Publicação de instituto internacional de pesquisa destaca políticas brasileiras contra a fome


O Food Policy Research Institute (IFPRI) lançou na quarta-feira (29) a publicação “Nutrindo Milhões: Histórias de Transformação em Nutrição”, que detalha projetos de combate à desnutrição em países como Brasil, Bangladesh, Nepal, Peru, Tailândia, Vietnã e Etiópia, informou o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

De acordo com a publicação, os fatores cruciais para o sucesso das políticas brasileiras foram as iniciativas voltadas para a população pobre, a abordagem multissetorial e o envolvimento da sociedade civil.

Publicado originalmente em: 30/06/2016

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O Food Policy Research Institute (IFPRI) lançou na quarta-feira (29) a publicação “Nutrindo Milhões: Histórias de Transformação em Nutrição”, que detalha projetos de combate à desnutrição em países como Brasil, Bangladesh, Nepal, Peru, Tailândia, Vietnã e Etiópia, informou o Programa Mundial de Alimentos (PMA).

Estima-se que a desnutrição reduza o PIB global em 2,1 trilhões de dólares por ano. A expectativa dos editores da publicação é que as histórias selecionadas possam mudar a percepção e inspirar pessoas sobre formas de melhorar a nutrição.

A publicação reuniu as melhores histórias de acordo com sua relevância e resultados, sendo que o Brasil foi selecionado por seu rápido desenvolvimento econômico e avanços na assistência à saúde, fatores que contribuíram para a melhoria dos indicadores de saúde infantil e nutrição.

O Brasil atingiu os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 1 e 4 antecipadamente, ou seja, o país conseguiu diminuir pela metade a proporção de pessoas com renda menor do que 1 dólar por dia, diminuir pela metade a proporção de pessoas sofrendo com a fome e reduzir em dois terços a mortalidade de crianças com menos de cinco anos.

A história sobre o Brasil destacada no livro detalha a abordagem multissetorial dos programas Fome Zero, Bolsa Família, que é o maior programa de transferência condicional de renda do mundo, e o vínculo entre agricultura familiar e mercados institucionais promovidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

De acordo com a publicação, os fatores cruciais para o sucesso do Brasil foram as políticas voltados para a população pobre, a abordagem multissetorial e o envolvimento da sociedade civil

Fonte: ONU Brasil

13 respostas em “Publicação de instituto internacional de pesquisa destaca políticas brasileiras contra a fome

  1. Os dados apresentados pela notícia, além de serem de uma fonte acima de qualquer suspeita, deveriam ensejar orgulho nos cidadãos brasileiros. Em um país onde tantas políticas públicas não vingam, uma cujo objetivo seja o fim da fome e da mortalidade infantil obter êxito de maneira tão célere é motivo de comemoração.
    Uma pena que tais avanços sejam colocados de lado frente a argumentos partidários acalorados cujo maior argumento é simplesmente deslegitimar absolutamente tudo que fora realizado pelo “rival”, como uma discussão de futebol em um boteco.
    “Tais avanços foram durante o governo Y”, afirmam alguns. “Mas o programa que possibilitou foi idealizado por X”, retrucam outros. Toda a glória para um e toda a perdição para o outro. Os (ex) famintos? Estes ainda nem entraram na pauta destes grandes pensadores da classe média.

  2. É importante destacar o papel da agricultura familiar nesse processo de combate a fome, como foi citado no texto. O combate a fome não só envolve a superação da pobreza econômica, mas também a superação de padrões nutricionais insuficientes muito difundidos na alimentação mundial hoje em dia. Nesse sentido, de acordo com Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação , até o ano de 2050 será a agricultura familiar que sustentará grande parte da alimentação de cerca mais de nove bilhões de habitantes no mundo garantindo a segurança alimentar. O que revela a necessidade de que a população, cada vez mais urbanizada com o passar das décadas, não se perca tanto do espaço rural e se conscientize cada vez mais do papel da mulher e do homem do campo e das condições pelas quais o seu trabalho está submetido, sobretudo dentro do contexto político. É inegável que o Brasil tem um histórico político de partidos que assumiram o governo divididos praticamente em ideologias nas quais algumas trouxeram grande suporte para o pequeno agricultor e outras nada fizeram. A fome não se combate apenas com latifúndios.

  3. Diante dessa notícia, temos um perspectiva do Brasil em 4 cenários: primeiramente vemos como o país é visto no cenário internacional, quanto sua economia, quanto ao âmbito social e por fim temos também o cenário político nacional, que apesar de estimularem programas para a superação da fome no país, tem-se uma precária estrutura de funcionamento atual.
    Mas, o Brasil tem um grande potencial para o desenvolvimento das políticas contra a fome, pois, a agricultura familiar pode ser gerada em grande escala, com incentivos e valorização dos pequenos agricultores brasileiros, assim, também melhorando a economia familiar e gerando uma segurança econômica para a mesma.

  4. Pode-se notar a importância da nutrição de um população para um país, tanto por ser um fator diretamente ligado ao desenvolvimento econômico, como, por ser um fator de desenvolvimento humano. O Brasil há uns anos iniciou suas políticas de combate à fome, como o Fome Zero e Bolsa Família, e nota-se o sucesso que elas tiveram para tirar milhares de famílias da miséria, e proporcionar a elas uma alimentação mínima. As políticas realmente tem o seu sucesso ligado ao sua característica multissetorial, como no caso do Bolsa Família, que condiciona a obtenção dos benefícios do programa à frequência dos filhos nas escolas. Além disso, percebe-se também a importância da alimentação oferecida nas escolas públicas para os alunos, o que contribui para impedir a desnutrição, e ainda, faz com que a fome não prejudique no aprendizado deles. Mesmo com todos esses avanços no setor da nutrição da população brasileira, nota-se também, a importância de políticas de longo prazo, que reflitam nas futuras gerações, e ainda, que ensinem sobre a importância de uma educação alimentar à população, pois, uma alimentação adequada, impede também a ocorrência de várias doenças e proporciona qualidade de vida.

  5. Até o final dos anos 80, a fome passou a ser encarada como um problema de intermediação e as políticas se voltaram para a regulação de preços e controle da oferta. A partir dos anos 90, os problemas de abastecimento passaram a ser combatidos, supostamente, através da desregulamentação do mercado na esperança de que o crescimento econômico pudesse proporcionar renda, emancipando as famílias pobres e alcançando a cidadania. No Brasil, os programas de combate à fome são modelo para o mundo, programas percursores como o o Fome Zero surgiu para erradicar a fome no Brasil. Em 2014, o País registrou a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014, de 82,1%, e foi retirado do Mapa da Fome da agência da ONU. A característica multissetorial do Programa Bolsa Família, por exemplo, tem despertado ótimos comentários a cerca, como o do jornal francês Le Monde: “O programa Bolsa Família amplia, sobretudo, o acesso à educação, a qual representa a melhor arma, no Brasil ou em qualquer lugar do mundo, contra a pobreza.”

  6. Os programas de combate a fome que temos no Brasil é algo para se orgulhar, pois além de combatermos a fome e a pobreza internamente em nosso país, estamos servindo de exemplo para que outros países também possam combater a fome.Recentemente o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano, salientou a importância da experiência brasileira no combate à fome no mundo. Segundo Graziano, o modelo brasileiro é um exemplo seguido por diversos países. “É um programa que deu certo, multiplicado no mundo inteiro. Nós temos Fome Zero na Ásia, na África e na América Latina. E essas são cartas que temos para mostrar que o programa realmente foi um sucesso.”

  7. Notícias como essa devem ser mais disseminadas por aí! Realmente é um motivo de orgulho para nós, brasileiros, obter sucesso nas políticas de combate à fome. O Brasil se destacando no desenvolvimento econômico e na assistência à saúde nos mostra o potencial de crescimento do nosso país.

    Com a assistência humanitária internacional, a implementação da segurança alimentar e nutricional, e principalmente o envolvimento da sociedade civil, como destacado na notícia, esses índices só vão melhorar daqui para frente.

  8. O Brasil mostrou que é possível lutar no combate à fome!

    Notícias como essa devem ser mais disseminadas por aí! Realmente é um motivo de orgulho para nós, brasileiros, obter sucesso nas políticas de combate à fome. O Brasil se destacando no desenvolvimento econômico e na assistência à saúde nos mostra o potencial de crescimento do nosso país.

    Com a assistência humanitária internacional, a implementação da segurança alimentar e nutricional, e principalmente o envolvimento da sociedade civil, como destacado na notícia, esses índices só vão melhorar daqui para frente.

    Isso nos mostra também que o modelo brasileiro de combate a fome é um exemplo seguido por diversos países.

  9. Neste artigo, vemos a importância do exemplo brasileiro no combate à fome. Este problema deve ser enfrentado com urgência e colocado em primeiro lugar nas políticas do país.

    Como afirma Alan Bojanic, representante da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) em 2015 “os caminhos adotados pelo Brasil demonstram que é possível combater a fome e a insegurança alimentar quando há o compromisso político em colocar esse tema na agenda de prioridades dos governos.”

    O objetivo principal deve ser acabar com a dependência de doações alimentícias, já que qualidade de vida é dever do Estado para com a sociedade. Felizmente, o Brasil vem aumentando os índices de famílias com segurança alimentar.

  10. O Brasil é um exemplo de combate à fome. Em 2000, foram lançados os Objetivos do Milênio e o primeiro objetivo era que todos os países até 2015 conseguissem erradicar a fome. E o Brasil É um dos poucos países que vai conseguir atingir esse resultado antes do prazo. Os programas que foram desenvolvidos pelo governo hoje são modelos que podem ser utilizados por outros páises para criarem seus programas. Dai, e evidente a necessidade do combate a fome e a desnutrição a fim de se alcançar o desenvolvimento sustentável. O Brasil juntamente com a ONU vem unindo forças nesse combate. Essas iniciativas de programas de governo são cruciais para a construção de uma base solida para alcançar objetivos globais de desenvolvimento sustentável. entre os principais motivos que levaram o Brasil a conquistar as metas estabelecidas pela ONU estão: prioridade política da agenda de erradicação da fome e da desnutrição; compromisso com a proteção social consolidado por meio de programas de transferência de renda; crescimento econômico; e fomento à produção agrícola via compras governamentais. Além disso, a Nova Agenda de Desenvolvimento Sustentável (ODS) indicou a necessidade dos países reduzirem para menos de 5% o número de pessoas subalimetadas até 2030. O índice foi alcançado pelo Brasil em 2014, ano em que o Brasil deixou o mapa da fome, de acordo com a FAO.

  11. Desde 1930, os problemas da falta de alimentos estava associada à disponibilidade de alimentos para a coletividade. Desde então até aproximadamente uns 50 anos para frente, o problema da fome se extendeu e passou a ser tratada como ponto de atenção de politicas publicas, e as que voltaram sua atenção para a limitação de preços e controle da oferta.

    A partir dos anos 90, os problemas da disponibilidade começou a ser combatido, supostamente, por meio da desregulamentação do mercado desejando que o crescimento econômico pudesse proporcionar renda, emancipando as famílias pobres e alcançando a cidadania.

  12. O Brasil está fazendo bonito no cenário internacional pois atingiu os objetivos de Desenvolvimento do Milênio, o país conseguiu diminuir pela metade a proporção de pessoas com renda menor do que 1 dólar por dia e diminuiu pela metade a proporção de pessoas sofrendo com a fome e reduziu em dois terços a mortalidade de crianças com menos de cinco anos.
    São dados espetaculares a respeito desse tema que só foram possíveis de ser alcançados devido aos muitos programas do governo, tais como: Fome Zero, Bolsa Família, Vínculo entre agricultura familiar e mercados institucionais.
    Esses programas são muito importantes para o Brasil e devem sim ser exemplo para o mundo, tirar as pessoas da miséria é dever de todo Governo. O Brasil é um exemplo de combate a fome pois construíram políticas voltados para a população pobre, a abordagem multissetorial e o envolvimento da sociedade civil.
    Que o Brasil continue sendo exemplo nessa luta árdua que é o combate a fome.

  13. Apesar de muitas críticas cabíveis a esse governo vigente no país, é necessário enaltecer a visão para os menos favorecidos instaurada em tal governo, que criou programas com fins sociais que obtiveram excelentes resultados, como é expresso na notícia.
    Os programas sociais são criticados por grande parte da população, que os vê como algo que acomoda os beneficiados, independente dessa discussão, vale ressaltar que no momento que foram instaurados eram devidamente necessários. Ao meu ver, o maior problema é o investimento apenas nesses programas, que deveriam ser como “alavanca” para os menos favorecidos recomeçarem, porém falta investimento no depois, que seria a educação e oportunidade de emprego e crescimento.

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