Roberto Azevêdo: O que é ser um bom negociador internacional?


Published on Sept 13, 2016

Roberto Azevêdo, Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), compartilha um pouco de sua experiência como negociador internacional.

Diplomata brasileiro e engenheiro elétrico de formação, ele é o primeiro latino-americano a chefiar a OMC.

Desde que assumiu o cargo, em setembro de 2013, a organização fechou acordos importantes, como o Acordo de Facilitação do Comércio e a eliminação dos subsídios às exportações agrícolas.

World Trade Organization

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2 respostas em “Roberto Azevêdo: O que é ser um bom negociador internacional?

  1. É de grande importância ter um brasileiro em um órgão como a Organização Mundial do Comércio. Neste vídeo Roberto Azevedo dá preciosas informações sobre como proceder negociação parta que elas sejam bem sucedidas. Dicas como conhecer o objeto, com quem se negocia e quais as necessidades para a realização satisfatória de uma acordo internacional. Dá como exemplo o Acordo de Facilitação em Comércio, primeiro acordo multilateral da OMC, acordo importante e que teve trajetória longa e espinhosa. Ao contar a forma como esse acordo se deu, é possível perceber o quão complexa é uma negociação internacional e quanto a feitura de um acordo multilateral tem alcance e deve ser exaustivamente discutido para que um objetivo satisfatório seja alcançado.

  2. Roberto Azevedo, sendo sincero, não conhecia tal personagem de nosso imenso país. Pra falar a verdade, a dura realidade dos brasileiros muitas vezes é de engrandecer oque é feito “lá fora” pelos “gringos” e etc. E acabamos nos esquecendo que aqui temos pessoas totalmente qualificadas e que possuem o respeito do resto do mundo mesmo as vezes não contando com o apoio dos próprios compatriotas.
    A OMC é um órgão de importância sem precedentes, uma organização que reflete a globalização que vivemos e que cada vez se torna mais real e palpável às mãos de quem duvidava o mundo ser um só para todos.
    De fato, vivemos em um planeta, somos uma raça, e o interesse principal também acaba sendo sempre singular. “Precisamos melhorar”, com esta frase é possível notar que as negociações internacionais são não só em defesa dos interesses particulares das nações, mas sim defesa de interesses da sobrevivência humana.

    No caso acima narrado, a emoção e a gratificação de participar de algo histórico e marcante como avanço nas relações intencionais só me fazem ver o quanto este trabalho é importante.

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