Coreia, Afeganistão e a arapuca da Guerra Sem Fim

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29/08/17

Há mais paralelos que o olho não alcança entre uma guerra dos anos 50 que nunca foi encerrada no nordeste da Ásia e outra guerra que já dura 16 anos, no ponto em que se cruzam a Ásia Central e o Sul da Ásia. Comecemos pela República Popular Democrática da Coreia (“Coreia do Norte”).

Mais uma vez, EUA e Coreia do Sul insistem em seus “Jogos Vorazes”. Não precisava ser assim. O ministro de Relações Exteriores da Rússia Sergey Lavrov explicou como acontece:

“Rússia e China juntas desenvolveram um plano que propõe um ‘duplo resfriamento’: Kim Jong-un congela seus testes nucleares e para de disparar mísseis balísticos dos mais diferentes tipos; e EUA e Coreia do Sul congelam as grandes manobras na região, que estão sendo usadas como pretexto para os testes do Norte.”

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Trump define novo engajamento político-militar no Afeganistão

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29/08/17

Nós não iremos construir uma nação novamente. Nós iremos matar terroristas”. Com este enfoque, o presidente Donald Trump anunciou na última segunda-feira, 21 de agosto, uma nova fase intervencionista no Afeganistão.

Ao defender sua política externa para a região, analistas políticos acreditam que Trump seguiu o conselho de seus principais assessores que entendem que a administração de Barack Obama, em 2011, permitiu o surgimento do autoproclamado Estado Islâmico (Islamic State of Iraq and Al-Sham na sigla em inglês), ao retirar uma parcela significativa das forças militares do Iraque.

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Ocidente não sabe nem do cheiro do que a Eurásia está cozinhando

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Reunião da OCX aconteceu no começo do mês de junho em Astana, no Cazaquistão

19/06/17

OCX já é não apenas a maior organização política – por área e por população – do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares; o G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina

Na reunião anual da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), fundada em 2001, os dois países, Índia e Paquistão foram admitidos como membros plenos, como Rússia, China e quatro ‘-stões’ da Ásia Central (Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tadjiquistão).

Assim sendo, a OCX já é, não apenas a maior organização política – por área e por população –, do mundo; ela também reúne quatro potências nucleares. O G-7 é irrelevante, como se viu claramente na recente reunião em Taormina. Ação à vera doravante, à parte o G-20, virá desse G-8 alternativo.

Permanentemente desqualificada no Ocidente já há uma década e meia como se não passasse de mero salão de conversas, a OCX, lentamente, mas sem parar nunca, continua a promover um quadro que o presidente Xi Jinping da China qualifica, de forma discreta muito atenuada, como “um novo tipo de relações internacionais com vistas a cooperação ganha-ganha”.

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Mulheres inspiradoras: Aqeela Asifi, professora afegã refugiada

Publicado originalmente em: 09/03/2016

Conheça Aqeela Asifi, uma inspiradora professora afegã refugiada, premiada por sua valente e incansável dedicação à educação das meninas afegãs refugiadas de uma aldeia no Paquistão.

Fonte: ONU Brasil

Greece: Stranded Afghans in Athens

Publicado originalmente em: 25/02/2016

The refugee crisis in Greece becomes more difficult. Macedonia will let Syrian and Iraqi refugees into and through their country, but no longer Afghans. Thousands of Afghans who have braved long trips and dangerous sea crossings are now trapped in Greece.

Fonte: United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR)

What it’s like to be smuggled out of Afghanistan in a car trunk

Publicado originalmente em: 08/01/2016

Smuggled by truck and squeezed into a car trunk, 13-year-old Allahyar and four Afghan boys fled the Taliban in Afghanistan, traveling through Pakistan and Iran to Turkey. “The journey is difficult”, he says, now in Serbia after a treacherous sea crossing , “but we have no choice.”

Fonte: UNICEF

Migration patterns and the unique challenges they pose for European policymakers

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Publicado originalmente em: 04/01/2016

You’ve no doubt seen or heard the stories by now: Thousands of migrants, seeking refuge from conflicts, oppression and poverty in many parts of the world, paying smugglers and often meeting a tragic end at sea.

Refugee crises have emerged in places as far-flung as Southeast Asia – where Myanmar’s minority Rohingya Muslims are seeking better fortunes abroad – and in the Mediterranean Sea. In fact, some groups say that the world is now in the midst of the worst refugee crisis to emerge since the end of World War II.

The waves of migrants who have been displaced by conflicts in the Middle East, North Africa and sub-Saharan Africa pose a particularly difficult challenge for the European Union – where political bonds have been frayed by the ongoing economic crisis.

Fonte: STRATFOR