Desperdício e destruição na era dos plásticos


Publicado em 14/09/2016 por Felipe Poli Rodrigues

Publicado originalmente em: 14/09/2016

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Os oceanos recebem hoje um caminhão de plásticos por minuto. Isso significa anualmente 8 milhões de toneladas que vêm acrescentar-se aos 150 milhões de toneladas ali presentes. Para cada 3 quilos de peixe, há 1 quilo de plásticos nos ambientes marinhos. A continuar nesse ritmo, em menos de 35 anos a proporção será de 1 para 1, como mostra relatório da Ocean Conservancy. Um estudo publicado na prestigiosa revista científica PNAS estima a existência de 580 mil peças de plástico por quilômetro quadrado nos mares. A produção vem dobrando a cada 11 anos, desde 1950. Entre 2015 e 2026, a sociedade fabricará mais plásticos do que tudo o que foi feito até hoje.

É preciso reconhecer, claro, que os plásticos (o termo deve ser sempre empregado no plural, dada sua imensa diversidade de materiais, composição e usos) trouxeram benefícios imensos, ampliando as possibilidades de armazenagem de alimentos e medicamentos, tornando mais leves os automóveis (dos quais, em média, hoje, cerca de 50% do volume e de 10% a 15% do peso vêm desses materiais) e aviões (com 50% de plásticos em seu peso) e permitindo engradados mais duráveis: sem eles, o uso de recursos materiais, energéticos e bióticos seria ainda maior que o atual.

Em muitos setores, os plásticos são sistematicamente reutilizados. Mas a reciclagem desse material é baixa. Só nos Estados Unidos, de 10 milhões a 15 milhões de carros saem de circulação anualmente. As partes metálicas dos veículos são razoavelmente bem reaproveitadas, mas, como reconhece um estudo recente, a reutilização dos plásticos está na sua infância.

O setor mais crítico, nesse sentido, é o das embalagens plásticas. É aí que se concentra o recém-lançado relatório da Fundação Ellen MacArthur (The New Plastics Economy – Rethinking the future of plastics), cuja questão básica é: como permitir que um produto tão útil e ao mesmo tempo de tão difícil reaproveitamento, uma vez utilizado, seja parte da economia circular? A resposta vai em três direções: redução no uso de embalagens plásticas (desde que não sejam comprometidas as funções de conservação de alimentos e medicamentos que os plásticos hoje propiciam, bem entendido), melhoria nos sistemas de coleta pública e, sobretudo, muita pesquisa para que possam ampliar-se as raras iniciativas de destinação dos plásticos para biocompostagem ou reciclagem.

O desperdício é o principal chamariz capaz de atrair o setor privado para uma “nova economia dos plásticos”. Hoje 95% do material que compõe os plásticos usados para embalagens (num valor que oscila entre US$ 80 bilhões e US$ 120 bilhões anualmente) são perdidos após um primeiro uso. Passados 40 anos do lançamento do símbolo da reciclagem, somente 14% dos plásticos são reciclados. Isso é muito menos que o papel (58%), o ferro e o aço (70% a 90%).

E essa reciclagem distancia-se dos princípios da economia circular. Na maior parte das vezes destina-se a produtos que, uma vez utilizados, só poderão terminar suas vidas úteis em aterros ou incineradores. A virtuosa reciclagem de embalagens PET no sistema de garrafa a garrafa (bottle-to-bottle), por exemplo, só beneficia 7% da produção global. Esta é uma das razões que alarmam especialistas diante da notícia de que hoje há no mundo mais água vendida em embalagens plásticas do que refrigerantes, conforme um estudo canadense.

Ao desperdício do não reaproveitamento junta-se a destruição: no mundo, um terço das embalagens plásticas ou não são coletadas pelos sistemas públicos de limpeza ou escapam dos caminhões responsáveis por seu recolhimento, sobretudo nos países em desenvolvimento. Se as empresas (e os consumidores, claro) tivessem de pagar pelos custos impostos ao meio

ambiente por essa destruição, o valor superaria os lucros globais da indústria do plástico, segundo estudo publicado pela ONU em 2014.

Mas o maior desafio é o da pesquisa. O relatório da Fundação Ellen MacArthur mostra que não existem normas internacionais definindo o que são plásticos compostáveis. Os chamados “plásticos verdes” atuais contam com biomassa em sua produção (emitindo menos Gases de Efeito Estufa que os advindos do petróleo), mas nem de longe, em sua esmagadora maioria, são passíveis de compostagem. Não são materiais “biobenignos”. Experiências de plásticos que, misturados a restos de alimentos, se decompõem, transformando-se em fertilizantes, são raríssimas e localizadas, ainda que promissoras, como mostra o caso da cidade de Milão.

Qualquer tentativa de flerte com as técnicas anteriores à idade dos plásticos é irrealista e indesejável. Ao mesmo tempo, conformar-se com os danos socioambientais de sua crescente produção será cada vez menos aceito. Limites – como no caso das águas engarrafadas e das sacolas plásticas –, educação do consumidor e inovação tecnológica são os caminhos para enfrentar este tão difícil desafio.

Fonte: Envolverde

34 respostas em “Desperdício e destruição na era dos plásticos

  1. Com o uso em grande escala das garrafas PET, principalmente a partir da década de 1990, surgiu um problema ambiental sério. Muitas destas garrafas eram descartadas e acabam parando em terrenos, rios, esgotos, mares e matas. Como este material pode se manter até 750 anos na natureza, tornou-se de fundamental importância a sua coleta e reciclagem.Além de favorecer o meio ambiente, a reciclagem de garrafas PET gera empregos nas cooperativas de catadores de lixo reciclável e também nas empresas que trabalham diretamente com o processo de reciclagem e produção de matéria-prima a partir de embalagens PET. Ao invés de ficar poluindo o meio ambiente, o material pode voltar a cadeia produtiva.Isso só poderá realmente acontecer, depois que todos, sem exceção, se conscientizar da importância da preservação do meio ambiente. E, isto está longe de acontecer!

  2. Como citado na notícia, é inegável que o plástico tem feito uma diferença enorme na vida do homem, facilitando na produção em larga escala, facilitando a distribuição de alimentos etc., porém, nos, que consumimos estes produtos diariamente, não temos dimensão do mal que ele causa ao meio ambiente, grande parte dos consumidores não se importam com o fim que é dado aos produtos que deixam de utilizar e infelizmente há um grande descaso em relação a isso. O plástico é um composto químico que demora cerca de 100 anos para se decompor, ou seja, o plástico consumido hoje só se desintegrara completamente quando nossos netos, ou até bisnetos estiverem vivento no planeta, portanto é importante que criemos mais incentivos a reciclagem, como cursos conscientizadores que mostrem a população o efetivo retorno e benefícios que a reciclagem causa na vida e no meio ambiente, a criação também de pontos de coletas mais acessíveis e em locais de grande circulação. É com pequenas atitudes que iremos mudar aos poucos, se as atitudes forem mudadas agora o futuro será muito melhor.

  3. Com o advento do capitalismo em conjunto com a globalização, a maioria da população, principalmente dos países desenvolvidos, passou a consumir em grande escala, pensando no prazer individual e se esquecendo do bem coletivo e no mais importante em preservar a natureza.
    Para que possamos conciliar o consumo com preservação ambiental seria necessário primeiramente inserir a educação ambiental nas escolas, incentivar pesquisas para o desenvolvimento de tecnologia para produção produtos biodegradáveis.
    No caso do grande volume de plásticos nos oceanos temos como uma das soluções a utilização do chamado plástico verde. Seria imprescindível a aprovação de leis efetivas que estabeleçam medidas que garantam a redução do consumo de produtos descartáveis e embalagens de plástico, como sacolas plásticas. Também seria necessária a assinatura de tratados internacionais que estipulem metas e estabeleçam a adoção de políticas públicas para o tratamento do lixo de maneira correta. Assim com estas medidas poderíamos aliar crescimento econômico com a preservação ambiental, ou seja, garantir um desenvolvimento sustentável.

  4. A palavra do momento é ecologia. A comunidade internacional não pode mais perder tempo e relutar quanto às mudanças que se fazem necessárias. Políticas verdes, tratados sobre o meio ambiente que sejam de fato cumpridos, uma cooperação internacional de boas ideias, eficiência no trato com o lixo reciclável. As nações precisam repousar seus olhos e suas prioridades para a natureza e se afastar um pouco dos mandos do capitalismo desenfreado. Existem soluções inteligentes e até mesmo que geram um retorno financeiro, contudo, é indispensável trabalhar na mentalidade e nos hábitos das pessoas, para que a causa seja abraçada e substituída pelos erros que podem pôr em cheque o futuro das próximas gerações. Inevitavelmente as mudanças climáticas são irreversíveis mas podem ser amainadas por atitudes no hoje para que no amanhã não se diga tarde demais.

  5. O acúmulo de lixo é um fenômeno exclusivo das sociedades humanas. Em um sistema natural não há lixo: o que não serve mais para um ser vivo é absorvido por outros, de maneira contínua. No entanto, nosso modo de vida produz, diariamente, uma quantidade e variedade de lixo muito grande, ocasionando a poluição do solo, das águas e do ar com resíduos tóxicos, além de propiciar a proliferação de vetores de doenças.
    A composição do lixo urbano depende do porte do município e dos hábitos da população, entre outros fatores, sendo que as proporções encontradas na literatura giram em torno de 65% de matéria orgânica, 15% de papel e papelão, 7% de plásticos, 2 % de vidros, 3% de metais – materiais com alta reciclabilidade – e o restante se divide entre outros materiais, como trapos, madeira, borracha, terra, couro, louça – com baixo potencial para a reciclagem – e materiais com potencial poluidor, como pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes.
    A Organização Mundial da Saúde define lixo como “qualquer coisa que seu proprietário não quer mais, em um dado lugar e em um certo momento, e que não possui valor comercial”. De acordo com essa definição, pode-se concluir que o resíduo sólido, separado na sua origem, ou seja, nas residências e empresas, e destinado à reciclagem, não pode ser considerado lixo, e sim, matéria prima ou insumo para a indústria ou outros processos de produção, com valor comercial estabelecido pelo mercado de recicláveis. A reciclagem é definida como o processo de reaproveitamento dos resíduos sólidos, em que os seus componentes são separados, transformados e recuperados, envolvendo economia de matérias-primas e energia, combate ao desperdício, redução da poluição ambiental e valorização dos resíduos, com mudança de concepção em relação aos mesmos.
    Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), os representantes dos 170 países presentes, consolidaram o conceito de desenvolvimento sustentável, como diretriz para a mudança de rumos no desenvolvimento global. Este conceito se fundamenta na utilização racional dos recursos naturais, de maneira que possam estar disponíveis para as futuras gerações, garantindo também a construção de uma sociedade justa, do ponto de vista econômico, social e ambiental. Os compromissos assumidos pelos governos, nessa ocasião, compõem a Agenda 21, cuja implementação pressupõe a tomada de consciência sobre o papel ambiental, econômico, social e político que cada cidadão desempenha na sua comunidade, exigindo a integração de toda a sociedade no processo de construção do futuro.

  6. Os plásticos têm várias utilidades nos dias atuais, atualmente é inviável pensar na inexistência desse material. Todavia, caso descartados no meio ambiente podem trazer vários malefícios para a fauna e flora, principalmente para os animais marinhos.

    As embalagens plásticas, na maioria das vezes,são descartáveis, ou seja, são embalagens de curta – duração e não são biodegradáveis ,consequentemente o tempo de decomposição desses materiais é muito alto. O que agrava ainda mais o problema da poluição.

    A reciclagem dos plásticos, a conscientização/educação ambiental dirigida a grupo de pessoas de diferentes faixas etárias são fatores que podem contribuir, de forma expressiva, para a diminuição da poluição.

  7. O plástico propriamente dito , está presente nos mais variados objetos que se pensar , sendo seu uso extremamente eficiente e habitual na vida humana . Porém , seu uso exacerbado auxiliado ao fraco sistema de reciclagem e irresponsabilidade humana está trazendo sérios problemas ambientais por seu material ser de difícil decomposição e liberar gases poluentes .

    Estima-se que um terço das embalagens plásticas do mundo não são coletadas pelo sistema público , fator esse que vai contra o atual pensamento político mundial: a ecologia e as diversas maneiras de se fazer políticas verdes .

    Uma das maneiras de resolução , além da realização de campanhas sobre os malefícios do plástico destinada à todas faixas etárias , é o investimento na tecnologia para que esta possibilite o desenvolvimento de plásticos compostáveis , e uma atualização da legislação internacional , para que defina o que viria a ser este .

  8. O plástico, devido a sua versatilidade, variedade de aplicações, preço e durabilidade tem aumentado muito seu uso no mundo todo e, por conta disso, podendo causar muitos danos ao ambiente, pois demoram cerca de centenas de anos para se desfazer, trazendo muitos problemas para as pessoas e o meio ambiente. Sabe-se que os plásticos são importantes na indústria e na sociedade. Eles aparecem nas mais diversas aplicações, desde produtos médico hospitalares e embalagens, até peças de alta tecnologia, como as usadas em equipamentos espaciais.
    Por ser tão útil e versátil, o plástico é usado largamente, desde as grandes indústrias, até os consumidores finais em suas residências, e por isso mesmo, vem causando danos ambientais, que se não forem tomadas as devidas e urgentes providências, tornar-se-ão irreversíveis.
    A reciclagem, viria como uma das possíveis soluções para a situação de degradação ambiental, que se vive no mundo. Ela não é única, mas através dela, evita-se a maior poluição do ambiente, isto é da água, ar e solo, diminuindo a quantidade de resíduos sólidos, e também diminuindo, em consequência, a exploração dos recursos naturais, os quais não são renováveis como o petróleo.
    Portanto produzir materiais reciclados significa que utilizaremos menos recursos naturais da Terra, teremos um menor consumo de energia, menos lixos e uma redução na poluição, além do fato de que a indústria da reciclagem gera empregos e riqueza para o país

  9. Conforme exposto na notícia acima, é notório o aumento d matérias plásticos encontrados não só em oceanos mas também em rios. A meu ver, isto vem ocorrendo devido a grande utilização de plásticos em geral que estão sendo utilizados pela população e pouco se houve falar ou ate mesmo fazer projetos de reutilização de materiais recicláveis. Apesar de alguns setores aderirem a sistemática de utilização de materiais recicláveis, muito se vê pelas ruas, oceanos e até mesmo em noticiários a quantidade destes materiais encontrados.
    Importante destacar que, a maioria destes materiais plásticos encontrados como por exemplo em oceanos conforme citado no noticiário, parte da própria civilização/população que necessita de orientação ou até mesmo em alguns casos de conscientização de grande maioria da sociedade, que não parte da premissa que o mesmo produto plástico que adquire na compra de produtos em mercados e são descartados de qualquer maneira podem ser reutilizados de modo que não seja prejudicial a população e também ao meio ambiente.

  10. Como a maioria dos problemas ambientais que o mundo possui, a questão levantada pelo texto, a reciclagem e reutilização dos plásticos, tem como causa a falta de educação ambiental, a falta de conscientização e a falta de fiscalização. É inegável os benefícios que a utilização dos plásticos trouxeram para a sociedade, desde os anos 90 quando os plásticos tiveram sua utilização difundida pelo mundo, diminuiu-se consideravelmente o desperdício de alimentos e a utilização de aço na indústria, além de outros benefícios. Mesmo com a grade utilização desse material a sociedade não teve a preocupação de como se iria destinar esse material o que causou e vem causando um enorme dano ambiental.
    Na última década vem criando-se uma maior conscientização do dano causado pela má destinação desse material, porem longe do ideal.
    Essa conscientização passa por um processo fundamental chamado educação ambiental, algo muito pouco discutido em países em desenvolvimento e menos ainda em países subdesenvolvidos. A educação ambiental precisa estar na grade escolar de todos os países, já que a única forma de mudar algo a longo prazo é a educação das próximas gerações.

  11. A melhor maneira de driblar a situação seria a busca da realização de um tratado internacional, visando o mútuo acordo das vontades de forma a gerar recursos para definir um fim para essa parcela do plástico descartado. O tratado internacional é um acordo formal entre os sujeitos de direito internacional público de forma a não ferir sua soberania destinado a produzir efeitos jurídicos. Assim como qualquer outro tratado seria necessário a previsão de sanções para o seu não cumprimento, caso contrário não haveria força vinculante.

  12. Uma das principais questões relacionadas ao lixo doméstico reside no lugar onde ele vai parar quando sai das nossas casas. Na verdade, grande parte das pessoas não se importa com isso, já que ele vai para “algum lugar” que ninguém sabe onde é, que ninguém vê. E se ninguém vê o lixo, ele “deixa” de ser um problema.
    Bem, o lixo está começando a aparecer e, o que antes não parecia ser um problema, chegou à superfície. De acordo com o National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), que faz parte do Departamento de Comércio dos Estados Unidos (USDC), o nome remendo plástico “faz com que as pessoas acreditem que é uma área contínua e visível formada por garrafas e outros tipos de lixo”.
    O grande problema é que a quantidade de plástico é tão abundante que acabou se tornando parte do ecossistema. Plânctons e pequenos crustáceos se alimentam deles, se intoxicam, e, consequentemente, fazem o mesmo ao serem comidos por pequenos peixes. O processo vai se repetindo até chegar aos grandes peixes, como o atum, e, finalmente ao próprio ser humano.

  13. O plástico está presente nos mais variados objetos do nosso cotidiano, sendo seu uso essencial para o atual modo de vida humano. Contudo, o uso do plástico de forma descontrolada e a obsolescência programada contribuem em peso para o acréscimo de plásticos nos oceanos, com um volume e rapidez que jamais foi visto, como afirma a notícia, que entre 2015 e 2026, a sociedade fabricará mais plásticos do que tudo o que foi feito até hoje.

    A reciclagem sozinha não é capaz de resolver este problema, até porque a reciclagem da garrafa pet, por exemplo, só corresponde a 7% da produção global.

    Para colocar um fim nesta questão é necessário que se faça um tratado internacional com metas a serem cumpridas sobre a redução da produção de plásticos, e nesse tratado é necessário que se tenha sanções para os países que não cumprirem o acordado, só assim será possível colocar um ponto final nessa questão tão recorrente nos dias de hoje.

  14. A utilização do plástico na atualidade mostra-se indispensável tanto em setores residenciais, como industriais a agrícolas. Isso representa um grande problema visto que a produção do material aumenta de forma desenfreada e sua utilização não pode ser restringida com êxito visto que não existem soluções mais praticas no momento pois, como já se sabe, a proibição da distribuição de sacolas plásticas foi imposta em vários locais, vindo essa ao fracasso após certo período.
    Como não se pode diminuir nem extinguir o uso do material e tendo em vista o grande impacto ambiental causado pelo mesmo, deveriam os Estados Soberanos investirem de maneira conjunta em pesquisas que viabilizam uma alternativa para o plástico, principalmente aqueles em que seu consumo é maior, como os países “de primeiro mundo”.

  15. O grande problema do lixo ambiental está na educação. Não se é difícil de perceber que jogar lixo na rua, na estrada, no rio, no mar é tudo questão de educação. Pode-se perceber fazendo um paralelo com lugares onde sempre se ensinou que cada um tem que “cuidar” do próprio lixo, como o exemplo que os japoneses deram após partidas da copa do mundo.
    Outro ponto muito importante é a falta de incentivo do governo ( no Brasil) em relação a reciclagem e também a diminuição do uso de sacolas plásticas. Em alguns supermercados de grandes centros podemos presenciar esse não uso das sacolas plásticas para essa diminuição, mas não são todos. E quanto a separação de lixo é muito rara, na maioria das vezes como em algumas cidades do interior não adianta nem separar que o lixo reciclado é misturado com o outro lixo no caminhão.
    Acredito que o ponto fundamental é a educação que com ela vai diminuir o índice de plantios nas ruas e demais lugares e com isso os fabricantes de produtos que utilizam o plástico com esse pensamento de preservação também vou querer preservar, pois vão ser mais cobrados e até mesmo “discriminados”por usarem produtos não recicláveis.

  16. Todos nós sabemos que a destinação inadequada para os plásticos nos dias de hoje vai causar grandes consequências negativas para as gerações futuras. Os materiais plásticos são imprescindíveis, e se tornaram grandes aliados da população ao passar dos anos, porém o que muita gente não faz ideia é que esse elemento é de difícil reutilização na maioria das vezes, por isso os estabelecimentos vêm buscando alternativas para preservar o meio-ambiente. É preciso tomar algumas iniciativas para diminuir o impacto ambiental deste material, uma delas é a reciclagem energética, já que por ser derivado do petróleo, o plástico possui um alto poder calorífico. Esse processo consiste na tecnologia que transforma o plástico em energia térmica e elétrica, aproveitando, por meio da incineração, o poder calorífico armazenado neles. Além disso, esse tipo de reciclagem permite também que os plásticos sejam aproveitados como combustível. Infelizmente, esse tipo de reciclagem ainda não existe no Brasil, mas é considerado uma alternativa para que esse material não seja um inimigo do meio-ambiente.

  17. Como já abordado na reportagem, os oceanos estão virando plásticos. Isso porque, o ser humano não da à importância necessária para onde vai o descarte do lixo de nossas casas e muitas das vezes, acaba jogando esses resíduos no mar. A grande maioria são sacolas, garrafas PET, copos e embalagens de plásticos, ou seja, materiais de grande utilização no dia a dia.
    Esse acúmulo de lixo está começando a surgir na superfície do oceano, bloqueando a entrada de luz solar e, consequentemente, prejudicando a vida marinha: animais estão morrendo em grande escala devido à poluição ambiental e peixes se alimentando destes materiais.
    Uma medida imprescindível para a melhoria deste fenômeno seria a criação de leis para a redução da utilização destes materiais, bem como um tratado entre os países de maior consumo, objetivando uma mudança ainda maior e buscando uma melhor qualidade na água e principalmente na vida dos animais marítimos.

  18. Não teria como imaginar um mundo atual sem os plásticos …eles estão por toda parte.Porém devemos cobrar mais das órgãos públicos um meio eficiente para reutilizar-ló.Visto a demora que o plástico tem para se decompor e o estrago ambiental, como mostrado na notícia que ele pode causar .

  19. O advento dos plásticos no mundo foi de grande importância econômica, apesar de também trazer problemas ambientais. Mas por incrível que pareça, o plástico trouxe uma certa economia ao meio ambiente. A reciclagem se torna a principal ferramenta para evitar os impactos negativos causados, além dos outros “erres” da regra: reutilização e redução.
    Ainda falta muita conscientização sobre esses processos. A coleta seletiva que é um instrumento de ajuda, não chega nos bairros mais carentes e afastados.
    Acho que seria interessante investir em pesquisas para desenvolvimento de plasticos mais biodegradaveis. Um exemplo disso foram as sacolas de supermercado, que foram criadas com um elemento que se decompoe em menos tempo. Ou, até mesmo evitar o uso delas, como alguns supermerdados aqui em Belo Horizonte acataram. Apesar de ter sido uma decisao judicial, nao foram todos os supermercados que cumpriram. Deve haver uma maior fiscalização e um maior controle, com sanções para desacatos da lei para a medida funcionar efetivamente.
    O desenvolvimento sustentavel está aí para que não estraguemos a capacidade das gerações futuras em satisfazer suas proprias necessidades.

  20. Os plásticos têm várias utilidades nos dias atuais, atualmente é inviável pensar na inexistência desse material. O grande problema é que caso seja descartados no meio ambiente podem trazer vários malefícios para a fauna e flora, principalmente para os animais marinhos. O plástico demora vários anos para se decompor. Hoje em dia, algumas empresas estão tentando diminuir o a quantidade de plástico em seus produtos, mas isso ainda não é suficiente, pois, os consumidores dos produtos que contenham plástico precisam se conscientizar e fazer reciclagem. As embalagens plásticas, na maioria das vezes,são descartáveis, ou seja, são embalagens de curta – duração e não são biodegradáveis ,consequentemente o tempo de decomposição desses materiais é muito alto. O que agrava ainda mais o problema da poluição.
    A reciclagem dos plástico podem contribuir, de forma expressiva, para a diminuição da poluição.Devemos cobrar mais das órgãos públicos um meio eficiente para reutilizar-ló, pois a destinação inadequada para os plásticos nos dias de hoje vai causar grandes consequências negativas para as gerações futuras grandes consequências negativas para as gerações futuras.

  21. Os problemas ambientais advindos da atividade econômica capitalista são sempre disfarçados e escondidos pelas grandes corporações que lucram rios de dinheiro ao custo de desastres que estão caminhando pra irreversibilidade, dentre estes o problema dos materiais plásticos não degradáveis estão entre os mais preocupantes. O material plástico na natureza varia entre 50 a 750 anos para a sua completa decomposição e ainda que decomposto o processo gera resíduos gasosos altamente nocivos tornando o plastico um perigo constante no que tange ao bem estar do meio ambiente. Ilhas de plástico já se formam no oceano e crescem exponencialmente a cada ano recebendo toneladas de materias que chegam através das correntes maritimas evidenciando o quão grave a situação se tornou. Se desejamos que exista um futuro nessa planeta O desenvolvimento Sustentavel necessita deixar de ser um ideal para se tornar uma pratica comum, o plástico inegavelmente tem seu papel fundamental na sociedade,porém, ele pode ser aprimorado como o plastico biodegradavel ou reciclado atraves de politicas de coleta mais eficientes,enfim, é necessario que se saia do comodismo do presente pois, o futuro, se continuar neste passo, pode estar condenado.

  22. Com o grande volume de plásticos nos oceanos temos como uma das soluções a utilização do chamado plástico verde. Seria imprescindível a aprovação de leis efetivas que estabeleçam medidas que garantam a redução do consumo de produtos descartáveis e embalagens de plástico, como sacolas plásticas. Também seria necessária a assinatura de tratados internacionais que estipulem metas e estabeleçam a adoção de políticas públicas para o tratamento do lixo de maneira correta. Assim com estas medidas poderíamos aliar crescimento econômico com a preservação ambiental, ou seja, garantir um desenvolvimento sustentável.
    Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), os representantes dos 170 países presentes, consolidaram o conceito de desenvolvimento sustentável, como diretriz para a mudança de rumos no desenvolvimento global. Este conceito se fundamenta na utilização racional dos recursos naturais, de maneira que possam estar disponíveis para as futuras gerações, garantindo também a construção de uma sociedade justa, do ponto de vista econômico, social e ambiental. Os compromissos assumidos pelos governos, nessa ocasião, compõem a Agenda 21, cuja implementação pressupõe a tomada de consciência sobre o papel ambiental, econômico, social e político que cada cidadão desempenha na sua comunidade, exigindo a integração de toda a sociedade no processo de construção do futuro.
    Mas os esforços ainda sim estão se mostrando ínfimos, é preciso fazer mais , conscientizar mais as pessoas e agir em prol do futuro.

  23. O plástico, sem dúvida nenhuma, representa um avanço muito grande para humanidade. Hoje sua utilização se dá em grande escala, é um produto indispensável para o funcionamento da máquina produtiva. Apesar dos benefícios trazidos por esse material não podemos negar que o problema gerado pelo descarte irresponsável do plástico é gravíssimo, podendo ocasionar um desastre ambiental irreversível para o planeta terra, num futuro não tão longínquo. A solução que me vem a cabeça é a cooperação entre as nações, para que possamos fazer megainvestimentos na áreas de pesquisa e desenvolvimento de novos materias/métodos de produção, que permitam o desenvolvimento de um novo material que seja derivado do plástico ou que venha a substitui-lo, um material mais biodegradável e de custo de fabricação viável. Essa cooperação pode se dar por meio de tratados internacionais. É indispensável também que os países incentivem a adoção de medidas alternativas ao uso do plástico, através de incentivos fiscais para os fabricantes de produtos biodegradáveis, assim como punições severas a quem faz o descarte irresponsável do plástico.

  24. A crescente quantidade de lixo no mar se tornou uma problema de níveis mundiais e tem interferido na vida de animais essenciais para a vida a humana como peixes , este desequilíbrio é apenas o começo das preocupações já que a quantidade de lixo no mar aumenta a cada ano, surgindo a previsão de que até 2050 o mar terá mais plástico do que peixes .
    Com esse aumento fica mais um relevante problema onde maioria destes lixos , não são biodegradáveis e demoram muito tempo para sua decomposição , logo a política de destruição do planeta pelo ser humano deve ser contida por entidades internacionais.
    Somente a cooperação de diversos mecanismos internacionais e países poderão acabar com essa escalada para o fim da vida marinha , tudo isso com base na reeducação de populações inteiras e punições mais severas para quem vier a poluir novamente os mares.

  25. A evolução tecnológica ao longo da historia humana é surpreendente e positiva no que diz respeito a nossa condição de vida,cura de doenças, construções, alimentos.Entretanto,hoje vivemos uma crise derivada dessa evolução que a poluição gerada por ela e esse problema vem crescendo de forma alarmante e se nada for feito em pouco tempo destruiremos nosso planeta.Um dos desafios enfrentados é a reciclagem do plastico,que é um objeto muito útil e eficaz mas que desperdiçado em grandes quantidades e descartados de forma displicente gera um grande impacto no meio-ambiente.Apesar de se ter passado anos desde o inicio da campanha de reciclagem ,ela ainda não representa uma grande porcentagem a ponto de melhorar tal situação .Sendo assim.é de extrema importância que os países comecem a acorda para esse problema,tendo em mente que investimentos na reciclagem do plastico campanhas de conscientização sobre a poluição e a reutilização desse objeto nos proporcionara uma qualidade de vida muito melhor da que vivemos hoje.

  26. A notícia relata um tema importantíssimo que deveria ser mais discutido em nossa sociedade. O crescimento excessivo da poluição em mares, rios e lagos, na atualidade, é assustador e medidas devem ser tomadas o quanto antes.
    Como foi dito acima, são poucos os países que tomam devidas providências para mudanças, o que é inadmissível na atualidade, visto que tais atitudes prejudicam todo o mundo pois além do plástico ser constituído por um material de difícil decomposição, ou seja, que continuará por muitos anos poluindo nosso meio ambiente, é difícil de ser compactado e gera um grande volume de lixo.
    O que fazer? Deveriam ser mais divulgadas tais notícias a fim de impactar a sociedade, o que poderia gerar uma maior conscientização e, assim, medidas por parte até mesmo de cada um.
    A reciclagem também se torna uma ferramenta essencial para evitar esses impactos, além dos outros “erres” da regra: reutilização e redução.

  27. Com o uso em grande escala das garrafas PET, principalmente a partir da década de 1990, surgiu um problema ambiental sério. Muitas destas garrafas eram descartadas e acabam parando em terrenos, rios, esgotos e matas. Como este material pode se manter até 750 anos na natureza, tornou-se de fundamental importância a sua coleta e reciclagem. Principalmente no Brasil, penso que deveria ter um projeto de enfoque de sustentabilidade desde a educação básica, de uso consciente dos recursos e matérias primas e também do melhor descarte de materiais. Assim, o material, como as garrafas PET, como, por exemplo, coleta seletiva do lixo mais eficiente, por parte do Poder público e com mais participação da sociedade, as garrafas de plástico poderiam voltar a cadeia produtiva. Infelizmente esta é uma realidade ainda longe em nossa realidade.

  28. Ao desperdício do não reaproveitamento junta-se a destruição: no mundo, um terço das embalagens plásticas ou não são coletadas pelos sistemas públicos de limpeza ou escapam dos caminhões responsáveis por seu recolhimento, sobretudo nos países em desenvolvimento. Se as empresas (e os consumidores, claro) tivessem de pagar pelos custos impostos ao meio ambiente por essa destruição, o valor superaria os lucros globais da indústria do plástico, segundo estudo publicado pelas Nações Unidas em 2014.
    Qualquer tentativa de flerte com as técnicas anteriores à idade dos plásticos é irrealista e indesejável. Ao mesmo tempo, conformar-se com os danos socioambientais de sua crescente produção será cada vez menos aceito. Limites – como no caso das águas engarrafadas e das sacolas plásticas –, educação do consumidor e inovação tecnológica são os caminhos para enfrentar este tão difícil desafio.

  29. Hoje vivemos a era da modernidade, na qual invenções ecológicas estão em ascensão e são extremamente necessarias, visto a situação do nosso meio ambiente, como, mares, cidades, oxigênio e rios completamente poluídos com, principalmente, plástico. Não só materias primas alternativas e mais ecológicas, como tambem máquinas e estratégias ambientais, são essenciais para a salvação do nosso planeta Terra.

  30. Este momento requer uma organização de trabalho, cada esfera, grupo de profissionais, autoridades, enfim todos têm que encontrar alternativas para o novo modelo que virá. Por exemplo, dependendo da habilidade que cada grupo possui deverão ser desenvolvidas técnicas que contemplem processos equilibrados e a disponibilidade de recursos.
    Diante da realidade que cada agrupamento de pessoas, e isto é normal a todo processo de discussão, defende o seu ponto de vista, cada posicionamento deverá ser observado e absorvido, caso seja viável.
    Nota-se uma ausência de liderança capaz de deflagrar este processo, disciplinar a discussão e determinar procedimentos para que todos que têm a contribuir possam apresentar alternativas, visando atingir um consenso.
    Realmente não se trata de um processo fácil ou rápido, mas é extremamente necessário e urgente.
    Resta acreditar que nós temos capacidade de encontrar as soluções necessárias, restando a cada um ter disposição e boa vontade, sem resistências, como acontece com alguns governantes. Todos sentem que alguma coisa tem que ser feita, mas não sabem o que.

  31. Nos consumidores não temos noção de como o plastico faz mal para o meio ambiente. Esse texto mostra que devemos ter mais responsabilidade ao comprar produtos com embalagem plàstica e quem comprar descartar no lugar certo. é muito triste em saber que pra cada 3 kilos de peixes a 1kilo de plástico nos ambientes marinhos.
    ESTÁ NA HORA DOS PRODUTORES DE PLÁSTICOS, ASSUMIREM A RESPONSABILIDADE DE OFERECER AO MERCADO UM PRODUTO QUE POSSA SER RECICLADO, POIS OS CONSUMIDORES FINAIS, COMPRAM O QUE ELES DISPONIBILIZAM.

  32. Como pode ser verificado na notícia acima, vivemos na era das embalagens. É notório a quantidade exacerbada de embalagens ( e daí incluímos o plastico em suas diversas formas) que são utilizadas atualmente.
    Parece que a necessidade de se consumir algo em nosso período atual, se estabelece infinitamente mais intrínseco nas relações entre as embalagens dos produtos, do que propriamente ao conteúdo. É possível verificar que empresas investem de forma significativa nesse ramo de atração. Embalagens grandes, chamativas, coloridas, etc fazem parte das prateleiras do consumo. Em contrapartida, é necessário compreender também que atualmente, pode se verificar que uma pequena ( ou diria talvez uma inexpressiva?) parte da população bombardeada pelas “lindas e chamativas” embalagens, conseguem desvincilhar dessa ferramenta atrativa o consumo e buscam forma de amenizar essa inter-relação individuo x embalagem.
    Mesmo tendo pouca expressão no âmbito geral, a respeito do uso consciente de embalagens\ plásticos, sabe-se que é notório a ampla insatisfação dos cidadãos quando fala-se de destruição, prejuízo, e degradação de meio ambiente, a partir de ações humanas.
    A partir daí, entramos em um paradoxo infinito… Como os mesmo indivíduos que não compreendem a necessidade de abster-se de embalagens indignam-se nos diálogos relativos ao processo de degradação ambiental? Poderíamos dizer portanto, que a falácia individual mantém-se soberana?Não, isso não é verdade, haja vista que fala-se muito que o meio ambiente encontra-se enfraquecido, porém pouco a respeito das atitudes que cada indivíduo deve tomar em seu dia a dia. Dessa forma, é necessário que as atitudes individuais entrem no plano central de discussão a respeito da transformação das relações individuo x meio ambiente. Politicas publicas de conscientização nas escolas, ambientes de trabalho, e locais públicos são extremamente importantes. Além disso, trazer à tona à população a necessidade de se harmonizar com o meio ambiente a partir de simples atitudes, ações e formas de se fazer.

  33. A utilização de plásticos nos dias atuais está cada vez maior, uma vez que vários produtos utilizados para consumo utilizam-se de embalagens desse material. É certo que o plástico trouxe muitos benefícios para os consumidores e, consequentemente, para os fabricantes, ao ponto que trás praticidade na utilização do bem. Entretanto, a fabricação desse material vem crescendo a cada ano e, assim, seu desperdício cresce na mesma proporção. Nesse sentido, levando-se em consideração que o consumo cresce a cada ano com as importações e exportações de produtos industrializados, o acumulo de embalagens de plástico está agredindo o meio ambiente, uma vez que são depositadas diretamente em locais indevidos, como mares, florestas. A consequência desse desperdício é a poluição do meio ambiente, devendo os fabricantes, ao exportarem seus produtos, utilizarem uma menor quantidade de plástico, contribuindo para a preservação da biodiversidade mundial.

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