Tráfico de pessoas aproveita vulnerabilidade de migrantes e refugiados, diz ONU


Tráfico de pessoas é o terceiro crime mais lucrativo do mundo, depois do tráfico de drogas e de armas. Foto: ONU

Fonte: ONU

Publicado Originalmente: 29/07/2016

O tráfico de pessoas é um crime parasita que se alimenta da vulnerabilidade, prospera em tempos de incerteza e lucra com a inação, alertaram oficiais das Nações Unidas nesta sexta-feira (29), às vésperas do Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas (30).

De acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, os traficantes visam aos mais desesperados e vulneráveis. Segundo ele, para acabar com essa prática desumana, “precisamos fazer mais para proteger migrantes e refugiados — particularmente jovens, mulheres e crianças — daqueles que exploram sua esperança por um futuro mais seguro e mais digno”.

“Precisamos administrar a migração de forma segura e baseada em direitos, criar caminhos suficientes e acessíveis para a entrada de migrantes e refugiados, e combater as origens dos conflitos — a pobreza extrema, a degradação ambiental e outras crises que forçam pessoas a atravessar fronteiras, oceanos e desertos”, disse o secretário-geral.

Para o diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov, enquanto a comunidade internacional luta contra a maior crise de refugiados e migrantes desde a Segunda Guerra Mundial, traficantes de pessoas e de migrantes estão tirando vantagens da miséria para obter lucro.

Segundo ele, criminosos se aproveitam de pessoas passando por necessidade e sem apoio, e veem migrantes, especialmente crianças, como alvos fáceis para exploração, violência e abuso. Além disso, conflitos armados e crises humanitárias expõem pessoas presas no fogo cruzado a um maior risco de serem traficadas para exploração sexual, trabalho forçado, remoção de órgãos, servidão e outras formas de exploração, declarou.

Enquanto nem todos os migrantes são vulneráveis a serem traficados, o próximo Relatório Global do UNODC sobre Tráfico de Pessoas 2016, que será divulgado ainda este ano, identifica um padrão claro ligando migração não documentada a tráfico de seres humanos.

“Alguns fluxos migratórios aparecem particularmente vulneráveis ao tráfico de pessoas. Cidadãos de Honduras, Guatemala e El Salvador representam cerca de 20% das vítimas detectadas nos Estados Unidos, enquanto os fluxos de migração legal desses países representam cerca de 5% do total. Padrões similares são encontrados na Europa Ocidental, onde cidadãos do Sudeste Europeu respondem por uma grande parte das vítimas.”

O relatório do UNODC também enfatizará as ligações entre tráfico de pessoas e fluxos de refugiados de países como Síria e Eritreia, assim como refugiados de Myanmar e Bangladesh.

“Nós claramente precisamos fazer mais para acabar com o tráfico de pessoas como parte de uma resposta coordenada e abrangente para a crise de refugiados e os continuados desafios migratórios que enfrentamos no mundo todo”, declarou.

“Chamo os governos para ratificar e efetivamente implementar a Convenção da ONU contra o Crime Organizado Transnacional e seus protocolos sobre tráfico de migrantes, para ajudar e proteger as vítimas e os direitos dos migrantes, e promover a cooperação internacional necessária para levar os criminosos à Justiça.”

Segundo o chefe do UNODC, ao fortalecer a ação sob os protocolos, podemos reforçar a proteção das crianças, mulheres e homens vulneráveis, e ajudar a promover a segurança e dignidade dos refugiados e migrantes em todos os estágios de sua jornada.

Defensoria promove concurso de redação sobre o tema

A Defensoria Pública da União (DPU) lançou na quarta-feira (27) seu segundo concurso de redação com o tema “Tráfico de pessoas — Diga não!”, aberto a participantes de ensino fundamental e médio de escolas públicas, inclusive na modalidade jovens e adultos.

Escolas que tiverem interesse em participar podem fazer sua inscrição pelo site da DPU (clique aqui), sendo que o prazo final para que cada escola envie o material dos alunos concorrentes é 5 de setembro.

Para o representante do escritório de ligação e parceria do UNODC no Brasil, Rafael Franzin, o concurso é uma oportunidade para que a prevenção ao tráfico de pessoas seja levada a todo o país. “Em nível global, nossos últimos relatórios apontaram um crescimento no número de crianças traficadas,” disse. “Por isso, é importante promover o tema nas diversas faixas etárias.”

No Brasil, o UNODC trabalha na área do tráfico de pessoas desde 2002 e implementa, em parceria com o governo, a Campanha Coração Azul de prevenção ao tráfico de pessoas, que conta com Ivete Sangalo como embaixadora da Boa Vontade.

As Nações Unidas definem o tráfico de pessoas como o “recrutamento, transporte, transferência, abrigo ou recebimento de pessoas, por meio de ameaça ou uso da força ou outras formas de coerção, rapto, fraude, engano, abuso de poder ou uma posição de vulnerabilidade ou dar ou receber pagamentos ou benefícios para obter o consentimento para uma pessoa ter controle sobre outra pessoa, para o propósito de exploração”.

FONTE: ONU

24 respostas em “Tráfico de pessoas aproveita vulnerabilidade de migrantes e refugiados, diz ONU

  1. O tráfico de pessoas é considerado crime que viola os Direitos Humanos, as pessoas são exploradas, escravizadas, prostituídas e seus órgãos vendidos. Os Estados a fim de proteger a pessoa humana, estabelecem normas internacionais tentando reprimir essas ações criminosas. Os direitos fundamentas defendidos no Brasil em seu art. 5º da Constituição de 1988, diz que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade […]”. Objetivando que o indivíduo será protegido e respeitado no País que esteja a passeio ou fixando sua residência. O tráfico de pessoas está se expandindo, tendo em vista a facilidade de se comercializar pessoas, levando em conta a pobreza, a falta de emprego, a discriminação dos gêneros, a política, a crise econômica, a prostituição etc. Várias são as alegações para se justificar um crime que é injustificável, o Governo tende a sofrer pressão para que efetivamente cumpra com responsabilidade a preservação dos princípios e garantias constitucionais de todos os povos, preservando o bem mais preciso de cada indivíduo enquanto cidadão, que é a sua vida.
    Camila Teodoro Silva, estudante de Direito da Faculdade Milton Campos

    • O tráfico de pessoas é uma violação absurda dos direitos humanos e ocorre em todos os lugares do mundo.A maioria das mulheres é traficada e explorada sexualmente, subjugadas e muitas vezes mortas por autores desse crime bárbaro que veem pessoas como uma fonte de lucro para seus negócios macabros.Os números do tráfico só aumentam com o passar dos anos e cada vez mais nos encontramos vulneráveis a esse tipo de crime,pois a segurança pública não é o suficiente para parar as ocorrências de pessoas que são frequentemente sequestradas ou caem em alguma emboscada,como oferta de emprego por exemplo,que acaba sendo na verdade um modo de fazer novas vítimas .O que deve ser feito é uma investigação mais profunda desse tipo de crime , uma punição menos branda para as pessoas que tenham participação direta ou indireta nesse tipo de delito e uma maior conscientização de como tais criminosos agem e como podemos nos prevenir diante de situações suspeitas nesses casos .

  2. O tráfico de seres humanos configura um vasto ataque á todas as pessoas e ao seu direito de ir e vir. Nos falta dados que possamos comparar o macro (planeta) com o micro (país a país) e realmente calcularmos o tamanho desta atrocidade.
    Pessoas que estão na situação de refugiados estão vulneráveis, desesperados para encontrar um lugar e chamar de lar. Logo, esses traficantes veem uma oportunidade de se apropriar dessas pessoas e as vendem como mão de obra, escravos sexuais entre outros.
    A Organização Internacional do Trabalho (ILO) estima que pelo menos 12,3 milhões de pessoas sejam vítimas de trabalhos forçados em todo o mundo. Dentre essas, 2,4 milhões são vítimas do tráfico de seres humanos. (Fonte Além –mar.org)
    Seria também de grande ajuda que os Países se juntassem e criassem uma rede interligada onde o desaparecimento de uma pessoa em determinado País fosse avisado á todos os outros e caso essa pessoa passasse por portos, aeroportos, rodoviária houvesse fiscalização por face, e assim sendo acionada organizações como a Interpol e Onu e pudesse resgatá-la antes de viver as barbáries em qualquer lugar que seja.

  3. Imigração e tráfico de pessoas.
    O tráfico de pessoas é dentre as formas de exploração do ser humano uma das mais perversas, o sistema de tráfico é bem melhor organizado do que a força que o combate. Ao se tratar de pessoas refugiadas que geralmente não são bem aceitos em muitos países, com facilidade se tornam vítimas de pratica tão nefasta. A ONU e os órgãos de poder internacional tem que se integrar e se mobilizar mais, por exemplo, nos países onde ocorre tal pratica, tentando tratados que visem punição maior os responsáveis, programas de conscientização e divulgação de casos e incidências, entre outros.
    O cenário internacional a cada dia fica mais caótico devido a guerras (oriente médio), e, atualmente, o número de migrantes tem aumentado novamente no mundo, são pessoas que buscam uma expectativa de vida melhor, porém, correm o risco de serem traficadas e ter sua família separada, suas filhas exploradas, trabalhar forçadamente. Em contra partida, se tem um esquema de tráfico de pessoas muito bem organizado e protegido, existem máfias que traficam mulheres. As organizações internacionais tem que buscar acolher os migrantes em países que se mostrarem aptos a recebes, muitas vezes, os migrantes podem ter formação, qualificações necessárias para fazer a diferença em mercados que falta profissionais.
    O problema é que muitas vezes os migrantes procuram países com a melhor condição de vida para se abrigar, como a Europa, mas a repulsa pelo imigrante que não pode trazer vantagem para o continente é grande entre os países da Europa. A única preocupação que vejo latente da Europa com referência a imigração é em mante os imigrantes longe. O cômico e que historicamente a pouco tempo a Europa invadia e explorava grande parte dos países do mundo, e hoje é o continente que mais se omite os prestar os auxílios necessários aos países que usurpou a riqueza e explorou a mão de obra, o historia não serve para condenar ninguém, mas é bom ter uma noção de quem defende os direitos humanos, e que defende interesses próprios.

  4. O trafico de pessoas é uma das praticas mais assustadoras que ocorre entre os seres humanos. É um crime extremamente absurdo no qual as pessoas são vendidas, exploradas sexualmente, escravizadas e até mesmo mortas para a venda de seus órgãos. É um crime que viola todos os direitos da pessoa e deve ser banido a qualquer custo. Para que os direitos da personalidade, vida, igualdade, segurança e proteção sejam assegurados, é necessário que o Estado, juntamente com a população colaborem com todos os recursos.
    Milhões de pessoas são desaparecidas, vitimas do tráfico de pessoas, isso se da pela facilidade da manipulação de vulneráveis, na maioria das vezes mulheres e crianças, que são traficadas para outros países e nunca mais conseguem voltar.
    Para evitar esse crime, além da conscientização, precisamos do apoio mútuo entre os países e comunicação para que pessoas não desapareçam após serem levadas através das fronteiras e também o reforço nessas e na segurança de cada país.
    Além disso, precisamos de políticas conscientização dos vulneráveis e responsáveis do perigo de deixar as crianças sozinhas, além de divulgar os riscos de programas de emprego pela internet para outros países.
    Outro problema que encontramos diante dessa situação é a impunidade e o dificil acesso das autoridades ao “mercado negro” e locais onde acontecem o trafico e exploração das pessoas vulneráveis, subordinadas à essa situação.
    É essencial que as pessoas e que os países denunciem e colaborem entre si, com a polícia, para que essa pratica se cesse e seja descoberta.

  5. O tráfico de pessoas tem uma raiz bastante consolidada nos tempos passados das grandes navegações, momento no qual os europeus descobriram novas terras exploráveis e necessitaram de mão de obra para trabalhar nesta nova conquista. A partir daí milhares de africanos e asiáticos foram transportados nos porões dos navios, por sinal de forma bastante indigna, para a América para serem explorados. Trabalhavam de forma escrava, sem nenhuma condição mínima de trabalho.
    Com a evolução do tempo o tráfico de pessoas foi se voltando para outros objetivos, a escravidão deixou de existir, entretanto a exploração de pessoas ainda continua de forma ilegal. Mulheres são usadas sexualmente, homens tem sua mão de obra explorada em empresas ilegais, crianças adotadas sem nenhuma regulamentação, entre tantos outros tipos de abuso.
    Diante da miséria e da falta de oportunidade muitas pessoas se sujeitam à outras na esperança de uma vida melhor; tendo o visto negado e a documentação ilegal não resta outra alternativa senão esta para se buscar uma vida que acredita-se que será mais digna e melhor. Mas a realidade não é essa, por trás disso tudo há muita ilegalidade: tráfico de drogas, prostituição, exploração da mão de obra infantil, dentre outros. Os líderes desses esquemas aproveitam da fragilidade dos sujeitos e os submetem ao trabalho escravo para conseguir dinheiro; os obrigam a se prostituirem, a traficar drogas, tudo isso com o objetivo de enriquecimento.
    Cabe as autoridades competentes de cada Estado buscar um planejamento adequado para que se tenha uma maior fiscalização em suas fronteiras e que o fluxo de pessoas seja melhor coordenado. É interessante também que diante da Convenção da ONU contra o Crime Organizado Transnacional e seus protocolos sobre tráfico de migrantes os países tenham interesse em participar para que aumente a cooperação entre todas as nações para combater esse mal.

  6. O tráfico de pessoas pode ser considerado uma moderna escravidão, uma vez que se aproveita da fragilidade da migrantes e de refugiados, vindos principalmente de países que vivem verdadeiras instabilidades políticas, econômicas, religiosas ou qualquer outro motivo que seja.
    Diante de toda essa problemática de refugiados que o mundo presencia, os traficantes de pessoas tentam tirar vantagens se aproveitando de pessoas vulneráveis, que na maioria das vezes são mulheres e crianças, para fins de exploração, que inclui prostituição, exploração sexual, trabalhos forçados, escravidão, remoção de órgãos e práticas semelhantes.
    O que pode ser feito para que essa situação cesse, seria ajudar e proteger as vítimas e os direitos dos migrantes, e promover a cooperação internacional necessária, por meio da cooperação entre os Estados, para que possam recebê-los e acolhê-los de maneira confortável, uma vez que vivem situações extremamente complicadas e desumanas. Além disso, a sociedade possui um papel fundamente, pois poderão denunciar casos que envolvem de trafico de pessoas.
    Ademais, é indispensável que a sociedade debata sobre o assunto, faça palestras, seminários, como por exemplo, trazendo informações sobre a relação do tráfico de pessoas com doenças sexuais, proteção ás vitimas e punição aos culpados.

  7. O tráfico de pessoas é extremante preocupante já que a exploração por meio dos traficantes faz com que as pessoas vivenciem situações desumanas. Os focos são aqueles que estão vulneráveis, como migrantes e refugiados, e desses, em sua maioria mulheres e crianças. O traficado pode experimentar a exploração sexual, o trabalho forçado, a remoção de órgãos, a servidão e outras formas de exploração por tempo indeterminado. O problema é que une o fato de o tráfico de pessoas possuir uma rede extensa e organizada, com o de migrantes e refugiados não seres bem recebidos nos países de destino, ficando assim desamparados, o que culmina em uma fácil atração por meio dos traficantes. Além disso, vive-se uma crise migratória em países que estão passando por conflitos armados e crises humanitárias, aumentando as vítimas desse crime. O UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) busca fortalecer a ação sob os protocolos, para ajudar a promover a segurança desses vulneráveis, mas é claro que o órgão necessita de apoio da comunidade internacional para que esta seja efetivada.

  8. O tráfico de pessoas é uma modalidade cruel de tráfico que viola a dignidade do ser humano. Migrantes e refugiados, como se não lhes bastasse as condições com as quais levam a vida, ainda suportam problemas como este, advindos não somente da globalização, como também da desigualdade social, correlatos ás questões étnicas e culturais.
    Tratados internacionais existem como tentativa de combate a este crime, haja vista o Protocolo das Nações Unidas de Prevenção, Supressão e Punição do Tráfico de Pessoas, ratificado por muitos países. E, no mesmo sentido, o Protocolo de Palermo, que carrega a definição de tráfico de pessoas.
    Ações conjuntas vem sendo trabalhadas para contornar a situação, com mecanismos de prevenção, repressão e assistência, em especial as mulheres e crianças. A materialização do homem, porém, dificulta o enfrentamento da prática criminosa, pois o lucro que essa modalidade de tráfico gera é significativo, sendo depois do tráfico de drogas e armar, a maior fonte de lucro do crime organizado. Nota-se que países que comportam maiores desigualdades sociais, raciais, étnicas, religiosas, de gênero, guerras e perseguição religiosa, apresentam, logicamente, maior incidência de operações organizadas nesse sentido.
    É um fenômeno mundial, e por isso, devemos dar-lhe a devida importância.

  9. O Tráfico Humano consiste no ato de transferir ou coagir por meio da força pessoas de uma localidade a outra, dentro ou fora do país, de maneira legal ou ilegal, visando a exploração desta. Os grupos de exploradores se aproveitam da vulnerabilidade das pessoas para obterem lucro por meio da exploração sexual, remoção de órgãos, servidão e outras formas de escravidão. Eles atraem, principalmente, pessoas de baixa renda com promessas de empregos, pessoas que querem mudar de país, mas não possuem a documentação necessária e pessoas que sofrem devido à guerra e terrorismo em seus países de origem. O número total de vítimas ainda é desconhecido, uma vez que elas têm medo de fugir ou denunciar os responsáveis.
    O Tráfico Humano é um crime que fere vários direitos expressos no artigo 5ª da Constituição de 1988, como a vida, a liberdade e a segurança. E, ainda assim, consegue ser a terceira maior fonte de renda no Brasil.
    Portanto, é preciso desenvolver um trabalho de intervenção para extinguir essa atrocidade. Deve-se ocorrer um apoio mútuo entre os países de forma que eles divulguem entre si as pessoas desaparecidas e tenham uma fiscalização mais eficaz de quem entra por suas fronteiras. Além disso, o poder público, a polícia, familiares e professores devem divulgar informações sobre o que é e quais são os ricos desse ato criminoso, de forma a alertar a comunidade desse perigo.

  10. O tráfico humano é o comércio de seres humanos, mais comuns para fins de escravidão sexual, trabalho forçado ou exploração sexual comercial que gera bilhões de dólares do comércio internacional. Tal é muito difícil de ser denunciado, pelo medo das vítimas e é uma das formas de crime organizado mais poderosas e mais perversa em relação aos direitos humanos.
    Os migrantes e refugiados por serem mais vulneráveis, os traficantes veem neles uma maior oportunidade de engana-los, pois são mais fáceis de serem coagidos e de acreditarem nas falsas oportunidades que os traficantes oferecem.
    O tráfico de pessoas é um problema mundial, que deve ser mais divulgado nas mídias, nas escolas e dentro do âmbito familiar, para que todos tenham mais informação e conhecimento sobre o tráfico de pessoas e sobre a situação dos migrantes e refugiados. Dessa forma, há uma maior chance de informar as vítimas sobre seus direitos e incentiva-las a denunciarem.
    Há uma necessidade de reduzirmos o número de tráfico de pessoas, que está aumentando cada dia mais. Portanto, precisamos proteger mais o próximo, principalmente as crianças e mulheres que são os principais alvos desses criminosos.
    Precisamos de mais leis que abordem o tema e que nos obriguem a tomar medidas de direitos humanos com as vítimas. Como a própria noticia relata, necessitamos de uma cooperação internacional para conseguirmos justiça com a prisão desses criminosos.
    Os países precisam se unir para expor mais essa situação e obter a pratica de direitos dos migrantes, contando com a participação e criação de órgãos que possam ajudar a receber e acolher os refugiados encaminhando-os para centros sociais.

  11. O tráfico de pessoas é um tema muito importante no cenário mundial. As pessoas são transportadas para diferentes lugares do mundo para serem exploradas, utilizadas como objeto, como um meio de obtenção de lucro de outras pessoas. Em alguns casos, são transportadas mediante ameaça e o uso da força, porém em outros casos, são enganadas por pessoas que a convencem de abandonarem seu país em busca de melhores condições de vida.
    O tráfico acontece principalmente quando a pessoa já se encontra em uma situação crítica, de desespero, como no caso de refugiados e migrantes. Uma vez que, tiveram que sair de seus lares, no caso dos refugiados, devido a conflitos armados, sejam eles religiosos ou políticos. Passaram por uma situação difícil, o que acaba por deixá-las mais vulneráveis e expostas a esse risco. Muitas vezes são obrigadas a trabalhar um dia inteiro, são exploradas sexualmente, apenas para poderem se alimentar.
    É muito importante se intensificar as campanhas em rede mundial que tenham esse tema, com o objetivo de se acabar com essa prática desumana e promover maior proteção aos migrantes e refugiados.

  12. No dia 21 de dezembro de 2009, um garoto estrangeiro, na época com 11 anos, foi encontrado sozinho na Estação Corinthians-Itaquera, na zona leste de São Paulo. O garoto e sua família foram vítimas de uma rede internacional de extorsão e tráfico de pessoas. Após o terremoto de janeiro de 2010 o Brasil se tornou o principal destino para os haitianos, com isso aparece a figura dos traficantes de pessoas com o claro objetivo de obter lucro mediante ao sofrimento destes seres humanos, já tão degradados pelo próprio destino. As fronteiras do norte do país, por sua vulnerabilidade, são as mais utilizadas por estes traficantes. Pouco ouvimos ou vemos em termos de política de prevenção a este crime e de assistência a estas pessoas já traficadas, por parte do poder público, em todas as esferas (federal, estadual e municipal) . Sabemos como visto neste artigo e nos comentários anteriores que o Brasil tem leis bem fundamentadas a respeito deste tema porém, como em muitos outros temas, a lei não está sendo colocada em prática.

  13. O trafico humano é um problema mundial que tem que ser levado mais a serio, devido a forma em que ele é executado, dificulta a ação das autoridades em seu combate uma vez que as quadrilhas vão em regiões extremamente pobres, ofertam falsas propostas de bons empregos isso atraem as vitimas que não possuem pespectiva de crescimento aonde estão e vão em busca de melhores condições. As quadrilhas que normalmente são bem organizadas os forçam ao trabalho escravo, sexual entre outros. Ha uma estimativa de que esse mercado movimenta 32 bilhões de dolares ao ano, esse alto valor deixa as quadrilhas ainda mais poderosas e dificil de pega los. As autoridades precisam dar atenção maior as comunidades de extrema pobreza e refugiados, incentivar o estudo, fornecer uma estrutura basica, para que as pessoas que vivem em tais locais consigam crescer e deixem de ver as propostas das quadrilhas como unica opção de “se dar bem”.

  14. O tráfico de pessoas é um crime que demonstra claramente a objetificação do ser humano, uma vez que só ocorre porque existem pessoas dispostas a pagar e/ou explorar essas pessoas. Por não terem a disposição estruturas e condições que atendam as condições mínimas para viver em seus países, essas pessoas muitas vezes enxergarem na migração uma escapatória para a situação de pobreza e necessidade extrema, sem considerar os possíveis riscos que correm e sem analisar profundamente as propostas feitas – que na maioria dos casos, resultam em exploração sexual e/ou mão de obra praticamente escrava. O trafico de pessoas existe ha tempos, e por mais rígidas que possam ser as legislações para imigração, cada vez mais parece ser impossível fazer com que tal pratica seja extinta. Privar a liberdade individual, e a capacidade de ir e vir quando desejado, forçando outrem a se comportar de determinada maneira, é uma das formas mais cruéis de acabar com a dignidade humana. Apesar dos esforços feitos, os dados apontam que esses não têm sido muito eficazes, portanto o investimento em políticas publicas deveria ser feito não apenas no que tange ao combate ao crime, mas também no que toca a melhoria nas estruturas básicas, como saúde, educação, lazer, criação de empregos etc, para que não seja necessário tentar buscar uma vida melhor fora de seu pais e não precisem se sujeitar a uma possibilidade de serem traficadas e abusadas.

  15. O tráfico humano é um crime que vem crescendo cada vez mais no mundo, tomando dimensões assustadoras, principalmente pelo lucro gerado aos traficantes. A vulnerabilidade de migrantes e refugiados é muito explorada pelos traficantes, que se aproveitam da busca das vítimas por uma expectativa de vida melhor, enganando-as e atraindo principalmente mulheres, crianças e adolescentes. Os objetivos mais observados do tráfico são os de comerciar indivíduos para exploração sexual, trabalho escravo, doméstico, venda de órgãos e comercialização de bebês, indicando o quanto esse crime é uma grave violação aos direitos humanos. Ao retirar da pessoa seu direito de ir e vir e a expor às mais barbaras situações, ela é violentada não só fisicamente quanto psicologicamente, perdendo sua dignidade, liberdade, segurança e a esperança de ser salva. Mesmo com a existência de tratados e instituições de combate à tal pratica, por ser muito bem organizada, protegida e planejada, seu combate é muito complicado pois possui séculos de experiência e aprimoramento, a medida mais efetiva seria uma melhora no tratamento e recepção de refugiados e migrantes nos países que têm mais problemas em aceitá-los. Com um fluxo melhor coordenado de pessoas nas fronteiras e uma cooperação internacional na proteção das vítimas e de seus direitos, o percentual de indivíduos presos no mundo do tráfico seria diminuído significativamente.

  16. Crime aos direitos humanos. Assim pode ser definida a questão dos refugiados e do tráfico de pessoas no mundo.
    Um mercado que negocia a vida humana e acaba transformando as pessoas em subempregados ou escravos sexuais em terras estrangeiras.
    Entre as causas do tráfico de pessoas, sobressaem-se a pobreza, má gestão pública, conflitos armados, desinformação e discriminação, que obrigam as pessoas a atravessar as fronteiras em busca de um futuro digno.
    Os refugiados, são vistos como alvos fáceis para exploração e abuso, visto que, inúmeras são as dificuldades impostas a eles, tanto no percurso até o novo país, quanto na adaptação cultural no país desconhecido. Vale também ressaltar, a dificuldade deles em se inserir no mercado de trabalho em virtude, sobretudo, da rejeição que sofrem. Todos esses fatores contribuem para que esse crime cresça no cenário da crise de refugiados. Se por um lado, há cooperação internacional na luta contra essa crise, por outro, os traficantes se aproveitam disso para obter vantagens e consequentemente, lucros.
    Por sua vez, o desenvolvimento humano, constitui um meio de combate ao tráfico de pessoas, ao permitir atenuar a fragilidade e vulnerabilidade das pessoas a este fenômeno, porém, pode igualmente contribuir para o aumento dos fluxos migratórios. Desse modo, faz-se necessário garantir a segurança dos migrantes e refugiados. O relatório da UNODC enfatiza, portanto, a importância da união dos países para cessar essa prática. Cabe às autoridades competentes de cada Estado, reforçar e promover a proteção aos refugiados e aos seus direitos, e fiscalizar as fronteiras de forma mais eficaz para o tráfico ser combatido.

  17. É inconcebível pensar que em pleno século XXI estamos ainda vivenciado esse tipo de crime. É inconcebível imaginar que uma organização ainda comente esse tipo de crime usando a vulnerabilidade e o desespero, a fragilidade, a esperança, a fome, o desemprego, a falta de cultura e a credibilidade de pessoas em proveito econômico, em lucratividade, e principalmente nesse nível tão baixo é, completamente desumano.
    As leis internacionais deveriam ser muito severas e sem acordos para traficantes de pessoas. Fico pensando sobre todas as dificuldades burocráticas que os países impõem para estrangeiros terem acesso ao seu território, então como explicar a facilidade com as quais essas organizações retiram e colocam pessoas em outros países? Que rede é essa que não consegue ser detectada e/ou identificada pelas agências de inteligências?
    Vivemos atualmente o que talvez seja a maior crise de refugiados no mundo desde a Segunda Guerra mundial, como aconteceu em relação aos judeus. São milhões de pessoas num mundo com todos os ingredientes necessários para que esse bando de “abutre sociais”, se banqueteie em sua proposta de conseguir, também alguns milhões de dólares a mais em suas contas bancárias. A população precisa dar uma resposta rápida, não podemos mais ficar só acompanhados as notícias.

  18. Algum tempo atrás escutei de um amigo ser possível, através da deep web, comprar escravas sexuais que seriam entregues em qualquer lugar do mundo. As escravas viriam envenenadas e morreriam em 1 semana. Dentro deste prazo, seria possível fazer qualquer coisa com elas.

    Depois de ter visto do documentário “Deep Web”, contando a respeito da Silk Road e a prisão de Ross Ulbricth responsabilizado pelo tráfico de drogas nos Estados Unidos e condenado a uma vida de prisão (a Silk Road continua em funcionamento), percebo como tal história contada pelo meu amigo precisa de muito pouco para ser transplantada, da ideia de vender drogas para qualquer lugar do mundo, ou vender pessoas para qualquer lugar do mundo.

    O tráfico de pessoas é um tema pelo qual me interesso, e o texto me fez recontextualizar tal situação para o panorama da nossa situação atual global.

    Reflito que a internet inventa algumas coisas, mas principalmente torna público hábitos humanos que sempre aconteceram. Se 200 anos atrás seria possível comprar uma escrava por puro intuito sexual, e havia quem o fizesse, tal mal hábito humano não desaparece com o fim da escravidão (tanto quanto não deixamos de ter escravos domésticos até hoje), mas a atitude se rematerializa de novas formas.

    No caso da Silk Road, há a pressão para a legalização das drogas de forma global, porém o tráfico de pessoas leva a mesma discussão a um nível mais profundo. Impedir a deep web parece ser uma tarefa impossível. Dois “donos” da Silk Road já foram presos e o mercado prevalece. Argumenta-se então: “legalize as drogas e a situação da Silk Road acaba.

    Tudo bem. Mas podemos fazer o mesmo com o tráfico de pessoas?
    Evidentemente que não. Mas se não é possível combater a situação com policiamento, ou pelo menos não o é na situação atual, de que forma acabaremos com essa aberração?

  19. O tráfico de pessoas é um crime que viola a dignidade do ser humano. O lucro com essa modalidade de tráfico é estimado em bilhões de dólares e demonstra a diminuição do ser humano, especialmente de mulheres e crianças, que constituem o grupo das pessoas vulneráveis, que têm cerceadas sua dignidade e liberdade. O tráfico de pessoas é uma violação de direitos humanos e um problema relacionado à globalização e à desigualdade social, bem como às questões de gênero, raça e etnia. Existem tratados internacionais para enfrentar esse crime, na medida em que, vários governos ratificaram o Protocolo das Nações Unidas de Prevenção, Supressão e Punição do Tráfico de Pessoas, especialmente Mulheres e Crianças. O Protocolo de Palermo, que trouxe a definição da expressão “tráfico de pessoas”, além de ações sistematizadas para enfrentar o crime aqui tratado, no que concerne à prevenção, repressão e assistência às vítimas.
    Apesar de ocorrer em todo o mundo, observa-se uma maior incidência nos países com graves violações dos direitos humanos, decorrente de problemas como pobreza extrema, desigualdades sociais, raciais, étnicas e de gênero, das guerras e até mesmo de perseguição religiosa.
    A maioria das vítimas (crianças, mulheres e adolescentes) são aliciadas por falsas promessas de emprego e melhores condições de vida, porém a verdade é que essas pessoas passam a ser exploradas de várias maneiras, como por exemplo, sexualmente, como mão-de-obra escrava, trabalho forçado, em seus órgãos extirpados de seus corpos e etc.
    O tráfico de pessoas pode acontecer de duas formas, a primeira: internacional, que ocorre com o deslocamento de um país a outro. A segunda: interna, que ocorre entre cidades ou estados no interior de determinado país.
    O problema referente ao tráfico de pessoas passou a ser alvo de debates no cenário internacional a partir de discussões travadas no âmbito da ONU para a elaboração de um tratado internacional que dispusesse sobre formas de enfrentar o tráfico de seres humanos. Tais discussões culminaram na aprovação do Protocolo das Nações Unidas de Prevenção, Supressão e Punição do Tráfico de Pessoas, especialmente Mulheres e Crianças – Protocolo de Palermo, na cidade Palermo, Itália, em 2000, primeiro documento a trazer em seu texto a definição da expressão “tráfico de pessoas”
    É necessário que a comunidade nacional e internacional esteja comprometida com a melhoria das condições socioeconômicas dos grupos sociais mais vulneráveis, vez que, não pode haver enfrentamento ao tráfico de pessoas, sem desenvolvimento social que proporcione o acesso de todos os seres humanos aos direitos fundamentais.

  20. O tráfico de pessoas é um crime que viola os Direitos Humanos. As pessoas são prostituídas, escravizadas, exploradas e seus órgãos vendidos. A fim de proteger a pessoa humana, os Estados estabelecem normas internacionais tentando reprimir essas ações.
    Muitas pessoas que estão desaparecidas, são vitimas de tráfico de pessoas. O alto número de casos de tráfico de pessoas se da pela facilidade de manipular vulneráveis, em sua maioria mulheres e crianças, que são levadas para outros países e não conseguem mais voltar.
    Existem muitas dificuldades burocráticas, impostas pelos países, para que estrangeiros tenham acesso ao seu território, então como essas organizações tem tanta facilidade para sair e entrar com essas pessoas em outros países?
    Para combater esse crime deve-se divulgar mais nas mídias, nas escolas e até mesmo no âmbito familiar, para que todos tenham informação sobre o tráfico de pessoas. Dessa forma, há uma maior chance de informar as vítimas sobre os perigos e realidades e, incentiva-las a denunciar.

  21. O tráfico internacional de pessoas está se tornando fato cada dia mais comum. Mulheres são traficadas em todas as partes do mundo todos os dias à procura de uma vida melhor.
    O aumento da pobreza fez com que o tráfico de crianças, mulheres e homens aumentasse de forma exorbitante. Ao não terem condições suficientes para se manter e muito menos manter suas famílias, milhares de pessoas procuram uma nova vida em um novo país na esperança de uma vida melhor. Porém, muitas vezes são enganadas pela falsa esperança de melhorarem suas condições e se vêem encurraladas, sendo obrigadas a, na maioria das vezes, serem escravas sexuais.
    Por se encontrarem em um novo país ilegalmente, não possuem condições de procurarem ajuda já que muitas vezes nem mesmo falam a língua predominante no local. Ao se depararem com uma nova cultura e novos costumes, percebem que a chance de se salvarem são ainda menores.
    Dessa maneira, muitas dessas pessoas começam a viver uma vida nada digna. Além de escravas sexuais, se tornam viciados. Com isso, aumentam sua dívida de uma forma a não terem mais como juntarem dinheiro, tornando duas condições ainda mais precárias.
    O mundo hoje se depara com tal fato e precisa tomar medidas efetivas para mudarem esse quadro tão triste de falta de dignidade humana. É necessário que se unam forças para que o tráfico de pessoas possa diminuir de forma expressiva.
    Por isso, o assunto pode ser considerado relevante para o direito internacional, devendo haver a construção de medidas para a mudança de tais acontecimentos.

  22. O trafico de pessoas é um crime que viola os direitos humanos e vem se tornando um crime cada vez mais comum na sociedade.Muitas mulheres são enganas em sua busca por uma vida melhor.De acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, os traficantes visam aos mais desesperados e vulneráveis. Segundo ele, para acabar com essa prática desumana, “precisamos fazer mais para proteger migrantes e refugiados — particularmente jovens, mulheres e crianças — daqueles que exploram sua esperança por um futuro mais seguro e mais digno”.A unica forma de abrandar essa situação é a união de forças para que o trafico possa diminuir com mais divulgações nas mídias, nas escolas e até mesmo no âmbito familiar, para que todos tenham informação sobre o tráfico de pessoas e tentar de alguma forma apaziguar essa situação.

  23. O tráfico de seres humanos é uma das piores coisas que um ser humano pode praticar e que poder sofrer. O tráfico de pessoas pode ocorrer tanto dentro do país quanto fora. Quando ocorre na migração de um país para outro por vezes é confundido com o contrabando de migrantes. Duas condutas recrimináveis, mas o contrabando de imigrante existe um consenso do migrante que sem saída se sujeita as piores condições, já o tráfico o consentimento não é levado em consideração, por vezes o nacional ou o migrante são enganados ou forçados para serem explorados para obtenção de lucro. Independente da definição, tais atos que envolvem a fragilidade humana devem ser combatidas com políticas públicas, fiscalização e leis rígidas e funcionais. Lembrando que o Brasil é signatário da Convenção de Palermo que trata de do crime organizado transnacional e em protocolo adicional trata da prevenção, repressão e punição ao tráfico de pessoas, portanto deve agir conforme se comprometeu e criar meios que possam diminuir¸ acabar o tráfico e punir os traficantes.

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