Crianças em conflito


Publicado originalmente em: 31/08/2016

Este vídeo conta o drama de muitas crianças que vivem em áreas de conflito. O curta-metragem é parte do documentário de longa-metragem “Watani, minha terra natal”, do diretor Marcel Mettelsiefen, apresentado pelo Escritório da ONU para Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA)

 

 

Fonte: ONU BR

19 respostas em “Crianças em conflito

  1. O trecho deste documentário deixa claro e enfatiza como que a população que vive nessas áreas de guerra, no fogo cruzado, estão largadas e esquecidas pelas autoridades, pelos direitos humanos. A ONU poderia começar a fazer acordos com países que tem estrutura para receber os refugiados, fazer um programa para instala-los e dar a eles uma oportunidade de fato para recomeçarem a vida pois da maneira que as coisas estão, as crianças vivem ja esperando a morte chegar, esperando que a qualquer momento poderão sofrer um atentado que vai matar toda sua família. Em meio a isso elas são privadas a escola, lazer, vida digna e tranquila.

    • A situação dos refugiados hoje em dia é extremamente complicada, os países que abriram suas portas para que eles pudessem entrar tiveram uma atitude gloriosa.
      No vídeo podemos ver a angustia nos olhos dessas crianças, o modo em que vivem é desumano. Não só pelo risco eminente a cada segundo, mas pelas condições precárias de moradia, salubridade, alimentação e educacional. Eles vivem com o que podem. Porém, isso não é caracterizado com vida.
      Essas crianças perdem sua infância se preocupando com sua família, se estarão vivos no outro dia pela manhã. Crianças essas que deveriam estar na escola, na rua brincando, sem as preocupações de um adulto.
      A expectativa de vida dessas famílias que vivem em zona de conflito é baixíssima, não só devido ao risco que correm, mas quanto a dificuldade de saírem daquele locam e irem viver em outro, uma vez que não têm condição financeira de sair e nem podem pois os atiradores não permitiriam.
      O que percebemos é desespero e angustia, um momento chocante do vídeo, é vermos crianças esperando a morte, e estarem felizes de morrerem ao lado de quem amam, sua família.

      • O documentário nos leva a uma reflexão da falta de humanidade que ocorre em conflitos gerados por dinheiro,poder e conquistas .Cada vez mais crianças entram para tristes estatísticas,onde não se sabe mais o limite da crueldade, e qualquer direito á vida pode ser violado.Deveria ser função de cada um de nós interferir em situações como essa, com qualquer recurso que nos for possível,onde possamos amenizar o sofrimento de quem na verdade deveria estar recebendo educação,acolhimento e amor. Mais triste ainda é ver que o destino dessas crianças é aguardar a morte enquanto assiste a destruição de seus familiares,amigos e pessoas próximas.Nesse sistema em que vivemos,não vejo essa situação mudando nos próximos anos,e talvez nem possa testemunhas alguma modificação significativa na evolução dos seres humanos,infelizmente.Em um mundo onde pessoas estão dispostas a qualquer coisa pelo poder, não posso acreditar que a humanidade não está fadada aos maiores desastres possíveis

  2. A parte do longa metragem exibido acima demonstra a triste e lamentável situação não apenas de um grupo, mas de milhões de crianças que sofrem e vivem com as guerras. Crianças de uma geração que irá crescer e conviver em um ambiente de terror, medo, sem expectativa nenhuma de vida. Uma geração de crianças traumatizadas pelo terror da guerra, que não saberá o que é viver em paz, ter educação, ser feliz. Nada justifica o que essas crianças ou qualquer outra pessoa vive durante a guerra, se é que podemos dizer que existe justificativa para a guerra. Lamentável e extremamente triste ouvir da boca de uma criança que sua vida esta destruída (uma vida que ainda mal começou), que vidas humanas custam um dólar, que não tem mais nenhum sentimento. E o que é ainda pior e assustador, é o fato das autoridades competentes não fazerem nada para interceder por essas crianças, que não possuem nenhum direito básico, fundamental ou humano.

  3. É lamentavél em pleno seculo XXI assistir um curta como esse, o qual mostra claramente a triste realidade da vida dessas crianças.
    Uma criança, precisa de educação, de lazer, de saude, precisa viver, brincar, mas essas crianças perderam a capacidade de sonhar, perderam a alegria de viver, devido a intensa zona de conflito em que vivem.
    O mundo precisa de mais amor, é muito triste ver uma criança dizer que está esperando a morte chegar. A Sociedade Internacional precisa tomar providencias, parar de investir em armas, e começar a se preocupar com o futuro do nosso planeta. As crianças precisam de educação, amor e oportunidade. As autoridades precisam agir para acabar com esses conflitos que destroem a vida de milhares de pessoas.

  4. Após mais de cinco anos de guerra civil na Síria, centenas de milhares de crianças estão sendo forçadas a começar suas vidas em campos de refugiados espalhados pela Europa e pelo Oriente Médio.
    Mães e crianças correm grandes riscos no parto. Estão expostas a problemas como septicemia, tétano e pneumonia. Além disso, as crianças crescem muitas vezes em ambientes pouco saudáveis.
    Algumas mães dizem até que preferiam ter dado à luz em casa, mesmo em um país em guerra, do que ter de passar por sua atual situação.
    Para piorar a situação, muitos desses bebês não terão documentos de nascimento, o que pode lhes causar muitos problemas pelo resto da vida.Segundo dados da ONU, mais de 306 mil bebês nasceram já refugiados desde o início do conflito.
    O enviado da ONU, De Mistura, estima que 400 mil pessoas tenham morrido no conflito sírio. Centenas de pessoas, só nas últimas semanas em Aleppo, segundo organizações que monitoram o conflito.Dividida entre o oeste, controlado pelo governo, e o leste, dominado por rebeldes, a cidade é palco de uma disputa sangrenta que já dura quatro anos.
    A batalha se intensificou desde que distritos controlados por rebeldes foram cercados em julho, explicou Shashank Joshi, pesquisador-sênior do Royal United Services Institute, em artigo na BBC.

  5. Essa é sem sombra de dúvidas a face mais cruel e desumana que pode haver numa guerra. As poucas famílias que ainda restam nesses locais de intensos conflitos se veem cercadas pelo medo e pela sede de paz, a angústia de não poderem proporcionar um ambiente seguro e confortável com o mínimo de dignidade aos seus filhos. Não mais que se dizer em sociedade, em governo, em serviços mínimos que sejam para uma vida humana. Tudo que essas crianças conhecem em seus pequenos e incertos anos neste mundo é a guerra e enfrentam a tragédia no seu cotidiano.
    Podemos elencar aqui uma interminável lista de direitos básicos que estão sendo negados à essas pessoas, desde a Declaração dos Direitos Humanos da ONU, até o desrespeito às leis da guerra regida pelo Direito Internacional. Uma completa barbárie que deve ter seu fim o mais breve, antes que não se possa mais dizer à essas crianças que não mais há esperança e que sua geração possa não existir.

  6. Este documentário de poucos minutos pode exemplificar a triste situação em que vivem várias famílias em meio a conflitos, é algo que parece surreal, que nos faz refletir e perguntar, como elas podem viver assim?
    Crianças, que deveriam estar sendo crianças, que deveriam estar brincando, estudando, tendo uma vida normal, se transformam em “reféns” da guerra, não podem ter uma vida normal e saudável. São obrigadas a amadurecer muito cedo para poderem sobreviver a isto.
    Infelizmente, no âmbito internacional, nada realmente significativo tem sido feito por essas famílias e principalmente pelas crianças. Isto leva com que essas pessoas, cansadas de viver essa realidade, preferem ir para outros países, são situações arriscadas também, pois passam por locais perigosos.
    O resultado disso tudo são crianças como essas do documentário, que não tem medo de nada, que já pensam na morte como algo que está próximo, o que é algo realmente deplorável, por que elas teriam muito o que viver ainda.
    Precisamos de mais iniciativas das entidades internacionais, onde estas deveriam buscar formas de levar essas crianças e familiares para locais mais seguros, locais em que as crianças pudessem ser crianças.

  7. O casamento infantil é juridicamente vedado no Nepal desde 1963. Contudo, tal fato continua sendo muito comum na realidade do país, uma vez que o governo e as autoridades não tomam medidas necessárias para erradicação dessa barbarie, que, claramente, fere a dignidade de milhares de crianças e jovens, que não acabam não tendo escolha e são vítimas dessa prática rudimentar.

    O casamento infantil é reconhecido internacionalmente como violação aos direitos humanos. De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (CRC), casamento infantil é uma união envolvendo pelo menos um cônjuge abaixo dos 18 anos.

    Segundo os relatos das vítimas (meninas e meninos das classes sociais mais baixas) é comum que ao atingirem uma certa idade, sejam forçados a enfrentar o tradicional “casamento arranjado”, em que os pais selecionam pretendes para os filhos, com o intuito de tornarem independentes mais rapidamente, o que, em tese, proporcionaria a eles um futuro mais digno e melhor. Ocorre que muitas vezes, principalmente as meninas, acabam tornando-se escravas de uma vida sexual precoce e vítimas de muito sofrimento.

    Nesse sentido, é necessária a atuação de órgãos internacionais, em conjunto com o governo e as autoridades do Nepal, na fiscalização dessa prática tão infeliz, a fim de garantir uma juventude mais feliz, uma vida mais digna e um futuro melhor aos jovens da Nação.

  8. O sentimento que fica a ver uma curta metragem como essa é de revolta.
    Revolta porque essas pessoas foram esquecidas pelo mundo, e não fazem mais ideia de quais são seus direitos.
    Como, no mundo atual, com tantos recursos, ainda nos deparamos com isso? Crianças andando por destroços e identificando a espécie das bombas… Acostumaram-se com a morte, com a coação física e moral, mesmo com tão pouca idade, perderam a esperança de obter alguma paz social. Ninguém deveria ser obrigado a viver assim, a perder a esperança, a sofrer com o alto índice de pobreza, a desnutrição, a falta de higiene básica e o recrutamento forçado para grupos armados.
    Ainda que a ONU ofereça ajuda, não é o suficiente, são bilhões investidos em cada território, apenas para tirar as famílias das zonas de conflito, mas para viver-se dignamente, isso não é o suficiente. Como a ONU espera que as pessoas vivessem sem casa, emprego ou educação básica?
    É preciso conscientizar a população mundial para que todos ajudem da forma que puderem. De fato, não é uma situação que pode ser resolvida em curto prazo, no entanto, o tempo que essas pessoas se encontram nessas situações desumanas é demasiadamente longo, e mesmo quando são “salvas”, continuam sofrendo, seja com o preconceito religioso, ou com a falta de ajuda financeira.
    O que acontece, no entanto, é que os grupos armadas tem ajuda externa, que usam racionalmente a violência para tirar vantagens econômicas. A tendência, é a crescente privatização e comercialização da guerra.

  9. A realidade mostrada no curta-metragem acima é o resultado dos conflitos na sociedade local. A população é afetada em diversos âmbitos mas as crianças são prejudicadas em um quesito essencial: educação. Suas casas não são mais lares e sim refúgios que os mantém fora do caos que a guerra gera.
    A carência educacional, o medo constante e a falta de perspectiva de mudança faz com que as famílias que vivem em áreas de conflito criem seus filhos para se esconder, se proteger e sobreviver a cada dia.
    As crianças em conflito estão expostas, cercadas por atiradores, pela morte e pela incerteza do que virá a acontecer com suas famílias e conformadas com sua situação.
    O problema é grande e a solução parece tão longe de ser alcançada. A ação da ONU é fundamental para que crianças como Farah e Sara não precisem passar por tantas dificuldades.
    A questão é social, econômica e imediata. O trauma presente na população é imensurável e enquanto houver guerra, o futuro é nebuloso.
    Vale ressaltar também que muitas crianças são recrutadas para lutarem em nome de uma causa que não entendem e nem lhes passam pela cabeça que suas vidas não merecem ser descartadas dessa maneira.
    Guerras são questões globais, são questões que exigem o envolvimento de um grande número de potências para que seus resultados sejam minimizados e a dignidade seja resgatada para os que convivem com elas.
    A família do curta-metragem é mais uma em tantas que se mantém naquele local por falta de auxílio, condição financeira e subsistência. É urgente, precisa ser debatido e solucionado.

  10. Esse documentário retrata a trágica realidade, principalmente para as
    crianças, que vivem no meio desse conflito, desse fogo cruzado,
    o que gera muitos traumas para todos que vivenciam, e fazer parte dessa trágica realidade.
    E muitas não tem como largar esse cenário, pois vivenciam aquilo que muitas vezes
    não tem uma maneira de largar, ou até mesmo deixar sua moradia por conta da atual situação.
    É triste ver como são as condições de vidas, ainda mais das crianças, que perdem essa boa parte da vida, vivendo com medo, e sem nenhuma segurança, sem poder ter a liberdade
    de ser criança, e encaram um mundo onde o terror está sempre presente.
    Mesmo que a ONU intervisse, ou ajudasse, essas questões estão muito além,
    pois se trata desses grupos extremistas, que usam os ataques para enfraquecer o outro
    lado, e com isso fica complicado lidar e ter uma intervenção completamente eficaz para mudar
    esse quadro de terror.

  11. O documentário deixa claro de como ,principalmente,essas crianças são esquecidas .O trauma sofrido por elas de viverem em meio a guerra é enorme porém muitas não tem onde morar ,comer quem dirá um assistência psicológica .Essas crianças representam o futuro se é que muito delas iram sobreviver para ter um.

  12. O documentario é assustador, triste e revoltante. Um documentario que relata o terror e vida mediocre que as crianças que vivem quem países de guerra levam, uma vida totalmente distante da minha, no qual a gente “esquece “que existe.
    Com esse curta deu pra perceber como essas crianças ja se acostumaram com o terror, com a falta de amor, de sonhos e expectativa de vida, sem contar com aquelas que são forçadas a praticar atos terroristas, encorajadas a acreditar que aquilo que eles estão fazendo que é o certo. Sendo assim, assustador pois são elas o futuro do seu país e do mundo.
    O grande ponto é a dificuldade para resolver esse problema pois quando os países interferem os extremistas em guerra atacam os países que interferiram. Acredito que todos os países da ONU devam se reunir e tentar organizar o melhor jeito para acabar com esse terror que a cada dia aumenta mais.

  13. O documentário é revoltante.Relata a trágica realidade de crianças que vivem nesses conflitos e que acabam gerando muitos traumas. Crianças andando por destroços e Acostumando-se com a morte, com a coação física e moral, mesmo com tão pouca idade, perderam a esperança de obter alguma paz social. Ninguém poderia viver assim, a perder a esperança, a sofrer com o alto índice de pobreza, a desnutrição, a falta de higiene básica e o recrutamento forçado para grupos armados.
    Ainda que se tenha ajuda da ONU, não é o suficiente, pois são bilhões investidos em cada território, e para tirar as famílias da zona de conflito seria muito difícil, e para viver como um ser humano digno.. Como a ONU espera que as pessoas vivessem sem casa, emprego ou educação básica? De fato, não é uma situação que pode ser resolvida em curto prazo, no entanto, é preciso de conscientização e ajuda da população para a resolução desse problema.

  14. Esse documentário mostra efetivamente como a guerra civil afeta diretamente a vida de inocentes que precisam conviver com tiros, bombas, mísseis, desde cedo. Crianças que tiveram de deixar suas rotinas para não correr o risco de morrer. O que ainda assim não é certeza, pois a qualquer momento algum tiro ou bomba pode cair sobre suas cabeças. Crianças que só não perderam a alegria por tentar continuar com o laço que une os irmãos e que talvez seja a fonte de força para passar pela guerra. O mundo precisa olhar com mais humanidade pra essas pessoas, porque a situação que se encontram é desumana e não merece ser passada por ninguém que seja.

  15. Esse vídeo além de mostrar a realidade vivida por essas crianças, é também de cortar o coração, tão pdquenos e tão adultos ao mesmo tempo. Milhares dessas crianças são as maiores vítimas por serem tão frágeis, muitas perdem os membros do seu corpo , muitas morrem e a maioria sofrem de algum tipo de distúrbio ou depressão , sem falar naquele olhar puro de uma criança que não se vê, o que se vê são olhares assustados , medonhos.
    Numa idade de brincar, de ir para escola, essas crianças que vivem em zona de conflitos armados veêm sua infância interrompida, levando marcas que se estende pela vida adulta, quase todas sofrem slgum tipo de distúrbio, depressão, necessitando de um tratamento psiquiátrico. Muitos dessas crianças são separadas da família por conta da guerra, da perda e acabam em campos de refugiados ou morando em orfanatos, é fundamental que essas crianças que sobrevivem ou sobreviveram a um trauma , separação recebam o apoio que precisam o tanto quanto possível.
    Embora seja doloroso a experiência traumática de guerra que sentiram possam contribuir para o crescimento pessoal se tornando forte na vida adulta, tendo em vista não ser o meio correto , mas que essa realidade triste, pelo menos tenha um final diferente!

  16. O pequeno trecho do documentário “Watani, minha terra natal” retrata a situação de calamidade vivida por crianças no oriente médio, alem de expor o sentimento de tristeza, falta de esperança e compaixão em meio as guerras políticas e religiosas presentes em sua região. Esse fato, representa a realidade de diversas família, que se tornaram vítimas de um conflito de interesses na sociedade local. Esse tipo de realidade, vem se torna cada vez mais comum em diversos grupos sociais.
    Chega a ser lamentável e deplorável a situação das famílias vividas nesse meio social, definida como uma verdadeira imagem de guerra. A radicalização dos povos, a falta de suporte do governo e a tentativa de imposição da ideologia extremista, são fatores que consistem na formação da realidade social vivida por essas crianças.
    Para que esse cenário regado a conflitos acabe, é necessário maior conscientização dos povos e das autoridades para promoverem a paz. Só assim, o sentimento humanitário voltará a prevalecer.

  17. Prédios semi-desabados, bombardeios prestes a explodirem, casas abandonadas habitadas. Tiros ao léu. Sonho (pesadelo) e realidade se confundem. Em um contexto como este, o significado da vida se transmuta. Ela vale pouco, ou vale muito? “8 anos” para se fecundar uma vida, 1 segundo para tirá-la. Um pano protege o corpo que peleja para encontrar um sentido naquilo. Aliás, procura-se a vida, sobretudo. Procurar o sentido dela é luxo. Assim como é luxo ter uma casa com paredes, ter uma hora do dia sem som de tiros, e ter o corpo sem uma marca de bala. O ouvido dos que vivem por ali já nascem treinados para a guerra. As mãos já se preparam para usar o objeto feito para matar aquilo que estava lhe matando. Seria uma arma? Uma metralhadora? Uma espada? Não. As mãos se preparam para usar o melhor objeto encontrado até então para esse propósito: o ser humano. A vida de um é colocada na palma da mão de outro. E nessa toada, líderes empurram para sua calejada mão milhares de vidas, ignorando a possibilidade de uma vida querer ser apenas um fim em si mesma.

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