Canada Will Become First G7 Nation to Fully Legalize Weed This Year


Published on Jan 07, 2017

In 2017, Canada will become the first G7 nation to fully legalize marijuana use. The stock prices of cannabis companies reveal investors are anticipating millions of users and a multi-billion market. In terms of how it’s regulated, will Canada get it right? Earlier this month, a federal task force made 80 recommendations to the government, among them, setting the age limit to 18.

Bloomberg TV Canada’s Amanda Lang speaks to W.A. Bogart, professor of Law at the University of Windsor and author of “Off The Street: Legalizing Drugs,” and Bruce Linton, CEO of Canopy Growth, Canada’s first marijuana “unicorn” after reaching a billion-dollar valuation.

Bloomberg

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4 respostas em “Canada Will Become First G7 Nation to Fully Legalize Weed This Year

  1. De fato, Justin Trudeau, primeiro ministro do Canadá, cumpriu o que prometeu, ou seja: trabalhou pela legalização e regulamentação do uso da maconha. Vários economistas, sociólogos e criminologistas apontam a legalização da maconha como uma forma indispensável de se combater o tráfico. Para além disso, há o fato de que o Estado terá mais uma fonte de arrecadação. Embora outros países tenham regulamentado e descriminalizado o uso desta substancia, o fato de uma potência como o Canadá aderir a esta política em todo o seu território nacional pode influenciar demasiadamente o resto do mundo. Como consequência disso, imagino que a grande resistência por parte de outras nações no que tange à descriminalização pode perder força.

  2. É inconcebível hoje ostentar um pensamento progressista aliado à defesa da guerra às drogas. Está posto que esta guerra agrava imensamente o cenário sócio-político de qualquer país, já que não se resolve um problema criando outro ainda pior. A atitude do primeiro ministro canadense sim é digna da postura de um verdadeira progressista, pois a regulamentação do uso da maconha não diz respeito apenas àqueles que a utilizam para fins recreativos, mas sobretudo pelos seus benefícios medicinais e terapêuticos.
    Os países que o fizeram trazem resultados animadores, que jogam por terra qualquer tentativas de defesa à política belicista adotada no Brasil, por exemplo. Que sirva de exemplo não só para os integrantes do G7, como para qualquer país que queira dar um passo à frente naquilo que já não deveria ser mais um tabu.
    Por fim, acredito não ser necessário explicitar os benefícios econômicos que o Canadá terá daqui para frente. Na minha visão, é até mesmo ingênua a visão de nossos governantes, que ao enfrentarem uma crise econômica tão profunda, não enxergam que uma das saídas para o aquecimento do mercado interno poderia ser a da legalização.

  3. O capital é a religião, o novo ópio do povo. E o capital quer o vício de todos os consumidores em suas mercadorias. As drogas fortalecem o capitalismo, criando figuras imponentes e famosas, como Pablo Escobar, que construiu um império no mercado do tráfico.
    A exemplo do Canadá, tivemos no Uruguai, América-latina, a política de legalização da “Cannabis Sativa”, popularmente conhecida como maconha, tendo como um de seus efeitos a redução dos índices de criminalidade relacionados à droga, assegurando, ainda, maior controle do seu consumo e comercialização.
    Somos todos viciados em sensações fortes e experiências efêmeras. A droga é um problema de saúde pública e não de violência social.
    Existe um mal estar baseado no senso comum e em moralismos religiosos que impede a reflexão e a mudança, transformando tudo em tabu. E é exatamente isso que se faz quando o assunto é droga.

  4. É interessante perceber que mesmo a alternativa a política de “guerra aas drogas’ iniciada com o advento de governo Reagan apresenta alguns problemas que devem ser corrigidos, tendo como único objetivo o melhor interesse do mercado consumidor dos produtos á base do composto THC (Tetraidrocanabidiol).

    O mercado não pode se aboletar de grandes fatias de lucro, a custa do bem estar e melhor interesse da população, devendo nesse intuito regular fortemente a distribuição e venda de tais produtos.

    Vale ressaltar que uma alternativa interessante para contornar tal problema, é a de poder fornecer a população a oportunidade de plantar suas próprias plaantas, popularmente conhecidas como maconha com o intuito assim de afastar em parte o grnade volume de transações comerciais, e indicar uma alternativa mais saúdavel ao consumidor.

    Por fim, acredito que em virtude de ser um novo caminho novos desafios sempre surgirão, sendo dever do estado pensar em possíveis alternativas que assegurem o bem estar da população que faz uso de tais substâncias.

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