Temer: investimento estrangeiro aumenta no Brasil com agenda de reformas

Postado originalmente: 22/06/2017

Colocada em prática a partir de maio do ano passado, a agenda de reformas do governo federal tem propiciado outro resultado direto além da queda da inflação e da taxa de juros: o aumento considerável do investimento externo. Continuar lendo

Aloysio e Tillerson discutem 10 pontos e a Venezuela

 

Postado originalmente: 02/06/2017

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, reuniu-se hoje, em 02 de Junho de 2017, com o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, em Washington. Na reunião, os dois trataram de temas de interesse comum, como investimentos, segurança e cooperação na área jurídica. Um dos principais assuntos, segundo Nunes e o Departamento de Estado dos Estados Unidos, foi a situação da Venezuela. Continuar lendo

26 º contingente brasileiro realizará a fase final da MINUSTAH

 

Postado originalmente – 02/06/17

Em cerimônia realizada nesta sexta-feira (2), na Base General Bacelar, em Porto Príncipe, o 26º Contingente Brasileiro (CONTBRAS) na Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH) foi efetivado como a última tropa que realizará a fase final da missão, que se concluirá em 15 de outubro. A representante especial do secretário-geral da ONU, Sandra Honoré; o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira Filho e o Force Commander da MINUSTAH, general Ajax Porto Pinheiro; o chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa, César Augusto Nardi de Souza, estavam no evento. Continuar lendo

Sob governo Temer, Brasil é o 2º mais corrupto em lista com 63 países

Postado originalmente – 01/06/17

Afetado em cheio pela crise política e com praticamente um terço do Congresso sob investigação, além das suspeitas de corrupção que recaem diretamente sobre Michel Temer, o Brasil aparece como o segundo país mais corrupto, atrás apenas da Venezuela, no Relatório Global de Competitividade Global 2017 da IMD. Além disso, dentre os 63 países pesquisados, o Brasil ocupa a terceira pior posição no que diz respeito a competitividade.

De acordo com o documento, o Brasil figura na 62ª posição, a segunda pior do ranking global, só na frente também da Venezuela, no que diz respeito a eficácia governamental. No quesito “propina e corrupção”, o Brasil também aparece como o segundo pior entre os 63 países analisados.

Segundo a pesquisa do IMD, o Brasil ocupa, ainda a 61ª posição no que diz respeito à competitividade, ficando à frente apenas da Mongólia e Venezuela.

Fonte: Brasil247

Abertura comercial é agenda prioritária para o governo, diz Marcos Pereira

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Postado originalmente – 31/05/17

O ministro Marcos Pereira falou nesta quarta-feira sobre as políticas de comércio exterior e a reinserção do Brasil no cenário internacional na mesa-redonda “Comércio e Abertura”, promovida pelo Fórum de Investimentos Brasil 2017, evento que reúne líderes políticos, empresariais e acadêmicos.

Na mesa-redonda, que teve como moderador Thierry Ogier, correspondente do diário econômico francês Les Echos, o ministro Marcos Pereira disse que a abertura comercial é agenda prioritária para o governo.

“Estou convencido de que a abertura comercial, aliada a ações bem-sucedidas de aumento de competitividade, são vitais para atrair mais e melhores investimentos”. Segundo ele, ao adotar medidas nessa direção, o governo construirá o caminho para que as empresas brasileiras sejam efetivamente integradas às cadeias globais de valor.

O ministro disse aos demais integrantes da mesa – José Guilherme Reis (Banco Mundial); André Luis Rodrigues (CEO, WEG); Helder Boavida (CEO, BMW Brasil) e Maurício Mesquita (economista-chefe, BID) – que as políticas de comércio exterior e de investimentos são imprescindíveis para a implementação exitosa tanto de uma política de desenvolvimento socioeconômico, quanto para assegurar a estabilidade do ambiente de negócios no Brasil.

Investimentos

Marcos Pereira explicou que para atrair investimentos é necessário propiciar aos agentes econômicos níveis razoáveis de estabilidade e previsibilidade, razão pela qual as reformas estruturais e a responsabilidade fiscal e monetária são prioridades inegociáveis para o governo.

Ele afirmou que é justamente nesse contexto, em que se esperam muitos resultados da gestão fiscal e monetária, que a centralidade da política de comércio exterior reveste-se de senso de urgência. Neste sentido, o ministro citou uma série de iniciativas, tais como a inserção do Brasil na rede de acordos de comércio e a implantação do Portal Único de Comércio Exterior.

André Luis Rodrigues, CEO da WEG, afirmou que o governo acerta em cheio ao colocar no centro da agenda a facilitação de comércio. “O Portal Único é um bom exemplo das medidas de facilitação de comércio implementadas pelo governo”, disse.

O ministro citou ainda a disseminação do modelo brasileiro de acordo de investimentos, o ACFI, não apenas por meio da expansão das frentes negociadoras bilaterais, mas também em âmbito regional – como foi feito recentemente com os parceiros do Mercosul – e multilateral.

Indústria

Sobre as ações para a indústria, Marcos Pereira afirmou que o MDIC está reformulando e expandindo programas de fomento ao desenvolvimento industrial priorizando medidas de ganhos de eficiência, competitividade e produtividade, como é o caso do Brasil Mais Produtivo e da elaboração da Rota 2030 da indústria automotiva.

Helder Boavida, CEO da BMW Brasil, disse ser perfeitamente possível e desejável que o Brasil se torne uma plataforma de exportação de veículos para todo o mundo. Ele disse ter uma expectativa positiva em relação à Rota 2030, pois vai trazer previsibilidade para o setor ao abranger três ciclos produtivos em um período de 15 anos. “O Brasil pode, deve e tem essa capacidade, mas tem que se preparar para isso. Temos esperança de que a Rota 2030 cumpra essa expectativa”, afirmou.

O ministro complementou afirmando que “estamos lançando as bases da política para o futuro da indústria brasileira (…) Todas essas medidas têm como fio condutor o fomento ao dinamismo e à produtividade, em plena consonância com a urgência que o Brasil confere à modernização econômica”.

Cenário positivo

O ministro falou sobre as perspectivas positivas para o setor exportador brasileiro em 2017. Ele lembrou que em 2016 a balança comercial registrou resultado recorde, com superávit de US$ 47,7 bilhões, e que até o primeiro quadrimestre deste ano já se contabiliza saldo positivo de US$ 21,4 bilhões, valor 61% superior ao aferido no mesmo período do ano passado. O resultado levou o MDIC a rever a projeção de superávit para o ano de US$ 50 bilhões para US$ 55 bilhões.

“São sinais importantes de reaquecimento sustentável da economia e, assim entendo, um indicativo de que estamos no caminho certo e crescente”, disse o ministro.

“Contudo, para aumentarmos o percentual de participação do comércio no PIB, ainda é necessário que superemos alguns desafios do chamado custo Brasil para exportadores e investidores: logística cara e precária; custo alto de energia; falta de mão de obra qualificada; carga tributária elevada e sistema tributário incompatível com o país que queremos ser”, completou.

Fonte: MDIC

Marcos Pereira discute com ministro indiano ampliação do comércio bilateral

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Postado originalmente – 19/05/2017

O ministro Marcos Pereira recebeu nesta quarta-feira, em Brasília, o ministro de Transportes Rodoviários e Produtos Químicos e Fertilizantes da Índia, Mansukh L. Mandaviya, para discutir possibilidades de ampliação do comércio e de investimentos bilaterais. O ministro indiano informou que veio ao Brasil para reforçar a parceria estratégica que já existe entre os dois países. Continuar lendo

Brasil e Emirados Árabes Unidos negociam Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos

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Postado originalmente – 17/05/17

O ministro Marcos Pereira e a embaixadora dos Emirados Árabes Unidos (EAU) no Brasil, Hafsa Abdula Al Ulama, se reuniram nesta quarta-feira, no MDIC, em Brasília, para discutir formas de ampliar investimentos e o comércio bilateral.

Na audiência com o ministro, a embaixadora afirmou que há interesse dos Emirados Árabes Unidos em firmar com o Brasil um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI). Marcos Pereira mostrou disposição em continuar a negociação para a assinatura do acordo, já assinado com outros oito países, e lembrou que existem grandes investimentos dos Emirados Árabes no Brasil. Continuar lendo