Chefe da ONU para refugiados pede futuro de esperança para povo rohingya


O alto-comissário das Nações Unidas para Refugiados, Filippo Grandi, visitou Bangladesh na semana passada (11), durante sua primeira visita oficial ao Sudeste da Ásia. O chefe da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apelou por mais oportunidades para os refugiados de Mianmar em Bangladesh, em meio a negociações encorajadoras entre os dois países.

Filippo Grandi também pediu ações para melhorar as condições para que os refugiados possam voltar para casa de modo sustentável.

Cerca de 350 mil pessoas da etnia rohingya – muçulmanos perseguidos em Mianmar – fugiram em busca de proteção em Bangladesh, incluindo cerca de 74 mil que chegaram ao final de 2016 como resultado de uma operação de segurança no norte do estado de Rakhine. Confira no vídeo; outros detalhes em http://bit.ly/2vDQ0k3 e http://www.acnur.org.br.

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Uma resposta em “Chefe da ONU para refugiados pede futuro de esperança para povo rohingya

  1. A ONU aprovou uma resolução que incentivou Myanmar a permitir o acesso à cidadania para os rohingya, a maioria dos quais são classificados como apátridas.
    Os rohingya são cerca de 5% dos 60 milhões de habitantes de Mianmar, a qual origem desse povo ainda é bastante debatida.
    A Nações Unidas relatou recente que os rohingya um dos povos mais perseguidos do mundo, apesar de terem vivido em Mianmar por gerações, o governo do país negam suas cidadania, alega que eles são novos imigrantes.
    Esses rohingya formam a minoria étnica, linguística e religiosa, a quais são fortemente discriminados por décadas e chegam cerca de 1 milhão de pessoas, acham que essa repressão contra este povo provocou seus deslocamento a pelo menos os outros 1 milhão que se encontra em diversas partes do mundo.
    Mianmar (antiga Birmânia) que desde 1948 se tornou um país independente, a qual o rohingya chamam de lar, esses são proibidos de se casar ou viajar sem a permissão das autoridades e não têm o direito de possuir terra ou propriedade e têm sido vítimas de tortura e repressão.
    O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR),relata que a crise do povo rohingya é uma das mais longas do mundo e também uma das mais negligenciadas.
    A Mianmar (antiga Birmânia) está passando por uma transição para a democracia e melhorias sociais que muitos têm elogiado e com essas mudanças políticas e sociais em Mianmar,porém,várias comunidades que habitam o país estão entrando em atrito e ocorrendo assim, uma onda de violência e discriminação contra os rohingya e onde as autoridades e a polícia também estão sendo acusadas de não agir de modo a defendê-los.
    As Nações Unidas quanto as organizações de defesa dos direitos humanos pedem que as autoridades de Mianmar revejam a Lei de Cidadania de 1982, de forma a garantir que os rohingya não continuem sem pátria e assim tornando a única maneira para combater as raízes da longa discriminação contra essa etnia.
    Muitos budistas de Mianmar não reconhecem o rohingya e sim de “bengalis muçulmanoss” relatando os rohingya são imigrantes de Bangladesh e por cerca de 800 mil rohingyas de Mianmar não possuem cidadania acreditando assim na sua campanha de segregação e expulsão forçada é justificada, porém essa segregação não é apenas social mas também mental.

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