Efeitos da crise no comércio


Publicado originalmente em: 08/06/2016

Aumenta o número de lojas que fecham as portas devido à crise econômica do país. Segundo dados da ‘confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo’, foram quase cem mil em 2015.

Jornal da Gazeta

18 respostas em “Efeitos da crise no comércio

  1. O contexto atual do Brasil é de grave recessão econômica. Além de uma má gestão econômica, a corrupção no país atingiu um nível tão absurdo e descontrolado que se tornou praticamente inevitável participar da política e não ser corrupto. Houve desvio de dinheiro para investimentos em escolas, saúde, fomento da economia, dentre outras diversas áreas que deveriam ser administradas pelo poder público. Os altos impostos sobre as grandes empresas levaram as mesmas a reduzir o número de empregados, o dito corte de gastos, e muitas outras à falência, o que gerou um circulo vicioso, onde o governo aumentava os impostos para apoiar os desempregados e menos favorecidos e acaba por gerar mais pobreza e desemprego. É necessária a mudança de postura e de caráter na administração pública, uma vez que um país grande como o Brasil tem toda a capacidade e poder de reverter essa triste situação econômica. Além disso, o corte de gastos públicos é algo inevitável, a diminuição de impostos sobre empresas de grande porte e de pequeno porte é necessária para fomentar novamente o crescimento da economia, o que resultará também na atração de investimentos estrangeiros. Essas são algumas medidas que podem auxiliar na recuperação econômica do país.

  2. Frente á situação econômica desfavorável vivenciada no país muitos foram os ramos que sentiram drasticamente as quedas. O comércio é apenas um desses muitos, bem como a indústria e a construção civil. Com a inflação em alta constante, os gastos aumentaram em muito e manter uma atividade que ofereça bens e serviços tornou-se mais custosa. A população recorreu aos empréstimos na tentativa de soldar dívidas e não foi capaz de arcar com esse compromisso feito e, assim, houve um exorbitante endividamento das famílias brasileiras.
    Nesse cenário contrário ao crescimento da economia, as pessoas tiveram que cortar despesas desnecessárias ou menos importantes, refletindo diretamente na baixa das vendas dos comércios. Muitos desses não suportaram e passaram a não mais lucrar e sim, endividar-se, levando ao fechamento de muitos estabelecimentos. Consequentemente, elevou-se as taxas de desemprego, como não vistas em muito tempo.
    Os lojistas tiveram de buscar inovação para cada comércio, buscando atrair o interesse dos clientes e recuperar, dentro do possível, da crise financeira. Assim, estão buscando ajuda por meio de workshops e cursos de aperfeiçoamentos a fim de extrair o melhor de si e de suas empresas para oferecer ao consumidor um produto e serviço diferenciado e mais atraente.

  3. O Brasil, tendo em vista a sua atual conjuntura, enfrenta uma péssima situação, em virtude da crise que assola todo o mundo. Os brasileiros não estão encontrando outra saída que não seja a de fechar as portas de seus estabelecimentos, pois a demanda, é pouquíssima e isso acarreta o elevado número de pessoas desempregadas atualmente.
    O cenário brasileiro, necessita de ajuda urgentemente. A crise econômica, está repercutindo em todos os setores e em todas as classes econômicas. Logo é preciso que o governo tome a iniciativa de procurar medidas adequadas e eficazes para amenizar essa situação.
    Comércios que tinham estabilidade, hoje já não existem mais e aqueles que são novos no mercado, não “sobrevivem” por muito tempo. E em decorrência do exposto, as dificuldades enfrentadas pelas pessoas só aumentam o que leva a uma instabilidade muito grande.
    As consequências geradas pela crise são inúmeras, logo os brasileiros devem se atentar às medidas que eles decidem tomar. É indispensável que os comerciantes invistam em seus trabalhos, buscando uma maior especialização e um ambiente de trabalho mais agradável para atender os clientes, pois se não foram tomadas medidas nesse sentido, dificilmente um comércio vai se manter aberto e produzindo lucros.
    Com base no supracitado e no vídeo aludido, o Brasil requer uma ajuda e diante disso é essencial que medidas oportunas como algumas citadas sejam colocadas em prática.

  4. Durante o governo Lula se viu implementado no BNDES a política de vencedores. JBS e Friboi lucraram com isso. Tal política fomentava grandes negócios que davam certo a se tornarem literalmente espetaculares. A Odebreitch se tornou simplesmente a maior multinacional do ramo de construção civil. Por outro lado, os pequenos empreendedores foram “beneficiados pelo super simples”, e possuem o benefício de pagarem menos impostos quando inscritos como Micro-empresas ou outros sistemas derivados.

    Algo que já se falava é que havia um abismo entre os dois pontos. Um empresário poderia colecionar um negócio que faturasse até 2 milhões, e daí pra cima não conseguiria crescer licitamente, já que teria que competir com uma concorrência que paga menos impostos e entrega o mesmo produto. Por outro lado, as empresas da política dos vencedores trabalham na casa dos bilhões, e conseguem operar produtos com margens baixíssimas de custos (inclusive subsidiadas por empréstimos e investimentos “sem juros” do BNES). Por isso qualquer médio empresário estaria no limbo de não concorrer com os pequenos, pelo imposto, nem concorrer com os grandes, pelo vasto investimento público.

    No momento que abate a crise, o pequeno investidor deixa de ter capacidade de operar. Com a hiper queda de consumo a maioria dos negócios se torna pouco hábil em sustentar seu livro de contas.

    Consequentemente todos os setores se afetam.

    Estranhamente ninguém da política de vencedores tem sentido essa marolinha que atingiu o Brasil.

  5. A crise economica está cada dia pior. Inflação nas alturas, lojas sendo fechadas, pessoas sendo despedidas, pessoas passando fome, indo morar nas ruas, etc. Os gastos com serviços básicos, normalmente priorizados, entraram nos compromissos em atraso. Agora, quem sente o reflexo da inadimplência são as concessionárias de energia, de água e de gás e operadoras de telefonia. O mesmo se aplica a planos privados de saúde, provedores de internet e prestadores de serviços particulares de educação. Em novembro, houve alta de 1,5% em relação a outubro, mas os economistas explicam que houve antecipação de compras pela black friday. Sobre novembro de 2014, a queda foi de 7,8%. Também caiu 4% no acumulado do ano e 3,5% no acumulado em 12 meses. Nada indica mudança de tendência. O desemprego está em alta, a inflação, em dois dígitos, e as taxas de juros estão subindo. O consumidor está cauteloso e com a renda pressionada

  6. O Brasil vive hoje um quadro de crise econômica, que tem repercutido no comércio. Segundo consta na reportagem, inúmeras foram as lojas que fecharem suas portas ao público consumidor e várias tem sido as estratégias adotadas pelos brasileiros para enxugar as despesas. Mas, afinal, o que tem provocado esse cenário caótico?
    Certamente, uma das causas está ligada ao aumento da inflação sem um reajuste proporcional aos salários dos trabalhadores. Isso faz o poder de compra diminuir levando as pessoas a tirarem do seu orçamento aquilo que caracterizamos como supérfluo. É por esse motivo, que os bares, restaurantes, lojas de roupas tem diminuído o seu movimento.
    Outra causa para esse abalo do comércio e da economia como um todo seria o vulto de inadimplementos. Isso significa portanto, que, além do número de compras ter reduzido, grande parte daqueles que compram não tem conseguido honrar com seus compromissos e obrigações, tornando essa atividade comercial simplesmente insustentável. Segundo pesquisas, não só o número de devedores tem elevado, mas também o número de empréstimos que não foram quitados. Os brasileiros estão amontoados de dívidas e, por esses motivos é preciso poupar, fazer um planejamento financeiro, equilibrando despesas e receitas. Assim, pelo menos a priori, conseguiremos atenuar essa crise.

  7. O cenário econômico internacional ou mesmo brasileiro não é favorável nem mesmo promissor. De acordo com as expectativas expostas no vídeo a próxima geração será mais pobre em relação aos seus pais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a população está ganhando um salário bruto mais baixo, contudo o governo estabeleceu medidas que atribuíram maior valor à renda líquida como corte de impostos e novos benefícios à população. Tal medida é contrária ao liberalismo econômico e demonstra um protecionismo do Estado por meio de intervenção na economia. Assim como o próprio vídeo estabeleceu, o Estado pode ser elemento essencial na recuperação econômica ou mesmo à salvação da economia de um país. Dessa forma é evidente que o liberalismo econômico não é estanque, mas sim dinâmico de forma que o contexto econômico de um determinado Estado pode necessitar de uma intervenção direta do Estado.

  8. O Brasil passa nos últimos anos por uma fase em sua economia não muito agradável de se ver. Percebemos ao passar por locais antes muito movimentados em certos horários na semana onde hoje já quase não há movimento. Podemos perceber que a chamada crise econômica brasileira, presente desde meados do ano de 2008, tem nos afetado cada vez mais. Vemos o alto preço de produtos, bens e serviços em virtude de uma inflação descontrolada, vemos lojas tradicionalíssimas fechando as portas e passando-se o ponto, coisa que até pouco tempo atrás, nunca se imaginaria. Há porém, quem obtenha vantagem com crises como esta. Os estabelecimentos bancários por exemplo registraram recordes que superam a casa das dezenas de bilhões de reais apenas no primeiro trimestre de 2015. Há de se pensar, independentemente dos ideais políticos, o que fazer para poder reverter essa situação de recessão vivida hoje no Brasil, pelo bem dos brasileiros, trabalhadores que almejam um futuro melhor para as gerações que estão por vir.

  9. Não é novidade para ninguém (que mora no Brasil) que a crise tem afetado à todos. Nossa atual situação é crítica e requer uma série de cuidados. Porém, o cuidado demasiado gera uma certa insegurança, e está última, está gerando uma crise de confiança nos empresários. O medo é de que, como não se sabe qual vai ser o desdobramento da atual situação, a consequência das decisões são imprevisíveis, o que faz com que os empresários invistam menos, diminuam a produção de bens e na prestação de serviços. A redução de vagas foi uma das medidas adotadas pelos empresários, o que puxou as taxas de desemprego para cima. Os trabalhadores dispensados, que já sofriam com a queda no poder de compra diante do aumento da inflação, ficaram sem recursos para arcar com as contas mensais, e passaram a aumentar os índices de inadimplência. Com isso, as pessoas em todo o País, já estão sentindo os efeitos da crise econômico-financeira e sendo obrigados a mudar hábitos de consumo, o que afeta diretamente o comércio. Isso tudo consiste no famoso efeito dominó da crise.

  10. O contexto vivido pelo Brasil atualmente é de crise, recessão econômica, e descrença em melhora por conta de inúmeros escândalos de corrupção política independente do esfera observada. Municípios sem dinheiro, Estados Federados sem dinheiro e a União com uma dívida pública perto de três trilhões de reais. Economistas dizem que a dívida é impagável e mesmo que fosse, o país não conta com uma liderança aparentemente capaz de seguir e querer buscar um caminho de melhoras. Vemos uma operação tapa buracos, onde o próximo no poder faz de tudo para não parecer o culpado, joga a culpa no passado, onde aliados viram opostos e vice-versa do dia para a noite apenas para satisfazer interesses próprios. Enquanto isso, uma maioria, independente da área de trabalho, sofre os efeitos, lojas fechando, preços disparando, profissionais abandonando carreiras em busca de outros meios para sustento próprio e familiar. Esquece-se que o importante não é remediar o passado, suavizar o que já passou, é de extrema urgência uma política que se concentre em um programa de melhoria que dure gerações, não mandatos. Que foque em melhorar o país, não em se reeleger e, principalmente, eleitores que tenham consciência do poder do voto e interesse e inteligência ao exercê-lo.

  11. Algo que já se falava é que havia um abismo entre os dois pontos. Um empresário poderia colecionar um negócio que faturasse até 2 milhões, e daí pra cima não conseguiria crescer licitamente, já que teria que competir com uma concorrência que paga menos impostos e entrega o mesmo produto. Por outro lado, as empresas da política dos vencedores trabalham na casa dos bilhões, e conseguem operar produtos com margens baixíssimas de custos (inclusive subsidiadas por empréstimos e investimentos “sem juros” do BNES). Por isso qualquer médio empresário estaria no limbo de não concorrer com os pequenos, pelo imposto, nem concorrer com os grandes, pelo vasto investimento público.

    No momento que abate a crise, o pequeno investidor deixa de ter capacidade de operar. Com a hiper queda de consumo a maioria dos negócios se torna pouco hábil em sustentar seu livro de contas.

  12. Com a crise o poder de compra dos brasileiros diminuiu consideravelmente atingindo diretamente o comercio, pois produtos e serviços deixaram de ser procurados, ocasionando o fechamento de diversas vagas de empregos e gerando um número considerável de desempregados. Segundo os dados do Estadão de Minas o número de desempregados já somam 1,2 milhões no estado, além do ganho que sofreu queda em comparação com outras regiões do país. O quem vem acontecendo no comercio da capital mineira é a queima de estoque visando recuperar no mínimo o investimento gasto para depois fechar as lojas, o que não tem sido muito fácil. Percebemos claramente essa situação quando andamos nos bairros comercias como a Savassi e Barro Preto, diversas lojas com placas e faixas com liquidação e outras fechadas. Outro ponto preocupando é a inadimplência, quem compra não possui condição de pagar a dívida, seja por diversos fatores, então resta aos empresários se adequarem à nova realidade, investir no momento e na quantidade certa.

  13. O Brasil vive hoje uma crise econômica real e de proporções catastróficas. Não há mais que se falar em “marolinha” ou em mentiras da oposição, prova maior é o caso em comento, é visível o quanto a crise vem afetando o comércio e a vida da população. Não se pode olvidar de que com a diminuição do empreendedorismo, e o aumento do número de lojas e empresas que se fecham todos os dias, há também um aumento do desemprego, o que leva à diminuição do poder aquisitivo da população, que por sua vez aumenta o número de estabelecimentos comerciais que fecham as portas diariamente.
    Não importa mais se a culpa é da corrupção, má administração, ou do contexto global, o que importa agora são as medidas a serem adotadas para que o país não pare, não quebre de vez. O aumento de impostos para uma população que cada dia perde mais emprego, não surge como a solução mais adequada ou viável. Uma mudança na tributação, na aplicação, uma reforma econômica, todas essas opções mostram-se viáveis para findar a crise.
    Talvez, já que não vivemos em âmbito de liberalismo radical com Estado mínimo, este deveria cuidar-se de fomentar os setores da economia para agraciar o empreendedorismo e a geração de empregos, um bom exemplo para dar inicio seriam os armazéns, que como mostrado na reportagem acima, vem aumentando com o número de empresas fechando.

  14. É inegável que a crise econômica repercutiu no emprego. Cada vez mais é possível vermos lojas fechando, empregados sendo demitidos, lojas alugando. Nesse atual cenário é necessário discutir e adotar medidas parar proteger trabalhadores e empresários dos efeitos da crise, visando promover uma retomada do emprego de maneira efetiva. É preciso que sindicatos e associações saibam negociar, resguardando os empregados, não deixando de lado seus direitos mínimos. Ademais, ao meu ver, outro ponto que deve ser debatido e combatido é no que se refere à flexibilização. Quando se fala em crise, o tema da flexibilização toma grandes proporções. Todavia, flexibilizar, muitas vezes irá desvalorizar o trabalhador. Sair de uma crise não é tarefa fácil. Mas, acredito que retirando direitos, não seja a melhor maneira de solucionar o problema. É preciso ter racionalidade e equilíbrio para enfrentar o momento.

  15. A turbulência que atinge a economia brasileira tem sido acompanhada por uma crise de confiança por parte do empresariado. Temerosos quanto aos possíveis desdobramentos, muitos deles colocaram o pé no freio para investimentos e reduziram também o ritmo de atividade, tanto na produção de bens quanto na prestação de serviços. A falta de confiança no mercado é uma consequência esperada, porem não deixa de ser desastrosa para o crescimento econômico do pais. A neurose provocada pela crise desestimula o giro de capital, já que o mercado consumidor, durante a crise, tem grande dificuldade na hora de prever as consequências de gastos não planejados em um momento de dificuldade generalizada.
    Os serviços mais prejudicados são, evidentemente, aqueles que não são considerados essências, como a terapia, o turismo, etc..

  16. Atualmente, o Brasil enfrente uma grave crise econômica, a qual atinge uma boa parte da população. A crise que presenciamos nos dias atuais vem atingindo diversos setores, como o comércio, construção civil, etc… É evidente que o poder de compra dos brasileiros está decaindo cada vez mais. As lojas encontram-se cada vez mais vazias, restaurantes e estabelecimentos comerciais estão fechando suas portas, os preços das mercadorias cada vez mais elevados (ainda mais se tratando de produtos importados). A qualidade de vida dos brasileiros caiu drasticamente, parece algo insignificante falar sobre o lazer do brasileiro, porém, é uma das coisas que mudou da “água para o vinho”, as agencias de viagens estão cada vez mais vazias, uma vez que com o dólar/euro/libra nas alturas não há trabalho que sustenta uma viagem ao exterior. Os consumidores estão optando por produtos nacionais, mais baratos, não pela qualidade, mas sim, porque seu poder aquisitivo despencou. Muitas empresas diminuíram seus gastos e, consequentemente, despediram vários funcionários, o que aumentou o nível de desemprego no país, sem perspectiva de melhora. O grande causador de todos os problemas listados acima é a má administração pública, então, devemos escolher melhor nossos governantes, optando por aquele que irão zelar pela economia do país, pois está mais que evidente que ela é de uma importância imensurável para todos os setores da vida do brasileiro.

  17. As placas de “vende-se” ou “aluga-se” estão por toda cidade. Os efeitos da crise econômica que o Brasil passa é divergente comparado com o crescimento econômico que vivia o país. Por um bom tempo, o comércio seguiu muito movimentado devido o crescimento de crédito da população de baixa renda. Assim, o dinheiro que sobrava no final do mês movimentava o comércio que segurava a economia na alta. Porém, a abertura de crédito deparou-se com uma inflação chegando a dois dígitos os juros, principalmente do cartão de crédito, devastando o dinheiro que sobrava no final do mês. Ademais, a crise alcança a indústria e o trabalhador que movimentava o comércio perde seu emprego, acarretando, em dificuldade financeira. Essa, quando alcança o operário o obriga a realizar cortes na despesa. O primeiro corte é realizado nas despesas considera supérfluas, assim, a psicóloga da reportagem perde seus clientes, o natal fica com menos presentes e a pequena empresa sucumbe por falta de crédito no mercado.

  18. O Brasil, que na última década se mostrou um pais em desenvolvimento, nos últimos anos, vem mostrando seu declínio em diversos aspectos, sobretudo, econômicos.
    Com um governo devastado, alvo de corrupções e escandalos, a economia se revelou bastante afetada.
    Altos índices de desemprego, falência, violência, são fatores que sem sombra de duvidas representam a real situação politica/ econômica do país.
    Sem muitas expectativas, economistas não são são otimistas em relação ao futuro, posto que a crise, aparenta estar apenas começando.
    A solução parece distante, e o país continua respondendo, negativamente.

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