O Observ@tório


O OBSERVATÓRIO EM NÚMEROS 

O website do Observatório de Relações Internacionais é um projeto iniciado em 01/04/2009 pelo Núcleo de Estudos Sobre Cooperação e Conflitos Internacionais da UFOP (NECCINT). Conheça aqui nossa proposta acadêmica.

Nestes  7,8 anos,  até 20/12/2015, o Observatório acumulou 307 MB de informação, o que inclui  4013 postagens,  que receberam 21.981 comentários.,  perfazendo uma média de 5,4 comentários por postagem.

O  Observatório de Relações Internacionais recebeu 1,829,514 visitas de mais de 170 países, sem contar toda multiplicação de dos seus dados junto a seus seguidores, sendo 99 blogs, 189 no Twitter, 257 e-mails e 3362 no facebook.

Isso corresponde a uma média de visitação de 649 por dia, 4540 por semana, 19.672 por mês e 236.984 por ano.

O Observatório foi carinhosamente construído pelo trabalho de 49 voluntários , sendo 1 editor, 2 administradores, 29 autores e 17 colaboradores. A estrutura do site foi concebida por Luiz Albuquerque e seu banco de dados foi organizado por Raphael Amaral com a colaboração inestimável de diversos pesquisadores do NECCINT, dentre os quais destacamos:  Laís Niman (300 postagens); Renata Nogueira (178 postagens); Flávio Vieira (164 postagens); Fernanda Camilo (114 postagens); Ana Carolina Meireles (103 postagens), dentro de uma média de 82 postagens por participante.

Em 2015, tivemos 325.817 visitas de 119 países diferentes, sendo que 29.007 dos Estados Unidos. Isso significa uma média de 26.985 visualizações por mês e 917 por dia.

Estatisticas Observatorio por país 2015 png

Conheça a equipe de pesquisadores de 2016!

6 respostas em “O Observ@tório

  1. Li o artigo “EUA e Venezuela: uma aproximação delicada” de Ian Duarte. Achei belíssimo o trabalho. Cirúrgico e imparcial. Gostaria e continuar acompanhando os trabalhos. Parabéns a todos e a filosofia de trabalho.

  2. Problemas no Deutsche Bank não se limitam aos Estados Unidos, enfrentará
    investigação de suas atividades na Rússia, e vários funcionários e
    ex-funcionários foram acusados em Milão de ligação com a Banca Monte dei
    Paschi di Siena SpA, o terceiro maior da Itália, numa conspiração para
    falsificar contas e manipular o mercado.
    Acionado o governo alemão para prestar socorro às instituições
    financeiras, a chanceler alemã Merkel não quer dar ao Deutche Bank ajuda
    estatal. Segundo ela, não pode ser sustentado do ponto de vista da
    política externa, porque Berlim assume uma linha dura no resgate aos
    bancos italianos.
    O chefe da Autoridade Federal de Supervisão Financeira da Alemanha,
    Felix Hufeld, pediu aos cidadãos para não entrarem em pânico, apelo
    feito por ele para não se deixarem arrastar para o tipo de espiral
    descendente de percepção negativa. Nem toda reação nervosa do mercado é
    baseada em fatos objetivos.
    O ministro das Finanças alemã, Wolfgang Schäuble exultou diante da
    serenidade da mídia sobre os problemas do Deutsche Bank, mas se irritou
    com comentários sobre a saúde financeira do banco realizados na primeira
    página do Frankfurter Allgemeine Zeitung.

  3. A primeira Ministra do Reino Unido, Theresa May, no domingo 02 de outubro de 2016, anunciou oficialmente a desfiliação da União Europeia e iniciaria as negociações do “Brexit” em março de 2017.
    O cronograma sugere que o governo britânico enfrente um “Brexit duro”, sem transigência e compromisso mútuos. Quer romper com as normas europeias, a livre circulação de cidadãos e as contribuições a Bruxelas e com isso, terá de se conformar em perder o acesso privilegiado ao mercado europeu.
    A ministra do Interior, Amber Rudd, anunciou medidas imediatas para restringir a imigração e “proteger os empregos dos britânicos”.
    Theresa May explicou que o governo não tem todas as respostas, mas podem ser uma força do bem e que impostos são o preço que se paga para viver em uma sociedade civilizada e ainda acrescentou: seremos bem-sucedidos ou fracassaremos juntos.
    Segundo May, isso significa algum freio eficaz ao paraíso para a desigualdade, a sonegação e a especulação desenfreada no qual Londres se transformou.

  4. Segundo reportagem realizada por Carlos Drummond à Revista Carta capital de 26 de outubro de 2016, nº 924, com a compra pela chinesa Three Gorges Corporation de dez usinas hidrelétricas da Duke Energy, dos Estados Unidos, no Rio Paranapanema, com capacidade de geração de 2 gigawatts, tornou o país asiático o segundo maior proprietário de ativos do estratégico setor elétrico no Brasil, ficando logo abaixo da Eletrobrás. O negócio de 1,2 bilhão de dólares elevará a China á primeira posição no segmento.
    Segundo ele, o risco da hegemonia externa na área de eletricidade e a escalada internacional sobre a indústria naval e o segmento de petróleo sem a exigência de contrapartidas em benefício do país evidenciam a autorização do governo para a movimentação de capitais com total liberdade.
    Salienta ainda que é o caminho contrário do que fazem na China e a Índia, onde as economias de maior crescimento no mundo em crise, com sólidas políticas industriais e fortes condicionalidades à movimentação de capitais estrangeiro.

  5. O português António Guterres é aprovado por unamidade na Assembleia-Geral da ONU para o cargo de secretário-geral, sucedendo o sul-coreano Ban Ki-moon que permanecerá na função até 31 de dezembro.
    Guterres solicitou às grandes potências que solucionem as divisões sobre a Síria, ante a proximidade das novas discussões internacionais sobre o conflito. Segundo ele, sejam quais forem as divisões, é mais importante permanecerem unidos, pois o momento é de manter a paz.
    A ONU possui o dever moral e o direito universal de implementar como prioridade principal a diplomacia para a paz, diplomacia essa, capaz de atenuar tensões e de fazer com que surjam soluções pacíficas.
    Há grandes esperanças que Guterres estremeça a ONU, adotando reformas internas para torná-la mais rápida e eficiente, levando novos ares à secretaria geral, depois de 10 anos de uma atitude discreta sob o mandato d do atual secretário-geral.
    O atual secretário-geral, Ban Ki-moon elogiou a escolha do seu sucessor, salientando que sua experiência como primeiro-ministro português, seu amplo conhecimento em questões mundiais e seu intelecto, será crucial na liderança da Organização das Nações Unidas.
    José Serra, ministro das Relações Exteriores do Brasil, elogiou a indicação de Guterres e disse que ele está preparadíssimo para assumir o cargo e comandar a secretaria-geral da ONU. Ainda acrescentou que acreditar que a questão dos refugiados na Europa será um dos temas mais importantes durante sua gestão.

  6. Após colapso do cessar fogo, o exército sírio e seus aliados redobraram os bombardeios à zona leste de Alepo e parecem pretender retornar toda a cidade antes da mudança de governo em Washington.
    Os Estados Unidos da América (USA) e sua coalizão suspenderam negociação e deram sinais de cogitar uma intervenção direta. Em resposta, a Rússia desembarcou mísseis antiaéreos de última geração, cujos alvos seriam os aviões da OTAN, pois os rebeldes não tem força aérea.
    A OTAN adverte que a zona rebelde da cidade pode estar arrasada até o Natal e ofereceu-se para escoltar para fora da cidade cerca de mil jihadistas da Al-Qaeda/Al-Nusra, cuja presença na cidade de Damasco e Moscou justificaram os ataques.

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