Nikki Haley’s speech condemning UNGA vote against U.S. decision on Jerusalem


 

 

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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto , sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “Nikki Haley’s speech condemning UNGA vote against U.S. decision on Jerusalem

  1. A eleição de Donald Trump, algo totalmente imprevisto para a maioria das agências de pesquisas eleitorais nos Estados Unidos da América (EUA), também pegou desprevenido muitos altos funcionários e líderes de países membros da Organização das nações unidas (ONU) que ainda acreditavam que a ONU continuaria a orientar de modo incisivo as legislações nacionais e também pegou de surpresa aqueles que acreditavam que poderiam tratar governos como o dos EUA, o maior patrocinador da ONU, de maneira abertamente contrária aos interesses deles. A eleição de Trump mudou drasticamente o panorama de relações diplomáticas entre a ONU e os EUA. A plataforma eleitoral de Trump tinha como bordão “fazer a América grandiosa novamente”, e tal pensamento reflete o conjunto de políticas internas e externas do governo Trump. Na Assembléia Geral da ONU, muitos países votaram e aprovaram o repúdio aos EUA, sobre sua decisão de apoiar Israel em relação a escolha da capital do estado judeu, Jerusalem, em detrimento da vontade do líder da Palestina, que também reinvindica Jerusalem como capital do estado da Palestina. A reação dos EUA à decisão da assembléia foi ao melhor estilo Trump. Nikki Haley, a representante estadunidense na ONU deixou claro que seu país desaprova a forma como as decisões da ONU têm sido tomadas repetidamente com um viés puramente Anti-norte-americano e anti-israelense, e lembrou aos países membros e especialmente aos altos funcionários da ONU que, sem argumentos coerentes para tomar decisões contra a importância dos EUA perante a organização, tais decisões não seriam acatadas e além disso a ONU sofreria a oposição dos EUA em muitas frentes diplomáticas. Haley afirmou também que a soberania dos EUA é intocável, e as ingerências da ONU em face dos interesses estadunidenses seriam combatidas. Nas entrelinhas Nikki Haley disse que caso a ONU continuasse a deliberadamente intervir nas decisões do seu país sofreria as consequências de uma possível retirada do país de muitas comissões e o fim dos repasses financeiros, vitais para a manutenção da ONU. Infelizmente a ONU e seus membros ainda não perceberam a mudança que veio para ficar, por pelo menos mais 3 anos, e que isso foi bom para que a agenda fosse mais coerente com a realidade e menos com ideologias.

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