Empoderando as mulheres para o crescimento do Afeganistão


Gul Shirin, de 45 anos, deu início a uma unidade de costura na província de Parwan. Zarmina, de 35, acaba de estabelecer sua própria micro-estufa no distrito de Paghman, na província de Cabul. Ao lançar as pequenas empresas e ‘casas verdes’, centenas de mulheres afegãs podem agora se manter e apoiar suas famílias. Suas histórias ressaltam o foco do Afeganistão na capacitação das mulheres e na garantia que elas possam participar ativamente da sociedade. Confira nesse vídeo do Banco Mundial. https://goo.gl/EQnPrG

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13 respostas em “Empoderando as mulheres para o crescimento do Afeganistão

  1. É interessante a iniciativa de empoderamento feminino frente a tempos nebulosos para as mulheres, tanto pelo lado econômico e social, pois cotidianamente a mulher deve reafirmar seu papel na sociedade como ser humano e lutar contra a ser vista como mero objeto a ser explorado pelo patriarcado. Mas o que chama atenção nessa notícia é que a iniciativa foi de lançar pequenas empresas e “casas verdes” com o intuito de mulheres ajudar outras mulheres, é um local de espaço para reforçar a força feminina, onde mulheres tem a possibilidade de dar voo uma das outras. Gostei de ler que há um espaço onde as próprias “manas” usam de sua força para se unir, se solidificarem diante de uma sociedade machista .

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  2. Achei muito interessante e necessário o vídeo, principalmente na esfera atual em que a sociedade se encontra. Já ao final do ano de 2017, as mulheres devem se empoderar cada vez mais, e uma situação de maior independência financeira abre portas para a inserção feminina mais ativa na sociedade. Em especial no Afeganistão, já considerado o país mais perigoso para mulheres, esse impulsionamento feminino ganha ainda mais importância.
    Marcela Aguilar de Mattos

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  3. Um vídeo dessa natureza e magnitude é fundamental, sobretudo, na atual conjuntura da sociedade, na qual o movimento feminista vai ganhando cada vez mais força, porém, encontra barreiras culturais difíceis de transpor. É inegável que na época em que estamos, as mulheres tendem a se empoderar cada dia mais, e a independência financeira abre portas a isonomia na sociedade. Em países de cultura altamente machista, como o Afeganistão, passos largos como esse são ainda mais importantes, na busca pela igualdade entre gêneros no mundo,

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  4. Historicamente menosprezadas e objetificadas, as mulheres vêm lutando e conquistando o espaço devido em meio a uma sociedade machista e patriarcal. A luta por igualdade social, política e econômica dos sexos, objetivo chave do movimento feminista, age através do empoderamento das próprias oprimidas, através de ações afirmativas. Desconstruindo o conceito de “mulher de casa”, o video mostra o incentivo ao empreendedorismo e e independência financeira entre as mulheres em países altamente desiguais e machistas, passo importante para uma futura mudança de paradigma. A bravura dessas mulheres em um dos países considerados mais perigosos para essas, inspira toda a sociedade internacional na luta por igualdade de direitos.

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  5. Por estarmos tão distantes da realidade vivida pelas mulheres no Afeganistão nos sentimos surpresos com a conquista de uma possibilidade de autonomia financeira, o que significa pouco na luta dessas mulheres que sofrem de uma discriminação exacerbada pela sociedade em que estão imersas. O que mais impressiona é que a realidade vivida pelas mulheres talibãs não são questionadas pelas grandes potências, que utilizam da garantia pelos Direitos Humanos para invadirem diversos países e os livrarem daqueles que ferem esses direitos partilhados por essas nações.
    Não há que se discutir que a novidade apresentada pelo vídeo apresenta um certo avanço, uma possibilidade de autonomia financeira da mulher, no entanto não podemos nos esquecer que o regime talibã é um dos mais radicais e primitivos que existem.
    As mulheres submetidas ao regime talibã não podem exercer atividades fora de casa sem estarem acompanhadas por um “mahram”, que seria um parente próximo do sexo masculino, como um irmão, por exemplo, o que não foi mostrado no vídeo da reportagem, uma vez que as mulheres que não são acompanhadas por um mahram são açoitadas, ofendidas verbalmente ou ainda espancadas pela sociedade afegã que se sente ofendida com essa atitude. Há ainda uma série de proibições impostas às mulheres, o que me faz questionar esse dito avanço.

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  6. A reportagem trata sobre uma melhoria para as mulheres do Afeganistão, que a partir de políticas de incentivo ao empreendedorismo podem conquistar, agora, a independência financeira. Tais mulheres, que vivem em uma sociedade de elevado índice de violência, devem seguir um rigoroso código de conduta com regras que limitam seus direitos e demonstram a desigualdade entre os gêneros no país. Pois constantemente, as mulheres afegas são privadas de terem acesso a garantias básicas que temos.
    Fato que nos impressiona, aqui distantes de tal sociedade, porque apesar das melhorias dos últimos anos e do progresso retratado na reportagem, a desigualdade e a violência contra as mulheres continua elevada no Afeganistão, sociedade essa em que o machismo é dominante.
    Entretanto, não se pode deixar de destacar a conquista demonstrada no vídeo, pois, apesar de ainda ter muito o que avançar pela frente, a luta dessas mulheres inspiram toda a sociedade a continuar em busca da tão desejada igualdade de direitos. Por isso, ações como essas do vídeo tornam-se fundamentais, para que as proibições e violências contra as mulheres possam cada vez mais chegarem ao fim.

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  7. Ao estudar os sistemas de proteção dos Direitos Humanos internacional , é possível verificar uma sistema de proteção geral , que diz respeito à questões de igualdade foram e material ,com intuito de igualdade genérica , sem considerar o indivíduo e um sistema de proteção especial , através do qual instituições de que de Direitos Humanos se unem para formular tratados visando mecanismos para que grupos específicos ,busquem o reconhecimento de direitos.
    Ao se aprofundar os estudos em relação à igualdade , nota-se que ainda há um longo caminho de reconhecimento de direitos para as mulheres , principalmente as mulheres muçulmanas onde que vivem em países islâmicos.
    A luta da busca de reconhecimento de direitos das mulheres, foi percebido por muitos autores a questão da Feminização da pobreza , uma vez que tradicionalmente , em muitas culturas como a cultura Islâmica, incube à mulher o ônus da maternidade e como consequência a perda de oportunidades de trabalho.Além disso, as mulheres muçulmanas sofrem com perdas de direitos políticos , principalmente no Afeganistão , onde ocorreu o governo do grupo fundamentalista Talibã .
    Logo, ações como as desta reportagem é de muita relevância para luta de direitos da mulheres e principalmente o empoderamento da mulher muçulmana .

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  8. Sabemos que hoje em dia mulheres ainda enfrentam problemas advindos de um machismo histórico, porém dentre os avanços conquistados pelas mulheres ao decorrer dos anos ainda observamos como ainda existem sociedades muito distantes da nossa realidade, nós estamos muito distantes da realidade afegã.
    Frente a objetificação, diminuição e falta de igualdade entre mulheres e homens no Afeganistão, esse pequeno avanço onde as mulheres conseguem um impulsionamento econômico mantendo suas micro- estufas e conseguindo assim sustentar sua família é um pequeno avanço perante a sociedade extremamente primitiva na qual elas estão inseridas. Porém, ainda muito pequeno perto da realidade de sociedades menos conservadoras.
    É importante que os Direitos Humanos Internacionais garanta para essas mulheres uma situação de igualdade e interfira nessas questões, para que elas tenham melhores condições nessa sociedade.

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  9. A notícia aborda os investimentos do banco mundial em pequenos projetos que visam o incentivo econômico a mulheres que vivem na zona rural do Afeganistão. Os incentivos são simples e não envolvem valores exorbitantes. Trata-se de pequenos incentivos para que mulheres possam constituir a sua própria fonte de renda. Os investimentos analisados sob um ponto de vista de uma cultura moderna parecem irrisórios, porém se analisado o contexto social a que se inserem tais incentivos, estes ganham um acentuado valor. Visto que, segundo a cultura do Afeganistão as mulheres não podem sequer sair de casa sem a companhia de um homem, exercendo integralmente uma figura de subordinação , dessa forma os incentivos representam um grande passo rumo ao reconhecimento de direitos destas mulheres, representando uma grande atitude rumo ao emponderamento feminimo. Embora somente essa atitude não vá mudar drasticamente séculos de invisibilidade representa um passo na caminhada rumo ao longo caminho da busca por reconhecimento.

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  10. Notícias e vídeos como este nos fazem refletir o quão longe estamos de alcançar igualdade de direitos entre homens e mulheres. Realmente é louvável a iniciativa do governo do Afeganistão, por meio do Ministério da Agricultura, de dar treinamentos para as mulheres afegãs que vivem na zona rural. Contudo, essa realidade, qual seja, a de mulheres sem renda própria e dependendo dos maridos, é resultado de uma sociedade extremamente machista. Logo, a atitude do governo deve ser sim elogiada, mas com cautela, uma vez que esse mesmo governo torna legal tanta discriminação em razão do sexo. Confesso que fico feliz com esses pequenos passos que essas guerreiras estão dando, seja por meio da costura, seja por meio da agricultura. Porém espero que num futuro eu possa ver mulheres governando o Afeganistão, sendo médicas e sendo o que quiserem, e não exercendo somente tarefas manuais por não serem permitidas a ir além.

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  11. O projeto é incrível! A iniciativa foi muito bem acolhida e deve ser enaltecida, visto que o Afeganistão é um país marcado pelo protagonismos dos homens, principalmente na política, e por condutas que tradicionalmente diminuem o papel da mulher na sociedade. Entretanto, em ações como essa vemos que um governo que cria oportunidades como essa é o mesmo que propaga uma cultura machista. Penso que devemos ser cautelosos ao analisar reportagens e vídeos como esse. É fantástico o trabalho que auxilia mulheres de menor renda, todavia são as mesmas mulheres que sofrem. Considero que esta seja uma conquista muito grande, me faz ter esperança de um cenário mundial composto por mulheres líderes. Em uma pesquisa rápida encontrei Fawzia Koofi que foi a primeira mulher a ocupar o cargo de vice-presidente do Parlamento do Afeganistão em 2012. Vem sendo devagar, mas consigo imaginar um dia em que notícias como essa sejam habituais.

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  12. O questionamento do papel da mulher, historicamente delineado como o de ser mãe e de cuidar da casa, tem influencia fundamental na mudança de paradigma que deixa as mulheres alheias ao mercado. Desse modo, ações como a descrita no vídeo são pontuais para, ao capacitar a mulher, fazê-la transpor o ambiente doméstico e torna-la hábil para ingressar no mercado de trabalho. Assim, terá sua renda própria e se tornará independente. A presença das mulheres cada vez maior no ambiente de trabalho é essencial para o seu empoderamento, porque lhe da a independência financeira que a possibilita de tomar decisões conforme seu interesse e buscar o modo de vida que queira. Em um país onde o papel da mulher é ínfimo e o machismo e a misoginia são presentes, ocupar lugar na economia dá maior representatividade as mulheres.

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  13. O vídeo em questão aborda dois assuntos extremamente importantes e que estão em foco nas discussões atuais: o papel da mulher na sociedade e o empreendedorismo.
    É de ciência de todos que, durante anos, a mulher ocupou um papel de coadjuvante no contexto social, sempre tendo seu valor diminuído e muitas vezes ocultado frente à uma sociedade extremamente machista e patriarcal. Porém, com o passar dos anos, a luta das mulheres ao redor do mundo representou um importante avanço para que a cultura retrógrada que estava instaurada pudesse ser questionada e alterada, e que então as mulheres pudessem ocupar postos de relevância na sociedade. O empreendedorismo, nesse aspecto específico, possibilitou que essas mulheres afegãs pudessem conquistar uma certa independência financeira e ocupar um importante papel em um país do oriente médio

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