Cuba é o primeiro país do mundo a erradicar transmissão materna de HIV e sífilis


 

18/04/2017

Cuba se tornou recentemente o primeiro país do mundo a receber a validação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminação da transmissão vertical – de mãe para filho – do HIV e da sífilis.

O sucesso da ilha caribenha é mais um passo em direção é um passo na direção certa para reduzir a ameaça global do HIV e da AIDS, uma das metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 3. Confira nessa matéria especial em vídeo.

Fonte: ONU Brasil

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5 respostas em “Cuba é o primeiro país do mundo a erradicar transmissão materna de HIV e sífilis

  1. Um grande avanço na saúde cubana e também do mundo no combate a AIDS. Em comparação com o Brasil, Cuba está muito a frente no que tange ao combate da doença. Para o infectologista Artur Timerman, o grande desafio dos próximos anos será lidar com a despreocupação dos jovens em relação à doença. “Eles estão desavisados sobre as conseqüências do HIV, estão bebendo mais e tendo relações sexuais sem se proteger.”

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  2. Cuba é referência para a organização dos serviços de saúde pública em diversos países. A base estrutural do sistema está atrelada ao reconhecimento da saúde como um produto social. Neste sentido, os serviços de saúde se desenvolvem baseados no indivíduo, na família, na comunidade e no território, juntamente com os fatores que influenciam os elementos determinantes do processo de saúde e doença. O país associando a esta visão integral do ser humano, no qual os programas priorizados se desenvolvem sob a influência do conceito ampliado de saúde e dos princípios norteadores da excelência no sistema público de saúde: serviço estatal, universal, gratuito, regionalizado e ao alcance de todos os cidadãos.
    Em Cuba, a formação de recursos humanos a partir da realidade e das necessidades do país, contribuindo para sua articulação. Além disso, em outros países (como o Brasil), existe a necessidade de ampliação de serviços de saúde, instituições e rede de apoio para grupos vulneráveis como gestantes, crianças e idosos, por exemplo.
    A vivência cubana possibilitou a reflexão acerca dos aspectos que podem compor e qualificar os serviços. Além disso, despertou para a importância da exteriorização de conhecimentos atitudinais na prestação de serviços em saúde frente aos demais cenários, instigando a mudança de comportamento de profissionais e usuários na reivindicação de transformações em realidade distintas, reforçando a importância da participação popular no controle, na execução e
    na avaliação das políticas de saúde.

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  3. O sistema de saúde cubano é mundialmente reconhecido por sua excelência e eficiência. Apesar de recursos muito limitados e do impacto dramático causado pelas sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos há mais de meio século, Cuba conseguiu universalizar o acesso à saúde para todas as categorias da população e obteve resultados semelhantes aos das nações mais desenvolvidas.
    Com uma taxa de mortalidade infantil de 4,2 por mil, Cuba tem o melhor indicador do continente e do Terceiro Mundo, refletindo assim a qualidade de seu sistema e o impacto sobre o bem-estar das crianças e das mulheres grávidas. A taxa de mortalidade de Cuba é inclusive inferior à dos Estados Unidos e se encontra entre as mais baixas do mundo.
    Com uma expectativa de vida de 78 anos, Cuba é um dos melhores alunos do continente americano e do Terceiro Mundo, com um indicador semelhante ao das nações mais desenvolvidas. Em 2025, Cuba terá a maior proporção de pessoas de mais de 60 anos da América Latina.
    Ao citar o exemplo de Cuba, a Organização Mundial da Saúde enfatiza que é possível para um país do Terceiro Mundo com recursos limitados elaborar um sistema de saúde eficiente e oferecer proteção social a todas as populações, se existe vontade política de situar o ser humano no centro do projeto de sociedade, diferentemente do que ocorre no Brasil.

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    • Em relação à saúde, Cuba conseguiu alcançar patamar de desenvolvimento semelhante aos dos países mais desenvolvidos, apesar dos embargos econômicos sofridos. Desse modo, não é surpresa que a Cuba seja o primeiro país do mundo a erradicar transmissão materna de HIV e sífilis. Tal conquista é resultante de um sistema de saúde de qualidade que envolve: alto número de médicos por mil habitantes, baixa mortalidade infantil e alta expectativa de vida. Diante dos ótimos resultados apresentados nos mais diversos segmentos da saúde é inegável que o modelo cubano pode atingir ainda maiores conquistar e servir como exemplos para outras nações. Além disso, a realização constitui importantes avanços para alcançar algumas das metas do milênio da Organização das Nações Unidas (ONU): reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde materna; e combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças. Logo a validação concedida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é um mérito que deve ser celebrado e servir de motivação para a Cuba continue a desenvolver e pesquisar métodos que ajudem a melhorar a saúde do mundo.

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  4. A nação socialista Cuba cada dia mais demonstra ao mundo os avanços da sua medicina de prevenção de acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Cuba é o primeiro e único país a erradicar a transmissão do vírus HIV das gestantes para seus bebês.

    Cerca de 22.000 pessoas, num universo de 11 milhões de pessoas vivem com AIDS em Cuba. Os homens com relações homossexuais são os mais vulneráveis. Em junho de 2015, de acordo com a Organização Mundial de Saúde(OMS), Cuba se tornou o 1° país do mundo a erradicar a transmissão do HIV/AIDS e da Sífilis entre mãe e filho.

    Segundo o representante da OMS no continente Pan Americano (OPAS), o Dr. Cristian Morales, as intervenções do governo cubano foram fundamentais na luta contra a proliferação da doença. Com medidas que foram desde campanhas nacionais de comunicação para promoção da saúde, com iniciativas que influenciaram na mudança de comportamento e na percepção de risco para as mulheres grávidas que vivem com HIV, passando por atendimento médico e investimento em saúde, com milhares de mulheres recebendo medicação antirretroviral gratuitamente nas farmácias públicas do país, mais de 11.000 médicos de família, cerca de 450 hospitais, além de pesquisas científicas, fizeram o país vanguarda nesta luta, com apenas 2 ou menos crianças soropositivas em cada 100, Cuba se tornou o primeiro país do mundo a eliminar a transmissão de HIV e sífilis de mãe para filho.

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