Rio 2016: a violência não faz parte desse jogo!


anistia_internacional

A Comissão de Segurança para a Rio 2016 será responsável pelas operações de segurança pública nos jogos olímpicos.

Há um número considerável de casos documentados de execuções e outros abusos cometidos pela polícia na cidade do Rio de Janeiro.

Não queremos que isso se repita a pretexto dos jogos.

Entre em ação e diga às autoridades que elas são responsáveis.

Responsáveis por prevenir o uso desnecessário e excessivo da força pela polícia e pelas forças armadas; por evitar violações de direitos humanos, especialmente em áreas de favelas e periferias; por estabelecer mecanismos de total responsabilizaçãopara eventuais violações dos diretos humanos praticadas por agentes da segurança pública; por investigar e levar à justiça os perpetradores de violações dos direitos humanos e por fornecer total apoio às vítimas e seus familiares.

Fonte: Anistia Internacional.

3 respostas em “Rio 2016: a violência não faz parte desse jogo!

  1. Ano olímpico para os cariocas , é um período que eles são privados dos seus direitos pois o aparato de segurança os impedem de sairem suas própias casas . Neste périodo a pobreza brasileira são escondidas pelas propagandas de que somos um país sem probreza.

  2. Não são poucas as críticas e os incidentes que desvalorizam a polícia no Estado do Rio de Janeiro. A violência com que muitas vezes temos que conviver é algo que não deve ser tolerado em um Estado Democrático de Direito como o do nosso país, ainda mais uma violência proveniente do próprio estado e que se configura como seletiva. O clima de insegurança não é pretexto para o uso de violência pelo Estado que deve buscar sempre o meio mais eficaz para a solução dos conflitos criados. Decerto seria injusto categorizar toda a polícia como violenta, o que de fato não acontece, mas os casos de abusos são gritantes e não podem passar despercebidos. Devíamos prezar quanto aos jogos olímpicos pela celebração e por todos os benefícios que o evento pode trazer ao país, mas, infelizmente, devemos nos preocupar com a própria atuação estatal que poderá ter consequências até no âmbito internacional.

  3. O Estado, como pessoa jurídica, goza apenas de uma realidade técnica, somente podendo agir por intermédio de seus representantes, agentes ou prepostos.
    O desempenho da função de segurança pessoal e coletiva foi atribuída pelo aparato estatal aos organismos policiais, de forma que impõe-se, a conta e risco deste, o correto recrutamento daqueles que, para seu desempenho, recebem uma arma de fogo. Ocorre que tendo em vista que as corporações são preparadas para o exato desempenho daquelas funções, toda forma de violência à integridade física ou mental dos cidadãos deve ser coibida.
    Os excessos na atuação policial em todo o país tem ganhando espaço no cenário público. As medidas para evitar tais abusos devem perpassar a seara civil e o mero dever do Poder Público em reparar os danos causados por seus agentes. É imprescindível que sejam alvos de severa política pública de enfrentamento e erradicação.

    Michelle Cândida.

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