise. O BCE saiu em própria defesa em uma atitude incomum e de rara firmeza para os padrões de Frankfurt. O vice-presidente do BCE, Vítor Constancio, fez um apelo a favor do ativismo do Eurobanco e novamente exigiu uma expansão fiscal para apoiar a política monetária. “Evitamos uma deflação”, disse.

Draghi respirou tranquilo na sexta-feira. Os mercados acabaram com seu grande dia na quinta-feira, com uma reação surpreendente de baixa depois de uma primeira sacudida promissora: mandavam um lembrete de que o banco central não é o todo-poderoso; mandavam um recado de que a instituição talvez tenha perdido sua magia. Com algumas horas de atraso que causaram pavor em Frankfurt, os investidores finalmente digeriram na sexta-feira a enxurrada de medidas expansionistas, e o dia foi de alta para o mercado de ações, de bônus, câmbio e petróleo, praticamente tudo o que é negociado. Mas Draghi tem outras frentes abertas: empregadores, think tanks e a imprensa alemã, liberal ou social-democrata, popular ou de prestígio, entraram em cena com um ataque furioso contra o pacote de medidas para resgatar a economia europeia da estagnação e do risco de deflação.

O Bundesbank (banco central alemão) já alertou na reunião do conselho: continua contra qualquer coisa que se pareça com um estímulo. Jens Weidmann, presidente do BC alemão, foi muito claro contra a nova rodada de compras de títulos, taxas de juro negativas e liquidez de graça para o setor bancário. O que se seguiu foi o burburinho habitual na Alemanha após qualquer movimento em Frankfurt. O influente think tank IFO atacou com a dureza de sempre: Hans-Werner Sinn acusou o BCE de “tentar salvar bancos zumbis e Estados à beira da falência”. As medidas são uma boa notícia para os países inadimplentes do Sul, dizem empresários. “Mas, para os alemães, são uma catástrofe. Os poupadores serão expropriados mediante uma redistribuição gigantesca do Norte para o Sul da Europa”, disse Anton Börner, presidente da entidade patronal BGA.

Constancio, do BCE, rebateu as críticas, mas também o ceticismo de parte dos analistas sobre a eficácia da política monetária, em meio a uma estagnação que já dura muito tempo, com um alto endividamento e uma política fiscal ausente, que dificulta a transferência de liquidez dos mercados para a economia real. “O que teria acontecido sem essa política monetária?”, perguntou. A zona do euro “estaria em deflação desde o ano passado”, disse. “Se não fazemos política monetária, o que fazemos então? Os países que podem utilizar a política fiscal não vão fazê-lo. E, aqueles que vão fazê-lo, não deveriam”, reclamou.

Esse continua sendo o nó górdio da zona do euro, no oitavo ano da Grande Crise. “As discussões sobre política monetária muitas vezes soam como teologia com um toque cômico”, diz Paul de Grauwe, da London School, “mas o BCE está certo. Talvez suas políticas não sejam muito eficazes, mas isso ocorre porque a política fiscal não aparece: Bruxelas continua de lado; Berlim só usa o orçamento obrigada pelos refugiados. A Alemanha reclama do BCE, mas, se fizesse o que deve, com menos excesso de ideologia, a Europa estaria muito melhor”

Fonte: El País

Discurso do Ministro Mauro Vieira por ocasião da Conferência Internacional de Apoio à Síria e Região – Londres, 4 de fevereiro de 2016 [Inglês]

Publicado originalmente: 04/02/2016

20160204-ME-discurso-1First of all, allow me to congratulate the Governments of the United Kingdom, Germany, Norway and Kuwait, as well as the United Nations, on the organization of this timely and important conference.

The numbers resulting from the conflict in Syria are well known to all of us: a death toll too great to be overlooked and a humanitarian drama that has turned far too many average Syrian citizens into victims for the international community to ignore. Not to mention an entire generation of Syrian children and youth left out without an education, deprived of aspirations and dreams. This is a human tragedy of epic proportions, one that affects all of humanity.

That is why I hereby announce that Brazil is channeling over 1.3 million dollars to the Office of the United Nations High Commissioner for Refugees with the purpose of alleviating the plight and the suffering of Syrian refugees in the neighboring countries and elsewhere. Furthermore, Brazil has purchased 1.85 million dollars’ worth of food supplies – roughly 4.500 tons of rice – which will hopefully help improve food security for refugees and internally displaced people in the Levant. In spite of the fiscal and budgetary adjustment my Government is currently carrying out, Brazil sees humanitarian assistance to those in need as a responsibility we cannot shy away from.

Helping those suffering from war, terrorism and chaos is one side of the coin. The other one is giving shelter to those trying to run away from such ordeal. Brazil’s humanitarian visa policy, which was extended for two additional years last September, has allowed for more than 2,000 people affected by the conflict in Syria to seek refuge in Brazil since 2013. Another 7,000 of such visas have already been issued, allowing those who have applied for it to safely arrive at Brazilian shores.

As the home of the largest Syrian diaspora in the world, a land that has offered safe haven for people fleeing the Levant for over a century now, a country that has been shaped by the contribution of immigrants and their descendants, including over 4 million Brazilians of Syrian ascent, Brazil has opened its arms to receive those fleeing from the conflict in Syria and from the threat of terrorism.

Ladies and gentlemen,

Our efforts today will have limited impact if a meaningful political solution is not reached soon enough. Last December, for the very first time since the beginning of the conflict in Syria five years ago, the UN Security Council formally acknowledged that there cannot be a military solution for the Syrian crisis. Brazil has long advocated that a political solution is the only road there is. We welcome Resolution 2254 and encourage all key stakeholders to follow the roadmap outlined therein. We also welcome Resolution 2258 and urge concerned actors to comply with international humanitarian law and to provide safe, full and unimpeded access to humanitarian agencies on the ground.

The international community must be prepared to fully support the mediation efforts led by the Special Envoy of the Secretary-General for Syria, Staffan di Mistura, and to further encourage the intra-Syrian dialogue, in spite of the many obstacles and shortcomings it faces.

Helping Syrians to broker a political solution; stemming the bloodshed; alleviating the hardship caused by war; keeping Syria united; fighting and preventing terrorism; rebuilding a country thorn-apart: these are the tasks ahead. Daunting for sure, but unavoidable. You must rest assured that Brazil will shoulder its share of responsibility for carrying out the momentous collective endeavor that lies ahead of us.

Thank you very much.

Fonte: Itamaraty