Trump’s Jerusalem move roundly condemned at UN


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto , sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

2 respostas em “Trump’s Jerusalem move roundly condemned at UN

  1. A decisão do presidente norte-americano Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel provocou preocupação na comunidade internacional, pois o mandatário estadunidense ignorou completamente todas as recomendações de diversas organizações internacionais que indicam que a resolução do conflito se deveria dar pela base do dialogo entre ambas as partes. A cidade de Jerusalém, por ser considerada sagrada por três grandes religiões, sendo elas o islamismo, cristianismo e o judaísmo, foi palco de grandes conflitos durante séculos e é preciso evitar com grande esforço uma nova intifada na região, que consequentemente leva ao um grande derramamento de sangue inocente, dos ambos os lados, apesar de a força militar israelense ser completamente superior a Palestina, por conter grande ajuda dos Estados Unidos. Trump age de maneira irresponsável, perigosa e míope, sem medir consequências por seus atos, podendo dar início a mais um grande conflito na já fragilizada região.

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  2. A recente decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em considerar Jerusálem a capital de Israel, é um excelente caso concreto para se discutir os conceitos e termos aprendidos em sala de aula na disciplina de Tópicos em Relações Internacionais. De um lado, a possível concretização de um anseio de mais de três mil anos para um povo (Israel), de outro, o provável término de um sonho para outro (Palestinos). Mascarado também, a aliança de dois países e o interesse econômico na região, destacando os conceitos de Network vistos em sala. A decisão além de influenciar a cidade de Jerusalém em si, nos permite analisar as alianças atuais e os comportamentos de certos países: A França. por exemplo, tentando inicialmente permanecer em cima do muro, com Macron afirmando que era necessário dialogo para se reconhecer a real decisão; países mostrando contrariedade mas com breves notas; e os Estados Unidos mostrando mais uma vez sua imponência perante outros Estados. Em um futuro breve, o caso deve ficar ainda mais polêmico, interessante e informativo.

    Matheus Araújo Reis

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