Sanctions on Iran: International Court of Justice rules against US


The International Court of Justice (ICJ) has ordered the US to ease sanctions it re-imposed on Iran after pulling out a nuclear deal last year.

Siding with Tehran, it said exports of “humanitarian” goods, such as food and medicines, should be allowed.

The US argued the court had no jurisdiction in the case as it concerned its national security.

The rulings of the ICJ – which is based in The Hague – are binding but the court has no power to enforce them.

It is the main judicial organ of the UN and settles legal disputes between member states. But both nations have in the past ignored the court’s rulings.

Announcing the decision on Wednesday, the court’s president, Judge Abdulqawi Yusuf, said: “The court considers that the United States must remove, by means of its choosing, any impediment (…) to the free exportation to the territory of Iran of goods required for humanitarian needs.”

 

https://www.bbc.com/news/av/embed/p06msd0b/45729397

Media captionMohammad Javad Zarif praises European efforts to preserve the nuclear deal

The Iranian foreign ministry said the decision “vindicates the Islamic Republic of Iran and confirms the illegitimacy and oppressiveness” of US sanctions.

However, the US ambassador in the Netherlands, Pete Hoekstra, pointed out in a tweet that the “court declined… to grant the sweeping measures requested by Iran” – after dismissing the entire case as “meritless”.

Iran’s economy has slumped since US President Donald Trump ordered that sanctions be reinstated in May. Its currency, the rial, has dropped sharply.

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Uma resposta em “Sanctions on Iran: International Court of Justice rules against US

  1. A maneira como a administração de Donald Trump vem se impondo perante o Irã em inúmeras ocasiões pode custar caro aos Estados Unidos a longo prazo. A manutenção das sanções após a decisão do ICJ pode trazer malefícios para o relacionamento dos americanos com outros membros graças ao rigor das medidas para com os iranianos.
    O desgaste em relação a algumas nações européias que detêm acordos comerciais com o Irã distancia os Estados Unidos de novos acordos com estas e consequentemente atrapalha suas empresas no mercado externo por prejudicar outros blocos de certa relevância no mercado internacional.
    Em retaliação à decisão de aplicar sanções sobre empresas européias que estão cada vez mais consolidadas no Irã, foram anunciadas sanções (e possibilidades de outras medidas também duras) por parte dos europeus sobre empresas norte americanas que fazem parte do mercado de países como Alemanha e França, por exemplo.
    Por outro lado, enquanto essa controvérsia se concretiza entre países-membros da União Européia e os Estados Unidos, outras nações como Rússia e China mantém sua parceria comercial com o Irã e se beneficiam deste conflito, tendo menos competição no mercado local iraniano.
    Quando se dificulta a entrada de produtos de “auxílio humanitário” como fora dito acima na notícia, o presidente americano toma mais uma medida absurda e de baixíssimo nível que certamente será levada em conta quando outras nações decidirem firmar novos acordos e parcerias comerciais com grandes potências como os Estados Unidos, podendo assim prejudicar o relacionamento e a cooperação, além de possibilitar que outras nações façam o mesmo e ignorem quaisquer decisões de Cortes Internacionais outrora respeitadas.

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