Nos EUA, 40% dos jovens sem-teto são LGBT


Há cerca de 500 mil jovens sem-teto nos Estados Unidos; 40% deles se identificam como lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros – LGBT. Conheça a história de Kellen, um homem trans apoiado pelo Centro Ali Forney, o maior centro comunitário para jovens LGBT sem-teto no país. Mais: http://www.aliforneycenter.org https://nacoesunidas.org/tema/lgbt

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3 respostas em “Nos EUA, 40% dos jovens sem-teto são LGBT

  1. “Promover direitos humanos é princípio essencial para as Nações Unidas”.
    No final do vídeo, se encontra evidenciado a frase acima e retrata a história de Kellen, um jovem transgênero estadunidense, que como muitos outros foi abandonado pela família após saberem de sua orientação sexual e fora abrigado no Centro Ali Forney, considerado o maior centro comunitário para a população lésbica, gay, bissexual e transgênera (LGBT) em situação de rua nos Estados Unidos. O nome do Centro foi em homenagem a um jovem, Ali Forney, assassinado em 1997 aos 22 anos. Na época de sua morte, não havia abrigo seguro para os jovens que não se enquadravam nos “padrões” de gênero e a origem do centro foi justamente com o objetivo de amparar essas pessoas.
    De acordo com os dados do próprio vídeo, há aproximadamente 500 mil jovens nessa situação de penúria nos Estados Unidos, sendo 40% deles lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros (LGBT). Ressalta-se ser um número alarmante e que a sociedade como um todo tem que evoluir para um maior respeito as divergências e formas de vida. É importante a realização de vídeos como o visto acima, por serem campanhas educativas promovidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o fim colimado de conscientização sobre a violência e discriminação de gênero.

  2. No dia 17 de maio de 1990, a homossexualidade deixou de ser catalogada como uma doença mental pela Organização Mundial de Saúde (OMS), entretanto, tal desclassificação não fez cessar a violência, a dificuldade ou os preconceitos vividos pelos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros), que vem lutando cada dia mais para seu respeito e reconhecimento frente à população mundial. Segundo pesquisas, o Brasil é o país onde mais se matam transexuais e travestis no mundo, existindo inclusive um canal de denúncia para tal violência, em contrapartida, é um dos países onde se possui mais direitos como o casamento civil, direito à adoção, direito à previdência, sendo os casais homossexuais equiparados aos heterossexuais, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal. Apesar de tais direitos garantidos, muitas empresas guardam um certo preconceito temendo que sua imagem associe à de seu empregado, enquanto outras tiram proveitos da diversidade para garantia de melhor rendimento profissional e satisfação pessoal.

  3. É triste e lamentável constatar que a população dos sem-teto nos EUA é composta por 40% de jovens LGTB, que foram expulsos ou saíram de suas casas devido à homofobia ou transfobia. Afinal, apesar de toda campanha de conscientização sobre o respeito ao LGBT, eles ainda constituem um grupo de minorias que encontram dificuldades de exercerem sua liberdade e autodeterminação na sua própria casa, como se já não bastassem todas as dificuldades advindas das relações sociais, seja na comunidade ou no trabalho. Todavia como mostrado no vídeo ainda há motivos para acreditar nas melhorias e ajudar a promovê-las, pois como mostrado hoje já existe um abrigo para que os LGBT possam desfrutar de um ambiente seguro que os permitam exercem sua liberdade e desenvolverem. Além disso, em 2015 a decisão histórica da Suprema Corte dos Estados Unidos de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país constitui um avanço inegável para a construção de uma sociedade pautada no respeito com dignidade, igualdade e liberdade sem qualquer discriminação. O preâmbulo da Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) já tem como parâmetro e meta: reafirmar a fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor do ser humano, na igualdade de direito dos homens e das mulheres.

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