128 members vote for UNGA resolution on Jerusalem al-Quds; 9 against, 35 abstained


 

In a blow to the US and Israel and despite their diplomatic pressures and threats, the UN General Assembly has overwhelmingly rejected Washington’s recognition of Jerusalem al-Quds as Israel’s capital. The draft resolution that had been co-sponsored by Muslim, Arab and Latin American countries was approved by a decisive vote of 128. Nine members voted against the motion including the Israeli regime, the U-S and a number of small countries. Thirty-five countries, among them Mexico, Benin, Croatia and the Czech Republic, abstained. The resolution which is non-binding has called for the administration of U-S President Donald Trump to withdraw its decision to recognize al-Quds as Israel’s capital

Anúncios
Esse post foi publicado em Relações Internacionais e marcado , , , , , por Luiz Albuquerque. Guardar link permanente.

Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto , sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “128 members vote for UNGA resolution on Jerusalem al-Quds; 9 against, 35 abstained

  1. Sobre esta temática relacionada ao UNGA, sou de opiniäo que um dos maiore erros da política mundial e do Direito Internacional do séclo XX, foi a criaçäo de Estado de Israel por necessidades de manter o controlo de regiäo do cercanano e médio oriente por parte das forças ou interesses ocidentais no mediterráneo con maior énfasis no canal de Suez. Desta maneira, desde aquele tempo a atualidade varios säo os momentos conflictivos resultantes. Para estabilizar de maneira pacífica aquela regiäo torna-se como um caso impossível de ver solucionado.

    Curtir

  2. A decisão tomada mostra uma queda brusca no espectro de influencia exercido pelos EUA, foram poucos os aliados da superpotência que de fato seguiram o seu posicionamento com relação a essa decisão. A criação Estado de Israel foi um erro e a capital desse país ser Jerusalém seria uma forma de ampliar o conflito já existente na região. É necessário que as grandes potências se posicionem de forma a reduzir os conflitos na região e fortalecer iniciativas de paz e cooperação. Os EUA não podem impor decisões conflituosas para outros países e devem respeitar a autonomia dos povos.

    Curtir

Comente esta notícia!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s