Trump não sabe nem o nome do país que bombardiou


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Sobre Luiz Albuquerque

O Núcleo de Estudos sobre Cooperação e Conflitos Internacionais (NECCINT) da Universidade Federal de Ouro Preto , sob a coordenação do professor Luiz Albuquerque, criou o Observatório de Relações Internacionais para servir como banco de dados e plataforma de pesquisas sobre relações internacionais e direito internacional . O site alimenta nosso trabalho de análise de conjunturas, instrumentaliza nossas pesquisas acadêmicas e disponibiliza material para capacitação profissional. Mas, além de nos servir como ferramenta de trabalho, este site também contribui para a democratização da informação e a promoção do debate acadêmico via internet.

Uma resposta em “Trump não sabe nem o nome do país que bombardiou

  1. O ataque realizado pelos EUA a Síria, neste momento, aparenta ser apenas uma demonstração de força bélica.
    O Presidente Donald Trump em declaração recente demostrou a intenção de realizar guerra contra o Estado Islâmico e não contra o governo sírio. No entanto, após o presidente sírio autorizar o lançamento de uma bomba química em 4 de abril de 2017, matando 86 pessoas – 27 delas crianças -em Khan Sheikhoun, na província de Idlib, a postura estadunidense mudou.
    A Rússia, por sua vez, condenou o ataque realizado pelos EUA, sob a alegação de que a Síria não teria realizado o bombardeio com armas químicas. Os russos demostram essa opinião devido ao fato da Síria ser uma grande importadora de seus produtos bélicos.
    A Síria enfrenta turbulências desde os anos 2000, quando o governo Bashar al-Assada sucedeu seu pai, Hafez. A população já sofria com altos índices de desemprego, corrupção em larga escala, falta de liberdade política e repressão. No entanto, o cenário foi agravado após as manifestações populares de 2011 que deram início ao movimento da Primavera Árabe para a deposição de governantes ditadores no Oriente Médio.
    Desde então o país tem sofrido com a guerra que já resultou em cerca de 400 mil pessoas mortas, segundo relatório da ONU para a Síria. Além disso, outras 5 milhões de pessoas já buscaram refúgio em outros países, em sua maioria crianças e mulheres, provocando o maior êxodo desde a Segunda Guerra Mundial.
    Portanto, a guerra religiosa, ideológica e também criminosa na qual a Síria está envolvida parece estar longe de terminar. Pois, essa foi a primeira vez que os EUA atingiram especificamente os alvos do país, permitindo concluir que apenas se inicia a atuação americana.

    Regiane Braz Ribeiro

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