ONU deve dar o exemplo ao indicar o próximo secretário-geral, afirma representante da ONU Mulheres


Publicado originalmente em: 28/08/2016

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Em pronunciamento divulgado nesta sexta-feira (26), a sub-secretária-geral da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, cumprimentou as manifestações que apoiam o recente comentário do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, de que “já está na hora” do sucessor dele ser uma mulher, depois de 70 anos de liderança masculina.

Ao relatar que é a primeira vez que há um interesse público e um real engajamento em todo mundo pela escolha do 9º mandatário, Phumzile lembrou que esta é a primeira eleição desde que a ONU Mulheres foi formada e a primeira da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sutentável. “Há um apetite como nunca visto antes em fazer deste momento uma oportunidade de igualdade de gênero e empoderamento da mulher”, afirmou.

Segundo a diretora-executiva, petições, cartas e debates em todo tipo de mídia, além de indivíduos e grupos civis de todas as partes do mundo, têm pedido que as Nações Unidas escolham uma mulher para demonstrar o comprometimento com a igualdade de gênero, a paz, o desenvolvimento, a justiça e os direitos humanos para liderar a ONU. “Isto inclui os funcionários da ONU, que servem com dedicação e comprometimento, normalmente em situações de perigo e dificuldade”, lembrou.

Phumzile disse que o Conselho de Segurança e a Assembleia Geral possuem 10 fortes candidatos, em igual número de homens e mulheres. Para ela, a experiência de cada um, assim como suas habilidades e o equilíbrio de gênero, faz desta uma das escolhas mais disputadas. “Nunca antes houve tantas mulheres tão qualificadas para a posição. A oportunidade é agora para escolher uma líder que abrirá um novo capítulo na luta pelos direitos das mulheres, a partir do topo”, finalizou.

Fonte: ONU Mulheres 

41 respostas em “ONU deve dar o exemplo ao indicar o próximo secretário-geral, afirma representante da ONU Mulheres

  1. O empoderamento feminino nunca esteve tão em alta como está recentemente. Várias páginas em redes sociais (além de publicações em jornais, revistas, etc) ressaltam a importância da mulher na sociedade e reivindicam tratamento igualitário em relação aos homens, principalmente no que tange aos cargos por eles ocupados e uma respectiva diferenciação salarial. É muito interessante (e louvável) saber que uma organização de tamanha relevância como a ONU incentiva a liderança feminina e a representatividade, considerando que já estamos em 2016 e as mulheres vem se esforçando há muito tempo para conseguir o seu espaço e acabar com as desigualdades.

  2. A representação feminina no cargo mais alto da ONU é de grande importância para o cenário atual do mundo, onde as mulheres buscam cada vez mais conquistar seu espaço e adquirir a tão sonhada igualdade de gênero.
    A maioria dos cargos de alto renome no mundo nunca foram ocupados por uma mulher, o que mostra que a igualdade ainda não foi atingida. Uma mulher como secretária-geral da ONU impulsionaria o mundo a escolher mulheres para altos cargos. A mulher conseguiria, finalmente, mostras sua capacidade em gerir e liderar, abrindo margem para novas conquistas.
    Além do “exemplo” que a figura feminina exerceria, sua presença como secretária-geral seria fundamental para dar mais atenção a casos que agridem especificamente mulheres, como por exemplo o tráfico de mulheres e a submissão extrema que estas sofrem em alguns países, em alguns, sendo submetidas a castigos físicos entre outros.

  3. A luta feminina vem ganhando mais espaço de que nunca, e mais que ultrapassou o momento de ter mulheres nas posições de poder, isso traz representatividade feminina algo que é raro no Brasil, mesmo tendo uma Presidenta da República. Poucos cargos de consideração são ocupado por mulheres e no pensamento popular isso leva as pessoas a reforçar o entendimento de que a mulher tem que ter um cargo subsidiário sempre, o que é uma cruel inverdade.
    Existe um contradição na situação da mulher atualmente, pois, são a maior parte da população em questão numérica, porém tem suas causas representadas por outros sem legitimidade, não que um homem não possa defender as mulheres (deve), mas a causa feminina deve emergir pela luta das próprias mulher, porque elas tem propriedade para falar da causa, dores, angustias, preconceitos que sofrem. Se um homem faz isso rouba a oportunidade de um mulher falar, e pela luta das mulheres ele cala mulheres e não as representa fazendo isso.
    As mulheres precisão se ver representadas isso facilitaria a sororidade um conceito que incentiva o companheirismo entre as mulheres, faz com que o movimento seja mais unido e conciso, logo, lutariam por mais direitos, promovendo a igualdade entre os gêneros.

  4. Ter mulheres ocupando cargos de alto escalão, que sempre foram comandados por homens, dá significado à representatividade que é tão importante para as lutas da mulher. É uma mudança marcante para que haja novas visões sobre determinados assuntos e uma desconstrução dos padrões impostos por uma cultura machista, onde a mulher não é empoderada e não tem a liberdade de se destacar.
    Uma mulher ocupando o prestigiado cargo de Secretária-Geral da ONU, tão qualificada como todos os outros candidatos, mostraria a importância que a Organização das Nações Unidas da à igualdade de gênero, cada vez mais almejada pelas lutas feministas.

  5. As mulheres estão cada vez mais conquistando cargos que antes eram ocupados exclusivamente por homens, essa conquista se da pela desconstrução dos padrões machistas e retrógrados das sociedades patriarcais.
    Esse movimento de empoderamento feminino vem ganhando força ao longo do tempo, e ver uma mulher ocupar um cargo de grande prestigio na ONU demonstra como esse movimento está sendo aderido pela sociedade.
    O movimento feminista deve continuar lutando para que a mulher seja valorizada como merece, para que não haja discriminação, violência,repressão ao sexo feminino.

  6. O mundo está mudando. Já é hora que a ONU siga a tendência mundial, de cada vez mais confiar cargos importantes para as mulheres.
    É que a organização, por seu caráter de organismo de cooperação internacional e sua função de defesa dos direitos humanos, pode (e deve) ajudar na luta pelo empoderamento feminino, dando visibilidade internacional a esta luta ao escolher uma mulher secretária-geral da ONU.
    Posto que temos 5 candidatas mulheres, qualificadas para o cargo, está mais do que na hora de a ONU ter, finalmente, uma liderança feminina.

  7. O movimento feminista surgiu no século passado e trouxe conquistas inumeráveis para as mulheres: garantias, direitos, e visibilidade há muito almejadas. Porém, a cultura machista ainda se faz extremamente presente no cotidiano das mulheres. A luta feminina por espaço, igualdade e respeito é muito dura, uma vez que desconstruir um pensamento arraigado na sociedade há milênios, possui um grau de dificuldade muito elevado. Nesse sentido, o feminismo é um movimento que faz sua luta diariamente contra padrões impostos e enraizados na mentalidade das pessoas. Por isso, a ONU, como guardiã dos Direitos Humanos, deve zelar pela igualdade de gênero e finalmente indicar uma representante feminina a um cargo de grande importância como o de secretário-geral. É imprescindível que as mulheres recebam apoio internacional nessa luta cravada contra o mundo machista em níveis diversos (tanto o machismo extremo do Oriente Médio quanto o machismo velado do Ocidente). Assim, a ONU dará exemplo de garantir os direitos devidos às mulheres e, automaticamente, estará se desculpando pelos tantos anos que se passaram sem dar a devida visibilidade a mulher dentro da organização.

  8. Ter uma mulher num cargo importante como esse para a ONU e para o direito internacional é de grande significância para o mundo e para todos aqueles que vem lutando durante anos pela igualdade de gênero. O empoderamento da mulher já avançou muito nos últimos anos, porém, mesmo assim, é difícil ver mulheres em altos cargos, principalmente em uma organização como essa, que possui relações com praticamente todos os países e diferentes tipos de culturas. Por ser a organização internacional mais importante atualmente é necessário que ele dê um exemplo de como o mundo vem mudando e representar, dessa forma, o seu papel de um organismo de cooperação que luta pelos direitos humanos. A diretora-executiva Phumzile Mlambo-Ngcuka, ao afirmar que várias cartas e petições de todas as partes do mundo vem chegando e pedindo que uma mulher assuma o cargo 9° mandatário (que sempre teve representação masculina), mostra um ponto importante, pois a ONU, por ser o órgão que é, deve tentar mostrar que está por dentro dessa luta para garantir os direitos das mulheres (principalmente nos países extremos do Oriente Médio) e dar o apoio internacional de que elas merecem.

  9. A participação da mulher nas relações e na vida política é fundamental, principalmente numa organização mundial com o tamanho respeito e visibilidade que possui a ONU. A capacidade das mulheres para exercerem cargos de liderança e de responsabilidade é inegável, contudo, infelizmente o pensamento machista imposto há séculos atrás ainda paira em nossa sociedade. Uma mulher não deve ser representante na ONU apenas pelo fato de ser mulher e sim a sua capacidade técnica e intelectual que é inquestionavelmente equivalente a de um homem qualificado para exercer a mesma função. Por a ONU ser uma organização tão importante e referência em todo o mundo, a luta feminina tem muito a ganhar se efetivamente uma mulher ocupar esse cargo após tantos anos da presença exclusiva de homens, isso irá provar que o gênero de uma pessoa não é argumento para tanta desigualdade salarial, tanta desigualdade em funções, dentre outras várias que as mulheres sofrem, apenas por serem mulheres.

  10. A luta pela igualdade de gênero cresce em todo mundo e vem sendo fortificado pelos grupos sociais, sobretudo o grupo Feminismo. Esse grupo é um movimento social e político que tem como objetivo conquistar o acesso a direitos iguais entre homens e mulheres e que existe desde o século XIX. Assim, se reflete nas Organizações das Nações Unidas.

    Segundo o artigo acima, em pronunciamento divulgado nesta sexta-feira (26), a sub-secretária-geral da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, cumprimentou as manifestações que apoiam o recente comentário do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, de que “já está na hora” do sucessor dele ser uma mulher. Segundo Phumzile, “há um apetite como nunca visto antes em fazer deste momento uma oportunidade de igualdade de gênero e empoderamento da mulher”. Ela faz referência a esse crescimento de idéias de igualdade de gênero presente em todo mundo. Segundo a diretora-executiva, petições, cartas e debates em todo tipo de mídia, além de indivíduos e grupos civis de todas as partes do mundo, têm pedido que as Nações Unidas escolham uma mulher para demonstrar o comprometimento com a igualdade de gênero, a paz, o desenvolvimento, a justiça e os direitos humanos para liderar a ONU. Com isso, para atender o interesse público e as mudanças sociais, a escolha do 9ª mandatário da ONU teria que ser do gênero feminino.

  11. Outra vez a ONU deve servir de exemplo na evolução da sociedade, o “empoderamento” da mulher deve ser trabalhado pela sociedade em todas as esferas pois é uma forma de equalizar as perspectivas dos olhares de liderança para que a sociedade esteja cada vez mais, representada pelo que realmente é na sua estrutura e essência.

  12. Estamos vivendo uma verdadeira revolução de empoderamento das mulheres; Nunca antes se teve tantas mulheres em cargos elevados e de grande poder na historia da humanidade,naturalmente com a maior capacitação e interesse das mulheres por estes cargos as relações de poder vem sofrendo significativas alterações .
    Com a saída dessas guerreiras de trás da sombra de superioridade masculina ,pouco a pouco espaço tem sigo ganho ,direitos conquistados e importância ( ou a visibilidade dela ) vem sendo conquistada,não mais como donas de casa ignoradas e menosprezadas mas sim como mães , provedoras e cuidadoras dignas de carinho e atenção.
    O preconceito, de as mulheres não serem tão boas quanto os homens para qualquer cargo de relevante valor , tem sido ,aos poucos , desconstruído pela capacidade de mulheres de serem grandes gestoras.
    Espero que continuemos conquistando nosso espaço cada vez mais , para que nosso trabalho seja reconhecido.

  13. Não há e nunca houve razão lógica para a inferioridade da mulher, seja na sociedade, seja na família, seja onde for. Gêneros não definem e nunca definirão capacidade, preparação , dedicação e TRABALHO, sim.

    Anda bem a ONU em reconhecer a necessidade de uma sucessão feminina depois de 70 anos da hegemonia masculina em seu cargo mais alto. Porém, não basta reconhecer, andará melhor ainda a organização se, de fato, cumprir o que fora discorrido nesta notícia. Pela essência da ONU, pelo seu papel como organismo de cooperação internacional, é dever que a organização promova esse combate, gerando maior visibilidade a essa discussão.

    Estamos em um momento de transição, numa fase de evolução em que ainda há que se falar em igualdade, paridade entre homens e mulheres, negros e brancos, muçulmanos e cristãos. Acredito fielmente, que em breve não haverá necessidade de discorrer sobre um assunto como este, onde a igualdade será tão natural, que passe despercebida, que não seja mais almejada. Haverá um tempo em que a igualdade será a realidade!

  14. O estabelecimento de igualdade de direitos entre homens e mulheres está diretamente relacionado com o desenvolvimento das sociedades e é considerada uma das bases para construir uma sociedade com menos preconceito e discriminação. É assombroso, que em pleno século XXI, a igualdade de gêneros não seja plena. As mulheres são minoria em cargos de chefia e pouco presentes em áreas de atuação tradicionalmente masculinas. As mulheres ganham, em média, 70% do salário dos homens pelo mesmo trabalho. Por outro lado, as mulheres acumulam, além do trabalho, os afazeres domésticos e os cuidados com os filhos. Defender a igualdade entre os homens e as mulheres é tão importante como combater a violência doméstica. A desigualdade entre os gêneros é uma realidade que foi construída em anos e anos e anos de história, mas que começa a ser questionada. O exemplo da ONU é um importante passo rumo a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

  15. As mulheres estão cada vez mais ganhando espaço em cargos que antes eram ocupados apenas por homens, e essa conquista se da pela desconfiguração dos padrões machistas e retrógrados das sociedades patriarcais. O machismo está cada vez mais perdendo as forças na comunidade, e os movimentos femininos ganham mais força ao passar dos dias. O feminismo é um movimento que faz sua luta diariamente contra padrões impostos e enraizados na mentalidade das pessoas. Ver uma mulher ocupar um cargo de um prestígio tão grande na ONU demonstra como esses movimentos feministas estão sendo aderidos e reconhecidos pela comunidade. As mulheres deve continuar lutando para que a sejam valorizada como merecem, para que não haja discriminação, violência,repressão ao sexo feminino.

  16. A igualdade de oportunidade entre os sexos sempre foi um problema da sociedade global. Apesar de grande progresso ocorrido nas últimas décadas, ainda existem resquícios históricos de uma sociedade que favorecia o homem. Temos um exemplo clássico o pater família na Roma Antiga, onde as mulheres eram tratadas com o capitis deminutio.

    No entanto ao debater este tópico, existe uma linha tênue entre igualdade de gêneros e o favorecimento da mulher pelo fato dela ser mulher. A primeira deve ser sempre almejada e buscada em todas as situações. No entanto, a secunda é problemática, pois pode se criar uma situação onde a expectativa sobre a mulher não é a mesma do homem. Haverá aqueles questionando se a mulher atingiu tal posição por méritos ou por ser mulher, criando potencialmente desrespeito, insubordinação e falta de autoridade.

    Em particular, com respeito a eleição na ONU, o tópico sobre o sexo dos candidatos não deveria ser critério de escolha. Somente o fato dele ser abordado na reportagem já me parece problemático. Aquele que for mais qualificado deve ficar com a posição sendo homem ou mulher. Tal tipo de abordagem está sendo feito com algum sucesso nas atuais eleições para presidente dos EUA: A campanha de Hilary Clinton foca em suas experiências e capacidade de liderança, evitando usar o sexo como critério argumentativo, para que se ela for eleita não haja nenhuma dúvida que ela era a candidata mais qualificada.

  17. A relação entre mulher e a sociedade vem cada dia mais sendo modificada; Elas passaram de meros “objetivos do lar ” para ferrenhos guerreiras conquistando o território dos direitos e oportunidades, ocupando cargos elevados em empresas nacionais e internacionais, mostrando que são tão aptas para o trabalho quanto qualquer gênero.
    No artigo a cima a um claro exemplo do empoderamento feminino que vivemos na atualidade, sendo louvável tais iniciativas , as mulheres estão tomando posse do poder que a heras possuem mas que não eram reconhecido.

  18. Hodiernamente estamos sendo espectadores de uma repentina reviravolta no papel da mulher, dos homossexuais, negros e minorias em geral. Essa reportagem demonstra um acontecimento extremamente raro e provavelmente inédito na história da ONU.

    Mulheres exigindo seu espaço no trabalho, nos esportes, na política, e mais importante que isso, na ONU, uma instituição tão grande e reconhecida no mundo.

    Vemos no cenário político brasileiro uma tensão grande, especialmente após o impeachment e a posse de Temer, quando se leva em conta de que inicialmente nenhuma mulher foi indicada pelo novo presidente para compor seus ministros -foi considerado por muitos um retrocesso.

    Entretanto, o que muitos desconsideraram é que a proporção da mulheres envolvidas na política é significativamente inferior ao número de homens, sendo mais que esperado que eles ocupem cargos importantes (não devido ao fato de serem homens mas devido ao fato de serem maioria). É satisfatório para mim, como mulher, ver que entre os 10 candidatos para esse cargo na ONU, 50% são mulheres, e qualificadas.

    Pessoalmente, considero importante que haja uma mulher numa posição de poder na ONU, servindo como exemplo para outras instituições e países que cultivam culturas e religiões machistas e depreciativas em relação às mulheres. Mais importante ainda, é ser uma mulher qualificada, inteligente e vista como a melhor opção para o cargo: consigar uma vaga simplesmente por ser mulher seria criar uma disparidade entre os sexos, coisa que o feminismo abomina.

  19. É de extrema necessidade e importância a participação de mulheres em cargos políticos e públicos, ao voltar na historia podemos perceber o quão a mulher foi descriminada, injustiçada e teve sua participação restringida na vida publica. A reportagem acima me contenta e mostra que o preconceito esta cada vez mais se disseminando, ainda que infelizmente ocorra em alguns casos, podemos notar uma melhora significativa. A mulher tem as mesmas qualificações e capacidade de exercer qualquer cargo a altura ou ate mesmo de forma superior do que o homem e o preconceito criado por sociedades extremamente machistas impossibilitou durante anos a colaboração e a participação da mulher nos cenários políticos e trabalhistas. Me contenta o fato de ver uma mulher se candidatando para ocupar cargo de importância em uma organização de influencia global como a ONU. Com 70 anos de liderança masculina esta na hora de acabar com o preconceito enraizado e dar a chance para uma mulher poder fazer história.

  20. A Guerra dos Cem anos foi uma relação direta entre força e poder, o pensamento do indivíduo era centralizado em conquistas, atitude esta, justificada na época, pelas relações humanas. Nesse contexto, é necessário ressaltar que ter uma mulher representando a ONU auxilia no desenvolvimento do pensamento retórico do indivíduo, que o homem que ia lutar nas guerras e era somente ele que poderia representar as sociedades. De fato, a mulher obteve milhares de conquistas ao longo dos séculos, e isso auxiliou para que o tratamento igualitário entre os homens e as mulheres fosse mais recorrente. É uma conquista relevante que deve ser valorizada, pois é de suma importância que muitas mulheres tenham a oportunidade de adentrar em um cargo superior na sociedade, pois é notório que os homens são a maioria nas representações, e isso não prova que eles têm a capacidade de representar o povo , e as mulheres não.

  21. Em vista de uma sociedade patriarcal na qual vivemos, a luta das mulheres que buscam mais oportunidades, igualdade de gênero, a conquista de seus direitos e o fim da violência contra a mulher, pareci interminável. Apesar dos movimentos de combate a violência contra a mulher, ainda sim, o número de agressões continua alarmante.
    De fato, as mulheres, em sua luta para se posicionar na sociedade, vem conquistando muitos direitos, mas, ainda sim as disparidades de seus direitos em relação aos homens são imensas. Se comparado as condições vividas pelas mulheres das sociedades do século passado, conquistas como ter mulheres na presidência ou no comando de grandes empresas são grandes vitórias, mas, o baixo número de mulheres inseridas no cenário político mundial, bem como, à frente de cargos executivos mostra o quanto a mulher ainda está em posição de desvantagem em relação aos homens.
    É preciso educar as pessoas para combater a violência, a discriminação contra a mulher. O machismo disseminado na sociedade deve ser erradicado, para isso é de suma importância investir em políticas públicas que abarquem o tema.
    A possibilidade da ONU ter uma mulher como secretária- geral, é de grande relevância para a luta ao empoderamento das mulheres, pois, seria um grande incentivo a dar mais oportunidades para que as mulheres possam exercer cargos de liderança, e colocá-las em posição de igualdade com os homens no mercado de trabalho, na política, ou seja , na sociedade e geral.

  22. Em tempos do crescimento das discussões sobre o feminismo e do papel da mulher na sociedade, é de extrema sensatez as manifestações que apoiam que a sucessora do Secretário Geral, seja uma mulher, depois de 70 anos com liderança masculina.

    Por ser a primeira eleição após a criação do ONU Mulheres, o interesse público e o real engajamento de todos na eleição mostra que a força feminina se justifica e tem total apoio de todos, afinal, é uma enorme oportunidade de igualdade de gêneros, como dito pelo próprio Phumzile.

    Com petições, cartas, debates e todo tipo de mídia apoiando a escolha de uma mulher para o cargo, é inevitável que tal fato se concretize, visto que é uma repercussão nunca vista pela própria ONU. Com apoio até mesmo de funcionários da própria fundação, a força feminina mostra que a igualdade dos gêneros é algo clamado por toda a sociedade, e que deve se concretizar no cargo, mesmo com 10 candidatos fortes de ambos os sexos. Outro fator que justifica tal força das mulheres pro cargo, é a afirmação de Phumzile que finalizou dizendo que “nunca antes houve tantas mulheres tão qualificadas para a posição. A oportunidade é agora para escolher uma líder que abrirá um novo capítulo na luta pelos direitos das mulheres, a partir do topo.”

  23. Estamos vivendo uma era de crescente desenvolvimento e amadurecimento ao se tratar de temas, antes polêmicos e por diversas vezes inflexíveis, como a isenção do sexo feminino em diferentes cargos de alta patente nas mais diversas áreas do nosso ordenamento jurídico, mas que agora se tornaram nada mais do que temas naturais e comuns de se discutirem.
    Esse fato representa uma grande vitória na luta pela igualdade de gêneros, que durante anos vem sendo motivo de divergência entre diversos grupos sociais.
    A possibilidade de nomear-se uma mulher como sucessora do cargo de secretário -geral da ONU, após 70 anos de domínio total masculino, é algo inimaginável que será marcado pra sempre em nossa história. Um verdadeiro salto na humanidade. Para que posições como essa sejam cada vez mais tomadas, é necessário investir na exposição de temas como “direitos iguais”, “igualdade de gêneros” e “respeito”, assim, tanto no mercado de trabalho quanto no dia-a-dia das pessoas, a desigualdade não prevalecerá.

  24. Atualmente, as mulheres vem se tornando cada vez mais ativa na sociedade, de maneira que a luta pela igualdade de gênero é um tópico muito comentado e discutido. A nomeação de uma mulher ao cargo de secretária-geral da ONU (Organização das Nações Unidas) seria um passo importantíssimo em direção aos direitos iguais.
    O fato de Ban Ki-moon, atual secretário-geral da ONU, ter apoiado a escolha de uma pessoa do gênero feminino é uma demonstração de como a sociedade vem aceitando mais a ideia de igualdade de gênero entre as mulheres e os homens. Segundo a sub-secretária da ONU e diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, várias petições, cartas e debates em todo tipo de mídia, além de indivíduos e grupos civis de todas as partes do mundo, estão lutando pela escolha de uma mulher para o cargo de secretário-geral da ONU. A lista de selecionáveis contém 10 pessoas e há uma igualdade no número de mulheres e homens, o que demonstra o comprometimento das Nações Unidas com a causa feminista. Em pleno século XXI é muito importante que não exista diferença de oportunidades no mercado de trabalho entre os gêneros.

  25. A questão é que, representatividade é muito importante. A ONU, criada logo após a segunda guerra mundial como iniciativa dos países em combater os excessos do ser humano ao seu semelhante, é hoje o órgão máximo representativo dos direitos humanos, e deve dar o exemplo para a consolidação da igualdade de gênero em escala global.
    Os 10 fortes candidatos, em posição de igualdade, como citado acima é o início dessa mudança, é o primeiro passo para que esse cenário seja alterado.
    O movimento feminista é parte disso, tendo em vista que defende, pressiona e instrui para que as mulheres possam ocupar altos cargos, e estarem equiparadas aos homens, que possuem uma liderança maior historicamente.
    Neste contexto vale ressaltar, junto ao feminismo o debate da meritocracia, entendendo-a como uma ferramenta que vai além da competência e esforço individual, mas sobretudo como igualdade de oportunidades aos seres humanos.
    Além do mais, o empoderamento feminino precisa atingir uma esfera global, tendo em vista que a atuação das mulheres na política é imensamente inferior a do homem, principalmente nos países periféricos.

  26. A luta feminista vem ganhando mais força do que nunca, e está mais que na hora de mulheres ocuparem posições de poder. Com ajuda das redes sociais, o feminismo vem ganhando mais e mais adeptos a cada dia, e vem mostrando a todos a importância de discutirmos a desigualdade entre os gêneros.
    A representação feminina no mais alto cargo da ONU é de extrema importância para o momento atual, onde as mulheres lutam para adquirir a tão sonhada igualdade de gênero. O fato de que a maioria dos cargos mais importantes do mundo nunca terem sido ocupados por mulheres mostra que a desigualdade entre os sexos ainda faz parte da realidade em que vivemos. Com a possibilidade de ter uma mulher como secretária-geral da ONU, após 70 anos de domínio total masculino, o empoderamento feminino atingiria uma esfera global, já que a atuação feminina na política é muito inferior à dos homens.

  27. Inseridas em uma sociedade extremamente patriarcal e machista desde os seus primórdios, a população feminina, apesar de possuir grande expressão numérica, ainda apresenta um papel submisso e inferior ao do homem, mostrando a pequena importância dada a essa grande parcela da sociedade em todos os âmbitos.
    Com o crescente empoderamento feminino, alcançando em grande parte pela atuação dos grupos feministas, mostra-se que as mulheres também tem uma voz, que deve ser ouvida. Isso reforça a necessidade de aumento de representatividade feminina, em esfera política e social.
    A ONU, representando a busca por direitos e igualdade deve fazer parte disso, possibilitando a tomada de um cargo importante,pela primeira vez, por uma mulher. O engajamento da Organização das Nações Unidas na causa de igualdade de gênero e um marco e símbolo a seguido, o que pode ser exemplificado pela lista de selecionáveis, que entre os 10, ha equilíbrio entre o numero de homens e mulheres.

  28. A representação feminina no mais alto cargo da ONU é de suma importância para o atual momento do mundo, onde as mulheres lutam cada dia mais para se chegar à tão sonhada igualdade de gênero. Com a ajuda das redes sociais, movimentos como o feminismo vem ganhando mais e mais adeptos, que desejam que a desigualdade entre os sexos acabe.
    A maioria dos cargos mais importantes do mundo nunca estiveram nas mãos de mulheres, e já está mais que na hora de mudar isso. Com uma mulher ocupando o cargo de Secretária-Geral da ONU, depois de 70 anos da hegemonia masculina, aumentaria o empoderamento feminino atingindo uma esfera global. A atuação feminina na política é muito inferior à masculina e, ver que entre os 10 candidatos para esse cargo na ONU, 5 são mulheres qualificadas, é extremamente satisfatório.

  29. Tardou, mas finalmente chegamos ao fim da hegemonia de 70 anos de presidentes do sexo masculino no cargo mais alto da ONU. A noticia representa mais que mero simbolismo e vem em excelente hora. Como organizacao voltada ao amplo alcance dos direitos no mundo, a Organizacao das Nacoes Unidas tem o dever de lutar pela causa da igualdade de genero, proporcionando o reconhecimento e o tratamento paritario que ha tempos as mulheres vem, com sobra de razao, reivindicando ao redor do mundo. “Há um apetite como nunca visto antes em fazer deste momento uma oportunidade de igualdade de gênero e empoderamento da mulher”. O recente comentário do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, nao poderia ter sido mais feliz e acertado.

  30. É muito enriquecedor á toda a comunidade Internacional o reconhecimento de que cada vez as mulheres vêm conquistando seu espaço no plano global. A luta feminina por seus direitos e por um tratamento igualitário aos homens está sendo recompensada, não só em âmbito internacional, mas também interno dos países. Em uma sociedade taxada como machista, esse é sem dúvida um grande marco histórico. Mas não se deve parar por aí, tendo em vista que a ONU realmente poderá dar o exemplo, é necessário que a reeducação de homens e mulheres seja realizada no mundo todo, de modo que não haverá mais disparidade alguma de tratamento , não só em relação ao gênero, mas também a cor, a etnia e as crenças de cada um.
    Seja qual for o resultado, a simples ponderação de que uma mulher esteja no centro de comando da comunidade Internacional já é um motivo de orgulho a todas as mulheres e homens que acreditam na igualdade de todos.

  31. Artigos com dicas de como quebrar barreiras para o pleno desenvolvimento e autonomia das mulheres no mundo empresarial, filmes e histórias do sucesso feminino em áreas dominadas por homens criam uma cultura de empoderamento mas também geram conversas que nos demostram uma realidade desleal: a desigualdade de gênero.
    As mulheres continuam a sofrer discriminação generalizada e desigualdade no local de trabalho. Em muitas partes do mundo, as mulheres estão muitas vezes em empregos informais e com baixas remunerações; não têm acesso à educação, formação, recrutamento; têm pouco poder de negociação e decisão; e ainda assumem a responsabilidade pela maior parte dos trabalhos de casa não remunerados.
    Enquanto não tiver uma representação equânime de mulheres nos parlamentos, nas câmaras municipais, assembleias legislativas e no Congresso Nacional, não poderá dar andamento às pautas de promoção da igualdade de gênero e enfrentamento à violência contra as mulheres.

  32. É possível ver, cada vez mais, a preocupação do cenário mundial no empoderamento das mulheres na política, como no caso da paquistanesa Malala Yousafzai, que fugiu do seu pais para lutar pelo direito à educação das mulheres e ganhou o prêmio Nobel da Paz por sua luta. A Organização das Nações Unidas vem de outrora se posicionando favorável à inclusão das mulheres nas relações internacionais, como a criação da ONU Mulheres, que defende a igualdade de gênero. A escolha de uma Secretária-Geral reafirma a posição da organização quanto ao quadro atual de descriminação, inferiorização e humilhação enfrentado por muitas mulheres no mundo.
    A luta pela igualdade entre os gêneros está tomando espaço no esfera internacional ao passo que o direito está se envolvendo na causa, para reforçar e abranger os ideais da mesma. Um dos aspectos relevantes nesta notícia é que não só as mulheres se mostram favoráveis ao empoderamento delas, mas como o próprio Ban Ki-moon se posiciona de forma precisa quanto ao assunto.

  33. O cenário mundial atual, que busca cada vez mais representatividade feminina e a igualdade de gêneros, se pauta de muita pertinência ao ter uma mulher como líder das Organizações das Nações Unidas, principalmente por quebrar um certo tabu de ter nos cargos de grandes destaques apenas a presença masculina. Ao termos uma mulher em um cargo de liderança da ONU, é adquirida uma abrangência da luta feminina no âmbito mundial, fato este que serve de vitrine para que as nações possam enxergar a igualdade entre os gêneros ao notar que a competência está ligada à qualificação do ser e não ao sexo. Desta forma, acaba por diminuir a cultura arcaica da supremacia masculina. A diretora-executiva ao afirmar que foram recepcionadas diversas petições solicitando que uma mulher assuma o cargo, deixa a ONU uma grande responsabilidade de mostrar ao mundo que está engajada na garantia dos direitos iguais às mulheres, o que serve de exemplo para que os países possam dar apoio internacional à representatividade feminina.

  34. A indicação de uma mulher à um cargo que vem sendo consecutivamente ocupado apenas por homens, em 70 anos da existência do mesmo, representa mais uma vitória de inúmeras e necessárias que ainda estão por vir na luta feminina em busca da igualdade, reconhecimento e empoderamento que vem ocorrendo ao longo dos anos. É indispensável não apenas para as feministas, mas para todas as mulheres, que esse movimento cresça cada dia mais, para que alcancemos a igualdade de gênero.
    Um cargo de tamanha importância como o de secretária-geral da ONU, é um avanço absurdamente significativo para todas nós. Além da atual grande conquista, vale ressaltar que a Organização das Nações Unidas vem demostrando enorme apoio para o alcance do empoderamento feminino e igualdade de gênero, como podemos perceber com a criação da ONU Mulheres, que ocorreu em 2010 e foi uma conquista histórica, que vem ganhando um grande espaço não só na organização, como no mundo.
    A representatividade alcançada com a ocupação feminina em cargos antes apenas ocupados por homens, eleva a representatividade da mulher na sociedade opressora e muitas vezes machista em que vivemos e incentiva a união e aderência ao movimento, de mais mulheres.

  35. A Organização das Nações Unidas teve papel muito importante para o movimento feminista internacional e está sempre cobrando dos países e demais organizações maio empoderamento feminino. Apesar disso, como bem lembrado pelo secretário geral da ONU em exercício, Ban Ki Moon, nunca antes na história da ONU o maior cargo desta organização foi ocupado por uma mulher. Este é um ótimo momento para demonstrar o apoio da ONU às causas feministas e reconhecer as profissionais extremamente capacitadas que trabalham e zelam pelas Nações Unidas.

  36. É muito interessante a busca feminina por posições que façam realmente a diferença na sociedade internacional. A mulher possui uma sensibilidade muitas vezes superior à dos homens para lutar e defender as classes mais exploradas da sociedade, o que é de grande valia em um mundo onde os direitos humanos e das minorias estão tão em evidência. Além do mais, a presença feminina na Organização das Nações Unidas traria um sentimento ainda maior de paridade entre os gêneros, valor que vem sendo pregado desde meados do século XIX. Mais importante que a presença feminina é a presença de pessoal capacitado para tal função e que defenda as minorias interessadas. Caso isso seja feito por uma representante feminina, melhor ainda.

  37. Ainda que a representatividade, por si só, não determine transformações no campo prático, é inegável o valor simbólico que uma mulher como secretária-geral da ONU carregaria. Além disso, é fundamental reconhecer o modo como perspectivas podem ser influenciadas pelo lugar social de cada um e como este pode ser relevante em nossas decisões. Por isso, a valorização da mulher na esfera política se mostra tão importante, principalmente se pensarmos em como isso é, ainda, uma conquista a se buscar e em como ocupar esses lugares de prestígio é essencial não só para o reconhecimento, mas também para que tenhamos recursos de trazer mudanças significativas para outras mulheres.

  38. A exclusão histórica da mulher na vida política deixou suas marcas até os dias atuais, pois embora seus direitos políticos já tenham evoluído legalmente, na prática não se percebe uma participação política efetiva feminina. Com as atuais políticas públicas voltadas para a inserção da mulher na vida política busca-se inserir esta metade da população nos espaços de poder, criando condições para o exercício efetivo de uma cidadania participativa e solidária, em que todos os cidadãos em conjunto discutam os rumos de seu país e da sociedade que almejam. Trata-se do exercício pleno da cidadania feminina através de sua participação no poder público, assumindo cargos políticos, garantindo seu acesso as decisões importantes, em condições de igualdade com os homens. Esta nova cidadania, marcada pela emergência feminina e pela luta da igualdade na participação política, poderá humanizar o poder dando ênfase na importância da dignidade da pessoa humana.

  39. A questão da igualdade de gênero por muitas vezes parece clichê ou “frescura” para muitos. No entanto, é uma luta diária para as mulheres do mundo, e precisa ser cada vez mais debatida, para que possa chegar em várias instâncias da sociedade os preceitos dessa equidade entre os gêneros.
    A temática é mais ampla do que se pode imaginar. Não engloba somente a questão da violência, feminicídio – que são grandes sintomas dos pensamentos machistas, que findam em ações – mas também, detalhes do cotidiano, o respeito dentro da sociedade, a possibilidade de ter o mesmo status social que um homem, ter os mesmos direitos, na prática. É mudando a educação e tendo exemplos que a sociedade pode começar a mudar de fato.
    O cargo de Secretário-geral da ONU sendo delegado a uma mulher demonstraria essa tendência e comprometimento com essas questões, o que seria um marco para o mundo. Tendo em vista a possibilidade de uma mulher assumir o cargo gera todo um espelho de oportunidade em que outras mulheres podem se refletir no futuro.
    O empoderamento feminino é uma tendência em muitos países, em que as populações acreditam cada vez mais na capacidade e poder da mulher de decisão, de escolha e representatividade dos seus direitos. Ainda há um grande caminho a percorrer, mas grandes passos como esse auxiliam na conscientização em respeito pela figura feminina.

  40. Há muito tempo a vida da mulher era lavar, passar, cozinhar e cuidar dos filhos, essa situação vem mudando cada vez mais, o empoderamento da mulher está crescendo cada vez mais, essa representação feminina na ONU seria de muita importância, um exemplo a muitas mulheres que por algum motivo não conseguem sair da situação de submissão . Ainda há muito o que lutar e o que conquistar pelas mulheres. E necessário mais politicas públicas tratando sobre a igualdade de gênero para assim tentarmos chegar a um país sem opressão, preconceito e desigualdades, direitos constitucionalmente garantidos.

  41. Em 2010, a Organização das Nações Unidas criou a ONU Mulheres, uma Entidade que tem como funções a promoção da Igualdade de Gênero e o Empoderamento das mulheres em todo o planeta. Desde então, a Organização passou a se manifestar de maneira incisiva sobre a participação das mulheres na sociedade em geral, em busca do fim da desigualdade de gêneros ainda hoje arraigada em decorrência da herança patriarcal das sociedades mais conservadoras, que insiste em permanecer nos tempos atuais.
    A ONU reconhece que a igualdade de gênero não é apenas um direito humano básico, mas que a sua concretização também tem enormes implicações socioeconômicas. Empoderar as mulheres impulsiona economias mais prósperas, estimulando a produtividade e o crescimento dos países. Muitas mulheres ainda não têm acesso a um trabalho digno e ainda têm que enfrentar as disparidades salariais e ocupacionais de segregação e de gênero. Ainda lhes são negados o acesso à educação básica e saúde. Elas ainda sofrem violência e discriminação em todas as partes do mundo. Elas estão sub-representadas nos processos decisórios na política e na economia. Por isso, em apoio à “Agenda 2030”, a ONU Mulheres lançou a iniciativa global “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”, com metas que já foram aderidas por mais de 90 países até hoje. Deste modo, nada mais justo que a própria Organização contribua com a iniciativa, incentivando a participação das mulheres na tomada de decisão e dando a elas cargos de importância na ONU, possibilitando, assim, a demonstração da igualdade de oportunidades a mulheres e homens.

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