António Guterres faz apelo à paz


Publicado em 1 de jan de 2017

O primeiro dia de 2017 é também o primeiro dia do português António Guterres como novo secretário-geral da ONU. O dirigente máximo das Nações Unidas aproveitou a data para pedir paz em todo o mundo.

Fonte: ONU BR

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10 respostas em “António Guterres faz apelo à paz

  1. O português António Guterres faz um sincero convite à paz em sua fala como novo secretário-geral da ONU. A sociedade mundial vive momentos de extrema tristeza frende à incapacidade de fazer realizar a paz em sua plenitude. Populações civis sofrem com a violência e a barbárie em vários pontos do globo. O terrorismo e as ações militares não respeitam nem a ajuda humanitária.
    Estamos vivendo tempos de extremo temor. Diante desse cenário, a pergunta feita por Guterres se torna pungente: “Como ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem enormemente em guerras que parecem não ter fim?” Tal pergunta não deveria assaltar apenas a consciência do Secretário Geral da ONU, mas de todos nós. Contudo, a violência toma proporções tais que o indivíduo é completamente negligenciado e torna-se apenas uma estatística. As vidas são reduzidas a números: “em 2014, houve no mundo 37.400 homicídios por terroristas”, “… são pouco frequentes os atentados que causem mais de 100 mortes…”, “número de mortos na guerra da Síria já passa de 300 mil”, etc.
    Observado assim, o problema parece muito distante de nós. Ao ler esses números não nos reconhecemos seres humanos. A morte e o sofrimento são banalizados. Se o fato é distante geograficamente ou comum, torna-se insignificante em nosso consciente coletivo.
    Contudo, como bem colocado por Guterres, a paz depende de cada um de nós. Cidadãos, governos e dirigentes devem superar suas diferenças em busca da paz. Tudo o que valorizamos como família humana depende da paz. Entretanto, é preciso antes que voltemos a nos reconhecer como família humana. Esse é um desafio ao mesmo tempo individual e coletivo – o maior desafio do nosso tempo.

  2. O novo secretário Geral da ONU Antonio Guterres é português! Sim, talvez para quem estava acostumado a assistir declarações dadas pelo ex diretor Ban ki moon que é japonês isso possa ser uma novidade estrondosa, confesso que eu mesmo não imaginava. Mas isso prova que a organização das nações está cada vez mais solidificada. Para os que apostam nas grandes potências como sempre sendo os que orquestram as relações internacionais como a China, Estados Unidos, Rússia e Alemanha, um novo representante “neutro” talvez seja mais uma vez um símbolo para dizer que a ONU trabalha imparcialmente.

    Espero que ele realmente tenha sucesso em seu trabalho, e que a paz por ele comentada no vídeo não seja a paz que uma utopia prega e sim a paz que buscamos na nossa vida como um todo. Os interesses políticos, as divergências econômicas e as brigas por territórios nuca cessarão. Mas o respeito pela VIDA e pelos seres humanos como sendo detentores de direitos iguais, aqueles que já nascemos possuindo, como a natureza, ao ar puro e ao meio ambiente, aos recursos naturais que nosso planeta nos provém, esperemos que a ONU lute para nos representar neste campo também.

  3. O novo-secretário Antonio Gutierrez faz um apelo pela paz, pelo cessar-fogo,pelo respeito a diversidade, pelos fim do ciclo de desconfiança e medo politico, pelo bem supremo da paz como principio orientador da sociedade mundial. Kant, em seu livro ” A Paz Perpetua” traz um projeto filosófico completo e fundamentado em assegurar a paz entre Estados. Ele antevê a criação da ONU e traz uma espetacular linha de pensamento acerca das regras fundamentais para o desenvolvimento da paz. Como cita o secretário-geral, o respeito e a confiança entre as nações devem ser, juntamente a outros principios, os reguladores para o não surgimento de guerras. A paz é alcançada, como vê Kant, quando há a saida real do ser humano de seu estado de natureza

  4. Em 2017, o português António Guterres assume o cargo de secretário-geral da ONU, cargo que representa o símbolo dos ideais das Nações Unidas e porta-voz dos interesses do mundo. Um dos seus papéis mais importantes é o uso de “bons ofícios” – passos dados pública ou privadamente – para impedir que disputas internacionais cresçam, se elevem ou se espalhem.
    Por meio da fala do novo secretário – seu pedido de “superação da diferença entre as nações, seja por meio da solidariedade e da compaixão, seja por meio do diálogo entre as nações independente das divergências políticas, seja por via do cessar-fogo num campo de batalha ou por meio de entendimentos em mesas de negociações” -, é possível definir o objetivo primordial das Nações Unidas: a procura pelo princípio da Paz. Essa proposta que visa a maximizar a convivência pacífica entre os Estados por meio de Instituições Internacionais como forma de reduzir a probabilidade de conflitos e de trapaças vai de encontro com o ideal do Neoliberalismo. Essa escola de pensamento defende a ideia de interdependência entre as nações, além de trabalhar o conceito de ganhos absolutos que advém da ideia comumente denominada de jogo de soma-zero.
    A proposta do secretário-geral da ONU não nega os diversos conflitos existentes; ele apenas visualiza uma maneira de reduzir esses conflitos – ideia evidente no uso da palavra “cessar-fogo” – e de elevar o discurso sobre o diálogo entre as culturas como caminho necessário para a paz.

  5. O discurso do Antônio Guterres, novo secretário-geral da ONU, possui uma grande importância devido a realidade em que vivemos. O mundo está repleto de conflitos, diversos países estão em guerra e a sua população sofre diariamente por isso. Milhares de pessoas são vítimas da violência presente nesses conflitos, sendo feridos e assassinados. Muitas delas são obrigadas a deixar o seu país em busca de uma vida melhor, sem guerras.
    Por isso todo discurso que promove a paz é importante, ainda mais quando um novo ano se inicia. É preciso que haja mudanças, que as pessoas não sejam guiadas por ambições e pelas disputas de poder, e sim pela solidariedade e empatia. A população e o governo devem esquecer as diferenças e agir pelo bem maior, pois a paz depende de nós e essa mudança deve ser individual e coletiva.
    Muitos autores tratam sobre a importância de se ter um sistema internacional fundamentado na paz, e um dos mais importantes foi Immanuel Kant. A sua obra A paz perpétua entre as nações teve uma grande contribuição na discussão sobre o assunto, colocando em primeiro plano as possibilidades de paz e como conquista-la.

  6. O apelo do novo secretário-geral da ONU, o português António Guterres, é uma reafirmação do objetivo inicial que gerou a criação dessa tão importante organização internacional: estabelecer a paz mundial por meio de relações amistosas entre os países no período pós-Segunda Guerra Mundial. Intuito este que já havia sido tentado na prática, com a fracassada Liga das Nações na Conferência de Paz em Paris, em 1919.
    Ao contrário dessa primeira tentativa, porém, a Organização das Nações Unidas vem cumprindo há anos um importante papel no contexto de política internacional, não somente em relação ao bom relacionamento entre os países, como também em prol de amenizar as desigualdades sociais no mundo, visto que a ONU possui, além de seus seis órgãos principais, vários programas e organismos intergovernamentais a fim de abranger diversas áreas que vão da saúde à agricultura.
    A partir dessa análise do papel da ONU no cenário mundial e da reflexão a respeito do contexto político internacional que nos encontramos atualmente, como a guerra civil na Síria e os demais conflitos envolvendo intolerância religiosa e divergências étnicas, o discurso do secretário-geral no primeiro dia do ano é de extrema relevância, no entanto, deve sair do âmbito das palavras e ser executado na prática por todas as nações, a fim de alcançar a paz almejada inicialmente.

  7. A teoria das relações internacionais é um instrumento teórico-conceitual que busca o entendimento das ações e relações humanas além do espaço interior de casa estado,ou seja, no meio internacional. A primeira Guerra Mundial foi impulso decisivo para o estabelecimento da disciplina acadêmica de RI, onde o sofrimento humano nunca mais seria permitido em larga escala.Surge então a primeira teoria academia o Liberalismo, tendo como fonte as ideias liberais.Para os liberais, as relações internacionais podem envolver cooperação e paz, possibilitando o crescimento do comércio livre e a expansão dos direitos universais dos homens.
    No entanto foi considerada pela doutrina posterior como idealista.
    O fato que alude a tal explanação prévia é: por que transcorridos tantos anos desta teoria ainda se impera a guerra e os conflitos mundiais? E os tratados de cooperação internacional? As conferências? Neste vídeo o português António Guterres ,novo secretário-geral da ONU, faz um apelo a paz e nos alerta sobre a impressibilidade de trabalho em conjunto para a formação de uma sociedade justa,fraterna e solidária. Quais medidas se fazem necessárias para alcançarmos a paz mundial em sua plenitude?

  8. A sociedade mundial vive momentos de extrema tristeza frente à incapacidade de fazer realizar a paz em sua plenitude, neste sentido António Guterres faz um sincero convite à paz, com um questionamento, “Como ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem enormemente em guerras que parecem não ter fim?”. Como bem colocado por Guterres, a paz depende de cada um de nós, cidadãos e governos devem superar suas diferenças em busca da paz, este é um desafio enorme que ao mesmo tempo é individual e coletivo. A paz não pode ser apenas uma utopia, mas deve ser uma realidade. A guerra em todos os seus sentidos deve ser interpretada como um retrocesso do ser humano e da sociedade como um todo. A guerra só trás atrasos. A paz ao contrario é uma superação de egos e diferenças. Não é negar os conflitos, mas encontrar alternativas eficazes como o diálogo, para minimizar a dor de tantos que sofrem com a guerra. É elevar o discurso sobre o diálogo encontrando a paz. O mundo esta repleto de conflitos, milhares de pessoas vivem diariamente a violência em sua porta, sendo muita das vezes obrigados a deixar seus lares em busca de uma paz que parece estar distante das nações.

  9. As operações de paz das Nações Unidas são um instrumento singular e dinâmico, desenvolvido pela Organização para ajudar os países devastados por conflitos a criar as condições para alcançar uma paz permanente e duradoura. A primeira operação de paz das Nações Unidas foi estabelecida em 1948, quando o Conselho de Segurança autorizou a preparação e o envio de militares da ONU para o Oriente Médio para monitorar o Acordo de Armistício entre Israel e seus vizinhos árabes. Desde então, 63 operações de paz das Nações Unidas foram criadas.
    Ao longo dos anos, as operações de paz evoluíram para atender as necessidades de diferentes conflitos e panoramas políticos. Criadas na época em que as rivalidades da Guerra Fria freqüentemente paralisavam o Conselho de Segurança, os objetivos das operações de paz da ONU eram a princípio limitados à manutenção de cessar-fogo e alívio de tensões sociais, para que os esforços, em nível político, resolvessem o conflito por vias pacíficas. Estas missões consistiam em observadores militares e tropas equipadas com armamento leve, com a função de monitorar e ajudar no cessar-fogo e em acordos de paz limitados.
    As missões de paz das Nações Unidas continuam a evoluir, tanto conceitualmente como operacionalmente, para responder a novos desafios e realidades políticas. Frente à crescente demanda por missões cada vez mais complexas, a ONU, nos últimos anos, tem sido cobrada e desafiada como nunca. A Organização tem trabalhado vigorosamente para fortalecer sua capacidade de administrar e sustentar as operações e, deste modo, contribuir para sua mais importante função: manter a segurança internacional e a paz mundial.

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