VÍDEO: Mundo enfrenta uma das piores crises humanitárias da história


Mais de 200 milhões de pessoas são afetadas por desastres anualmente. Cerca de 60 milhões foram forçadas a abandonar suas casas por conta de guerras e outros riscos a suas vidas, enquanto 250 milhões de crianças estão presas em zonas de conflito. E nós podemos mudar isso.

Publicado originalmente em: 06/10/2016

 

Fonte: ONU BR

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  1. Em 23 e 24 de maio de 2016, membros da Organização das Nações Unidas se reuniram em Istambul, na Turquia, em um evento que ficou conhecido como a Cúpula Mundial Humanitária. Dessa reunião, que pretendeu discutir temas acerca das dificuldades humanas que se tem passado atualmente – especialmente em áreas pobres, conflituosas e inseguras do mundo – surgiu a chamada Agenda pela Humanidade. Essa iniciativa tem por finalidade o estímulo a ações globais que ajudem, imediatamente, a sanar o sofrimento de pessoas que, hoje, vivem (ou, mais acertadamente, apenas sobrevivem) em meio a conflitos e desastres. Em outras palavras, é um estímulo à ações de solidariedade.
    O vídeo da reportagem trata justamente sobre essa Agenda pela Humanidade, mostrando aos interlocutores, por meio de imagens que chocam, a realidade de pessoas que estão nas caóticas situações que pretendem ser sanadas por meio da Agenda. A partir desses ângulos, o vídeo mostra e instiga o interlocutor a refletir sobre questões que, para as pessoas do vídeo, são corriqueiras: escolher entre comprar alimentos ou remédios para a família, optar sobre qual caminho de se chegar a escola parece ser o menos provável de ser bombardeado, ou até mesmo escolher para qual dos filhos dar o único colete salva-vidas que se tem. São escolhas impossíveis. Mas a verdade é que são escolhas impossíveis para cidadãos amparados – ao menos em tese – por uma Constituição que garante um mínimo de dignidade para se viver, que garante diretos básicos, fundamentais, elementares. No Brasil, grande parte desse rol de direitos está previsto no art. 5º da Constituição Federal de 1988, todavia, ao se analisar a situação global de que trata o vídeo, é complicado alegar algo tão abstrato como direitos previstos constitucionalmente. Tais direitos são importantes, por óbvio, e devem ser implementados em todo e qualquer país e para toda e qualquer pessoa. Todavia, enquanto isso não acontece, é necessário persistir na luta por tais garantias e, para além disso, agir para implementar atitudes práticas que melhorem e torne menos sofrida a vida de milhares de pessoas que, como quaisquer outras, são humanas e merecem ser tratadas com humanidade.

  2. O presente vídeo traz a discussão um tema que demostra a fragilidade dos governos no que tange a resolução de conflitos internacionais, a incapacidade de gerir os conflitos e preservar milhões de vidas inocentes que ficam a mercê das guerras contemporâneas. A crise de refugiados é uma realidade mundial e desafia todos os países nas mais variadas facetas desse conflito, não só em trabalhar ativamente para o fim das guerras que geram tal crise, bem como promover políticas de aceite aos refugiados lutando contra a xenofobia e promovendo solidariedade. Essas ações são desafiadoras pois em contraponto encontram resistência na segurança nacional e nas ditas guerras ao terror o que dificultam e aceitabilidade. A ONU como organização internacional promoveu neste ano na Turquia a Cúpula Mundial Humanitária que visa colocar as questões humanitárias, principalmente a crise dos refugiados em pauta e em foco. Trata-se de um grande desafio para as políticas internacionais mas que deve ser enfrentado com a humanidade necessária para resolvê-lo

  3. Milhões de pessoas são afetadas no mundo pela crise humanitária, guerras, conflitos, falta de estrutura médica, alimentos. Pessoas estas que hoje precisam de ajuda, precisam de socorro. Milhares de crianças não tem a mínima estrutura para sua sobrevivência e crescimento, faltam-lhe a moradia, o alimento e até mesmo a água. Famílias que abandonam suas moradias por conta dos conflitos armados e guerras. Os reflexos de todos esses conflitos é a crise humanitária, pessoas que sobrevivem em situação de calamidade, pessoas que pedem socorro ao mundo. Nós nesse momento devemos nos solidarizar e buscar formas de socorro às essas milhares de famílias mundo a fora. Nunca foi visto uma crise tão severa como esta, a cada dia as notícias são piores e o sofrimento dessas pessoas também. Com dados do vídeo podemos tomar ciência que mais de 200 milhões de pessoas são afetadas por desastres por ano, é um número muito expressivo de pessoas que vivem essa crise hoje. Devemos nos unir para mudar essa realidade, estamos falando de vidas, de seres humanos, que não merecerem viver, ou melhor sobreviver dessa maneira.

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