Expectativas para Economia Brasileira 2016 – 2017


Publicado originalmente em 28/07/2016

O presidente da Saint Paul Escola de Negócios, José Cláudio Securato, considera que o Brasil tem grandes chances de reverter a crise, com ganhos políticos, econômicos, nas relações nacionais e internacionais.

Securato fez essa análise em palestra sobre as expectativas da economia brasileira em 2016/2017 e analisou a atual situação do país.

Saint Paul Escola de Negócios

25 respostas em “Expectativas para Economia Brasileira 2016 – 2017

  1. Como é bom ouvir isso… Nós, como dizem, que o povo brasileiro é otimista, realmente acredito nessa perspectiva onde o mercado financeiro também esteja mais otimista com a economia brasileira. A expectativa para o próximo ano é grande, quando onde lemos que foi revisada para melhor pela segunda semana consecutiva um crescimento na economia – subiu de 1,20% para 1,23%. Também comparado ao que se esperava há um mês (expansão de 1,10%), houve um avanço considerável. Porém o que estamos vendo em 2016, o cenário ainda é de recessão, mas mais moderada do que o esperado. Entre a semana passada e esta, a previsão passou de uma queda de 3,20% para 3,16%. Vamos ficar nessa esperança de crescimento em todas áreas, mas principalmente em relação a emprego.

  2. Em uma palestra Claudio Securato, fez uma análise dos impactos que o impeachment poderia causar na economia brasileira. Para Securato a fase que o pais passa atualmente é uma fase de mudanças, e os frutos dessa mudança só serão colhidos após o impeachment de Dilma Rousseff. Para Securato o índice de confiança tanto da população quanto dos empresários, aqueles que permanecem otimistas começa a melhorar aos poucos, mas tudo ainda é uma questão de tempo. Securato afirma que todas iniciativas que foram apresentadas pelo então presidente Michel Temer foram de fundamental importância para que a imagem do pais melhorasse com os investidores e empresários. A expectativa para o próximo ano é de alivio para uma população brasileira otimista na economia. Pois uma população confiante é o que faz girar um mercado financeiro que também se encontra em áreas de recuperação. Para Securato pais possui chances de renascer mais forte, com ganhos políticos, econômicos, em suas relações internacionais e sociais. É possível que o pais recupere suas oportunidades de investimento no mundo se sua retomada se der pelo lado da confiança.

  3. A palestra do presidente da Sanint Paul Escola de Negócios, José Cláudio Securato, diz sobre a situação econômica do Brasil, na opinião de José Cláudio o país ainda tem solução com a realização do golpe contra a presidenta. Diz que o país só precisa restaurar a confiança para gerar expectativas econômicas no cenário internacional e, assim, atrair investimentos estrangeiro para o país. A questão que vai gerara polemica é como ficará a situação social da população brasileira após o golpe contra a presidenta. A situação do Brasil não é fácil de qualquer forma se saímos de uma crise financeira com o golpe, entraremos numa crise de representatividade com um governo golpista, a política econômica não pode representar surpresa ou instabilidade para o país, mas durante o governo do PT houve um grande crescimento da inclusão social no país, milhões de pessoas saíram da miséria, mas até quando essa situação vai se manter com um governo que visa mais a economia do que a redução da desigualdade social do país.

  4. José Claudio Securato, traduziu bem em sua palestra na Escola de Negócios, o cenário atual brasileiro. Após longos anos de sofrimento nas mãos de um governo que menosprezou o desenvolvimento econômico do país, bem como a classe empresária, nosso país volta a ter perspectivas econômicas favoráveis no cenário internacional.

    Fatalmente, a mudança de um governo gera novas expectativas e, em consequência disso, o mercado financeiro, que se pauta na expectativa, nas probabilidades, no potencial de investimentos, volta seu escopo ao Brasil. Em decorrência disso, novos investimentos vêm abarcar o cenário brasileiro e, esperançosamente, o país poderá retornar a ter um prestígio no estrangeiro.

    Vale salientar, assim como José Securato, que equipe do governo, na época da palestra interino, é muito sólida e experiente, respaldada por profissionais de alto calão, medalhões como Henrique Meirelles, Jose Serra, entre outros.

    Ainda é cedo para falar sobre uma mudança em nosso país, mas após o impeachment, fica evidente que nossa Democracia, ao contrário do que a oposição alega, é um sistema forte e que tem muito potencial. Resta nos agora, esperança de um novo momento, de uma nova fase, de um novo Brasil.

  5. Em sua palestra realizada na Escola de Negócios, José Cláudio Securato analisou e explicou a atual situação econômica do Brasil e a influência que o impeachment poderia exercer no cenário econômico brasileiro. Para o palestrante, a troca do governo de Dilma Roussef iria trazer a solução para economia brasileira de modo que reacenderia a confiança e o otimismo, com isso iria aparecer novas expectativas econômicas no âmbito internacional. Fato é que toda mudança de governo gera novas expectativas, ainda mais que o governo Dilma foi tão questionado e instável economicamente falando. Por se pautar em expectativas de potenciais investimentos, o mercado financeiro retoma sua visibilidade ao Brasil, fato este que acarretaria na atração de novos investimentos estrangeiros e assim o Brasil poderia adquirir um status melhor internacionalmente falando. Fora afirmado pelo José Cláudio Securato, que o presidente Michel Temer pautou suas iniciativas basicamente na melhoria da imagem do país diante de investidores e empresários, para que deste modo possa ser restabelecida a ordem econômica brasileira.

  6. De fato, ouvir noticias como essas são muito positivas. As mudanças no país devem vir de varias vertentes, como economia e politica. Nesse momento, deve-se melhorar a visibilidade do país internacionalmente, recuperar a confiança no mercado brasileiro, tanto para exportações, como para potenciais investidores no país. Toda mudança de governo gera expectativas em torno de que medidas em relação ao mercado internacional serão adotadas, embora considere que o atual governo interino lançara medidas fortemente questionáveis para atrair empresários e investidores. Com o tempo veremos os resultados dessa troca de governo, o resultado desse período controverso em nosso país. Em sua palestra José Cláudio Securato analisou a atual situação do pais, esperamos que continue esse quadro esperançoso e que a economia, bem como, a situação em que vive a população melhore.

  7. O Brasil, graças a Deus, é um importante exportador de matérias primas, o que lhe confere poder de negociação com países que carecem de seus recursos. Assim, basta “boa vontade” de quem de direito para nos tirar da crise. Não manter ou criar uma crise econômica para causar instabilidade política no país, a fim de atender seus interesses pessoais. Portanto, nas promissoras palavras do Sr. Presidente José Cláudio Securato, o Brasil muito provavelmente voltará a crescer e dá esperança a quem mais precisa.

  8. A crise econômica pela qual o Brasil enfrenta é decorrente de inúmeros fatores, como a própria crise econômica mundial, o que desacelerou os mercados de importação e exportação, e como a expansão descontrolada dos gastos públicos nacionais. Neste ponto, impere aludir à também crise política que contamina as entranhas dos três poderes da União e que pode ser diretamente associada como causa e como consequência dessa crise econômica.
    O cenário político brasileiro é de verdadeiro caos: nossa presidenta sofreu um processo de impeachment há menos de um mês, nosso presidente da câmara dos deputados acabou de ser deposto, nosso ex presidente é acusado de encabeçar um esquema de corrupção que desviou trilhões de reais dos cofres públicos e dos bolsos dos brasileiros. Em paralelo, em menos de dois anos hospedamos eventos esportivos de magnitude mundial, os quais, em minha opinião, não estávamos preparados para receber, inclusive, psicologicamente, haja vista os diversos escândalos de obras superfaturadas e licitações corruptas que foram denunciadas nos últimos tempos. E, ainda, a incredulidade mediante um gasto tão exorbitante com infraestrutra esportiva nas capitais do país, enquanto alguns dos sistemas básicos, como o de saúde e de educação, são completamente carentes de verbas e auxílios, faltando, sobretudo, profissionais capacitados e suporte abrigacional, tanto de escolas e bibliotecas, quanto de hospitais e medicamentos.
    Assim, em um contexto de total desordem e descredibilidade, emerge uma economia que vinha prosperando e que conseguiu, dentro do possível, safar-se da então crise econômica em voga nas nações economicamente pioneiras do planeta, mas que diante de tanta instabilidade, insatisfação, absurdos e, sobretudo, diante de incontáveis denúncias de corrupção acabou sendo atingida em sua estribeira, quando a sua maior empresa estatal ruiu aos olhos de todos os brasileiros.
    Contudo, como um fio de esperança que renova das cinzas desse caos político, como uma fênix, reestaura-se a crença da ascensão econômica do país; com a mudança das peças chaves políticas brasileiras, renova no resto do mundo o olhar potencialista não só do mercado consumidor do Brasil, como também o da exportação. Nós, brasileiros, esperamos, acreditamos e imploramos para uma melhora econômica, para que, na medida do possível, consigamos desaforgar o desamor e o descrédito de tanta sujeira política que há muito convivemos por aqui.

  9. Passou da hora do Brasil se modernizar e começar um choque de industria, uma vez que não adianta mais viver exportando commodities para outros países. O governo Temer fara o necessário para combater a crise no caso de privatizações, parar de congelar preços e o mais importante pagando suas contas! Extremamente necessário para que venha investimento estrangeiro que o pais seja sério e pague suas contas, por isso sera melhor com a saída da presidente Dilma e claro é necessário que continue a lava jato e que os responsáveis sejam punidos. A descredibilidade vai acabar quando esse pais começar a trabalhar como uma empresa, ou seja, vai começar a tratar os problemas financeiros como problemas sérios, afinal de contas tudo que acontece gera prejuízo para nos brasileiros.

  10. Apesar da crise econômica brasileira ser um reflexo da crise internacional, o Brasil teve sua situação agravada em decorrência da grave crise política que acomete o país. Tal situação vem ocorrendo desde as eleições presidenciais de 2014. A vitória do Partido dos Trabalhadores desagradou a oposição liberal e de direita do Brasil, que não mediu esforços para afastar o referido partido do poder. Entretanto, com a instabilidade política, o Brasil afastou investidores dos mais variados mercados. A inflação disparou e o brasileiro deixou de consumir tanto, desaquecendo a economia interna. O impeachment renova as esperanças do Brasil reconquistar os investimentos perdidos e voltar de vez ao cenário internacional de maneira consolidada. A renovação política é a esperança do Brasil, um país que na crise de 2009 não se atingiu pela crise internacional, mas que anos depois sentiu de uma só vez os resultados de uma economia mal administrada.

  11. O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou as previsões para a economia brasileira e agora prevê uma recessão menos severa este ano e a volta do crescimento em 2017. A projeção é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país tenha contração de 3,3% em 2016, menos do que o previsto quando o Fundo fez sua reunião em abril em Washington e esperava queda de 3,8%. Para o ano que vem, a aposta é de expansão de 0,5%, ante crescimento zero projetado anteriormente, de acordo com relatório de atualização de projeções divulgados.
    Brasil em plena depressão econômica e o Real se valorizando. Significa apenas que vem ai uma onda de desemprego e deficits fiscais a perder de vista.
    O Brasil esta assim. Bandidagem da elite da sociedade gozando de total proteção. Qualquer outro com ideias, ou projetos progressistas, estão sendo perseguidos e encarcerados.
    Nao adianta, esse pais tem vocação de colonia subserviente. O alienado da classe media, prefere ver o pais na sarjeta, ter seus salários arroxados e ter zero de perspectivas de futuro, a ter um pais crescendo com a população de baixa renda conquistando espaço que antes lhe eram negados.

  12. Com a situação política que o Brasil vive atualmente, é quase utópico que se imagine um progresso imediato na economia do estado. O caminho mais viável agora seria tentar estreitar os laços do país na comunidade internacional, a fim de que a confiança dos países investidores no Brasil seja reconquistada por nós brasileiros e a crise político-financeira seja, de fato, superada. Este processo requer muito trabalho e tempo, para que as grandes empresas sejam atraídas pelo sucesso do Brasil nos mercados internacionais, como o vinha sendo até o advento da crise política instaurada aqui. O chefe de estado brasileiro necessitará de todo o cuidado para reconquistar nosso espaço na economia.

  13. O palestrante, o presidente da Sanint Paul Escola de Negócios, José Cláudio Securato, expõe de maneira límpida que o Brasil tem um promisso futuro no cenário internacional.

    Corroboro com as ideias brilhantemente expostas pelo ilustre Sr. José Cláudio. O Brasil, apesar da sua recente crise politica, que acarretou até mesmo o impeachment da antiga presidente, Dilma Rousseff, vem tentando se inovar e superar, visando retomar ao crescimento que o acompanhava durante os anos 2000.

    Não é de hoje que sabemos a importância que o Brasil tem perante o cenário mundial, sua participação nos BRIC’s, na cúpula do G20, demonstram a importância política/econômica que o país tem face aos outros países em crescimento.

    O Brasil sofre forte críticas internas vindo de sua própria impressa, ressaltando as crises, os problemas, e não evidenciando que, apesar do aumento do desemprego no Brasil nos últimos anos, em comparação com os grandes países europeus, a média brasileira está significativamente abaixo das demais europeias.

    A impressa brasileira precisa divulgar as oportunidades, as chances e todo potencial que o povo brasileiro tem para fazer o país voltar a crescer. Apesar da recente mancha em nossa democracia, com tantos atos de corrupção expostos na mídia, devemos focar em produzir, crescer, melhorar não só a si mesmos, mas o país como um todo.

  14. O vídeo passado acima fala sobre a conjuntura econômica do Brasil, segundo José Cláudio, que afirma que o país ainda tem solução com a realização do golpe contra a presidenta. Diz que o país só precisa restaurar a confiança para gerar expectativas econômicas no cenário internacional. Diversas vezes o real foi valorizado na bolsa de valores a cada momento em que havia a possibilidade de mudança da politica brasileira.
    A confiança é baseada em 3 elementos: operação lava jato, questão econômica atrelada a questão politica.
    A questão econômica é mais fácil de ser resolvida, visto que todos os economistas tem uma mesma visão sobre a solução. Uma vantagem em restaurar a confiança com medidas econômicos, é o alinhamento sobre expectativas, possuindo um mesmo direcionador, o que gera mais previsibilidade. A questão politica esta se acalmando, há um acomodação de forcas politicas, possibilitando transacionamento de acordos.
    Os investidores querem investir do Brasil, mas estavam segurando os recursos apenas esperando o impeachment, procurando por uma mudança politica. Logo apos o processo ter sido concluído, a tendência é redobrar expectativas de que os programas de ajuste – principalmente no campo fiscal, mas também no estímulo ao investimento – avancem com mais facilidade e que, assim, a recuperação da economia ganhe aceleração.

  15. Sem é bom acreditarmos no nosso país, ainda mais nós que sofremos forte críticas internas vindo de sua própria impressa, ressaltando as crises, os problemas, e não evidenciando que, apesar do aumento do desemprego no Brasil nos últimos anos, em comparação com os grandes países europeus, a média brasileira está significativamente abaixo das demais europeias.
    A situação do Brasil não é fácil de qualquer forma se saímos de uma crise financeira com o golpe, entraremos numa crise de representatividade com um governo golpista, a política econômica não pode representar surpresa ou instabilidade para o país, mas durante o governo do PT houve um grande crescimento da inclusão social no país, milhões de pessoas saíram da miséria, mas até quando essa situação vai se manter com um governo que visa mais a economia do que a redução da desigualdade social do país.
    A situação ainda é tensa e merece o agir do povo,

  16. Conforme o vídeo e noticia que considera que o Brasil tem grandes chances de reverter a crise, com ganhos políticos, econômicos, nas relações nacionais e internacionais. Agora o Brasil começa a melhorar um pouco pois com essas mudanças que houveram estamos aliviados com a saída da Ex. Presidente Dilma.
    Temos chances de mudar esse quadro e fazer com que a economia e as relações nacionais e inter, voltem a funcionar.
    Temos que ter confiança e acima de tudo saber colocar no governo quem realmente tem a capacidade de nos representar. Precisamos desenvolver nosso país, de forma justa e atitudes concretas e diminuir a desigualdade, com novos investimentos estrangeiros e assim o Brasil poderia adquirir um status melhor internacionalmente também. Precisamos ter credibilidade para executar os negócios externos.
    A condição principal da economia é a confiança, como o vídeo cita, a operação lava jato ganhou uma proporção que demorou bastante para investigar, o bom que a a população ficou ciente e teve interesse em manifestar, pesquisar e se preocupar mais com o nosso país e com os votos que escolhemos. Espero que nosso país melhore economicamente.

  17. Adotando uma perspectiva mais otimista para a economia, apesar das reviravoltas duvidosas e polêmicas, percebemos que o empresariado , especialmente o internacional, gostou da situação. Se olharmos para o setor de investimentos externos é notável o aumento do interesse pelas multinacionais. Sem dizer o dólar, que andou caindo , estimulando as compras no exterior e inspirando força para a população brasileira voltar a crescer de dentro para fora. Todavia, apesar do crescimento e da volta do investimento na área empresarial, ter-se-á de relembrar um “território” importante, que é o crescente aumento do desemprego. De nada adianta reerguer os investimentos no mercado de valores mobiliários, se a produtividade interna está baixa e estagnada. Nesse marco, uma retomada nos estímulos internos em setores sempre fortes, como as commodities, pode alavancar a produção de novos empregos, fortalecendo tanto o mercado interno, quanto o externo. Sem dizer uma tarefa importante, se não for a mais, a ser adotada pelo Brasil, a redução e o corte de gastos com despesas inúteis e totalmente inchadas, que só contribuem para o enriquecimento ilícito dos corruptos que se aproveitam da burocracia brasileira. Salienta-se , que se adotadas essas medidas econômicas teremos , por certo, um salto na economia brasileira.

  18. Uma coisa boa pode ser retirada de um momento de tamanha conturbação pública, o interesse do brasileiro pela política. É um início, ainda é um interesse infantil, com argumentos facilmente refutados e dotados de uma certa raiva pela opinião contrária, mas é um início. Junte-se a isso umas poucas opiniões de melhoras e têm-se um pouco de esperança. Em meio a escândalos políticos, que esse interesse se traduza em eleitores melhor informados, mais conscientes permitindo que o país volte a crescer de maneira controlada, porque o crescimento das últimas décadas foi realizado de forma tão indevida que, somado ao desvio de dinheiro público, só aumentou a dívida pública brasileira. Uma previsão de melhora instantânea, para 2017, talvez seja um tanto quanto otimista, mas é bom acreditar que talvez em alguns poucos anos sejamos capazes de reconstruir a economia e também a imagem do Brasil no cenário internacional.

  19. O PRESIDENTE DA SAINT PAUL ESCOLA DE NEGÓCIOS JOSÉ CLAUDIO SECURATOCOM GRANDE MAESTRIA DEU UMA PALESRA CONSIDERANDO QUE O BRASIL TEM GRANDES CHANCES DE REVERTER O QUADRO DA CRISE, COM GANHOS POLÍTIICOS, ECONÔMICOS NAS RELAÇÕES NACIONAIS E INTERNACIONAIS.PARA O ECONOMISTA,OBRASIL COMEÇA A APRESENTAR MELHORA QUE ELE CHAMA DE REVELHION , EM AGOSTO DEVIDO A VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA ROUSSELF . ELE ADUZ QUE OS EFEITOS NA ECONÔMIA GERADOS PELA CRISE PRINCIPALMENTE POLÍTICAE QUE RESULTOU NA TERRÍVEL RECESSÃO FORAM GERADOS PRINCIPALMENTE PELA FALTA DE CONFIANÇA DOS INVESTIDORES EM UM GOVERNO TANTO INTERNA E EXTERNA.DISSE TAMBÉM QUE O BRASIL È RESILIENTE CITANDO A SEGUINTE FRASE”CONFIANÇA É A FORMA MAIS BARATA DE GERAR RESULTADO”EDENTRE OUTROS CITANDO A LAVA JATO COMO UM DOS MOTIVOS DE DESCONFIANÇA, A ALTA DO DÓLAR GERADA PELO MEDO DIANTE DO DISCURSO DO EX PRESIDENTE LULA DIZENDO QUE NÃO IRIA PAGAR A DÍVIDA EXTERNA .A CONFIANÇA É MESMO A BASE DE TODAS AS RELAÇÕES!

  20. Sobre as perspectivas de crescimento econômico do Brasil a partir deste conturbado cenário pós impeachment, onde a população sofre o choque de queda de poder aquisitivo, com perda de oportunidades de trabalho e negócios, tenho minhas restrições, sou realista, tendente ao pessimismo.
    Uma que entendo que o problema é estrutural, sendo requerido investimento de monta relevante para que possamos tornar o país competitivo com relação ao mercado internacional.
    Devemos interna e externamente TRÊS TRILHÕES DE REAIS, onde vamos arrecadar outros trilhões, em que prazo, para incrementarmos nossas ferrovias (defasagem de milhares de km), duplicar e pavimentar rodovias (outros milhares km), construir portos compatíveis com nosso potencial exportação e importação, aeroportos com logística transporte comercial, investir em tecnologia (mercado essencial e exigente).
    Educação, pesquisa, formação profissional superior que correlaciona com a básica, fundamental, média(defasadas), técnica.
    De onde sairão os bilhões necessários aos investimentos da saúde, ora fechando leitos, negando remédios, negligenciando exames e cirurgias.
    Como redistribuir a renda das mais concentradas do planeta, onde 1% da populacão rica controla 90% da economia? Onde quem governa e legisla é corporativista ao extremo e compõe esta classe privilegiada, culturalmente explorativista da maioria pobre? Ora, está na lei maior a possibilidade de taxar as grandes fortunas, não tendo sido complementado em lei 30 anos de vigor da constituição.
    E a justiça, como anda a justiça brasileira, base elementar de um Estado Democrático de Direito? Mal, muito mal, e o povo paga por este desgoverno. Lenta, abarrotada, sem recursos para expansão e modernidade. E os recursos de um país endividado ao extremo, de onde virão?
    Olha, e a corrupção desenfreada, crônica, cultural, nas bases sociais, histórica, da sociedade em todos os segmentos, privados e públicos, institucionalizada, quando findará, ao menos reduzirá expressivamente?
    Não existe milagres, muito menos países altruistas que possam nos salvar, se na minoria, a si conseguem o mesmo. Então amigos leitores cabe única e exclusivamente a cada um de nós, 206.000.000 de brasileiros, encontrar o caminho da libertação destes males aqui elencados, que são aquém da totalidade, apenas referência do estado em que se encontra nossa nação.
    SOU PESSIMISTA!!!

  21. O Brasil vive a maior crise econômica de sua história. Todos os dias nossos noticiários são inundados com as manchetes mais pessimistas possíveis, condenando a atual presidente a um capítulo negro na construção do país. E não por acaso. A crise diminui o poder de consumo da população, aumenta a desigualdade e o desemprego, endivida os mais pobres e os condena a permanecerem na mesma posição social.
    Sem reformas estruturais, como simplificação tributária, previdência e racionalização da legislação trabalhista, efetivamente forem adotadas essa expectativa será concretizada nos próximos anos. Mesmo que essas mudanças assuntem os próprios brasileiros, é a melhor opção, o melhor remédio.

  22. Recentemente o presidente Temer soltou nota de cunho internacional informando que o Brasil estava aberto à negociações este tipo de medida gera o tipo de sensação de segurança que o mercado precisa para poder investir no nosso pais e movimentar mais nossa economia para assim reverter a crise.Ouvir estas noticias nos deixa mais esperançosos quanto a situação atual do nosso país.

  23. É sempre muito dificil comentar a respeito da crise no Brasil. O mundo inteiro passou e em alguns lugares ainda passa por uma crise econômica muito significativa. Dentre os mais variados motivos o que mais nos incomoda, em se tratando de Brasil, são os inúmeros casos de corrupção. Desvios de verbas na previdência, lavagem de dinheiro nas obras para a Copa do Mundo de 2014, esquemas enormes de corrupção escancarados a partir da Operação Lava Jato, fraudes em licitações, venda de cargos. Enquanto isso, a taxa de desemprego só aumentando. Milhares de pessoas passando por situações deploráveis. É revoltante. Um país do tamanho do Brasil, com tantos recursos e tanta mão de obra poderia se encontrar em uma posição bem mais favorável. Infelizmente temos verdadeiros bandidos travestidos de políticos que estão acabando com país. O Brasil sairá, claro, mas seria tão mais fácil se as pessoas tivessem mais consciencia na hora de votar. Não trocar um voto por uma cesta básica, por uma carona, por um churrasco. Também, quando bandidos do mais alto escalão pararem de obstruir a justiça, forem presos e saírem do cenário político, ai sim o Brasil dará um salto enorme. Quando isso acontecer, tudo ficará mais fácil.

  24. José Claudio Securato, traduziu deu boas diretrizes futuras do cenário brasileir. Após anos nas mãos de um governo que simulou um desenvolvimento social no país sem bases sólidas e respeito a básicos princípios macroeconômicos finalmente o período acabou e nosso país volta a ter perspectivas econômicas favoráveis no cenário internacional.
    Devemos em primeiro lugar analisar de maneira realista a situação econômica do mesmo e planejar a recuperação ( que seja a longo prazo o mais breve possível). O único ponto positivo dos escândalos de corrupção e da crise é que agora o brasileiro passa a se interessar mais pela política e as diretrizes da economia. Quem sabe este não é o ínicio de uma consciência político/social.
    Um novo governo gera novas expectativas e, em consequência disso, o mercado financeiro, que se pauta na expectativa, nas probabilidades, no potencial de investimentos, volta seu escopo ao Brasil, claro que ainda não de imediato, mas como um processo de retomada com positivas expectativas. Em decorrência disso, a previsão é novos investimentos venham abarcar o cenário brasileiro e, esperançosamente, o país poderá retornar a ter um prestígio no estrangeiro.
    Como antigamente onde os escritórios societários à 2 anos recebiam “enxurradas” de operações de M&A com investidores estrangeiros. A expectativa é a retomada dos investimentos , para quem sabe voltarmos o quanto antes para os tempos áureos.
    Ainda é cedo para falar sobre uma mudança drásticas em nosso país, em nosso país. Tendo em vista que ainda estamos nos reestruturando em um período pós impeachment muito recente. Mas sem dúvidas devemos ter olhares positivos e acreditar no potencial de retomada do crescimento em um país como o Brasil, de dimensões continentais e tão rico em mão de obra, recursos minerais, naturais…

  25. Em vista do cenário brasileiro, sobretudo da situação após quase 1 mês do Impeachment da presidenta Dilma Rousseff, há de se convir que, mesmo que alguns pontos levantados sobre a atual situação brasileira e as esperanças para sua solução, nem tudo são flores. É verdade, sim, que o governo do PT Lula-Dilma não foi o mais amigável, relativamente falando, com a classe empresária, e que isso desgastou a relação empresários-Brasil, favorecendo o crescimento da crise econômica. No entanto, esse não é o único fator que contribuiu para a atual situação, e está longe de ser a solução universal para os problemas político-econômicos do Brasil, apesar do que tanto se brada pela mídia nacional. O Impeachment da presidenta por razões econômicas parece causa nobre, mas não se enquadra em nenhuma hipótese elencada na Constituição Federal, nem se comprova panaceia mágica para os problemas nacionais. É verdade que a classe empresária se identificaria mais com um governo aristocrata, elitista e liberal, do que com um governo mais popular, como o eleito em 2014, porém, não é digno ou aceitável que se despreze o processo democrático e a vontade do povo, sob o disfarce de crime de responsabilidade, porque este não tem as melhores medidas ou alianças econômicas. Pode ser que a situação econômica brasileira melhore com o passar das próximas semanas, sob a direção de Michel Temer, um rosto muito mais popular com os empresários e investidores, porém há de se fazer uma pergunta, em especial à luz do artigo e vídeo publicados pelo The Independent, onde Temer claramente anuncia em seu discurso à OEA, que a motivação do Impeachment não foi o suposto crime de responsabilidade, mas a discordância em políticas econômicas: É legitima a situação que vivemos? E se considerar legítima, quais as ramificações e precedentes que criamos, num julgamento sensacionalista e conduzido por uma das configurações do Congresso Nacional mais corruptos que tivemos nos últimos anos, e são essas ramificações e precedentes justificáveis?

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