Músicas sobre a Lei Maria da Penha são premiadas e ganham videoclipes em concurso do Banco Mundial


Publicado originalmente em: 24/03/2016

Para celebrar a luta contra a violência doméstica e conscientizar a população brasileira a respeito da discriminação de gênero, o Banco Mundial realizou um concurso musical sobre a Lei Maria da Penha.

A iniciativa recebeu 190 composições e escolheu cinco canções vencedoras que foram premiadas com a gravação de videoclipes. Outras 15 músicas inscritas foram contempladas e gravadas num CD junto com as campeãs.

O projeto foi fruto de uma parceria do Banco Mundial Brasil com o Congresso Nacional, além de contar com o apoio da ONU Mulheres.

Rock, samba, rap e outros ritmos embalam letras sobre a legislação brasileira considerada uma das mais completas do mundo para combater a violência contra a mulher. Em 2016, a Lei Maria da Penha comemora 10 anos de vigência.

As canções do concurso mostram que a música também pode ser um espaço de resistência à discriminação e à violência, em vez construir uma imagem negativa da mulher, como fazem tantas obras musicais brasileiras que naturalizam as agressões de gênero. O Brasil é o 5º país com o maior índice de feminicídio no mundo.

 

Música “Lei Maria da Penha”, composta por Luana Hansen e Drika Ferreira, vencedoras do concurso do Banco Mundial.

“Maria da Penha me inspirou com sua persistência. Todas nós recebemos um imenso presente por ela não ter desanimado”, disse a compositora do rap “Em uma Só Voz”, Lidiane de Jesus

Em outras canções, os autores e autoras das músicas abordam direta e explicitamente o tema da violência contra a mulher. São os casos do rap “Lei Maria da Penha”, das DJs Luana Hansen e Drika Ferreira, e do rock “Ligue 180” – uma referência ao número nacional que recebe denúncias de agressões contra a mulher –, da cantora Fernanda Azevedo.

“Me coloquei no lugar da mulher que sofre violência e a inspiração veio de uma maneira muito forte”, contou Fernanda.

Já o samba “Maria da Penha”, de Juraildes da Cruz e João Araújo, conta a história de uma esposa submissa, que sofre nas mãos de um marido bêbado e machista. A narrativa, porém, tem um final feliz, mostrando o homem punido pela Lei.

Fonte: ONU BrasilBanco Mundial LAC

11 respostas em “Músicas sobre a Lei Maria da Penha são premiadas e ganham videoclipes em concurso do Banco Mundial

  1. É de suma importância o reconhecimento de ações como essa a favor da igualdade de gêneros e contra a violência sofrida pelas mulheres, pois, mesmo a nossa legislação sendo uma das mais completas no mundo, nosso país ainda sofre diariamente com a violência doméstica e com a descriminação de gênero. A música é um forte instrumento para a conscientização da população a cerca da importância da lei. A violência doméstica contra as mulheres ocorre em todo o mundo e ultrapassa as classes sociais, as diferentes etnias e independe do grau de escolaridade. Cada vez mais, a violência de gênero é vista como um sério problema da saúde pública, além de constituir violação dos direitos humanos. Em todo o mundo, não é difícil encontrar alguma mulher que já foi espancada, coagida ao sexo ou sofreu alguma outra forma de abuso durante a vida. E infelizmente, o agressor é, geralmente, um membro de sua própria família. Apesar de já termos avançado muito, este problema ainda está longe de ser solucionado, pois, nos momentos de fúria, de ciúmes excessivo, de posse, não há lei que segure um homem. Apenas a conscientização é capaz de mudar o interior das pessoas, e a música de Luana Hansen e Drika Ferreira é um otimo exemplo.

  2. O Brasil é considerado o país do samba, mas não é de hoje que, em diferentes estilos musicais, o povo brasileiro faz o uso de melodias como forma de protesto para diferentes causas. Impossível ler tal artigo e não lembrar das inúmeras musicas feitas na época de Ditadura Militar, que embora eram camufladas, quando o real significado era descoberto, causaram o exílio de artistas consagrados.
    Contudo, o tema abordado é emergente na atualidade. Em plena boda de zinco da Lei Maria da Penha (10 anos desde a sua entrada em vigor), a taxa de violência contra a mulher é extremamente alta! Portanto, é de suma importância que exista o feminismo, que existam ONG’s de apoio, e que existam concurso que tragam vozes como estas, principalmente para alertar todas aquelas que sofrem abusos dentro da própria casa e fazer com que se sintam seguras para relatar a violência.
    Apenas com a informação e educação que poderemos sair do ranking dos países com a maior violência ao sexo feminino.

  3. O concurso que valoriza a música original brasileira, e aborda temas tão importantes como a Lei Maria da Penha, é de suma importância para incentivar a cultura, construindo uma sociedade um pouco mais crítica; responsável; e consciente. A música escolhida e principalmente o estilo musical transcendem a mensagem da necessidade de aniquilar, acabar, destruir a imagem do homem agressor que vê em sua família o ponto fraco, onde ele vai descontar a suas frustrações diárias, espancando mulheres e filhos, fazendo da vida delas um caos total, tornando impraticável a felicidade e o bem viver.
    A Lei Maria da Penha (LEI 11.340/06), criou mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, estabelecendo portanto, um caráter mais severo na em relação ao tempo de pena (3 a meses a 3 anos de detenção), caracterizado pelo o crime de violência doméstica, onde o agente passivo pode ser ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, de coabitação ou de hospitalidade.
    A violência contra a mulher, independe de cor da pele, classe social ou grau de escolaridade, é real, e o a música interpreta uma dor diária em famílias espalhadas pelo mundo. Muitas mulheres, se inibem frente ao marido opressor, não o denunciando, e assim não solucionando este problema social. O mais importante a se fazer, frente à essas agressões ou caso saiba de alguém que sofra tais atos, é a denúncia imediata do agressor, procurar os tribunais, para que medidas vinculativas severas sejam tomadas para o fim deste absurdo.
    A igualdade de gênero e o fim da violência devem ser “bandeiras” de uma nação evoluída.

  4. O Brasil é um país em uma situação peculiar: embora tenha uma das leis de proteção à mulher mais elogiadas pela comunidade internacional, é, ainda assim, um dos países com maior índice de desigualdade de gênero e feminicídio do mundo. De fato, como diz a notícia, o Brasil encontra-se em 5º lugar no ranking de feminicídio, e um relatório da ONU Mulheres publicado em 2014 ainda o coloca em 71ª posição no quesito desigualdade de gênero, 9 posições abaixo daquela que ocupava em 2013. Um regresso em igualdade de gênero num país que, em teoria, deveria ter as ferramentas para enfrentar e amenizar esse problema. A posição que o Brasil se encontra o coloca no meio de um ranking de 142 países que incluem países conservadores radicais ou mesmo opressores, o que é bastante preocupante.

    Nessa linha, a iniciativa da ONU Mulheres e do Congresso Nacional é interessantíssima. O Brasil sempre foi elogiado nacional e internacionalmente por sua riqueza musical, e fazer uso dessa cultura tão presente no dia-a-dia do Brasileiro como forma de conscientização da população quanto a um problema real é, em tese, uma “jogada de mestre”. Além, o concurso abre mão para mais que o combate cultural à desigualdade de gênero e à violência contra a mulher, mas também abre mão para a valorização da cultura musical brasileira, figurando entre os candidatos e finalistas gêneros musicais que variam do rock, ao rap, e mesmo ao samba. Ainda vale ressaltar que a música brasileira não atinge apenas o brasileiro; de fato, diversos músicos famosos pelo mundo já expressaram abertamente seu respeito, admiração e inspiração pela música brasileira, como, por exemplo, o músico e produtor “will.i.am”, frontman da banda de hip-hop e EDM The Black Eyed Peas, que em diversas entrevistas já declarou sua paixão pelo samba brasileiro.

    Essa campanha mostra-se importante diante do atual cenário brasileiro, altamente volátil e conflitivo, onde qualquer razão se torna desculpa para exercício de seus preconceitos, inclusive aquele para com a mulher, seja ele deliberado ou enraizado. De fato, as chamadas “minorias” tem sofrido um retrocesso na luta por direitos e seu tratamento nos últimos anos, mesmo que seja assustador ter que denominar como “minoria” — nesse contexto muito mais minoria política e ativista que de fato — um gênero que, de acordo com o Censo brasileiro, é superior ao masculino. Além, o concurso pode possivelmente vir a figurar direta ou indiretamente no combate à desigualdade de gênero no cenário internacional.

  5. Sendo esse um dos assuntos que mais gosto de discutir e realmente me infirmar, alem do básico já conhecido pela sociedade e algo um pouco mais detalhado graças ao efeito benéfico do curso de direito, sempre que o assunto é abordado, se torna impossível manter a imparcialidade, não só influenciada pela auto proteção do gênero, se assim posso dizer, mas também por me maravilhar com a posição da senhora Maria da Penha Maia Fernandes, que era espancada pelo marido que por duas vezes tentou também assassina-la, quando então assim resolveu denuncia-lo, mas a justiça se manteve inerte e apenas 19 anos depois ele foi condenado. A lei entrou em vigor em 2006, e foi reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo para enfrentar a violência contra Mulher, pois não só as protegem dentro do lar, mas nas relações domesticas em geral, e não só a protegendo do marido, mas de qualquer que seja o agressor que se encaixe nesse vinculo. Sem sombra de duvidas é um assunto que gera discussões extensas sobre a sua amplitude e proteção, mas é indiscutível a sua efetividade e a coragem dessa mulher.
    Não saindo do assunto em foque que é a musica que foi fiel ao intuito da lei, e real em descrever a situação de muitas mulheres até hoje espalhadas pelo mundo, o assunto é atual, e a representação das artistas reforçam e incentivam novas mudanças.

  6. No Brasil a agressão doméstica é uma triste realidade, uma mulher é agredida a cada cinco minutos, sendo o 5º país com o maior índice de feminicídio no mundo, apesar da Lei n° 11.340/2006 apelidada de Lei Maria da Penha, comemorando assim 10 anos de implementação da Lei.
    O concurso musical sobre a Lei Maria da Penha foi uma ótima maneira para alertar a população mundial sobre a importância de respeitar as diferenças de gênero. É importante que o mundo saiba o absurdo que acontece no Brasil, um país tropical que passa a imagem de um Estado Democrático e “cabeça aberta” com suas músicas e danças sensuais.
    O interessante é que o concurso pode mostrar a ecleticidade brasileira com ritmos variados como o rock, samba, rap entre outros que embalaram letras sobre a legislação brasileira considerada uma das mais completas do mundo para combater a violência contra a mulher. Contradizendo as musicas atuais que só menosprezam e depreciam a imagem da mulher brasileira como certas musicas de funk que fazem sucesso na mídia.

  7. A lei número 11.340, é um dispositivo legal para aumentar o rigor das punições sobre crimes domésticos, está completando 10 anos nesse ano de 2016. Essa normal, é aplicada aos homens que agridem fisicamente ou psicologicamente a uma mulher ou à esposa, fato este que é bastante comum no cenário nacional. É de fundamental importância a realização de campanhas em prol da lei Maria da Penha, como é chamada. O Brasil, como o próprio texto disse é o 5º país com o maior índice de feminicídio no mundo. Campanhas como estas, incentiva e explica, o que uma mulher deve realmente fazer em caso de agressão e explica que todos são iguais, o homem não tendo o direito de agredir uma mulher, em qualquer situação. O grupo “feminista”, tem crescido bastante no Brasil e é de suma importância que não percam o seu foco que é para buscar a igualdade de gênero em qualquer lugar. A iniciativa de premiar as melhores músicas são excepcionais, pois além de valorizar a mulher de forma digna e respeitosa, enaltece as mulheres que fazem o nosso mundo melhor. Respeitar as mulheres é um grande passo para a evolução nacional e internacional.

  8. A lei maria da penha foi um ato importantíssimo para a sociedade brasileira, a qual completa 10 anos em 2016. Mesmo com a lei 11.340, e o tempo em que esta permanece em vigor no nosso ordenamento jurídico, muitos brasileiros não respeitam essa lei e, principalmente, não respeitam a mulher. Segundo dados nacionais sobre a violência contra mulher, realizado em 2015, 38,72% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente e 33,86% a agressão é semanal. Dos relatos de violência registrados na Central de Atendimento nos dez primeiros meses de 2015, 85,85% corresponderam a situações de violência doméstica e familiar contra as mulheres.Em 67,36% dos relatos, as violências foram cometidas por homens com quem as vítimas tinham ou já tiveram algum vínculo afetivo: companheiros, cônjuges, namorados ou amantes, ex-companheiros, ex-cônjuges, ex-namorados ou ex-amantes das vítimas. Já em cerca de 27% dos casos, o agressor era um familiar, amigo, vizinho ou conhecido.
    É reconhecido, constitucionalmente, a igualdade de gênero entre a mulher e o homem. Porém, na prática e em números, a mulher se encontra em um nível inferior, arreigado pelo machismo enraizado em nossa sociedade. As mulheres, ao saírem na rua a noite, morrem de medo de serem estupradas. Segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, em 2011, foram registrados 12.087 casos de estupros contra mulheres no Brasil. Essa realidade é inadmissível. A desigualdade vai ficando mais clara para a mulher dependendo do ciclo que ela se insere.
    A mulher negra, de classe baixa, que mora na periferia, as chances de ela sofrer violência domestica em silêncio é infinitamente maior do que a mulher branca de classe média. É necessário mais ações sociais para ajudar as mulheres que se inserem na situação ‘mulher, negra, periferia’. Pois essas mulheres ‘dependem’ financeiramente de seus agressores, e com isso ficam com medo de denunciá-los. Ou, quando denunciam, retiram a denuncia.
    Quando a musica, acho que é uma iniciativa muito bacana. Até mesmo para disseminar, de forma descontraída, uma realidade que DEVE ser extinta do nosso País.

  9. A lei 11340, popularmente conhecida como lei maria da penha foi decretada pelo Congresso Nacional e Sancionada pelo ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006, entrando em vigor na data 22 de setembro de 2006. A lei alterou o início do parágrafo 9º do artigo 129 do Código Penal, tornando possível a prisão em flagrante e a prisão preventiva em casos de violência contra a mulher.

    Tal lei delimita um marco na luta da violência doméstica, fato que era, e é até os dias de hoje, muito preocupante na sociedade brasileira e no mundo. A violência contra a mulher não é um fato de hoje, uma vez que as mulheres eram consideradas inferiores e submissas na maioria das sociedade ao redor do mundo, se não em todas, circunstância que já vem se acabando com o passar do anos e o desenvolvimento da sociedade; havendo assim notório reconhecimento do sexo feminino em todas as áreas, política, empresarial, intelectual, entre outras.

    A iniciativa para celebrar a luta contra a violência doméstica foi, além de um gesto majestoso por parte das mulheres e da sociedade, uma demonstração da inserção da mulher brasileira na sociedade, provando a maior paridade entre os gêneros feminino e masculino; infelizmente, essa é apenas uma batalha contra esse tipo de violência e a guerra continua, seguindo seu rumo para a total igualdade entre essas classes, com maior respeito; diga-se de passagem, já foi noticiada uma redução de 10% nos casos de violência doméstica, porcentagem que ainda pode possuir considerável melhora.

  10. A importância no reconhecimento de ações a favor da igualdade de gêneros e contra a violência sofrida pelas mulheres e transessuais nao podemos nos esquercer deste genero que é tanto como hostilizado pela sociedade, poisnosso país ainda sofre diariamente com a violência doméstica assim como a descriminação de gênero. esta música é um forte instrumento para a propagação da ideia central do que foi instituindo nesta lei . A violência doméstica contra as mulheres ocorre em todo o mundo e ultrapassa as classes sociais, as diferentes formas de pensamento independete do grau de escolaridade. Cada vez mais, a violência de gênero é vista como um sério problema da saúde pública, que é precaria além de constituir violação dos direitos humanos. Oque se torna mais sárdico e sem noção e que não é difícil encontrar alguma mulher que já foi espancada, coagida ao sexo. E infelizmente, o agressor é, geralmente, um membro de sua própria família. o fato é que apesar de termos avançado muito este problema ainda é um problema para a sociedade brasileira que está longe de ser solucionado, pois, nos momentos de fúrias a sociedade um tanto marchista e sem controle, com um sistema judiciario muito fraco não nos ajuda.

  11. A iniciativa por parte do Banco demonstra que, por mais morosa que seja, nossa sociedade está abrindo seus olhos para a situação da mulher na nossa sociedade, que nas ultimas décadas passou a ser melhor acolhida e reconhecida pelo nosso governo, afinal, nao muito tempo atrás a mulher era tida apenas como submissa ao homem, cuja função era procriar e manter a casa, nao lhe sendo permitido fazer suas próprias escolhes sem ser taxada pela sociedade, tornando se vítima dentro de sua própria casa, lugar este que deveria representar segurança e conforto.
    Afinal, basta lembrar do código penal, que na década de 40 punia a mulher que cometesse adultério, todavia o mesmo nao era aplicado ao homem. Ou até mesmo na nossa Constituição de 1916 que retratava a sociedade da época, marcadamente conservadora e patriarcal. Assim, só podia consagrar a superioridade masculina. Transformou a força física do homem em poder pessoal, em autoridade, outorgando-lhe o comando exclusivo da família. Por isso, a mulher ao casar perdia sua plena capacidade, tornando-se relativamente capaz, como os índios, os pródigos e os menores. Para trabalhar precisava da autorização do marido.
    A família se identificava pelo nome do varão, sendo a mulher obrigada a adotar os apelidos do marido. O casamento era indissolúvel. Só havia o desquite – significando não quites, em débito para com a sociedade – que rompia a sociedade conjugal, mas não dissolvia o casamento.
    Atualmente, a situação da mulher tem mudado, a mesma que antes precisava pedir autorização para o marido para trabalhar hoje em dia nao encontra restrição, muito pelo contrário, hoje grande parte da população feminina, principalmente das novas gerações trabalham fora e buscam seu sucesso profissional, além da conquista no espaço de trabalho, a mulher tem conquistado seu espaço também no direito, recebendo a devida atenção na Constituição e no Código Penal Brasileiro, como podemos ver, o direito garantidor de licença a maternidade para as mulheres que trabalham e que devem asseguradas durante este período, a conquista do voto em 1932 e atualmente com a lei Maria da Penha, que pune a violência doméstica.
    Todas essas mudanças representam um longo caminho percorrido, uma luta incessante e o trabalho árduo de diversas mulheres para conquistarem seu espaço na sociedade.
    Contudo, ainda há um longo caminho a percorrer, muitas mudanças a serem feitas e mais objetivos a serem atingidos. Mas em um retrospecto vemos o tanto que foi conquistado o que serve de incentivo para as novas gerações correrem atrás de novas realizações.

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